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Nunca este tema foi tão atual, e se quisermos compreender melhor os efeitos deste fenômeno, devemos sair um pouco do controle das forças de mercado atuais e buscar um outro ponto de referência. O livro mostra a necessidade de uma estrutura mínima como ponto de convergência dos interesses comerciais entre países, baseados mais em relações culturais e econômicas do que em relações políticas ou diplomáticas, porque o que faz o comercio caminhar são leis que não ferem a soberania, nem agridem a auto determinação de um povo. |