Estudos
antropolóogicos e arqueológicos dão conta do
surgimento do homem em cerca de cinco milhões de
anos, evoluindo até o estágio atual. Todavia,
cabe à História desenvolver estudos sobre tudo
aquilo que é produzido pelo homem enquanto ser
social na construção justa e dígna da
sociedade.
A História
costuma dividir seus estudos em fases ou
períodos econômicos para melhor compreensão e
entendimento de quem a estuda; da mesma forma a
Literatura o faz quando estuda as escolas
literárias nos seus diversos e ricos estilos.
Segundo
Gonçalves de Magalhães, no seu manifesto
publicado na Revista Nictheroy (1836), a
literatura de um povo é o desenvolvimento do que
ele tem de mais sublime nas idéias, do
pensamento filosófico, de mais heróico na moral
e de mais belo na natureza; é o quadro de suas
virtudes e de suas paixões, o despertar de sua
glória e o reflexo progressivo de sua
inteligência. Sendo assim, o estudo da História
não pode ser feito apenas para conhecermos o
passado, mas sim com o fim de tirar lições para
o presente através do belo, do subjetivo, do que
vem das inspirações da alma.
Em pesquisa
realizada com professores de escolas públicas
feirenses que atuam na área de ciências
humanas, constatamos, a partir dos resultados
expostos nas entrevistas escritas, que os mesmos
vêem na história uma inter-relação íntima
com a Literatura. Segundo os entrevistados, a
história do mundo está interligada à nossa
cultura, à nossa vida, aos nossos conceitos
sociais, literários, políticos e econômicos.
Ao serem questionados a respeito do porquê das
sociedades diferirem uma das outras, as respostas
dadas relacionaram as diferenças como
resultantes do desenvolvimento educacional de um
povo, que os caracterizam como desenvolvidos ou
subdesenvolvidos e pelos costumes, tradições e
formação intelectual. As respostas dadas em
relação ao questionamento do porquê das
sociedades não possuirem o mesmo grau de
evolução apontaram como conseqüências as
diferenças grupais e sociais ressaltando o fato
do próprio homem ainda não ter chegado a uma
visão precisa, comentando as teorias divergentes
entre religiosos e cientistas.
Também foram
feitas pesquisas pelo grupo na Internet e na
biblioteca do Colégio Modelo Luís Eduardo
Magalhães. Clique no link abaixo para ler o
texto resultante dessas pesquisas.