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Dornelles apela ao BNDES pelo Mappin

Rio de Janeiro - O ministro do Trabalho, Francisco Dornelles, disse que fez um apelo ao presidente do BNDES, Jos� Pio Borges, para que converse com outros credores do grupo Mappin/Mesbla para verificar se n�o h� como fazer um pool para salvar as empresas.
"O BNDES n�o tem que ser hospital, mas muitas vezes a institui��o financeira tem de ver se, colocando mais um pouco, n�o recupera tudo o que colocou", afirmou Dornelles, lembrando que, muitas vezes, os bancos privados adotam essa medida.
Dornelles evitou criticar Borges, que j� afirmou ser contr�rio a concess�o de empr�stimo ao Mappin sem a concess�o de garantias. "Pio Borges tem que cuidar do interesse do banco", justificou.

CSN: 'houve s� inc�ndio', diz M.S�lvia
S�o Paulo - A presidente da CSN, Maria S�lvia Bastos Marques, afirmou que n�o ocorreu explos�o na central termoel�trica em constru��o dentro da Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda. "Houve apenas um inc�ndio que atingiu parcialmente seis das dez torres de resfriamento de �gua da central", disse. Maria S�lvia explicou que as torres s�o de concreto, mas por dentro s�o constitu�das de fibra de vidro e pl�stico. Segundo a executiva, os motivos do inc�ndio est�o sendo apurados e ser�o divulgados assim que descobertos.
"N�o houve v�timas", ressaltou. Maria S�lvia confirmou que seis pessoas ficaram feridas, mas j� foram medicadas e liberadas sem necessidade de hospitaliza��o. A executiva assegurou que a produ��o n�o foi afetada e que o cronograma da obra - cuja conclus�o est� prevista para o final do ano - est� mantido, a princ�pio. Segundo Maria S�lvia, o inc�ndio come�ou por volta das 7h50, mas �s 8h15 j� estava sanado.

Contrabando de cigarro ser� combatido

Bras�lia - O secret�rio da Receita Federal, Everardo Maciel, disse que as medidas adotadas ontem, que alteram a tributa��o dos cigarros, pretendem combater o contrabando e a sonega��o de impostos por parte dos fabricantes. Ele informou que essa mudan�a foi negociada com as empresas e foi acertado que n�o haver� repasse aos pre�os.
O pacote de medidas que altera a tributa��o dos cigarros � composto por um decreto, uma medida provis�ria e um projeto de lei. O decreto muda o c�lculo do IPI do sistema de ad-valorem (uma al�quota sobre o pre�o), para o sistema de ad-ren ou al�quota espec�fica (uma parcela em reais, acrescida ao pre�o do cigarro incidente sobre o ma�o). Com isso, a al�quota do IPI, que correspondia a 41% do pre�o, passa para uma faixa entre R$ 0,35 a R$ 0,70.
Dos quatro tributos que incidem hoje sobre os cigarros, apenas a forma de cobran�a do IPI ser� alterada. O ICMS, a Cofins e o PIS-PASEP continuar�o incidindo sobre o pre�o dos cigarros.
O secret�rio disse acreditar que com o pacote a arrecada��o do IPI venha a aumentar. Segundo ele, em 1996 a arrecada��o do IPI atingiu o seu pico - R$ 280 milh�es - caindo a partir da�. Atualmente a arrecada��o � de R$ 190 milh�es.

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