catharino rem�dios.txt

(chamada/MANCHETE) Catharino prop�e mudan�as no fornecimento de rem�dios

(legenda) Catharino: "Ningu�m escolhe qual doen�a vai ter"

O Presidente da C�mara, Antonio Carlos Catharino (PPB), defendeu ontem um atendimento mais amplo da Secretaria Municipal de Sa�de quanto ao fornecimento de rem�dios para fam�lias pobres. O vereador criticou a postura atual da SMS de s� fornecer medicamentos "b�sicos"para os problemas mais comuns. "At� parece que algu�m pode escolher qual doen�a vai ter", comentou Catharino.

P�gina A 4




(t�tulo) N�o existe doen�a b�sica, afirma Catharino
(subt�tulo) Presidente da C�mara exige provid�ncias urgentes quanto a entrega de rem�dios
Alexandre Gomes
(legenda/ TEM DE SAIR COM FOTO DE QUALQUER JEITO) Catharino: "N�o se pode fazer economia �s custas do sofrimento"

"N�o existe meia-doen�a, nem doen�a b�sica, ningu�m escolhe que doen�a vai ter" comentou ontem o presidente da C�mara, Antonio Carlos Catharino (PPB) para justificar seu apelo � Secretaria da Sa�de no sentido do �rg�o normalizar com urg�ncia a entrega de medicamentos apra pessoa carentes.
Na avalia��o dele � desumano deixar as pessoas mais pobres sofrendo s� porque ao inv�s de terem uma doen�a "mais comum" sofrem de algum problema menos usual. "� claro que o Poder P�blico tem de fazer economia, gastar o m�nimo poss�vel, mas n�o se pode fazer economia �s custas do sofrimento alheio", comentou ele.
Catharino diz que est� ciente da necessidade de reduzir custos da Secretaria da Sa�de, tanto que apresentou lei - aprovada na semana passada - que obriga os postos de sa�de a receitarem rem�dios com base no nome gen�rico. Com a medida Catharino acredita que se economizar� mais de 50% dos gastos da SMS com a aquisi��o de rem�dios.
Mas o vereador avalia que n�o � admiss�vel que o atendimento se restrinja apenas a medicamentos mais usuais porque "ningu�m escolhe qual doen�a vai ter". Ele diz que diariamente � procurado por pessoas humildes para as quais foram receitados medicamentos que n�o podem ser encotnrados nos Postos de Sa�de.
"N�o adianta nada receitar um rem�dio e a pessoa n�o pdoer comrpar, ela vai continuar doente do mesmo jeito e ainda vai sofrer por saber que n�o vai pdoer comprar o rem�dio que talvez a curasse", apontou ele. Catharino diz que reconhece que por quest�o de economia pode admitir que nos Posots de Sa�de existam apenas os rem�dios mais comuns, mas defende a instala��o de uma central com outros tipo de medicamento de utiliza��o menos frequente.
"Quando a pessoa precisasse de um rem�dio que o Posto n�o disp�e a Central seria acionada e um motoqueiro iria entregar o medicamento no posto" comentou ele.


Index

Next

Previous

Hosted by www.Geocities.ws

1