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Pestalozzi
nasceu em Zurique (Suíça). Ficou órfão de pai ainda menino;
tendo sido criado pela sua mãe. Casou-se muito jovem e, entre
choques de ideais, política / agricultura, acabou optando pela
educação. Uma opção que foi, indiscutivelmente, iluminada. A
humanidade iria testemunhar grandes exemplos deste espírito,
podemos dizer, missionário de amor.
Durante a invasão da Suíça pelos franceses em 1798,
Pestalozzi reuniu, em um convento abandonado, inúmeras
crianças órfãs que vagavam as margens do Lago de Lucerna, sem
casa, comida ou qualquer espécie de abrigo. Cuidava e
educava-os, pessoalmente, durante o inverno com extremada
devoção. No ano seguinte o invasor francês requisita o
prédio para instalação de um hospital no local. Um golpe aos
seus esforços.
Concentrou
todos as suas idéias sobre a educação. Desenvolveu métodos
como: partir do mais fácil e simples, para o mais difícil e
complexo.
Embora trabalhando com imenso devotamento e com espírito
diplomático, Pestalozzi não consegue convencer Napoleão do
interesse de criar um sistema nacional de educação primária,
em Paris.
Em 1805 muda-se para Yverdon e por vinte anos dedica-se ao seu
trabalho continuamente. Foi então que, anos mais tarde, teve
como um de seus
alunos mais estimados, o jovem Rivail (Allan Kardec). Foi um dos
pioneiros da pedagogia moderna, influenciando profundamente
todos as correntes educacionais. Seus métodos acabaram sendo
introduzidos em vários países da Europa e até hoje
é referência nas universidades.
Num
período em que educação e ensino era privilégio exclusivo,
Pestalozzi atingiu as criaturas como um todo. |