Home













 

Na luz do trabalho

Emmanuel - André Luiz
do livro Opinião Espírita, psicografado por Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, Edição CEC

     A Gênese  Cap. XI  Item 28

       Beneficência é também agradecer o trabalho alheio e caminhar construindo.

       Quando transites na estrada, lança um pensamento de gratidão aos que se feriram nas lajes para que a tivesses; fartando-te à mesa, lembra as dilacerações do lavrador que tratou a semente para que o pão te regalasse; no lar, recorda os que te levantaram o agasalho doméstico, muitas vezes, à custa da própria vida; no simples copo de água que te aplaque a sede, podes meditar nos braços que se conjugaram, em múltiplas tarefas, a fim de que a recolhesses, pura, do filtro...

       Em toda parte, inclina-se a vida, à frente de nós, amparando-nos, atenta, de modo a que aprendamos dela o dom de servir.

       Não há fruto que apareça maduro.

       Humilde molho de maravilhas que te garanta o lume exigiu laboriosa atividade da Criação.

       Tudo o que existe de útil reclamou humildade, disciplina, constância, paciência.

       A Sabedoria Divina tudo dispôs para que os grandes e os pequenos se entrelacem, na sustentação do bem eterno, conservando cada qual em seu nível de distinção.

       O sol alimenta o verme. O verme aduba a terra.

       A planta nutre o sábio. O sábio ergue a escola.

       Por mais brilhe no firmamento, a estrela não faz o papel da flor que perfuma e o oceano imponente não substitui o regato, que canta ignorado nas entranhas da gleba, para que o vale se coroe de verdura.

       Tudo se esforça, junto de nós, para que a alegria nos sobeje, além do necessário.

       Se já atingiste o discernimento iluminado pela convicção da imortalidade, possuis bastante acústica no raciocínio para assinalar o apelo constante da vida: trabalha, trabalha !...

       Se já sabes que outros mundos se seguem a este mundo por degraus da evolução, não desconheces que o teu merecimento, aqui ou além, será medido por tuas obras.

       Não te dês, assim, ao logro do desânimo e nem te confies ao perigoso luxo do tédio.

       Reflitamos nas forças do Universo, que nos servem infatigavelmente sem perguntar, e para que a beneficência se nos alteie, genuína, do coração, trabalhemos e trabalhemos.

música: "First love"

MENSAGENS FRATERNAS
http://br.geocities.com/mensagensfraternas
[email protected]

Hosted by www.Geocities.ws

1