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Conta-se
que Jesus, após haver lançado a parábola do Bom Samaritano,
entraram os apóstolos no exame da conduta dos personagens da
narrativa.
E porque traçassem fulminativas reprovações, em torno
de alguns deles, o Cristo prosseguiu no ensinamento para lá do
contato público:
__"Em verdade, __ acentuou o Mestre, __
referindo-nos ao próximo, ante as indagações do doutor da
Lei, à frente do povo, a lição de misericórdia tem raízes
profundas.
Quem passasse irradiando amor na estrada, onde o viajante
generoso testemunhou a solidariedade, encontraria mais amplos
motivos para compreender e auxiliar.
Além do homem ferido e arrojado ao pó, claramente
necessitado de socorro, teria cuidado de apiedar-se do sacerdote
e do levita, mergulhados na obsessão do egoísmo e carecentes
de compaixão; simpatizar-se-ia com o hoteleiro,
endereçando-lhe pensamentos de bondade que o sustentassem no
exercício da profissão; compadecer-se-ia dos malfeitores,
orando por eles, a fim de que se refizessem, perante as leis da
vida, e, tanto quanto possível ampararia a vítima dos
ladrões, estendendo igualmente mãos operosas e amigas ao
samaritano da caridade, para que se lhe não esmorecessem as
energias nas tarefas do bem".
E, diante dos companheiros surpreendidos, o Mestre
rematou: |
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música: "Esta tarde vi chover" |
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MENSAGENS
FRATERNAS |