![]() |
|||
|
|||
|
|
|||
|
|
|||
|
Aprendamos
a sentir com amor, a fim de que venhamos a pensar com justiça e
a falar para o bem.
O próprio Testamento Divino assegura que no princípio
era verbo.
Depois do amor e da justiça do Criador, apareceu a
expressão verbal como fermento vivo da Criação.
Em todos os avisos da caridade não nos esqueçamos da
boa palavra que socorre e ilumina sempre.
Para usa-la com segurança, não é preciso assumas
posição compulsória de santidade, transformando a frase em
látego de chamas sobre os enganos que ainda entenebrecem o
roteiro do próximo.
Basta que a tua diligência no bem se faça incessante.
A frente do comentário calunioso, lembra alguma virtude
da criatura visada pela chuva injustificável de lodo e lama.
Perante as anotações do desânimo, fala acerca das
esperanças do Céu que ainda não apagou o sol com que nos
clareia o caminho.
Diante da delinqüência, recorda a Misericórdia
Celestial que a todos nos provê de recursos para o pagamento
das próprias faltas.
Ante a irritação e a crítica, não pronuncies o
venenoso apontamento que dilacera à distância, mas sim procura
algum fato ou alguma lição em que a pessoa reprovada encontre
alívio e consolo.
Sobretudo, auxilia aos ausentes que não podem cogitar da
própria defesa.
Lembra-te de que todo aquele que hoje desaprova os outros
contigo, amanhã te desaprovará também diante dos outros. |
|||
|
música: "Horizons" |
|||
|
|
|||
|
MENSAGENS
FRATERNAS |