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Meio leão, meio mulher – poder e beleza – deitada, com a cabeça erguida, fitando com os grandes olhos cheios de vacuidade – vácuos de Maya e plenos de Brahman – o deserto do Infinito, para além de todos os horizontes finitos, envolta numa aura de eternidade – que símbolo mais eloqüente poderia haver para o homem imerso numa aura de eternidade – que símbolo mais eloqüente poderia haver para o homem imerso em Deus, cheio de poderosa beleza e de belo poder, tão longínquo no seu ser e tão propínquo no seu agir?.. |
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