It's Getting Hard To Say Hello.

Se eu te falar que sei um segredo que ninguém nunca te contou?








Aff, eu odiava minha mãe. Eu, o , o e o chato do Frankie fomos obrigados a mudar de cidade. TIPO, pra um lugaar onde a gente não conhecia NINGUÉM. Ok, ok, primeiro dia de aula. A gente tinha chego aquela semana na cidade, nem teve tempo de aprender onde era nossa casa, mas eu supero.
Eu chego na escola, aquelas bem normais, sabe? Os carinhas pop's ali no canto, as meninas lindas e perfeitas e pop's no outro, alguns nerds babando nelas, e uns tapados parados na porta da escola. Opa, esse último era eu e os meus dois irmãos. ¬¬'
- Ahmm, licença? - Eu virei, e MELDELS, G-ZUIS, APAGA A LUZ. Que menina. Ela me olhava com cara de "te conheço?"
- D-desculpa. - Eu disse, dando espaço para ela e mais duas amigas passarem, babando ainda, por sinal.
- Nada não. - Ela disse, virando o rosto e sorrindo.
BÁAAAAIM (campainha, só pra deixar claro)
Maravilha, primeiro horário, sala 66. Vamos lá, aula de física, que perfeição de segunda.
Eu entrei, sentei na carteira, e fiquei olhando pros lados. A sala tava vazia, só faltava colocarem uma plaquinha no meu pescoço, escrito: EU SOU PERDIDO -Q
Ok, um povo começou a entrar. A mesma menina que eu vi na entrada (já te falei que devia ser proibido usar mini-saia? depois reclamam de inchentes) se sentou do meu lado. Percebi que toda a sala olhava para ela, e que assim que ela e as duas meninas sentaram, os meninos rodearam ela. Ok, ela era popular, conclui isso sozinho. (;
A aula começou, e elas não paravam de falar. Não que isso me incomodasse, nem queria ver a aula, mas é que elas conversavam sobre garotos. Era estranho, porque todo mundo iria querer sentar do lado dela, se ela fala de.. MENINOS?
Ela se virou, viu que eu estava do seu lado, e me mandou um bilhetinho.

"Novo por aqui?"


Eu fiquei olhando, li e re-li o bilhetinho. Eu não era tão tapado a ponto de não me tocar que ela não era do tipo de menina que deixava os meninos assim, se aproximarem, nem iniciava uma conversa. Ela era gata demais para isso, e sabia que tinha todo mundo aos seus pés. (n/a: que lindoo *-*)



"S. Me mudei ontem pra cá ¬¬'"


Ela riu quando leu, apesar de eu não entender a graça. Mas ok, ela ficava linda rindo, e os meninos da sala me olhavam com inveja. HAHAHAHA. Ela me passou de novo o papel, que era do Ursinho Pooh, por sinal.

"Você vai gostar, nem se preocupa."


Ia responder, quando a professora me interrompeu do meu momento sonhador.
- ! ME DÁ ESSE BILHETINHO. QUE COISA, LOGO NO PRIMEIRO DIA DE ESCOLA.
- M..M..aas..
- JÁ PRA DIRETORIA.
Eu fiquei com cara de: QUÊ? Sua louca, minha mãe vai me matar!, levantei e sai da sala. Mas fiquei o suficiente para ouvir a coisa mais estranha da minha vida.
- Mas fui eu quem iniciei a conversa. Eu não devia ir junto? - A menina falou.
TOOOOOOOOOOODO MUNDO VIROU E OLHOU PRA ELA. Inclusive eu. Nossa, que tola (?).
- CHEGA DE GRACINHAS. VOCÊ VAI JUNTO. - A professora disse, confusa.
Ela levantou, sorrindo, e saiu da sala, parando no corredor do meu lado. Eu fiquei: o.O'
- Por que você fez isso? - Eu perguntei, sem entender ainda
- Essa aula é um porre, e você vai se ferrar por ser aluno novo, eu não, entende? - Ela disse, bem sossegada. - .
- Quê?
- Meu nome, . Mas me chama de , tá?
- Ok. O meu é , .
- Vem, ninguém disse que a gente precisa realmente ir pra diretoria.
Meu Deus, que encanto de garota. Ela era perfeita, e logo no primeiro dia de aula, ela me ensinava a matar aula. Realmente, estava gostando dessa cidade, dels³.

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Ela me levou para uma sala de aula vazia, colocou uma carteira na frente da porta, para que ficasse difícil de abrir. Sentou na cadeira do professor, que era mais confortável, e eu sentei numa carteira da primeira fileira. Nos olhamos por um tempo, e ela disse:
- De onde você veio?
- Texas.
- Humm, minha mãe mora lá. - Isso me assustou, e ela percebeu isso. - Eles são separados, e eu moro com meu pai.
- Ahh, entendi. - Caimos no silêncio de novo, e percebi que era minha vez de puxar assunto. - Você tem irmão?
- Não, sou filha única. - Ela disse, sorrindo. - E você?
- Tenho três irmãos.
- TRÊS? - Ela disse, pulando da carteira. - Nossa, que mãe corajosa. Eles são mais novos?
- Tem o , o e o Frankie, que tem 8 anos.
- Oiiihn, ele deve ser um graça.
- Que nada, ele é um pestinha. - Ela me olhou feio, e eu ri.
- Duvido. Pior que você não pode ser, te garanto.
- HEEEY. - Mas ela fez um sinal para eu ficar quieto. Pelo jeito, alguém estava passando perto da sala, dava para ouvir os passos. Depois de um tempo, a pessoa foi embora. Encarei ela, que estava me olhando com a cabeça inclinada, com cara de pensadora.
- Seus cabelo é tão bonito.
ELA ELOGIOU MEU CABELO? me mata. Não, deixa, morri sozinho.
- Ahmm.. é, hum, valeu. - Meu Deus , a menina perfeita te elogia e você diz isso? - Seu cabelo também é lindo.
- Que nada, ele tá tudo arrepiado hoje, fiquei quase meia hora tentando arrumar. Mas brigada, apesar de ser feio mentir, menino - Ela imitou o olhar da professora de matemática. Cai da cadeira de tanto rir.
- Nem tá, ok? Ele tá perfeito (; - Eu disse.
- Oiihn, que cute. - Ela disse e sorriu mais ainda. Ela levantou e sentou na cadeira do meu lado, rolou um clima e..

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SONHOU NÉ JACU? Tocou o sinal :B
BÉEEEEEEEEIM (sinal tocando, oks?)
Ela se levantou, me deu um beijo na bochecha, e disse um até depois. Após uns 10 segundos, eu me toquei, levantei, e sai pela porta (janela, na verdade *-*). Vi o e o se aproximando.
- E ai, Dude, o que fez nessa primeira aula maravilhosa?
- Ahm, nada demais - Respondi, vendo qual seria minha próxima aula. Educação Física. - Heim, tenho que ir. Tchau.
Eu disse, saindo correndo para o ginásio. Quando cheguei lá, só estavam os meninos, pelo jeito as meninas estavam no vestiário.
- Então, hoje será o teste para o time de futebol americano, ok? Vamos, vamos, vão se trocar e nos vemos daqui a pouco. - O professor informou. (n/a: funciona assim? Se não, finge que é, TÁ?)
Eu sai um tempo depois, já vestindo a roupa (não, eu tava vestindo um morango o.O), e vi que lá estava , conversando com as meninas. Pelo jeito, ela era a líder de torcida, e estava vendo como seria a decisão de quem seria do grupo.
Ela acenou para mim, e eu retribui o aceno. Me apressei e começou o teste. Eu joguei, e vou ser bem sincero.. EU APAVORO. Começamos o jogo, e eu logo marquei. E de novo, e de novo e para quebrar o gelo, de novo. Quando marquei o último ponto, só ouvi um grito dela.
- VAI - Ela balançava o pompom e pulava enquanto falava. Que linda.
Eu sorri, e voltei pro jogo. Quando eu estava chegando na área do outro time, ia marcar de novo, senti uma porrada por trás, e cai de cara no chão. Ouvi um apito, mas um menino se aproximou e chutou meu nariz.
- DENNY, PARA COM ISSO. DIRETORIA JÁ. - O professor disse, vindo ver se eu estava bem. Meu nariz estava quente, e eu sentia algo escorrendo. Maravilha, estava sentando.
Denny se afastou, andando de costas, e quando ainda estava próximo de mim, disse:
- Não se meta com ela, ouviu Jonas? Ela é minha! - E cuspiu (n/a: UIIII, QUE NOJO @_@) no chão, próximo de mim.
Sentei, e fiquei olhando para ele, que se afastava com um sorriso vitorioso. Quando estava quase chegando no final do campo, entrando no corredor, a se aproximou dele, e disse algo que o irritou. Logo em seguida, ela deu um tapa na cara dele. Ui, essa deve ter doido :x
Ela veio correndo até mim, e se ajoelhou, porque eu tava sentado.
- Você tá bem? - Ela disse, parecendo preocupada.
- Não, suss. Nem tá doendo. - Eu disse, fingindo. Tava doendo pacas³, e eu não conseguia respirar porque tava sangrando muito.
- Você tá encharcado de sangue, então pode parar de fingir.
- , leve o na enfermagem - O professor disse, dispensando o resto dos alunos, mandando ele irem se trocar e esperarem a campainha tocar.
Eu me levantei, ela me ajudou, ou pelo menos tentou. Quando chegou na enfermaria, ela sentou na cadeira do lado da cama que eu estava sentado, e ela pareceu sem graça.
- Sério, desculpa por isso. Não liga pro Denny, ele gosta de arranjar briga, e dai como eu dei um fora nele esses dias, e eu falei com você hoje, ele ficou todo estressado. Desculpa mesmo. - Meu, ela não para de falar, ok, respira, mas mesmo ela falando um monte, ela consegue ser perfeita, dels³
- Não, não, tudo bem. Não foi culpa sua. - Enquanto isso, a enfermeira limpou o sangue do meu nariz, passou um remédio que ardeu, e dai me deu gelo e disse que eu tinha que por no nariz. Eu levantei, e logo que a enfermeira saiu, tirei o gelo do nariz.
- , COLOCA ISSO DE NOVO. - Ela se levantou, pegou a sacolinha de gelo da minha mão, e colocou de novo no meu nariz. - Ainda vai inchar, e vai ser ridículo você de nariz inchado.
Eu fiquei quieto, porque ela precionava com tanta força no meu nariz, que chegava a doer. E.. nariz incha? Eu não sabia. e.e
O sinal tocou, e eu e ela fomos para a próxima aula. Tivemos aula separada, e foi um porre, fato. Depois, tocou o sinal, estava na hora do almoço. Eu me dirigi, e vi que ela já estava na fila da comida. Peguei uma bandeja, e coloquei algumas coisas que eu gostava.
Quando me sentei na mesa com meus irmãos, para começar a comer, ela veio do meu lado e disse:
- , porque você tirou a sacolinha de gelo no nariz? - E fez cara feia, deixando a bandeja na mesa e apoiando na cintura.
Meus irmãos só ficaram olhando com cara de: gód, que menina linda.
- Porque.. nem tá doendo mais. - Eu fingi. Tava doendo, mas eu ia parecer um retardado com uma sacola com gelo no nariz, certo?
- , sério, vai piorar dai. - Ela saiu andando até a fila, e voltou uns minutos depois, com uma outra sacolinha de gelo. - Posso sentar aqui?
Meu irmão concordaram, e continuaram babando nela. Eu concordei também. Ela sentou do meu lado, e colocou de novo o gelo no meu nariz.
- Ok, , eu seguro, porque se você ficar segurando, não vai comer. - Foi ai que eu olhei pra bandeja dela, e vi que estava vazia. Só tinha uma água de coco.
- Eu não to com fome - Ela disse.
- Hum, ok. - E ficamos lá, conversando. Graças que meus irmãos pararam de babar nela, e começaram a falar. Ela foi super simpática, e não parava de sorrir. Eu não resisti, e tive que perguntar.
- , porque você não sentou com as suas amigas? Não que você esteja atrapalhando, sério, é bem legal você sentar aqui e ainda quase me matar com essa sacola de gelo.
Ela riu, riu, riu e ficou rindo um bom tempo.
- Ah, é que eu não queria sentar com o Denny, sabe? E se eu sentasse com a e com a , elas iam ficar me obrigando a comer, e eu não to afim, realmente. - Ela disse, sorrindo. - Mas se quiser, eu posso mudar de mesa.
- NÃO - e o falaram, e eu também, mas não gritei, tá? - Não precisa mudar, você tá bem aqui. - Eu completei.
Nisso, o sinal bateu. Ela se despediu do e do , e falou que me encontrava na sala. Engraçado como todo mundo abria caminho para ela. Não era para menos, ela realmente sabia como mecher com todo mundo.

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As duas outras aulas passaram normal. A gente sentou em lugares distântes, e eu acabei conhecendo o Guilherme e o Felipe, os dois super gente boa. Como era aula dupla, nem deu para falar com mais ninguém no intervalo, só deu mesmo na saída.
Eu sai da sala, e encontrei com meus dois irmãos me esperando no portão. A gente começou a andar, quando eu ouvi um barulho de salto atrás da gente. Olhei pra trás e era.. a . Carregando um quilo de livro, e ainda de salto, devia ser por isso que ela andava que nem uma lesma. Parei.
Como um gentil cavalheiro, fui até ela, e disse que eu podia levar os livros dela.
- Mas você mora onde? - Ela peguntou. Droga, eu não sabia o nome da minha rua ¬¬
- Ahmm. Eu me mudei recentemente, sabe? Mas eu moro numa rua onde tem na esquina uma casa grande, enorme, sabe? Inteira branca, com um quintal imenso e super linda. E tem uma sacada no segundo andar, e um dia eu vi uma menin.. - E eu percebi que estava começando a falar demais.
- HSIUAHSIUAHSI - ela riu alto - A rua Fleet? (n/a: Sorry a falta de criatividade o.O)
- ESSA MESMO. Como você sabe? - Meu, essa menina era um gênio!
- Sabe a casa branca? - Eu fiz que sim com a cabeça. - Então, eu moro lá.
Sorte que meus irmãos estavam bem lá pra frente e não viram eu ficando vermelho, vermelho, vermelho, e BEM VERMELHO. Ela riu mais ainda.
- Oiiihn, que fofo. Você tá vermelinho - Ela disse, só faltava apertar minha bochecha, coisa que graças a Deus, ela não fez.
Fomos caminhando, ela conversando comigo, e eu com ela. Foi bem legal, ela é super gente boa mesmo. A casa dela ficava no começo da rua, e a minha mais para o meio. Quando chegamos lá, ela comentou algo sobre que não devia ter dispensado o motorista hoje. Eu pensei que era pura sorte minha, se isso existisse.
- Bom , - Ela disse, pegando os livros do meu braço - Valeu por carregar essas porcarias, e pela compania. - E me deu um beijo na bochecha. Ai, que cheiro que ela tinha. morri :x
Eu sorri, e ela entrou no portão, me deu um tchauzinho e entrou. Continuei andando, e quando cheguei em casa, me taquei na cama. Nem almoçar, eu almoçei.
Definitivamente, eu estava amando essa nova cidade.

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A tarde passou rápida, eu fiquei ensaiando com meus irmãos. Esqueci de explicar, eu tenho uma banda. Ela ainda não tem nome, na verdade tem um, mas nós não estamos 100% com ele. Eu sugeri Jonas Brothers, mas ainda vamos pensar nisso. Depois, de noite, eu jantei e fiz a lição, e fui dormir.
No dia seguinte, eu acordei e me arrumei. Sai de casa um pouco mais cedo junto com meus irmãos, e quando chegamos lá, o sinal ainda não tinha tocado. Fui pro meu armário, peguei umas coisas, e me encontrei com o Guilherme e uma rodinha de caras que tavam lá. Ficamos conversando, quando eu vi que o Jack bateu no Johnson (n/a: Sacou? Jack Johnson EURIMUITO :x), e apontou com a cabeça algo atrás de mim. Quando eu me virei, a e aquelas duas meninas que sempre estavam com elas, vinham em minha direção. Ela chegou perto de mim, me deu um beijo na bochecha, e disse:
- Oi ! Oi meninos - Nesse momento, todos pararam e olharam babando para ela. - Você tem aula do que?
- Ahm, er, de.. de.. Matemática - Eu disse, tentando parar de falar estranho.
- Opa, eu também. Te vejo na sala. - E deu um sorriso perfeito para mim.
Quando eu virei de volta para a roda, todos me olhavam. Não pude deixar de notar que, do outro lado do corredor, o Denny estava com uma cara de quem queria me matar.
O sinal tocou, e eu entrei na sala. Me sentei lá no fundo, estava morrendo de sono. Fiquei com cara de tapado, quando o professor entrou, e toda a sala se sentou. Quando eu vi, a levantou e se sentou do meu lado. Pelo jeito, a tal da Bruna e da lia foram junto e se sentaram do outro lado dela uma, e na frente a outra.
Eu olhei pra ela, e ela olhou pra mim devolta. Fui puxar conversa, mas fui interrompido pela professora.
- Quero que vocês trabalhem em duplas agora, vão fazer da página 100 até a página 110 do Caderno de Apoio. Isso se resume em mais de 100 exercícios. O que estão esperando? - Ela disse, batendo com o apagador no quadro.
Eu ia convidar a para ir comigo, mas tipo assim, veio um MAAAR de pessoas atrás dela. Eu fiquei sentado, até que todo o mar de pessoas que voou a carteira ao lado foi se sentar, com cara de derrotados. Ela olhou pra mim, e falou:
- Hum, eu ia esperar você me convidar, mas percebi que não vai dar muito certo. Quer ir comigo?
- Claro. - eu disse, sem jeito. Percebi que toda a sala me olhou, e que bem.. o Denny me fuzilou com o olhar.
A gente junto as carteiras, e eu contei para ela que queria chamar ela, mas achava que ia ser meio impossível, já que estava todo mundo querendo ir com ela. Começamos a fazer os exercícios, e meu, como ela era inteligente. Sem mentira, eu achava que ela ia ser meio burra, :x, mas que nada. Ela fazia as contas muito rápido, ela era um gênio O-O
- Então, delta vai ser.. - E ela me olhou. - Ai, quer saber? Cansei. Vamos parar um pouco?
- Claro - eu disse. Graças, eu tava começando a surtar. A sala de aula estava um calor, e ainda tinha 20 minutos de aula. Tirei meu moletom, e fiquei encostado no encosto da cadeira (nao, aonde seria? ¬¬'). Então, a gente começou a conversar, conversar e pahpah, bem cool, mas eu te poupo dessa parte monótona.
- Ai, a aula tá acabando. Heim, , a gente vai ter que se reunir pra fazer o trabalho, não? - Ela disse.
- Ahaam.. - Eu falei, meio destraido.
- Você quer ir hoje lá em casa? - WHAT? ELA TAVA ME CONVIDANDO PARA IR NA CASA IMENSA DELA? EU TOPO!
- Não vai dar.. Eu fiquei.. de.. ensaiar com meus irmãos. - Eu disse, meio sem graça, eu realmente queria ir, mas meus irmãos me matam x_x
- Ahh, ok. Vocês tem uma banda? - Por mais incrível que pareca, ela nao zoou de mim, que fofa. Ok, , você parece uma menina retardada. pare com esses pensamentos viados o.O
- Siim.. Ei, você não quer ir lá em casa, hoje de tarde, assistir o ensaio? Meus irmãos não iam ligar, e você podia aproveitar e conhecer o Frankie, também.
- Ahh, eu ia adorar ir . - Ela disse, sorrindo de novo. Já comentei que ela nunca para de sorrir e que isso me mata?
- Ok, combinado então?
- Sim. (;
E o sinal tocou novamente, e assim que o professor entrou na sala e ela separou a sua carteira da minha, a monotonia reinou na sala novamente. Brincadeira, mas ficou chata a aula mesmo.

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Como era aula dupla de história, e o professor era chato, foi uma aula beem³ chata. Eu e a não voltamos a nos falar, assim como eu passei a aula inteira autistando sem falar com ninguém. Até que bateu o sinal para o almoço. Levantei, e fui lentamente para aquela porcaria daquele refeitório que tinha uma comida ruim. MENTIRA, era boa, fato. Mas fica mais legal falar assim :B
Eu peguei a bandeja, coloquei a comida da tia do refeitório (?) e fui me dirigindo a mesa, quando senti alguém me puxar. Adivinha? SIM, ERA A *-*
- , ontem eu fui sentar lá, mas hoje você vem sentar aqui. - Ela disse. HEY, foi você quem quis sentar na minha mesa. Mas eu quero sentar na sua mesa, então, prossegue menina *-*
Ela me levou para uma mesa onde só tinha gente pop. Fiquei sobrando, oi -q Brincadeira, foi bem legal. Ela sentou do meu lado, me apresentou para o povo, e quando eu vi, já estava metido no meio das conversas. Mas tipo, sinceramente, os meninos eram muito atirados, sei lá. Não me senti muito³ bem lá :x
Primeiro, porque realmente, a estava certa. As meninas ficaram brigando com ela porque ela não estava comendo de novo. A tal da Bruna, ficou falando.
- , você não pode ficar sem comer, daqui a poco tem um troço ai. Ai, sério, come alguma coisa, você não pode ficar assim só por causa daquilo. - Meu, e ela continuava falando, sendo que a começava a ficar mal quando ela falava, eu conseguia perceber isso, mas não queria me meter.
E também, quando já estava mais na hora do sinal bater, e a finalmente tinha deixado a em paz, o tal do Henry, que tava do outro lado dela, colocou a mão dentro da blusa dela. Não sei porque, mas aquilo me deixou TÃAAAAO BRAVO :@
Mas dai, no segundo que ele colocou, ela bateu na mão dele e ele tirou na hora, e ela ficou brava com ele, e começou a conversar só comigo. Mas mesmo assim, tipo, achei mó chato ele ¬¬'
Ok, o sinal tocou, e a gente foi para a sala.. O resto da tarde passou normal, até quando a gente saiu do colégio. Quando eu tava na saída, a em deu um beijo, e dai foi pra casa com o motorista dela, que parecia ser bem gente boa. E o tinha nos trazido de carro, então nós também fomos embora de carro. :B
Ok, dai, de tarde, lá pelas 4 horas, a apareceu lá em casa. A gente já tinha começado a ensaiar, e então foi minha mãe que atendeu. Logo que eu ouvi a campainha, eu fui correndo e pulei o sofá de um jeito que quase cai de cara no chão, mas dai eu consegui evitar isso, mas não cheguei a tempo de abrir a porta, só de falar pra minha mãe que ela era a .
Elas se cumprimentaram, e eu levei ela pra nossa salinha do ensaio. Claro, minha casa não era nada comparado a dela, mas ela não pareceu se importar. Quando chegamos lá, o e o cumprimentaram ela e a gente voltou a ensaiar. Perguntamos que música ela queria ouvir, mas ela se recusou a escolher, então a gente mesmo tocou umas lá, e ela ficou quieta até a gente parar de tocar as três músicas que escolhemos.
- AAAAAAH. - Ela gritou, quando a gente terminou. - VOCÊS TOCAM E CANTAM MUITO! , você faz uma carinha tão fofa quando canta.
MAAAN, ELA FICOU ME OLHANDO? Que vergonha, cara :x
- Ahh, valeu - Eu disse, com vergonha. - Sério mesmo que você gostou?
- Aham, vocês são o máximo. Já pensaram em seguir carreira?
- Ahh, a gente ainda não pensou nisso.. - Dessa vez o que falou. :B
- É, mas quem sabe - o concluiu.
- Séerio, guys, vocês apavoram³ - Ah, que fofa. :B
Nisso, meus irmãos levantaram e sairam do quarto, falando que tinham que estudar/fazer umas coisas. Dai, eu levei ela pra sala, e a gente ficou conversando. Quando deu umas 15 para as 6 horas, o relógio dela apitou.
- , tenho que ir agora.. Daqui a pouco meu pai chega, e ele não gosta que eu fique saindo de casa em dia de semana, sabe?
- Ahh, suss (y) - E levei ela até a porta.
- Deixa um beijo pro , pro e pra sua mãe, tá? E dá próxima eu quero conhecer o Frankie - Ela disse, rindo. - Bom , brigada por me chamar, viu?
- Nada, brigado você por vir. - E ela me deu um beijo na bochecha. Dels³, que vontade de agarrar ela ._.
Ela saiu, atravessou a rua, e foi para a casa. Fechei a porta, com um sorriso bobo no rosto, pensando ainda nela. Dude, como ela pode ser tão linda? ¬¬'

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No dia seguinte, eu fui pra escola, de carro. Cheguei lá, e o sinal já tinha batido. Maravilha, o professor não me deixou entrar, e eu fui caminhando derrotado para a diretoria, quando eu vejo alguém pulando no meu ombro.
- OI . - Ela disse. Era a *-*
- Fala . Matando aula? - E dei um beijo na bochecha dela. Ela sorria, parecia estar feliz, mas estava de óculos escuros e, era estranho, já que estavamos dentro da escola.
Ela sorriu, e me puxou para a sala em que tínhamos ficado no dia anterior. Sentamos, ambos em cadeiras na primeria fileira, um do lado da outra. Mas, ela girou a cadeira de modo que ela ficasse de frente para mim.
- Eu pedi pra beber água. Aquilo estava realmente chato. Mas por que você chegou atrasado? - Ela disse, fazendo cara de brava.
- Ahm, meu irmãos não me acordaram. - Eu disse, passando a mão no meu cabelo.
- QUE FOFO, O BEBÊ NÃO ACORDA COM O DESPERTADOR. - Ela disse rindo. - Você sempre passa a mão no cabelo quando fica nervoso, né?
- Ahmm.. - Eu fiquei sem graça de novo, e ia colocar a mão no cabelo, quando me controlei. Cara, ela realmente me conhecia @_@
Ela se aproximou de mim, e eu reparei em como o cheiro (n/a: desculpa, mas tenho que comentar: CHEEEEIRO, né? HSIUAHSA) dela era doce, e me deixava.. fora do mundo. Coloquei uma mão no rosto dela, e outra na coxa dela. Ela estava de calça, calma e.e Ela colocou uma mão na minha nuca, que logo subiu para o meu cabelo, e a outra no meu ombro, me puxando para mais perto dela. Parecia que tudo acontecia em câmera lenta, eu encostei minha boca na dela, e bem no momento em que nos tocamos o invadiu a sala. POIS É. ELE INVADIU A SALA ¬¬
- Ahmm.. Sabe, eu tenho que voltar para a sala.. é. - Ela se levantou correndo e passou pela porta, sem nem olhar para trás e muito menos para o , que tinha cara de chocado.
- MEU, QUAL A TUA? ¬¬ - Eu perguntei, estressado. Aff, ele tinha interrompido, ele ia apanhar muito, se dependesse de mim, ah, ia. AHHHHHHHH. Eu queria pular no pescoço dele e esgoelar ele e aquele tal de Denny. Senti minha cara ficar vermelha.
- Desculpa, não sabia que quando abrisse a porta da sala vazia, ia encontrar meu irmãozinho se agarrando no segundo dia de aula. - Ele disse, rindo. - CATADOOR.
E fechou a porta, me deixando lá com cara de abobado, sem entender nada. Argh, que raiva dele ¬¬ Agora que eu queria que o sinal tocasse, ele não tocava. Era sempre assim. Será que ela tinha ficado brava/raivosa/revoltada/envergonhada ou algum derivado com "ada" no fim comigo? Ou com o ? Se fosse com ele, eu apoiava. Que menino CHATO, ARGH.

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O sinal tocou, e eu fui pra aula. Era de ciências, mó chata, e eu não entendia nada, DEFINITIVAMENTE. Ainda mais com a lá do outro lado da sala, falando e tendo a atenção chamada a cada 5 minutos. Será que eu tinha que procurar ela? Cara, meninas são complicadas. (n/a: não concordo, Sr. Jonas ¬¬)
Me distrai, e começei a cantar In The Colors, do Ben Harper. Até que o professor mandou EU parar. Ok, eu tava me empolgando :B O resto da aula foi esse saco, como você deve imaginar, até que bateu o sinal. Vamos pular a próxima aula, porque nada de bom aconteceu, a não ser que o Denny foi pra fora de sala depois de tacar um bilhetinho pra , o professor ficar horrorizado com o que estava escrito (ela não chegou a ler) e mandar ele para a diretoria. Que medo dele @_@
Fui pro refeitório, caminhando alegremente do lado do , pronto para que assim que visse o , bater nele até ele morrer. Okk, talvez não até morrer, mas até ele se arrepender MUITO ¬¬ Peguei minha bandeja, sentei e começei a comer, mas não vi a . Nem na outra mesa, nem do meu lado, nem em mesa nenhuma. Também não vi a , nem a . Estranho, fato.
Quando bateu o sinal, e eu estava indo para a sala, ouvi alguém falando algo do tipo: "É, pelo jeito a tá mal. As 3 tão lá no banheiro." Cara, eu fiquei mal, falo? Pode achar meiomeio ui, mas é mesmo. Ahh cara, ela estava mal, e eu não podia ajudar ela, porque ela estava no banheiro feminino. Droga, nessa hora devia ser obrigatório existir um banheiro unisex. É, claro. Que estranho, eu to no meio da escola pensando em banheiros. Que coisa do mal @_@
Entrei na sala, e sentei do lado do Guilherme, que começou a conversar comigo, inutilmente, porque eu estava em outro mundo. Quando eu vejo, as 3 entraram. Ahh, ela ainda tava com o óculos escuros, não dava pra ver se ela estava bem. Mesmo assim, ela andava de um jeito superior, que me encantava, babei, opa, CADE O BABEIRO? (n/a: me empolguei, malz D:). Ela sentou na carteira vazia do meu lado, e como todas estavam ocupadas, a e a olharam assustadas e se sentaram pra lá. Eu fiquei assim, não sabia o que falar. Ela olhou pro lado, e sorriu de novo. AH, PARA DE SORRIR, QUER ME MATAR? Meu, eu tenho que parar com esses ataques, dels.
Ela escreveu algo numa página do caderno, levantou e mostrou pra mim. estava escrito beem³ grande, ocupando a página inteira.

"NA SAIDA PRECISO FALAR COM VOCÊ"


Eu concordei com a cabeça, e escrevi ainda maior numa folha

"Você tá bem?"


Ela somente fez que sim com a cabeça, e se virou pra frente. Começou a cantar uma música.. HEEY, era a música que ontem eu e os meus irmãos tinhamos cantado pra ela. Não pude deixar de ficar com um sorriso bobo³ no rosto, e não conseguir prestar atenção na aula.

A outra aula passou super rápido, e bem tediosa. Na saída, eu tava mandando o esperar, mas eles desistiram e eu fiquei de voltar a pé para casa. Quando eu vi, ela estava saindo da escola, com a e a no lado dela. Ela se separaram, pelo jeito a casa das duas era pro outro lado, ou algo assim. Ela veio até mim, carregando os livros, e disse:
- , a gente ainda precisa fazer aquele trabalho, né?
- Ahmm.. É, né? Já tinha esquecido. - Disse, passando a mão no cabelo. DROGA, abaixei a mão e sorri torto pra ela.
- SHAIUSHA, seu tapado, que mania fofa - Não entendi o que ela dissse, mas ela prosseguiu - Então, quer ir lá em casa hoje de tarde?
Eu olhei, pensei, pensei e olhei, inclinei a cabeça e agarrei ela. Foi bom :B. Brincadeira, agora parando de sonhar. Eu olhei, e logo respondi:
- Claro. Que horas?
- Ah, lá pelas 3 horas e meia? - Eram 2h30, observem, porque aqui a gente almoça na escola :B
- Ok, a sua casa é a grande e branca, né?
- Aham (; - Ela ficou na ponta do pé e me deu um beijo na bochecha. - Te vejo lá - e deu uma piscadinha pra mim, entrando no carro.
GÓD, TIRARAM FOTOS? EU VOU NA CASA DELA. , pare com seus ataques. Ok, eu vou na casa dela. Fui andando e pensando nisso. Eu vou na casa dela, eu vou na casa dela.. Eu vou na casa dela. DUDE, EU VOU NA CASA DELA. E sai correndo até a minha casa, afinal, eu vou na casa dela. Haha, eu vou na casa dela. retardado ¬¬ :B
MAS É VERDADE!

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De tarde, eu coloquei meu casaco, e fui até a casa dela. Cheguei lá, a empregada Mafalda (n/a: Sério, se você se chamar assim, desculpa, mas é que eu tive que colocar esse nome pq meu irmaozinho me pediu D:) abriu pra mim, e eu entrei. Ela chegou descendo da escada. GÓD, QUE CASA. GÓD, QUE PERNAS. Quê? Ela estava com um shorts jeans super curtos que meldels, e uma blusa limão, de frente única, ou sei lá o nome daquilo, mas tava linda, isso que importa. Ela ficava baixinha sem salto, que cute. PAREI O.O
- heey , vai ficar ai parado com cara de seilá, ou vai vir fazer o trabalho?
- HSIUAHISUA, to indo :B - E ela entrou numa salinha onde tinha um computador, com o material que a gente ia precisar, e com o celular dela. A gente se sentou, e começou a fazer o trabalho idiota. Até que ela pegou o meu celular, e falou:
- Vou colocar meu número, tá? - E foi colocando. Dai, eu peguei o dela, e ia colocar o meu, quando vi a foto de um menino. Caaara, isso me deixou nervoso. Ele usava um boné virado, e fazia pose, abraçado nela, de um modo que me irritou ainda mais, porque a mão dele estava envolto na cintura dela, AHH.
- Quem é esse? - Eu não tava aguentando. Deve ter soado um pouco intrometido, maas.. :x
Os olhos dela ficaram vermelhos, na mesma hora que ela olhou para a foto. Eu não entendi, será que era o ex dela? Mas ela tinha quase me beijado, AAHH, não sei, vamos esperar ela responder. CARA, QUEM ERA ESSE INTROMETIDO NA VIDA DA MINHA.. AMIGA? u.u

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- Esse era meu amigo.. - Eu olhei, não entendendo. Será que eles tinham brigado? o.o' - Ele morreu, sabe, não faz nem uma semana.
E ela chorou, chorou, chorou e mal estava conseguindo respirar. Eu fiquei desesperado, doia muito ver ela assim. Meio sem jeito, passei o braço pelas costas dela, e ela se apoiou no meu ombro, e me abraçou. Ficamos assim um tempo, ela ainda chorava, e eu podia sentir minha camiseta ficando molhada, mas eu não estava me importando. Ela respirou fundo, levantou a cabeça, e disse:
- Sabe.. O nome dele era Felipe, e eu era amiga dele desde pequena.. - E ficou olhando para mim. Eu não sabia o que falar, muito menos o que fazer. Fiquei com uma cara de tosco, olhando para ela. Ela se aproximou, e procurou em mim um consolo. Que idiota eu, deixei rolar. E em poucos segundos, nós já estavamos se beijando, de maneira doce e calma. Ficamos um bom tempo lá, trocando carícias e abraços, e ela parecia mais calma. Ela se levantou, pegou na minha mão, e eu senti um calafrio percorrer meu corpo.
- Vem, você deve estar com fome. - E me puxou até a cozinha, onde tinha um bolo super bonito em cima da mesa.
Ela pegou um prato, um copo e um suco de caixinha. Colocou Coca-Cola (n/a: Giiu, coca -sad) para mim, me passou o copo, e cortou uma fatia IMENSA do bolo. Mandou para mim, pegou o suco de caixinha, e sentou do meu lado, tomando ele distraida.
- , sem querer ser chato.. Você não vai comer? - Ela nunca comia, isso estava me preocupando.
- Ah, , eu to sem fome. E sim, você está sendo chato, ok? - E sorriu para mim.
A gente ficou na boa, conversando como se nada tivesse acontecido, dai o relógio dela apitou de novo. Ela se levantou, viu o horário, e disse:
- , meu pai vai chegar daqui a pouco e.. - Ela ia falando, mas eu sabia o que era, né? Não sou tão tapado assim, :B
- Me leva até a porta? - Perguntei, meio sem graça.
- Claro - Ela me levou até a porta, e antes de eu sair, dei um selinho demorado nela. Desci as escadas, e atravessei a rua. Só quando cheguei do outro lado, vi ela bater a porta.

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No dia seguinte, eu fui pra aula, entrei e fiquei conversando com os meninos. Bateu o sinal, e nada da . Bateu o da segunda aula, e nada dela. Bateu o de intervalo do almoço, e ela ainda não tinha chego. Foi uma manhã bem chata, bem triste e quieta, e eu não conseguia tirar os olhos da porta, achando que ela ia chegar.
Na saída, eu fui atrás da , perguntar se ela sabia de algo. Ela não sabia, mas a tinha falado com ela pelo celphone e ela tinha dito que estava mal, e tinha ficado em casa. Eu, assim, tive uma ótima idéia, já que sabia que ela estava mal pela morte do amigo, pois ela não tinha superado ainda.
Expliquei para meus irmãos que não ia almoçar em casa, e que só ia pra lá mais tarde. Fui correndo até a pizzaria, comprei uma pizza grande de mussarela e paguei. Levei a pizza até a casa dela, toquei a campainha, e a empregada atendeu.
- Ahmm.. Posso falar com a ? - Eu disse, com medo que ela não me deixasse entrar.
- Pode sim. - Acho que ela me reconheceu :B Entrei na casa, e fui até a cozinha, onde a Mafalda estava. - Ela tá lá no quarto.
Ela mal terminou, eu subi as escadas pulando uns degrais, e quando cheguei no corredor, bati na porta do quarto dela. Abri, e ela estava deitada, dormindo. Tinha cara acabada, mas mesmo assim estava linda. Coloquei a pizza em cima da escrivaninha dela, do lado do laptop rosa dela, e sentei na cama dela.
- ? - Eu falei, baixinho, pegando a mão dela. Quando eu peguei a mão dela, me deu de novo um calafrio, e ele só aumentou quando ela disse bem baixinho, com voz de quem acaba de acordar de ressaca.
- . - E ela sorriu, apertando minha mão. DUDE, morri :x.
- Você tá bem? - Ela se sentou, e fez que sim com a cabeça. Se levantou, e foi até o banheiro. Enquanto isso, eu abri a janela do quarto dela, que estava todo escuro e com o ar pesado e abafado. Ela voltou, e eu vi que ela tinha os olhos muito vermelhos, e estava com cara de abatida. - Eu trouxe uma pizza, achei que você ia estar com fome..
- Ahh, brigada lindo. - Deu um sorriso, e sentou do meu lado na cama. - mas sério, eu não 'to com fome.
- Mas você nunca come, . Você tá sempre sem fome, vai, come uma fatia. Por mim. - E fiz um biquinho que sabia que ela não ia resistir nunca. HOHO, eu sou lindo 8) Parei.
- Ahh , para com isso. Ok, eu como. - E me lançou um olhar estilo ¬¬'
Peguei a pizza, e a gente comeu. Ela só comeu uma fatia, e eu comi três, e ela notou isso. Depois de um tempo, quando eu já tinha parado de comer, eu me encostei na parede (a cama dela ficava grudada na parede), e ela apoiou a cabeça em mim.
- OIHN, OIHN, seu gordiiiinho *-* - Ela ficava brincando porque eu tinha comido 3 pedaços de pizza.
- Não sou, ok? Assim eu cresco complexado. D: - Eu falei, fingindo choro.
- Ahmm, okok. Você é o gordinho mais lindo que eu já vi, pode ser?
- Pode :B, assim eu deixo. - E ficamos lá, conversando monte de besteiras. Quando eu fui embora, 3 horas mais tarde, ela parecia bem melhor e mais animada, e com um novo apelido para mim. Ah, claro, e com a promessa que ela ia conhecer o Frankie na próxima vez que fosse na minha casa.
Vai falar que ela não é o máximo?

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Você narra um pouco agora.

O foi embora, e eu fechei a porta. Ele era tão bonitinho, sempre preocupado comigo, mas não era chato. Ele me fazia ser feliz e ver que nem tudo estava perdido, e parecia não estar comigo só por causa do meu dinheiro, ou por causa de eu ser popular :x
Meu pai chegou, eu dei um beijo nele, e subi a escada para o meu quarto. Hoje eu tinha um jantar. Ia o meu pai, eu, a , o Jensen e um amigo dele, o Aaron Carter, que era também amigo do meu pai. O Jensen, se você não sabem, é o Jensen Ankles (n/a: E ele está em todas as fics da Mah ;x), um artista famoso e lindo, super gente boa. Meu pai quem descobrira ele, quando ele se apresentou numa peça da minha escola. Hoje, ele atua na Warner Channel, no seriado SuperNatural, mas manteve relações com meu pai, e virou meu amigo, apesar de ser 9 anos mais velho que eu.
O Aaron Carter é um cantor, irmão de um dos Backstreetboys, e fora meu pai quem fizera ele assinar com a Universal. Sim, meu pai trabalha como caçador de talentos para a Universal. Ele é um dos mais conceituados e preferidos da empresa. Ou seja: ele apavora. :B
Coloquei meu vestido, que não era muito curto, e um pinjente que minha mãe tinha me dado esses dias. (n/a: imagina (; ) Eram 7 horas, quando meu pai me chamou e passamos na casa da . Ela estava linda, com um vestido verde escuro, bem catcat. (n/a: imagina (; -2-) Encontramos os meninos no restaurante, e eu já comentei que o Jensen ficava bem lindo de terno? (a)
Jantamos, rimos, e quando estavamos saindo, decidimos ir na sorveteria. Na verdade, meu pai foi para casa, e então o Jensen ficou de levar nós duas para casa depois de tomar o sorvete e pah. Fomos, tomamos (¬¬'), e dai deixamos primeiro a em casa. Quando chegamos (quanto amos D:) na minha casa, eu desci e o Jensen também. Ele me abraçou, e me segurou pela cintura e me deu um beijo.
OK, foi bom. Cara, ele beija muito bem @_@, sério, mesmo. Mas tipo, eu não sentia nada por ele, e ele é 9 ANOS MAIS VELHO, saca? Me soltei dele, e disse um tchau, mas ele segurou novamente meu braço, mas não apertado, e sim bem fraco, num pedido para que eu voltasse. Eu virei, e disse bem séria pra ele:
- Não começe a confundir as coisas. Eu não posso. - E virei, deixando ele parado me olhando da calçada, entrei em casa e bati a porta. ARGH, quem ele era para fazer isso? ¬¬

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volta a narrar.

Levantei na manhã seguinte tarde, afinal era final de semana. ALELUIA! Apesar de que a semana tinha sido boa, muito boa. Me arrumei e desci para tomar café da manhã. Comi, e vi o Frankie brigando com o pelo cereal, e o torcendo pelo Frankie. Dei um beijo na minha mãe, e voltei a subir para meu quarto. Quando liguei o celular, tinha uma mensagem. ADIVINHA? haha, ganhei meu dia. ;B

Vamos no shopping hj?


Liguei pra ela. Ela atendeu, com voz animada.
- ?
-- *-*
- Oi, dormiu bem, princess?
-- SHAIUSHIUA, sim. E você, gordinh?
- Também. - que vontade de falar: "Claro, sonhei com você" (n/a: quebrei a unha digitando o.O)
-- Entãao, vai no shopping comigo? Quero comprar umas coisas.
- Vamoos. Que horas?
-- Vamos almoçar lá? Eu passo ai com o motorista pra te pegar, que tal?
- Opa. Té :*
- Té, lindo.
Desliguei o celular, me arrumei de novo, colocando uma camiseta descente e não suja de leite (sim, o Frankie derrubou leite em mim), e ouvi a buzina. Dei tchau pra minha mãe, pros outros 3, e encontrei ela do lado de fora do carro, conversando com a minha vizinha (?).
- Vamos? - Eu falei, interrompendo a animada conversa, que pelo jeito envolvia o gato da mulher :B
- Vamos. - Ela me abraçou, se despediu da vizinha, e entrou no carro comigo. - Obrigada por vir, sabe? A não vem mais comigo no shopping, só porque eu me empolgo.. as vezes.
- Suss, HSIUAHSIAU. Sei, as vezes. - Debochei. AI, ELA ME BATEU o-o - AII, desculpa @_@
- Isso, não deboche de mim, gordinh. - Ela cruzou os braço, e fez um bico. HSIUAHSIAUHSIA, que fofa. /pare o.O
Chegamos no shopping, decemos e almoçamos. Demos um rolé, e ela comprou UM MONTE de coisas, sério, eu tava cheio de sacolas dela @_@ Mas tudo bem, porque estava sendo MUITO legal, muito engraçado, ela era tão linda, engraçada e pahpahppaahh. Então, paramos numa loja masculina, e ela me fez entrar, pois tinha amado um moletom.
- VAAI , EXPRIMENTAA. - Eu exprimentei um moletom azul vermelho, com zíper, que ela tinha achado perfeito. É, ficou bom. :B - AHHH, QUE LINDO. Vou levar - ela virou pra vendendora, que já levava para o caixa. Ela foi andando atrás.
- Nãao, , sério, não precisa.
- Xiu , eu vou levar, e nada vai me impedir. Quem mandou ser lindo assim? - Eu fiquei sem saber o que responder, e só abracei ela. Ai, esse cheiro :x Ok, ela estava passando o cartão de crédito, quando eu ouço alguém falar.
- ? - Disse um cara alto, loiro e grande. Quem era ele? Muito novo para ser pai dela. oO' Ele saiu de trás de um arado, e carregava uma camisa social azul, eu sabia que reconhecia ele de algum lugar.
- Jensen. - Ela disse. O fingimento de empolgação na voz dela era visível. Ela se aproximou, deu um abraço nele, e ele pareceu gostar. Isso me deixou estress ¬¬' - Esse é o .
- Oi, .. - E apertou minha mão. Que vontade de tacar as sacolas na cara dele, mas eu me controlo. OU NÃAO? - Ele é..
- Meu amigo. - disse, lançando pra ele um olhar fuzilante. Até eu fiquei com medo. - Bom, boas compras.
Ela sorriu, e me puxou com as sacolas para fora da loja. Ele murmurou algo e me reprovou com o olhar, e eu sai com ela. Aff, não sei porque (a) mas não tinha gostado dele. Ela passou a mão pela minha cintura, assim, do nada, e eu fiquei parado.
- Vamos? - Ela inclinou a cabeça para mim. Fomos andando pelo corredor, ela ainda abraçada em mim e eu agora nela, e não pude deixar de olhar pra trás e ver que o tal do Jensen ficou olhando, do lado de fora da loja.

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No domingo, eu levantei, e quando cheguei na cozinha, minha mãe estava limpando a mesa da cozinha.
- Hey mãe. - Dei um beijinho nela, e me sentei. Depois de um tempo parado, comendo em silêncio, eu perguntei por impulso. - Mãe, o que você acha da ?
Ela me olhou, sorriu com ternura, e parou de enchugar a louça. Se sentou do meu lado, e ainda sorrindo, disse:
- Olha, meu amor, eu achei ela um doce de menina. - E fez uma pausa, que me deixou apreensivo. - Então, se você acha que está na hora já de partir para algo mais, eu te apoio. Se quiser, posso te ajudar.
- Você diz.. pedir ela em namoro? - Não era bem isso que eu tinha em mente, mas ela disse uma idéia que eu não pude deixar de aprovar. Talvez fosse isso que eu quisesse.
- Sim, filho. Mas antes, acho que você podia fazer diferente de todos os outros meninos, e ir por parte, não? - Ela me olhou pelo canto do olho. - Quem sabe, se você realmente sentir isso, falar que ama ela.
- Eu sinto mãe. Mas.. Eu queria que fosse perfeito, sabe? - Que idiota que eu parecia, mas eu nunca tinha entendido direito o que as meninas consideravam perfeito.
- Olha, , - Ela se levantou e terminou saindo da cozinha - Se ela realmente amar você, qualquer hora vai ser perfeito.
E saiu dali, me deixando perdido nos meus pensamentos, até ouvir a campainha tocar, e me retirar do mundinho with que eu tinha criado, onde nenhum Denny e muito menos nenhum Jensen podia ousar se aproximar.

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Minha mãe atendeu a campainha, e começou a conversar. Do nada, ouvi a voz da o-o Me levantei, ainda de pijama, e fui até a porta. Quando eu vi, era ela mesmo. Minha mãe saiu da sala, deixando só eu e ela, sendo que ela estava sorrindo um monte.
- SEU GORDO PREGUIÇOSOO - Ela falou, brincando.
- Aii, eu não sabia que você vinha - fato :x
- Tudo bem, eu vim conhecer o Frankie. Você promete, promete, e não deixa eu conhecer ele, e eu sei porque. Você tem medo que eu me apaixone mais por ele do que por você.
- HSIUAHSIAUHSAIU, como descobriu? - Eu disse, entrando na brincadeira. Levei ela até a cozinha, e fiz ela sentar. - Ele tá dormindo..
Mas ele foi interrompido por um par de pésinhos que pisavam pesado, e pelo mini-projeto-de-pessoa, ou seja, o Frankie. Ele estava com a mão em cima do olho, e estava de olho quase fechado. Se aproximou da , e ergueu o braço para ela, pedindo colo.
- Mamãae, eu tive pesadelo - Ele disse, e a pegou ele e começou a rir.
- Ahm, Frankie, essa é a . - Eu falei, rindo da cara de assustado que ele fez. - Por que você confundiu com a mãe?
- É que o cheirinho dela é bom. - E abraçou a . QUE CARA DE PAU, HSIUAHSIUAHSIA
- Oiihn, que fofo *-* - Ela ficou com ele no colo, abraçando ele e conversando com ele, até que minha mãe entrou na cozinha.
- Mãaaae - Ele pulou do coloco da , e abraçou ela. - Você conhece a ? ELA É TÃAO LEGAL. - E começou a pular.
- AHHH, QUE COISA MAIS FOFA - a retribuiu, olhando para ele com cara de sorry,babei.
- , quer sair? - Eu disse, quando ela voltou a olhar para mim porque o Frankie tinha ido para lá.
- Claroo.. aonde?
- Ahh, vamos almoçar fora?
- Ahhh, eu não posso. Na boa, meu pai não vai deixar -.-'
- Por quê? - Eu quase que falei: Eu te protejo e te levo escondida (6)
- Ele tá bravo porque eu fui mal na prova de física e na de ciências, dai, ele só deixou eu vir porque eu falei que eu tinha prometido antes já - E me deu um sorriso maroto.
- HSIAUHSAIU, que danada. - Eu falei, imitando ela.
- HSIUAHSIUAHSIA, eu ri demais agora
- Percebi. - E quando eu percebi, já estava tão perto dela, que continuava sentada, que podia sentir ela respirar. Me juntei mais a ela, que olhou para cima, e fui interrompido pelo Frankie. É, eu sei. E ELA PARECEU GOSTAR , isso me magoou, tá? D: Só porque ele entrou pulando e chamou ela pra ver o quarto dele, não significa que eu não mereco mais atenção, entende? -sad
O Frankie puxou ela, e levou para o quarto dele. Eu subi as escadas atrás dela, mas parei ao ver que o Frankie estava falando, falando, e não parava.
- É, , ontem eu ouvi o contando pro e pro que você é linda, sabe? Dai, o concordou, e o disse que o era sortudo. Aham, bem isso. Dai, o disse que além de tudo, você ainda era simpática e fofa, e eu concordo, tá? , você tem um cheirinho tão boom, quer ser minha amiga? - (n/a: IZAAA SHAIUSHAIU)
- FRANKIE, MEU AMIGO, QUANTO TEMPO - Eu invadi o quarto, antes que ele falasse mais coisa. - VEM AQUII.
- NÃAAO, , SOCORRO, ELE VAI ME MATAAAR - E ele pulou no colo da , de novo. A não parava de rir.
- Não vai, eu não deixo, pequeno. - Ela olhou rindo pra mim. - Senhor Bolinh, é verdade que você me acha bonita? Já falei que é feio mentir u.u
- AHH, , VOCÊ É LINDA. - O Frankie interrompeu de novo, só dando tempo para eu passar a mão pelo meu cabelo e sorrir para ela.
- Ok, Frankiezinho, brigada meu amor *-* Você também, é o mais lindo. - E ele saiu correndo contar pro e pro que ele era o mais lindo. Eu sorri para ela, e ela levantou. Peguei na mão dela, e levei ela até a sala, que não tinha ninguém.
Puis minha mão na cintura dela, aproximei ela de mim, e vi que ela deu um sorriso perfeito. Quando me dei conta, já estava dando um longo beijo nela, e minha mente novamente se encontrava no nosso mundo.

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Ela foi embora antes da hora do almoço, e eu não falei mais com ela. Mas isso não significa que eu não tenha passado a tarde inteira jogando video-game e pensando nela. De noite, meu único consolo era que amanhã eu iria ver ela.
Na manhã seguinte, eu cheguei bem na hora que o sinal bateu, e só pude dar um abraço nela. Assistimos as 3 aulas, e na hora do almoço, ela se sentou comigo e com meus irmãos. Foi tranquilo, normal e bem feliz. Ela sempre deixava o ambiente alegre quando entrava. (n/a: eu cortei minha mão, mas não sei onde -gód)
De tarde, a ligou para mim no celular, perguntando se eu e meus irmãos não queriamos nos apresentar para o pai dela. Dai, ela explicou que o pai dela trabalhava para a gravadora Universal, pahpah, e ficou combinado que nós iriamos lá, hoje mais tarde, quando ele chegasse em casa.
Lá pelas 7 horas, pegamos nossos instrumentos e fomos até a casa da . O pai dela era alto, magro e enorme, e isso me deixou meio nervoso, vai que ele se toca que eu e a estávamos de rolo? Entramos na casa, e eu pedi para usar o piano deles.
A gente tocou as mesmas 3 músicas do dia em que tocamos para a , e estávamos SUPER nervosos, mas conseguimos lidar com isso bem, até. No final, ele disse que tinha aprovado e que era para gravarmos um CD com algumas músicas para ele mostrar na gravadora, que agora era com ele. Nos despedimos do pai da e dela, e fomos para casa.
Na manhã seguinte, eu faltei a primeira aula, pois estava muito cansado. Quando cheguei na escola, assisti as duas outras aulas, que infelizmente eram sem a , e quando tocou o sinal sai correndo para o refeitório, queria ver ela *-*
Quando cheguei lá, a gente sentou na mesa dela com os amigos dela lá, e ficamos conversando, até que o sinal bateu. Ela se levantou antes, falando que ia pegar o material. Caminhou junto com a até o corredor, e depois de um tempo, ouvi ela gritando. Levantei correndo e fui até lá. Senti minha cara ficar vermelha, e começei a me descontrolar. Definitivamente, agora o tambor ia rodar.

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Quando eu cheguei no corredor, eu vi que o tal do Denny estava abraçando ela e tentando beijar ela. A tinha sido empurrada, caiu no chão, e agora levantava. E o menino, na frente de todo mundo e sob os protestos da , continuava a tentar beijá-la. Foi no momento em que ela desviou de novo do rosto dele, que eu meio que.. me descontrolei.
Cheguei perto dele, que estava de costas para mim, e dei um puxão nele. Ele soltou a , que se afastou e logo foi puxada para longe por uma amiga, e virou para mim.
- Ela é minha, . Qual parte você ainda não enten.. - Não deixei ele concluir. Minha mão se fechou, e voou no rosto dele com tal força que ele caiu de lado no chão, com a boca sangrando. Vi a correr para o banheiro, e logo assim, o Denny se levantou. Mencionou ir até o banheiro, mas novamente, sentiu outra porrada.
- O dia em que ela for sua, você não irá precisar apanhar por ela. - E deixei ele com a boca sangrando, uma roda imensa de pessoas assistindo e um inspetor furioso e corri até o banheiro. Encontrei a apoiada com as costas na pia, que era um balcão, e chorando. Abracei ela, e me apoiei no balcão, fazendo com que ela se apoiasse em mim. Ficamos lá um tempo, com meus braços em torno dela, e ela me abraçando forte, com a cabeça apoiada em mim. Até que uma inspetora apareceu.
- , isso é um banheiro feminino. - Como se eu me importasse @_@ - Venha, já para a diretoria.
Eu fui, e a pegou na minha mão e foi junto. A mulher viu isso, e disse, num comentário um tanto seco.
- Será bom a Senhorita vir também, . - Ficamos em silêncio até chegarmos na sala da diretora, onde o Denny estava sentado na outra cadeira, somente deixando uma vaga. Segurava uma bolsa de gelo na cara, e quando entrou, deu uma piscadinha para ela. Ela somente apertou com mais força a minha mão.
- , você pode esperar lá fora, querida. - A diretora disse, soliedariamente com ela.
- Não, euqueroficarcomo - Ela disse algo assim, ou foi o que eu entendi.
- Ok. Então, quem sabe, você possa nos explicar a história.
Nenhum de nós dois sentamos. Eu somente abracei ela por trás de novo, e o Denny lançou um olhar de fúria em minha direção. Ela explicou a história, que era que o Denny tinha tentado agarrar ela contra a vontade dela, e que eu tinha a defendido. Terminando de explicar, a diretora disse:
- Muito bem. , , podem se retirar. Espere ela se acalmar até voltarem para a sala, está bem? - Nós saimos e ela começou a conversar com o Denny.
Nos afastamos da sala da diretora. Ela não queria ouvir falar no Denny, e com razão. Sentamos num banquinho do corredor, e ela novamente apoiou a cabeça em mim, e me abraçou. Passei os braços por ela, e ouvi ela respirar fundo, tentando se acalmar.
- Obrigada . - Ela disse.
- Nossa , imagina. Você sabe que eu nunca ia te deixar ele te machucar. - E começei a brincar com o seu longo e perfeito cabelo. - Hey, você quer ir para casa?
- Não precisa, lindo - Ela deu um sorriso. Mas eu percebia que mesmo assim, ela continuava triste. Ficamos um bom tempo assim, até o sinal tocar, e nos dirigirmos juntos para a sala de aula. Sentamos lá no fundão, onde ninguém nos atrapalharia, se não fosse o fato que todos se sentaram perto dela. Mas isso não importava, finalmente, eu tinha certeza que ela só queria era ficar comigo.

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- , que tal você e seus irmãos irem dormir lá em casa? - Era sexta de tarde, e eu e a estávamos num parque. O pai dela tinha viajado, e ela estava sozinha em casa. - A vai também, mas eu morro de medo de ficar sozinha em casa.
- Claro, eu vejo com eles. Eu vou, de qualquer jeito, tá? - Dei um beijo no nariz dela.
- Se o Frankie quiser ir, diz que eu queria taaanto que ele fosse, para me proteger. - Eu ri com ela. Mais tarde, depois de ficarmos juntos no parque, voltei para casa. Óbvio que meus irmão toparam, mas minha mãe não deixou o Frankie ir, ele ia sair com ela de manhã. Lá pelas 7 horas, fomos na casa da .
Chegamos, e ela já estava de pijama. Era de girafinhas, ela estava a coisa mais linda que eu já vi. Meus irmão deram oi e entraram, se sentaram na sala, onde já tinham 4 colchões, 3 de solteiro e um de casal. tirou o violão e começou a tocar. E eu, aproveitei para cantar, com me acompanhando.

There's something I've got to say
You're always with me even though
You're far away
Talking to you on my cell
Just the sound of your voice
Makes my heart melt

Oh Girl
It's True
I'm all about you
I'm all about us
No baby you never have to question my love
And every night
There's a new crowd
But it's always you I'm singing about
There is only one these words are going out to
Oh Girl
I'm all about you

I know you worry sometimes
Some other girl will make me
Forget you're mine
There's not a doubt in this world
That anyone could take the place
of my number one girl
It's True

I'm all about you
I'm all about us
No baby you never have to question my love
And every night
There's a new crowd
But it's always you I'm singing about
There is only one these words are going out to
Oh Girl
I'm all about you

When I close my eyes
I can see you
It's like you're right here
And this feelin's only getting stronger
You're with me everywhere

I'm all about you
I'm all about us
No baby you never have to question my love
And every night
There's a new crowd
But it's always you I'm singing about
There is only one these words are going out to..
Oh Girl
I'm all about you

I'm all about you


Depois que a gente terminou de cantar e da babar (HIUSAHIUSA), eu e a fomos fazer pipoca e os outros 3 foram escolher um filme para a gente assistir. Quando eu entrei na cozinha, eu fechei a porta, e abracei ela por trás, que estava virada pegando os sacos de pipoca de microondas. Ela se virou, pegou no meu rosto e me puxou para mais um beijo.
Fazia um mês que estávamos assim, ficando meio que escondidos, mas eu não reclamava nada, porque apesar de ninguém além de nós dois sabermos (e da empregada e da Denise), eu sabia que ela era totalmente minha, e isso era mais que o suficiente para mim. Quando o microondas apitou, nos largamos e começamos a rir. Ela pegou a pipoca e eu o refri. (n/a: Pipoca dedicada a Flah, VIVA *-*)
Quando fomos até a sala, os três tinham escolhido O Orfanato. Eu sabia que a odiava filmes de terror, mas ela ficou quieta, então eu fiquei também. Ela deu um saco de pipoca para eles, que estavam sentados no colchão, e eu e ela sentamos no sofá, no canto. Sabe aqueles sofás em forma de "L", que fica no canto da parede? Esse era vermelho e gigante, e super gostoso. Eu sentei no canto, e ela do lado, segurando a pipoca.
Passou meia hora de filme, ela estava dormindo no meu colo, e os meninos não paravam de rir e gritar. A estava sentada no meio, e o e o pareciam estar se divertindo com os comentários, imitações e risadas dela. Quando o filme acabou, a ainda estava dormindo, e a acabou acordando ela, mesmo sem eu concordar.
- VAMOS, ANTA, LEVANTA - E tacou uma almofada nela. Ela se encolheu, e levantou.
- Ai, desculpa, não tenho culpa se o é quentinho. - Todo mundo olhou para ela, inclusive eu. Começamos a rir, e ela subiu para pegar um casaco. Ela voltou vestindo o meu moletom cinza, que eu tinha esquecido um dia na casa dela. Ela ficava tão linda com ele.
- Esse ai não é o moletom do meu irm.. - começou, mas eu dei uma cotovelada nele, e ele calou a boca :B
- E ai, o que querem fazer? - Ela disse.
- Verdade, desafio? - sugeriu. (n/a: Sonhou, eu não vou por esse jogo na MINHA fic, é sem criatividade (; )
- Nãao.. Vamos.. Jogar Twist? - Ela disse, e começou a rir. Sem nem esperar a gente responder, ela voltou com o jogo na mão. Estendemos no Hall, porque a sala estava ocupada com os colchões. ficou de girar a roda. Começamos. Na verdade, a gente ia começar se a campainha não tivesse tocado. A foi atender, mas pediu pra algum de nós ir junto, porque ela era medrosa. Eu fui :B Claro, que quando ela tava abrindo a porta, eu dei um beijo no pescoço dela, e ela gritou:
-PARA, , eu to abrindo a porta @_@ - Dai, eu parei, mas abracei ela por trás (eu sempre faço isso, ok?) e segurei na cintura dela. Ela abriu a porta, e adivinha? Era o Sr. Estraga-Prazeres OFICIAL PATROCINADOR DAS OLIMPÍADAS DE 2008 ¬¬

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Ou seja, o chato do..
- Jensen! - Ela disse, mais surpresa do que humm.. feliz, ou o que quer que seja.
- .. - Ele começou a falar, e eu soltei ela. - Eu ia perguntar se você queria ir jantar, mas..
- Ahm, não vai dar, tá? - Eu levei a mão no cabelo :x - Meus amigos tão aqui..
- Hum, ok, eu vi. - E quando a gente ficou um tempo em silêncio, veio o .
- Hey, , quem é? - E o Jensen só pulou, porque o veio junto.
- Gente, esse é o Jensen, um amigo. - Eles se cumprimentaram só com a cabeça. Acho que a pra não pegar só pra ela o fato de 3 meninos estarem na casa dela e ela estar com um moletom masculino e com um shorts pequeno de pijama, falou: document.write(Bruh) entendeu na hora, e disse:
- Oi, Jensen. - E acrescentou. - , vou ver se a já tá vindo, ok?
- Tá - Ela respondeu. CARA, que clima ruim @_@
- Bom, , eu vou indo. Qualquer coisa, me liga, tá? - E virou de costas.
- Tchaau.. - Ela fechou a porta e entrou, com todo mundo atrás dela. - BOM, VAMOS JOGAR? - Ela se animou, e nós começamos a jogar.
Jogamos, e a ganhou. Cara, ela era um gênio nesse jogo. Mas foi bem engraçado, umas coisas impossíveis e divertidas *-* Dai, depois que todo mundo estava morto de jogar, a gente deitou. Eu deitei no colchão com a , deixando ela no meio do lado da , ficando nessa ordem: , , , e eu.
Dormimos, ou assim eu achei.

--

Você narra um pouco.

Acordei no meio da noite, e me levantei. Fui até a beira da piscina, e me sentei numa espriguiçadeira. Fiquei olhando para o céu, pensando na vida. Até que ouço a porta se abrir, e vejo o . Sorri para ele, e ele se deitou do meu lado, me abraçando.
- Que foi ? - Ele perguntou com a voz perfeita dele.
- Ahh, . Não sei, sabe? Acho que o que acontece é que as vezes está tudo bem, mas o mundo desaba sobre mim. - Eu falei, finalmente conversando com alguém sobre isso. - Eu só queria que alguém me explicasse porque eu tenho que continuar seguindo, sendo que eu sei que nunca vou ver ele de novo. Ele era meu melhor amigo, desde os 5 anos, e mesmo a gente brigando muito, eu amava ele muito, sabe? Ele me irritava, ele me provocava.. Mas ele conversava, ele me entendia e ele me protegia também. Ele se passava nas festas como meu namorado para poder entrar e para não deixar nenhum menino ficar perto de mim. Ele me fazia pagar mico na rua, falando que eu estava grávida dele e queria me separar dele para ter o "nosso filho", que não existia, só para mim. E essas coisas, sabe? Agora, ele morreu, e tudo o que falam é para eu esquecer, e seguir em frente. Mas como eu vou esquecer tudo isso, e como eu vou seguir sem ele?
- Sabe , eu penso que se vocês eram tão amigos assim mesmo, você tem que seguir.. e tem que viver por ele. - Eu comecei a chorar silenciosamente, e abracei o braço dele mais forte. - Eu sei o qeu você sente. Eu perdi minha avó recentemente, e sei bem o que você está passando. Mas você tem que continuar, porque se você desistir, ele também vai desistir, e você não pode deixar isso acontecer. Você tem que mostrar que é forte para você mesmo, e pode ter certeza , ele vai viver através de você, sempre com você.
Depois desse discurso que me emocionou mesmo, tanto que eu só fui parar de chorar uns 20 minutos depois, a gente ficou lá, olhando o céu e se abraçando. O começou a cantar Constellations, do Jack Johnson, bem baixinho. E eu fiquei lá, ouvindo ele, pensando na vida e admirando aquele céu totalmente apagado, sem quase nenhuma estrela. Somente bem mais tarde, ele falou de novo comigo.
- Quer entrar?
- Vai você, eu vou ficar aqui mais um tempo. - E ele se levantou.
- Negativo. Vou pegar um cobertor, que você está gelada, e vou ficar com você. - Eu somente sorri. Vai falar que poderia ser assim, mais perfeito que isso? Ele voltou, deitou novamente, e eu deitei de lado para ele, mas apoiando minha cabeça no braço dele, que me envolvia. E acabamos adormecendo sob o céu, que quanto mais a noite avançava, mais cheio de estrelas ficava. (n/a: DELS, QUE PROFUNDO =O)

Para Victor. Sorry, tive que escrever isso aqui. cuida de quem ficou e de quem te amava, que nunca vai te esquecer -emo.

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Lincença, já narrou demais. Volta o Jonas.

Quando eu acordei o sol não estava muito alto e a já tinha levantado. Levantei, e fui até a cozinha e vi que eram 8 horas. Ela estava lá, fazendo um lanchinho, e os outros 3 ainda estavam dormindo. O tinha a mão na cintura da , mas isso eu preferi ignorar (6)
- Oi, catcat - Ela disse, e me deu um selinho. Eu sorri e abracei ela.
- Dormiu bem?
- Muito bem (; - E ela serviu cereal para mim. - E você?
- Só até você levantar. Sinto falta do seu cheirinho. - E começei a imitar o Frankie, o que fez ela rir.
- Sua mãe acabou de passar aqui, e deixou roupa de banho para vocês. Sim, eu liguei pedindo, e ela deixou vocês ficarem aqui até de noitinha. - Eu levantei, e abracei ela de novo. Dei um beijo no pescoço dela, e ela puxou meu cabelo de leve.
- Okok, vamos parar com o momento casalsinho feliz, que a gente já acordou - A disse. Rimos, e dai comemos um pouco.
- Agora, vão se trocar. As coisas de vocês estão no quarto dos hóspedes, do lado do meu, sabem? Eu e a também vamos. - E cada um foi para o quarto, se trocar. Depois de 15 minutos, eu e os meninos já estávamos lá fora, e pulamos na piscina. Elas só apareceram mais 15 minutos depois, e a resolveu, diferente da , ficar sentada no Sol um pouco.
- Você não vem? - Perguntei.
- Daqui a pouco - Ela disse, e piscou para mim. Então, eu sai da picina e pequei ela no colo. Ela tirou o chinelo, e tirou o óculo escuro, e dai começou a gritar:
- PARA, PARA, ME COLOCA NO CHÃO - Eu só sorri pra ela e pulei com ela na pscina. Quando ela saiu do mergulho, ela deu um tapa forte no meu braço.
- AOW - Eu disse. - Fiquei bravo.
- Ahh, ele ficou bravinho. - E ela se aproximou de mim, e me abraçou. Eu envolvi meus braços pela cintura dela, colei o corpo dela no meu, e começamos a nos beijar.

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Depois do momento caia.fora.Jensen, a gente foi numa sorveteria e depois no parque. Foi bem legal, mas sem nada demais. Na segunda-feita, recebemos um convite para um super festa de gala, e óbvio que eu ia só porque eu ia convidar a para ir comigo.
No intervalo de uma aula e outra, eu cheguei pra ela, e disse:
- , vainafestacomigo? - Bem rápido e bem baixo, porque TODAS as meninas (e boa parte dos meninos) estavam olhando para ela. Imagina se ela me dá um fora? -dels
- Ahh, claro que vou. - Eu fiquei com cara de tapado. Ela se aproximou e deu um beijo na minha bochecha, e me abraçou bem docemente, e eu morri. Foi bem legal, o céu tinha ela, e eu parei. Mas tipo, foi quase igual a isso, ok? Ela tinha aceitado, eu ia com ela, e TOOOOOOOOOOOOOOOOOOOODOS, eu disse T.O.D.O.S os meninos estavam babando de inveja e de raiva de mim. Quando ela me soltou, todos voltaram a sentar porque o prof já tinha chegado.
O resto da manhã foi muito legal, mas sem novidades, fora que o Denny morreu de inveja de mim e começou a gritar comigo em plena aula de ciências, e foi para a diretoria. De tarde, a foi de novo na minha casa. A gente estava no maior clima lá no sofá, quando eu ouço o celular dela tocar. Ela olhou com cara de quesaco, e atendeu ele.
- Alô?
-- ? - Eu podia ouvir o cel, ele estava super alto, e eu pude reconhecer a voz do Jensen, ai que emoção, :@
- Ah, oi.
-- Onde você está?
- Por que você quer saber?
-- Porque eu to aqui na sua casa, eu precisava falar com você.
- Ah, meu, agora n.. - Eu arranquei o celular da mão dela. Ela começou a pular em mim, falando "Devolve, , vai, me dá"
- Sorry pessoa que eu não sei quem é. A está ocupada. Ligue mais tarde, T-chal. - Eu disse, e desliguei na cara dele. Ela me olhou com cara de euvoutematar, e morder o lábio inferior. Eu fiz carinha de eusoulindonãomemata,oi-q, e ela riu. (n/a: MORRI.) No segundo seguinte nós já estavamos onde tinhamos parado quando o meu querido amigo Jensen interrompeu. ui³ :9
Mais tarde, a foi para a casa dela. Mais tarde, eu entrei no computador, e falei um pouco com ela.
' diz:
Oii lindo *-*
diz: (que nick sem graça oO')
oi (;
' diz:
Adivinha? ¬¬
diz:
O quê?
' diz:
O Jensen vem jantar aqui em casa, e eu vou ter que fazer social lá. aff :x
diz:
Qualquer coisa me liga que eu te salvo (6)
' diz:
HSIUAHSIUA. Ok, agora tenho que ir, vou me arrumar.
:*
diz:
Me manda uma mensagem falando que sobreviveu quando acabar.
:*
' está offline.

--

Adivinha? Você narra. :B

Eu me arrumei bem simples. Coloquei uma calça jeans comprida, uma blusa branca com uma estrela vermelha no meio (n/a: imagina, baiiybe) e com um rabo prendendo meu cabelo. A Mafalda subiu até meu quarto, e me avisou que ela ia servir o jantar que o Jensen havia chego. Eu falei que já estava indo, respirei fundo, e desci.
Eles estavam sentados no sofá (ele e meu pai) e conversavam sobre a carreira.. minha. Isso sempre me irrita. Odeio que falem sobre mim quando EU não estou presente, ainda mais sendo que eles não tem nada a ver com a minha vida. Ou, pelo menos, o Jensen não ¬¬'
- . - Ele disse, quando me viu, e se levantou na hora. Quando eu fui dar um beijo na bochecha dele, ele me abraçou e me segurou por um bom tempo, até eu delicadamente empurrar ele para longe de mim. Meu pai se levantou, e nós fomos jantar. Óbviamente, o jantar foi toda conversa estilo: A devia seguir carreira aqui, ali, TCHAU, EU CUIDO DA MINHA VIDA ¬¬
- Entao, , eu e o Jensen estavamos pensendo, você bem que podia começar a ver se vai querer atuar, não? Ele disse que pode falar com o pessoal que grava a série dele, e você poderia aparecer nela, como um estágio. E é bem remunerado. - Meu pai disse.
- Ahh, não sei. - Eu disse, enrolando distraidamente meu cabelo, enquanto ambos me observavam. Na verdade, eu estava re-vivendo o momento meu e do no sofá, que fora maravilhoso, definitivamente eu adorava ele.. Pena que ele não tomava iniciativa para me falar algo mais, eu bem que sabia que sentia al..
- Pensa nisso, . - Ok, quem ousou interromper meu pensamento? Bolão, bolão, e quem disse Jensen ganhou um post gigante da autora na próxima vez, cobrem isso dela, ok? Ela vai esquecer :B - Sério, pensa. Ia ser muito legal ter você lá, e ia abrir bastante portas para você.
- HSIUAHSIAU, claro. Eu nem ia precisar passar maquiagem para me tornar um dos monstros, era só ficar com a minha cara normal, fato. - Eu disse, rindo muito. Eu era engraçada, as vezes. ¬¬'
- Ai , para com isso. - Que ai gay jensen o.O Ok, eu paro, que dó dele, eu só tenho cortado ele o tempo todo, apesar dele merecer. :/
- Ok gente, vou subir, tá? Tenho que fazer uma lição ainda. - Eu disse, subindo, mas meu pai interrompeu o plano perfeito de fugir e ser feliz.
- Por que você não fez de tarde? - Meu pai perguntou. O Jensen ameaçou a falar, e eu olhei para ele, e ele se calou. Ele que me delatasse, vai em frente Jensen. ENJOY, mas seria a última vez que você iria olhar no meu rostinho, :x
- Porque eu dormi um pouco, pai. Tava muito cansada. - Mentira as duas coisas. Eu não tinha lição, não dormi e nem estava cansada. Mas, é a vida.
- Humm, ok. - Ele não pareceu convencido, mas me deixou ir. Eu cheguei na cama, me taquei nela, mas antes tranquei a porta, falando para a Mafalda que eu estava dormindo. Mandei uma mensagem para o .

--

Volta a narrar, Jonas.

Sobrevivi. Acho. (;


Isso que dizia a mensagem dela. Que fofa, ela lembrou de me avisar *-*

Que bom, quero você inteira amanhã.


Mandei, e deitei. No minuto seguinte, meu celular já apitava com uma mensagem dela.

lol. Lindo. Durma bem :*


Não resisti, e mandei mais uma. Eu não ia deixar ela mandar por último. (n/a: A última vez que eu tentei fazer isso com meu amigo, ele ganhou, porque ele ficou me mandando mensagem até 1 DA MANHÃ. E era dia de semana. mas quem perguntou?

sonhe comigo, princess :*


Deixei o celular, e virei para o lado e logo adormeci. Mal podia esperar para amanha chegar.

--

A manhã foi normal, e eu não tinha razão por mal poder esperar hoje chegar, mas eu sabia que era porque eu ia rever ela. Se tocou que eu pareco um lesado que só pensa nela? Pois é, pior que eu sou, não só pareco. Tipo, na escola eu não fico muito com ela, mas a gente sempre senta junto, almoça junto e vai para casa a pé, juntos. Quando ninguém está junto, a gente parte para uns amassos, porque a gente prefere que por enquanto seja só entre a gente. Talvez seja porque é segredo que é tão legal assim.
De tarde, eu fui na casa dela. Entrei, e a empregada disse que ela estava na piscina, que era para eu me trocar e ir encontrar ela lá. Eu me troquei e desci até a piscina. Ela estava boiando, e eu entrei bem devagar pela escadinha, e beijei ela. Só que esse beijo se tornou no nosso beijo mais quente. Eu prendia ela contra a parede da piscina, e ela não soltava de mim, assim como eu não soltava dela.
A mão dela segurava firme meu cabelo, e eu segurava sua cintura com confiança. Estava tudo bom, ótimo na verdade, até que a gente ouve a porta abrir e bater com tudo. Ela me soltou na hora, e eu soltei ela. Adivinhou, amigo. O pai dela estava parado, olhando a gente, mais precisamente a mim, com um olhar de pavor e ódio ao mesmo tempo.
Parecia que além de ser o beijo mais quente nosso, ia ser o mais problemático também.

--

Ela saiu da piscina num movimento rápido, e eu a acompanhei. Fiquei numa distância segura do pai dela, caso precisasse sair correndo e pular o muro para manter a minha estimada pessoa viva. A foi até a cadeira onde tinham duas toalhar. Se cobriu com uma, e tacou outra para mim. Sério, isso sim que era silêncio antes da morte. O pai dela não piscava, e não desviava o olhar de mim.
- , eu estava justamente te procurando para conversar sobre um tal de Denny que tentou te beijar na escola e um tal de te defendeu, mas percebo que esse tal de fez bem mais do que te proteger. - Ele continuava olhando para mim, que medo. Eu me cobri com a toalha, e sentia minha pulsação dispararada se agitar mais ainda. E agora?
Ela ficou quieta, não se movia, igualmente a mim. O pai dela foi andando em direção a ela, e desocupou a porta. Eu fiquei sem saber o que fazia. Meu, O QUE EU FAÇO, DUDE? Então, a luz da minha vida falou.
- , pode ir. Eu te ligo mais tarde. - Ela me olhou com uma cara de desespero, pedindo para eu ir embora logo. Não pensei duas vezes. Nem me importei em sair de lá sem minha roupa, somente de calção e todo encharcado. Pelo menos, eu estava vivo, e ela também.

--

Narre, amor.

saiu, e eu ouvi a porta bater. Eu peguei minhas coisas que tinham ficado na cadeira, e entrei em casa. Mencionei subir a escada, mas senti a mão do meu pai segurar firme meu braço, de um jeito que ele nunca tinha feito antes.
- Você não vai subir agora. - Ele disse. - Você vai me contar o que aconteceu ali.
- O que você quer que eu conte? - Eu disse, com tranquilidade, mas não dei tempo de ele responder. A medida que ia falando, minha voz ia crescendo, assim como o meu tom também. - Você quer que eu te conte que a sua linda filinha perfeita estava se agarrando com um menino? Eu conto. Você quer que eu diga que a sua linda filinha cresceu e não é mais uma menina de 10 anos, como você sempre me trata? Eu conto. Te conto também tudo o que você quiser, pode perguntar. Ah, vai perguntar o que agora? Se ele vem aqui em casa todo dia, ou se eu vou na casa dele? Pois eu te conto, se quiser. - E terminando de falar, sublinhando bem a parte do "se quiser.", eu voltei a subir a escada. Dessa vez, ele não me parou.
Cheguei no quarto, e fui direto tomar um banho. Fiquei uma meia hora lá, e depois sai. Coloquei meu pijama, e tranquei a porta do quarto. Ele que não se iludisse, não pretendia sair de lá tão cedo. Peguei meu celular, disquei o número do .
- AH, você tá bem? - Ele logo que atendeu falou.
- Tô siim, gordinho. - Eu falei
- Mas o que ele te disse?
- Eu não dei chance dele falar. - E contei tudo que eu tinha falado para o meu pai para o . - Então, agora eu vou dormir, e amanhã eu vejo o que ele fala. Durma bem, gordão.
- Ah, ok . Ahmm, mas antes.. Você quer que eu vá ai falar com ele? - WTF?
- Não precisa. Quem sabe mais tarde, quando tudo acalmar. Por enquanto, vamos deixar rolar.
- Ahm, ok. Durma bem também.
Desliguei o celular, e me taquei na cama. Adormeci logo, sem a mínima idéia do que me esperava na manhã seguinte. Ah, e que manhã.

No dia seguinte, eu acordei com uma buzina. Não era a do carro do meu pai nem a do meu motorista. Olhei no relógio, maravilha, a aula começava em 5 minutos. Fui até a janela, era o Jensen. Ah, não, tão de brincadeira comigo. Sério, eu devo ter pecado muito nessa e nas 300 outras vidas, eu mereço ¬¬
- Quer carona ? - Ele gritou dentro do carro.
- Ainda não estou pronta. Vou pra segunda aula. - E fechei a janela, me tranquei no quarto. Meia hora depois, já pronta, eu desci as escadas. Passei na cozinha para pegar uma barrinha de cereal, afinal estava com fome. Quando sai da casa, fechei a porta, reparei que o carro dele ainda estava estacionado ali.
- Quer carona agora? - AH, ele me irrita, apesar de ser fofo. fato :x
- Ahmm.. Não, vou a pé mesmo, valeu. - E sai andando, ele ligou o carro e foi andando encostado no acostamento, bem devagar, acompanhando meus passos.
- Deixa eu te levo . Entra. - Ele abriu a porta do outro lado dele, e eu entrei. Ficamos em silêncio enquanto ele dirigia, e eu não podia deixar de reparar como era.. atraente (?) um homem dirigindo um porshe prata (n/a: eu acho lindo, ok? :x). Chegamos na escola, e ele foi me dar um beijo, mas eu somente agradeci e sai do carro. Não pude deixar de reparar que ele ficou olhando para mim. Caminhei até a sala, e como o sinal do intervalo entre a primeira e a segunda aula tinha acabado de bater, eu entrei sem problemas.
Não encontrei o , então fui conversar com a e com a , que exigiram um relato do ocorrido de ontem. Eu estava chegando ao fim, mais precisamente no dia de hoje sobre o Jensen ter me dado uma carona e que ele estava bem "hot" dirigindo um carro que valia uma penca de dinheiro (o.O), quando senti uma mão envolver minha cintura.

--

Jonas, faça as honras da casa (?)

Eu vi ela conversando, de costas para mim, e não me contive. Me aproximei e abracei a cintura dela. Ela parou de falar na hora, mas eu tinha ouvido um pouco.. Ela pegou carona com o Jensen, aquele que vivia dando em cima dela, e ainda comenta que achou sexy ou seiláoque ele dirigindo um carro de playboyzinho?
- Ela nem olhou para mim, estava ocupada com o Jensen. - Eu disse, soltando ela. Ela se levantou (estava sentada em cima de uma carteira) e me puxou de volta. Se aproximou (nessa altura todos já nos olhavam), e sussurou no meu ouvido de forma que fiquei totalmente drogado:
- Você sabe que eu te acho bem mais hot o tempo todo, diferente dele. - E acho que ela ia me dar um beijo, mas a professora chegou e interrompeu. Já comentei como odeio aquela velha? ¬¬
Sentamos em lugares separados, ela do lado das duas amigas e eu com meus amigos. A aula passou rápido, e a terceira também, que não teve nada demais, somente um quilo de exercícios para fazer. A professora entregou o trabalho que eu e a fizemos juntos, e nós tiramos um A-. Ah, vai falar que nós não fazemos um belo par? Eu digo, de.. trabalho, ok? :x

--

Eu estava planejando falar para a que eu amava ela. Porque eu sentia isso, mas não sabia se ela sentia também, e eu tinha medo do pai dela. Sei lá, ela era doce, linda e fofa comigo, mas nunca demonstrou nada por mim além de um amigo-ficante. E eu tinha muuito medo de acabar assim, com a nossa amizade. (n/a:oiiiiihn*-*)
Então, eu tinha uma idéia, mas só ia executá-la assim que a poeira abaixasse na casa dela, e que o pai dela não me matasse (; Então, depois da aula, ela foi para a casa dela com o motorista e eu para a minha. Mal deu tempo de dar tchau, o já estava buzinando no nosso ouvido para eu ir. Ele não tinha ficado nada contente quando eu contei o que havia acontecido. Pelo contrário, tinha me dado um sermão digno de ser gravado, meu ouvido ainda doia com isso.

A tarde passou se arrastando, e eu me continha para não ligar para ela. Somnete as 6 da tarde eu ouvi meu celular finalmente tocar com o número dela no visor. Atendi, preocupado.
- OI, TUDO BEM? - Eu disse, nervoso. Vai que ela liga falando que o pai obrigou ela terminar tudo? Eu ia ficar muito³ pra baixo, shit.
- Calma . Tá tudo bem, sim. - Eu ia interromper ela, mas achei que esse era o momento de ouvir, e não de falar. - Então, eu cheguei em casa e almocei com meu pai. Ele não comentou nada, então.. Não sei se é bom ou ruim, mas ele não me proibiu de sair nem nada. Já é algo, não?
- É.. - Suspirei, e relaxei um pouco. Pelo jeito o pior já havia passado. - Então, quer sair?
- Olha , hoje não vai dar, tá? Eu estou cansada, vou dormir um pouco.
- Ook, beijos linda
- Beijo.
Ela desligou, e eu logo em seguida. Fui deitar pensando, e acabei tendo uma idéia. Opa, uma grande idéia, diga-se de passagem.

--

- , vem aqui. - Eu disse, pegando na mão dela. - Mata aula comigo? :x
- Ahh , mato sim. Mas só porque você tá pedindo, ouviu? - Ela disse, rindo. Eu levei ela para o jardim do colégio, onde tinha a quadra de futebol americano e umas árvores. Sentamos embaixo de um árvore que fazia uma sombra bem boa, e começamos a rir e a falar coisas. Depois de um tempo, ficamos em silêncio, mas não era incomodo, e sim delicioso.
- Te amo. - Eu falei, sem mais nem menos. Na verdade, eu abri a boca, e as palavras sairam de um modo que eu nunca imaginei que eu falaria. Ela pulou, e disse:
- Quê? - AIDELS, ISSO ERA BOM OU ERA RUIM? ferrou, agora ela me dá o pé na bunda, -sad
- Ahmm.. eu te amo. - DE NOVO, , se controle, POR DEUS. oO' Mas, dai, ela passou o braço pelo meu pescoço, e se aproximou de mim, sussurando de um modo que me arrepiou, de novo.
- Eu também te amo. - Eu não pude deixar de sorrir, e sentir alguma coisa na minha barriga. Estava prestes a beijá-la, se não fosse o fato de, bem, ..
- . - Era uma inspetora. E agora? O-O' - Venha comigo, já.
Nós dois nos levantamos, sem saber porque ela só chamara ela.
- , você faça o favor de voltar para a sala, antes que eu mude de idéia e te mande para a diretoria. Se não fosse o fato de uma pessoa muito importante estar esperando a , eu juro que te delatava. Então vá, e já. Não quero te ver por ai. - Eu dei um beijo na bochecha da , e sai correndo para a sala. Entrei lá sem problemas, e todos pareciam muito sérios vendo o professor passando a matéria. Quando tinha acabado de entrar, não pude deixar de ver quem esperava a no final do corredor. Até aqui ele a persegue? ¬¬'

--

narra a aventura.

Sem entender nada, eu só acompanhava os passos apressados da inspetora. Ela mencionava o fato de alguém querer me ver, mas era incomum a diretora deixar que outras pessoas falassem com os estudantes no meio da aula, mesmo que eles se encontrassem matando aula. Ela abriu uma porta, onde vi uma pessoa sentada de costas, e disse algo como nos deixar sozinhos. Quando eu olhei melhor, pude reconhecer aqueles ombros.
- .. Você estava matando aula? - Somente fuzilei Jensen com o olhar. Me sentei na cadeira mais afastada dele, pouco me importando. - Não te meti em problemas, né?
- Por enquanto, não. Acho que o fato de você ser famoso ajudou um pouco. - E dei um sorriso sinico para ele. - Por que você veio aqui?
- Ahh.. - Ele se sentou ao meu lado, e apoiou os braços na perna (n/a: sabe como?) - Eu falei com os diretores, e eles adorariam se você fosse dar uma olhada e quem sabe participasse de um episódio. Eu estou indo para as gravações agora, se você quiser ir.. Seu pai deixou.
- Ah, Jensen.. - Eu não sabia como fugir dessa. Pensa, pensa, pensa. - Sabe, agora não é a melhor hora, tá? Obrigada por vir, mas quem sabe na próxima.
- Ok. - Ele não escondeu a cara de decepção, e eu dei um beijo na bochecha dele de tchau. Quando estava saindo da sala, ouvi ele falar. - Sabe , se ele te amasse, não iria te fazer perder aula.
- QUÊ? - Eu não pude me conter, voltei a sala e olhei com cara de quem exigia explicação. - E você faz muito diferente dele, não? Para de tentar controlar a minha vida e segue em frente, se toque. Antes de falar dele, pense bem quem eu acho que merece mais.
- , quando ele te decepcionar, eu sei que você vai mudar. Eu vou esperar, e quando você perceber o erro que comete agora, eu vou te perdoar, porque eu sempre vou te amar. Pensa nisso. - Eu sai da sala, e bati a porta. ARGH, vou socar ele da próxima vez, JURO :@

--

Quando eu acordei no dia seguinte, sábado, me toquei que era meu aniversário. Isso não me animava muito, o que faria esse dia ficar legal é que eu, a , a , o , o , o e mais um povão da escola íamos num barzinho comemorar. Ok, a gente era menor de idade, mas a gente se enchia de Coca-Cola. (y)
Tomei um banho, coloquei uma batinha rosa e um shorts que eu vi em cima da minha cama. Falando nisso, eu precisava devolver as roupas do . Menos a camiseta, que eu usava agora para dormir (n/a: ui³). Coloquei uma rasteirinha e desci as escadas passando a mão no meu cabelo, e quando chego no último degrau, vejo algo estranho. A porta do escritório estava aberta, mas meu pai não estava nele.
Fui até a cozinha, peguei um muffin (eu amo muffin *o*) e sai andando, apesar de ser saltitando, para a sala para me enterrar na televisão nesse sombrio aniversário. Quando abri a porta, GOD, ELES FIZERAM SUPRESA PARA MIM ¬¬
Eu odeio surpresas. Sempre me fazem levar susto, eu nunca estou arrumada, sempre dou indiretas que odeio, MAS ELES FAZEM MESMO ASSIM. É o terceiro ano seguido, achei que esse ano eles se tocariam que isso me irrita. Eles estavam patéticos, fato. Em pleno sábado, dia 23, eles estavam lá, segurando um bolo com velinhas para eu apagar. Ok, vamos dar um desconto. O lindo do Frankie segurava um balão, e nele estava escrito Happy B-day . Isso era cute. E tinha presentes *-* (n/a: Meu, como tu é chata o.O)
-SURPRESAA! - Eles gritaram. Eu fingi felicidade (mentira, eu estava morrendo de tão feliz.) e fui dar abraços nas pessoas lindas. Até o estava ali, sendo que meu pai estava do lado dele, e não estava esganando ele. (n/a: I WANNA DANCE UNTIL MY FEET CAN FEEL THE GROUND. perdão) Dei um abraço apertado na e na , sabia que tinha sido idéia delas.

--

Jonas in

A abraçou e recebeu parabéns de todo mundo. Estavam as pessoas mais próximas dela, menos o Jensen. Me deixou por último, mas quando chegou em mim, me deu um selinho demorado se tacando em meus braços. Toda a sala ficou em silêncio, observando, e ela ficou desconcertada com isso. Logo que percebeu, me soltou e me abraçou, falando:
- Aii, parem. Vão comer o bolo, vão u.u
Eu somente ri, e quando as pessoas foram realmente comer o bolo, eu puxei ela para o cantinho.
- Sabe , hoje eu vim mais cedo aqui. - Dei uma pausa e peguei na mão dela. - E pedi para seu pai para namorar com você.
- .. - Ela me interrompeu, mas eu a interrompi.
- Ele disse que não me aprovava 100%, mas que ele sabia que se não deixasse, eu ia ficar com você de qualquer jeito. E isso é verdade. Então, quer namorar comigo, ? - Eu sorri, e vi que seu rosto não era dos mais felizes. Senti meu estômago embrulhar, mas continuei segurando a mão dela.
- .. Claro que quero - AHH! Ela aceitou *-* Abracei ela, e dei um beijo nela, até reparar que o pai dela nos observava. Nos levantamos, ainda abraçados, e fomos comer o bolo. Sim, eram 11 da manhã ainda, mas quem liga? Hoje não era um dia qualquer. Era o dia em que a minha namorada fazia aniversário. (n/a: cute *-*)

- Então, , vamos indo? - estava sentada no sofá, conversando com ela e com a . Eu estava abraçado nela, e ela com a cabeça encostada no meu peito.
- Aonde? - Ela perguntou, curiosa.
- Bom, é que você não vai pra barzinho coisa nenhuma. A gente vai fazer sua festa de 16 anos, ou melhor, vai te dar uma festa. Porque a decoração está ficando pronta, agora você precisa ir se arrumar.
- WHAT? - Ela pulou. - Tá brincando, né?
- Não, sério. O salão já está marcado..
- MAS EU NEM TENHO VESTIDO.
- Isso que você pensa, vem. - levantou, e foi até o quarto dela. Ela soltou um grito, e abraçou a . Provavelmente tinha visto os dois vestidos - um vermelho e um branco - que ela usaria na festa. Desceu correndo, deu tchau para todo mundo e me deu um beijo apressado. O resto da tarde, eu não sei como foi. Só sei que a tarde passou rápido para mim, que fui ajudar a cuidar do que faltava para a festa.
O salão estava decorado com roxo e branco, muito bonito. Sofás brancos curvos sem encosto, que se unidos em pares formavam um círculo, ficavam sob luzes de neom roxa, que davam a impressão deles serem roxos hora, brancos outra. A mesa de doces estava perfeita, com chocolates recheado em forma de violão, notas musicais, corações e de bexigas. Pirulito gigantes davam o colorido ao lado das trufas embaladas em capinhas roxas, e o arranjo de flores no centro dessa mesa era delicado, mas espetacular e incrível.
A mesa do anti-pasto estava bem arrumada, com uma variada opções de comidas e petiscos. Mais tarde, na mesa ao lado, seria servido o abundante jantar. Na mesma mesa, as 6 da manhã seria servido o café da manhã aos valentes convidados que ficassem até o real fim da festa.
Um palco no centro da parede que dava para a entrada estava armado, onde tinha o DJ num canto, e intrumentos no outro. Bem ao canto, uma imensa porta de correr, onde mais tarde a aniversariante entraria. A parede oposta a ela era inteira espelhada, e dava vista para a piscina que estava ilumida totalmente com luzes roxas, entrando no clima da festa. Tudo estava na mais perfeita harmonia, planejado para não ocorrer erros na noite tão especial.
Como típico, um grande cartaz com uma foto da estava na entrada, junto de uma caneta onde as pessoas podiam dar recado. Fortes seguranças estavam postados nas entradas, deixando somente com que convidados entrassem, e que quem saisse não pudesse voltar. Vendo tudo arrumado, me dirigi para casa e fui me arrumar.

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Vesti o smoking (n/a: escreve assim?) preto, e peguei a rosa que tinha comprado antes de voltar para casa. O me levou até a casa dela, e aproveitou para levar a , a , o e o Frankie já para lá. Me sentei no sofá enquanto aguardava, e vi que o pai dela estava nervoso. Se sentou ao meu lado, e olhava para mim de tempo em tempo. Quando finalmente ouvi a porta do quarto dela abrir, ela desceu usando um vestido vermelho estiloso, diferente e muito, muito bonito e atraente. (imagine, gosto é gosto) Ela começou a descer as escadas, eu levantei e subi elas rapidamente, para ajudar ela a descer. Quando chegamos no fim, seu pai abriu a porta e nos deixou passar, indo logo em seguida e trancando a porta da casa. Entramos no espaçoso carro, e fomos para a festa. Afinal, faltavam apenas uma hora para ela começar.
Quando chegamos lá, entramos e ela se encantou com o salão. Nos abraçou, agradeceu, e como os convidados já haviam chego, ela se postou na entrada com o pai e eu para recebê-los. Eu conhecia somente metade. Pelo que a falava, eram cerca de 400 convidados. Acho que o melhor momento foi quando a mãe dela chegou, e as duas ficaram meia hora abraçadas. Seu pai, misteriosamente, sumiu nesse momento. Ela conversou comigo, falando que a tinha falado sobre mim, e eu não pude deixar de sorrir. Ela entrou, e se sentou numa mesa com os tios do meu amor. (n/a; oiihn *-*)
Estava tudo perfeito, eu batia um papo com a , até o meu bést do coração chegar ¬¬
- , você está linda. - Jensen disse, e abraçou ela, que retribui o abraço. - Parabéns.
- Brigada, Jensen. - Ela respondeu e ele olhou ela demoradamente de cima para baixo, até que foi empurrado pela mulher do cerimonial, e eu aprovei o gesto dela. Depois de receber toda a cambada de amiguinhos felizes (já comentei que não gosto muito de festas grandes? :x)
Estava tudo perfeito. Recebemos, jantamos, e quando a entrou foi perfeito também. Como a gente sabia que ela não gostava muito de músicas paradinhas, eu e os meus 2 irmãos combinamos de cantar a música Hero/Heroine quando ela entrava. Sim, nós que tocamos na festa dela. Eu cantava, com o junto, e o tocava a primeira guitarra, com o fazendo o fundo.
Nós começamos a tocar, e ela entrou quando nós já estávamos na metade, surpreendo todos. Ela vestia o vestido branco todo bordado a mão que era lindo e caia mais perfeitamente ainda nela. Parecia uma princesa. (n/a: oiiihn *-*)
It's too late baby, there's no turning around
I've got my hands in my pocket and my head in a cloud
This is how I do
When I think about you
I never thought that you could break me apart
I keep a sinister smile in a hole in my heart
You want to get inside
Then you need to get in line
But not this time

Cause you caught me off guard
Now I'm running and screaming

I feel like a hero and you are my heroine

I won't try to philosophize
I'll just take a deep breath and I'll look in your eyes
This is how I feel
And its so so real
I got a closet filled up to the brim
With the ghosts of my past and the skeletons
And I don't know why
You'd even try
But I won't lie

You caught me off guard
Now I'm running and screaming

I feel like a hero and you are my heroine
Do you know that your love is the sweetest sin?

And I feel a weakness coming on
Never felt so good to be so wrong
Had my heart all locked down
And then you turned me around
I'm feeling like a new born child
Every time I get a chance to see you smile
It's not complicated
I was so jaded

And you caught me off guard
Now I'm running and screaming

I feel like a hero and you are my heroine
Do you know that your love is the sweetest sin?

And I feel a weakness coming on
Never felt so good to be so wrong
Had my heart all locked down
And then you turned me around
I'm feeling like a new born child
Every time I get a chance to see you smile
It's not complicated
I was so jaded

Quando terminei, ela ainda estava parada saindo da porta de correr no centro do palco. Peguei na mão dela, todos aplaudiram, e ela desceu a linda escada. Sua mãe morria de chorar, e os olhos dela estavam vermelhos. Quando terminamos a escada de 4 degrais, ela colocou a mão na minha nuca e me deu um beijo. O salão ficou em silêncio, até o gritar algo que eu não consegui entender. Logo em seguida ao seu grito que invadiu a cabeça de todos, a música recomeçou. Pularam a valsa, e foram direto para os ritmos mais agitados, pelo que me falaram. Eu estava ocupado demais curtindo a aniversariante.

Nós estavamos abraçados num pufe embaixo das luzes roxas, e o vestido da estava roxo também e não deixa de ser muito bonito. Até que veio um trenzinho de umas 50 pessoas, nos puxou, e quando menos percebemos estavamos no meio da festa.

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Depois de uma hora dançando sem parar, eu e a resolvemos ir um pouco na beira da piscina. Sentamos numa espreguiçadeira, e eu me lembrei da casa dela. Como tudo tinha passado rápido. O ano, então, nem era possível perceber que só faltavam 2 meses para acabar as aulas. Ano que vem, todos iam se candidatar a faculdades, seguir por caminhos diferentes, mas eu e a não. Eu sabia que a gente tinha que ficar junto.
- A noite está tão linda. - Ela disse, interrompendo meus pensamentos.
- Está mesmo. - Eu começei a brincar com o cabelo dela. Eles continuavam arrumados, uma parte solta, com caichinhos lindos e fofos. Enrolei meu dedo neles. - Você também está muito linda.
- Obrigada, amor. Você também está muito lindo nesse terno. - Ela sorriu e fechou o olho, ainda com sua cabeça apoiada no meu peito. - Brigada pela festa. Muito linda, sério.
- Você merece. E sabe, eu ainda nem te dei o teu presente. - Disse, olhando para ela, que agora tinha levantado sua cabeça e me olhava nos olhos.
- AHH, não vale. Você sabe como eu sou curiosa. - Ela disse, e ia continuar, se para variar, não tivessemos sido interrompidos. Sério, alguém tem algo contra com mais de 20 minutos a sós com a minha namorada? Pelo jeito, o Denny tinha.
- Ai, que bonitinhos. Até parece que se amam. - Denny vinha andando, e sentou na cadeira próxima a nós dois. se mexeu, parecendo desconfortada, e pegou na minha mão.
- O que você quer? - Eu perguntei, fechando a cara para ele. Ele somente sorriu e começou a falar.
- Que você saiba a verdade. - Verdade?, eu pensei. - Sabe, a não é uma garota muito confiável. Ela nunca teve um namorado que durou por mais de um mês, e aposto que você não dura até o fim do ano. Sabe, ela termina com todos antes de se apegar demais, isso desde sempre. E se você olhar bem tudo, vai ver que é verdade. Ela não é menina de um homem só. Nunca reparou como ela sempre está com aquele Jensen por perto? Suspeito, não acha?
Nisso, a se levantou e saiu correndo, pela outra lateral da piscina. Eu levantei, e tentei ir atrás dela, mas o Denny segurou meu braço. Novamente, a raiva de ter que re-ver ele fazer ela ficar mal, fez com que minha mão voasse novamente no rosto dele. Dessa vez, ele não caiu. Somente levou a mão na boca, e viu se estava sangrando. Não estava, e eu logo completei:
- Se você se meter com ela de novo, não vou me importar em te bater pela terceira vez. - E sai andando atrás dela.

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Quando cheguei, ela estava sentada numa cadeira perto da entrada. O Jensen estava ajoelhado na frente dela, e conversava com ela, perguntando o que tinha acontecido. Ela não estava chorando nem nada, mas não estava mais sorrindo como antes. Me aproximei, e ela se levantou me abraçando.
- Foi o Denny? - Não pude deixar de reparar que o Jensen estava com uma cara séria, e que provavelmente queria socar o Denny. Meio que sem querer, tive um certo momento de simpatia por ele.
- Foi. Mas já está tudo certo. - Eu disse, e o Jensen saiu do mesmo jeito. Ela se desprendeu do meu braço, foi até a porta, e disse:
- Jensen, deixa quieto. Não faz mais caso, tá? - Ele concordou com a cabeça e se aproximou do segurança. Falou algo com ele, o gigante foi até a piscina e no instante seguinte, o Denny estava fora da festa. Exibia um sorriso triunfante, mas mesmo assim, vazio. O Jensen voltou a subir a escada, deu um abraço na , e entrou no salão. Logo, foi cercado por um grupo de meninas que só estavam ali por ele ser famoso. Passei a mão na cintura da , e fomos de novo para a pista de dança, para esquecer todo o ocorrido.
A festa foi maravilhosa. Os comentários sobre ela ficariam por mais de uma semana, e os acontecimentos também. Mas, logo no dia seguinte, algo que mudaria não somente a semana ou o mês aconteceu.

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Narra, criatura.

Quando eu acordei, já eram três da tarde. Pudera, eu tinha saído da festa as 6 da manhã, dai até chegar em casa e tirar a maquiagem (pois dormir com envelhece muito a pele (; ), já eram quase 8 da manhã quando eu realmente dormi. Levantei, tomei um banho e puis uma saia jeans curta, com uma regatinha básica rosa. Desci as escadas, e fui para a cozinha, onde a Mafalda estava passando o café. Dei oi pro meu pai, que tava sentado na mesa, e peguei um pote e coloquei cereal. Sentei do lado dele, e ficamos um silêncio, até ele começar a falar.
- Sabe, .. Eu preciso falar com você. É bem importante.
- Fala pai, na boa. - Eu disse, despreocupada.
- Então, a gravadora ligou hoje para mim e.. eu recebi uma ótima proposta para ir trabalhar no Texas. - Ele disse
- Ah, pai, que pena. - Eu falei, ainda despreocupada.
- Por que que pena?
- Porque a gente não vai, né? - Eu estava começando a ficar assustada. Assustada nada, APAVORADA. AI, DELS, MANDA UMA LUZ. AHHH
- Então, filha. Daqui a duas semanas a gente tá indo para lá.
- WTF? - Meu mundo desabou em 3 segundos. Tem que existir uma música assim, e essa seria a minha música. (eu sei que isso é o fim do mundo o.O) - VOCÊ TÁ BRINCANDO NÉ?
- Filha, vai ser melhor.. - Eu me levantei, e sem querer derrubei a tigela no chão na pressa. Ela se partiu em pedaços, assim como eu me sentia (ui)
- VAI SER MELHOR PRA VOCÊ! EU NÃO VOU. SE QUER IR, VAI SOZINHO. VOCÊ SÓ FAZ ISSO PORQUE VOCÊ NÃO APROVA O , EU SEI DISSO, E VOCÊ QUER ME VER LONGE DELE. EU TE ODEIO. - E bati a porta da casa. Não me preocupei em pegar chave, bolsa, casaco nem nada. Só estava com meu celular no bolso, e com um rosto bem vermelho e melado de lágrimas. Corri, até o primeiro lugar que me veio na cabeça.

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Jonas, voltais a narrar, perfeição (hm?)

Ouviu alguém bater na porta, e fui atender. Quando cheguei, o já havia atendido, e eu só podia ver que ele estava abraçado na , e ela com o rosto escondido no peito dele. Desci correndo as escadas, e ela assim que me viu, pulou para o meu abraço, continuando chorando. Levei ela até o sofá, com o atrás, e o chegou um pouco depois. Ela se acalmou, e dai me contou sobre toda a história de se mudar.
- Eu.. Não.. Vou.. - Em meios de soluços, foi o que ela disse.
- Calma , fica calma. A gente vai dar um jeito em tudo, ok? - Ela fez que sim com a cabeça, e voltou a deitar com ela no meu peito, descançando um pouco. Meus irmãos ficaram parados, sem saber o que fazer. Quando ela já estava mais calma, convidamos ela para ouvir a gente tocar um pouco.
Tocamos as músicas de sempre, e ela se mostrou animada. Parecia que tinha esquecido um pouco do assunto, e se mostrava empolgada a cada final de música. Depois que terminamos de tocar, meus irmão subiram para ver se o Frankie estava bem e pah, e eu sentei com ela no sofá.
- Sabe, .. eu que escolhi a música What I Go to School For. - Ela passou os braços pelo meu pescoço, e me deu um lindo sorriso - Eu escolhi pensando em você. (n/a: OOOOOOOOIHN *-*)
Ela deu uma risada nervosa, se aproximou bem devagar da minha orelha e sussurou um obrigada. Em seguida, deu uma mordida na minha orelha, me abraçando mais forte ainda. Eu somente sorri, e só sei que de repente me vi envolvendo meus braço na cintura dela e beijando ternamente aqueles doces lábios.
Ela passou o resto da tarde conosco (n/a: e semnosco? duh ¬¬), e minha mãe convidou-a para jantar. Ela comeu, e amou a comida da minha mãe, chegou até a repetir, o que era um milagre para ela.
- Agora eu entendo porque o é tão gordinho.. - Ela disse, quando todos tinham acabado de jantar, rindo. - Não tem como resistir mesmo a comida dessa mamãe, né?
Todos riram, e eu fiquei vermelho.
- Mas , ele não é gordo. - Denise disse, sorrindo para ela.
- Ahh, é siim. Olha essa pança aqui, mó gordurosa - E deu uma batidinha na minha barriga (n/a: viajei agora ._.)
- HSIAUHSIUAHSIA - O Frankei teve um acesso de risadas, e o começou a imitar um obeso andando feliz. Depois do momento vamos-tirar-sarro-do-, todos se levantaram da mesa, e como já eram 11 horas (apesar de amanhã ser domingo), eles foram para seus quartos. Eu convidei a para dormir ali, sabendo que ela não ia querer voltar para casa e ter que encarar o pai.
Dei uma camiseta minha e uma bermuda solta minha para ela dormir, e ela não reclamou. Somente riu ao ver que a bermuda não parava na cintura dela, então ela acabou dormindo com uma samba-canção minha. (n/a: ui)

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Ela dormiu na minha cama (mas não pensa merda, eu tenho anel e mantenho palavra, ok? ¬¬), e no dia seguinte nós dois acordamos com um grito e um murro na porta do Frankie. Eu levantei correndo, enquanto ela ainda se espreguiçava e levantava, e abri a porta. No momento seguinte, Franki já olhava para mim com uma cara assustada, e falava:
- , POR QUE ELA DORMIU COM ROUPAS SUAS? - Ele gritava, desesperado.
- Calma, Frankie. É que eu não trouxe roupa pra dormir, lindinho. Agora eu quero um beijinho de bom dia do meu homemzinho. - Ela disse, abrindo os braços e se agachando pra ficar na altura dela.
- Atá, é que eu vi num filme que só pessoas casadas podem dormir com a roupa do outro. - E foi correndo feito um pinguim até a , que começou a rir descontroladamente. (n/a: viajei ._. -3-) Depois de soltar ela, ele pegou o travesseiro e tacou na cara do .
- , O QUE VOCÊ TÁ ESPERANDO? - Ele disse, fazendo biquinho. A pegou ele no colo, e perguntou o porque que ele tava assim. - Ah, é porque o ficou de me levar no parque, e fica ai se enrolando.
- Ahh, dsclps, Frankie. - Eu levei a mão no cabelo, e a riu. - Eu vou me arrumar e já to indo, ok? Vai se preparando.
Nisso, ele desceu as escadas correndo e cantando crazy frog (HSUIAHISUAH), e eu fechei a porta.
- Bom dia. - Ela disse, sorrindo e me dando um selinho.
- Bom dia. Dormiu bem? - Ela fez que sim com a cabeça, e eu peguei a mão dela. - Então, eu tenho que levar o Frankie no parque. Você pode esperar aqui, se quiser.
- Ahh, mas eu queria ir junto. - Oiiihn, que fofa. , que gay ._. (n/a: Só pra deixar claro, ele que pensa isso. nunca duvidaria da masculinidade de um Jonas, :B)
- Ah, se você quer, pode vir então. Mas é bem chato. - Eu acrescentei.
- Ah, eu faço se tornar divertido. - Ficamos meia hora rindo da cara de safadjênha dela, e depois de prontos (ela se arrumou no banheiro e eu no quarto, como você malicia tudo, creusa) descemos as escadas. Comemos rápido, e saímos com o Frankie. Ele ia correndo na frente (mas pouco na frente), e eu e a íamos atrás de mãos dadas.
Quando chegamos no parque, ele foi brincar no parquinho (que só tinha meninas, e ele se deu bem *-*), enquanto eu e a sentamos em baixo de uma árvore, numa sombra. (sempre é assim .-.) O Frankie ficou brincandinho, e nós conversamos, até que passou o carinha do sorvete. A levantou, comprou dois sorvetes. Deu um pro Frankie, que ficou todo metido porque ele tinha um sorvete, haha, e dividiu o outro comigo. :9
Depois, passamos um tempo lá, sendo constantemente interrompidos pelo Frankie, que vinha correndo falar algo inútil. Ele estava visivelmente se divertindo muito. Então, a colocou a mão no bolso da minha calça (ui), e sentiu algo. (n/a: sempre é assim). Ela puxou, sorrindo, e eu sorri também. Quando ela viu, era uma caixinha pequena e típica de um porta-anel. Eu peguei da mão dela e abri. Dentro, tinha uma só aliança, daquelas de compromisso, sabe? Eu segurei a mão dela, e coloquei a aliança no dedo dela.
- Caso você viaje, eu quero que você lembre de mim. - Ela me abraçou. - Mas na verdade, eu quero é deixar bem claro pra você que eu te amo, .
Ela riu mais ainda, e me apertou contra ela.
- Eu também te amo.
Ficamos ali, deitados na grama, enquanto o Frankie terminava de brincar. Eu brincava com os cachos dela, e acariciava o rosto dela, enquanto ela envolvia suas mãos no meu braço (oi, ficou confuso) . Depois, chamamos o Frankie e voltamos para casa.

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A passou a tarde lá em casa, mas nada de mais aconteceu. Ela conversou com a minha mãe, ajudou o Frankie folgado na lição e jogou Guitar Hero com nós três. Mas, diferente de todas as outras fics, ela perdeu. HAHA! (6) Estávamos morrendo de rir, quando toca o celphone dela.
- Alô? - Ela disse com a voz meiga dela *-*
-- ? Aonde você está?
- Aff Jensen, que foi agora?
-- Seu pai está preocupado com você, e..
- Problema dele, eu não quero falar com ele agora.
-- Sério , vai para casa.
- Para de tentar mandar em mim.
-- , ele tá desesperado atrás de você
- PROBLEMA DELE, eu to bem aqui.
-- Se você não for para casa agora, eu vou ai te arrancar da casa do .
- AFF JENSEN, QUE FOI? VAI ME OBRIGAR AGORA?
-- Vou.
- Sério, se toca. Te odeio.
E desligou na cara dele. Ela se levantou do sofá, deu um beijo no Kevin e no Joe, e me puxou pela mão. Eu levei ela até a porta e dei um selinho demorado nela, e ela deu um sorriso.
- Qualquer coisa tô aqui, tá bem? - Eu disse, quando ela saiu.
- Eu sei que sempre posso contar com você.
Dizendo isso, ela saiu e atravessou a rua. Seguiu em direção a casa dela, e me deixou lá, sem saber o que esperar. Ela realmente iria me abandonar?

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Depois que ela foi embora, eu fui para o meu quarto, e deitei na cama com intúito de fazer meu soninho da belez.. brincadeira, meu soninho das 15 prás 7 *-* Dai, eu tava mó babando no meu travesseiro macilzinh e gostoso, sonhando com aquela perfeição (que era minha, já te contei?) quando ouço a porta do quarto bater com tudo e tacar uma luz forte no meu rosto.
- DEELS, OS ALIENÍGINAS VIERAM ME PEGAR. - Eu levantei e me escondi atrás da cadeira, encolhido, até que sinto o me puxar e começar a gritar um monte, pulando feito um retardado.
Logo atrás dele, vinha o , mais saltitante com um papel na mão.
- PÔ, PAROU AI COM AS CRISES DE GAYZICE, NÉ? - Eu disse, irritado. Eles pararam de pular, olharam para baixo como se pedissem desculpa. Vai falar, eu sou o cara (; Então, o me estendeu uma carta, e eu li ela.
- AAAAAH, ELES QUEREM QUE A GENTE SE APRESENTE PRA ELES! - Eu falei, e começei a pular que nem um retardado. Eles me fuzilaram com o olhar, e depois se juntaram a mim nos pulinhos gays. HSIUAHSAIUHSA, devia ter filmado e feito leilão na internet. (n/a:eu compro, oi *-*)
- HAHAHA, A UNIVERSAL QUER SER NOSSA PRODUTOOORA - Eles gritavam. (é esse o nome da gravadora? se não for, agora é)
- ÉE, A GENTE É O MÁAAAAAAXIMO, HAHAHAHA - O falava - VAMOS SER FAMOSOS.
Nisso, nós paramos de pular, e eu disse:
- Não, , a gente não sabe. Vamos ver como tudo rola, maas.. - Eu voltei a pular - ELES QUEREM A GENTEE.
Depois de muitos pulos, com direito a compania do Frankie mais tarde, nós descemos e jantamos. A comida estava muito boa, e nossos pais estavam super orgulhosos. Fizemos uma mini-festa-familiar, e ficamos acordados até uma da manhã, quando a mamy mandou a gente ir dormir. Eu fiquei pensando, imaginando, re-lembrando o tanto que a gente se esforçou para chegar ali. Dormi com um sorriso bobo no rosto, e senti que nada podia me derrubar. Estava tão enganado ._.'

--

HAHAHA, nem estava. Foi só pra dar um toque teatral. Então, eu levantei e me arrumei correndo, e fui pra escola. Quando cheguei lá, a já estava lá, mas quando eu ia dar oi e falar com ela, o sinal bateu. Ela me deu um beijo estalado na bochecha, e foi se sentar com a e a . Eu sentei por ali mesmo, e fiquei brisando a aula inteira.
Quando o sinal bateu, eu vi que ela estava conversando com o Denny. Talvez, eu não tenha te enganado não ¬¬
- E ai, amor, tudo bem? - Eu cheguei, olhando feio pro Denny e abraçando ela. Ela automáticamente pois a mão no meu pescoço, ainda olhando pro Denny.
- Tudo sim, fofo *-*
- O que ele quer? ¬¬ - Eu disse, irritado. Ele pegou os livros dele, e disse:
- Nada, não é porque ela é sua que eu não posso falar com ela.
- Aff, cai fora Denny - Ela respondeu, irritada, e se virou para mim. - Tenho uma boa notícia.
Os olhos dela brilhavam, ela estava tão lindinha, queria agarrar ela ali mesmo :B
- Contaa. - Eu disse, colando minha testa na dela. Nisso, a professora de matemática (sim, a gente só tem matemática nessa escola, ok? u.u) entrou e cortou o clima perfeito. Ela deu um beijo na ponta do meu nariz e se sentou. Considerei aquilo como algo do tipo: "Depois te conto". Me sentei na única carteira que tinha sobrado, por coincidencia (ou nao, já que isso não existe) do lado do Denny.
Quando acabou a aula, logo em seguida teve a próxima. Somente no intervalo pro almoço eu pude ouvir a notícia que ela estava tão animada para me contar.
- Eu não vou mais me mudaar! - Ela cantou no meu ouvido, e eu dei um beijo rápido nela. - Só que meu pai vai. Ele me deu como presente de 15 anos a casa! LOCO, NÉ? Mas com a condição que a minha mãe volta a morar lá, comigo. Dai, ele vai para o Texas mesmo. Legal, não?
- Ahh, minha princesinha vai ficar comigo. - Eu disse, todo feliz. - Mas tipo, sua mãe não é mais brava que ele, é?
Não posso negar que fiquei com medo. Vai que ela seja daquelas que fica em cima da filha o tempo todo e não deixa ela me ver mais? :x
- Nãao, ela é bem mais susse que meu pai. - Ela riu, vendo a minha preocupação. - Mas eu não vou te devolver o anel, que tal?
- Não é pra devolver mesmo. Ele ficou perfeito em você.
- Oiihn, seu gordinh fofo.
(momento melação off)
Bom, vamos acelerar as coisas. Na sexta-feira, quando saímos do refeitório, fomos abordados com vários estudantes distribuindo panfletos do Baile de Verão da escola. (n/a: panfletos? Baile de VERÃO? Vamos falar Baile do Final do Ano o.O) Eu li, e vi que começavam hoje a votação para o casal do ano (como é o nome? *-*'), o baile iria ocorrer no próximo fim de semana, e como uma desculpa para demorar mais um pouco do lado de fora da sala, eu e a fomos até a mesinha onde estava o lugar para as inscrições.
Obviamente, eu votei na e como não sabia em quem votar para menino, deixei em branco. Mentira, eu votei no , pra zoar com ele, SHUIAHSIAUHSIA. Ok, a não me disse em quem votou, quando eu perguntei ela só me deu um selinho, e eu começei a brisar, e o assunto ficou nisso. Bom, eu estava saindo abraçado com ela, quando o Denny abordou ela ¬¬
- , já te convidaram para ir no baile? - Ele perguntou. HELLO, DUDE, EU ESTOU AQUI.
- Ahmm.. - Ela disse, mas eu interrompi e disse:
- , vai no baile comigo? - Como se eu precisasse convidar ela, era ÓBVIO QUE ELA IA COMIGO, CAI FORA SEU DENNY DESGRAÇADO.
- Claro, amor. - E ele saiu dali com cara de derrotado. I'm sorry, you lose, I win. Bom, depois disso eu parei, e a gente teve duas tediosas aulas de química. Saímos da escola, eu dei um tchau para a e segui pra minha casa. Ela também foi para casa dela, e durante toda a tarde, eu fiquei sem ver ela. Eu e meus irmãos ficamos ensaiando o tempo todo, estávamos trabalhando muito sério, afinal, queríamos surpreender os produtores da gravadora. Era nossa única e maior chance, entãoo..
Bom, depois de uma tarde de imenso trabalho e diversão (afinal, é divertido tocar, admito.), eu resolvi sair e ir até a frente da casa da . Queria convidar ela para sair, comer um sorvete. Quando cheguei na frente da casa dela, senti uma apunhalada pelas costas. É, eu realmente tinha me enganado.

--

Você narra

Depois de sair da escola, eu fui para casa, pensando em que vestido eu ia usar. Chamei a e a para ir no shopping comigo, e nós fomos. Quando estávamos na loja de vestidos e eu estava exprimentando, elas começaram a falar apressadamente algo baixo, tentando me avisar algo, mas eu não ouvi. Entrei direto no vestiário e exprimentei o vestido roxo que eu tinha achado lindo.
Arrumei ele no meu corpo, e vi que ele caiu perfeitamente sobre mim. Abri a porta, para mostrar para as duas e ver se elas gostavam, e quando eu sai, elas ficaram de boca aberta. Eu pensei que era porque ele tinha ficado bonito, mas na verdade era outra coisa. Quando eu sai do vestiário, eu só ouvi uma voz próxima a mim falar:
- , você está.. linda. - Era o Jensen.
- O quê você faz numa loja de vestidos? - Ahahaha, agora é a hora que ele me revela que é gay ou que me seguiu, ._.
- Estou com a minha irmã..
- Ahh, a Nabile (?) está ai? Faz tempo que eu não vejo ela. - Mudei de assunto rapidamente. Queria me livrar dele rápidamente.
- É, ela está vendo um vestido, e eu trouxe ela.. - Então, a porta do vestiário ao meu lado abriu, e a irmão do Jensen saiu. Ela deu um sorriso, me deu um beijo na bochecha, e falou que ia pagar.
- Te espero lá na frente, tá bem? - Ela disse para o Jensen. - Ah, a propósito, a é bem bonita mesmo, mano.
Eu fiquei parada olhando, com cara de nojo para ele.
- Hum.. Eu posso te dar esse vestido? - Ele disse. WHAT?
- Não, meu pai vai me dar. - Eu respondi bem seca, e puxei a e a para dentro do vestiário rápido. Coloquei a minha roupa rápido, e elas não tinham escolhido o vestido ainda. - Vamos sair já dessa loja, depois a gente volta aqui. Aff, eu odeio ele ¬¬
- Ok, . Não fica assim, vamos. - As duas falaram, me puxando para fora. Pagamos, e não demos de cara com o Jensen. Então, resolvemos dar uma volta no shopping e comprar o vestido delas. Sim, a gente é confusa @_@
A escolheu um vestido azul escuro muito lindo, bem decotado e que ficou perfeito nela também. A foi para o verde de novo, que era a cor favorita dela. Ficou diferente, e bem estiloso, eu amei *-* Então, depois das compras o meu motorista deixou elas em casa, e me levou para a minha. Eu pedi para ele levar o vestido para o meu quarto com cuidado, que eu ia ver o correio (o.o).
Desci do carro, e fui pela parte de fora da casa chegar o correio. Abri o portão, e quando estava entrando, senti uma mão segurar firmemente meu braço e me puxar para mais perto dele. Rapidamente, a pessoa colou nossos lábios e começou a me beijar. Percebi que era o Jensen, e começei a socar as costas dele, até ele me soltar.
Quando ele me soltou, eu tinha os olhos vermelhos, e olhei para o outro lado da rua tendo tempo de somente ver um cabelo conhecido que eu tanto amava sumir para dentro do táxi. Virei furiosa para o Jensen, e começei a xingar ele de todos os palavrões e palavras de baixo calão que eu conhecia.
- SEU DESGRAÇADO. CONSEGUIU ARRUINAR MINHA VIDA! NUNCA MAIS MOSTRE SUA CARA POR AQUI! - E dei um tapa na cara dele, entrando chorando e correndo em casa.

--

Sentei no meu quarto, ainda soluçando, e disquei desesperada o número do . Ele com certeza ia me entender.
- ? - Eu disse, desesperada quando ele me atendeu e contendo o choro
-- Como você tem coragem de me ligar logo depois de beijar ele?
- , eu não queria..
-- É sempre assim, você nunca queria. Eu cansei, você é só mais uma, igual ou pior que todas as outras.
- Quê?
-- Não duvido nada que você não tenha me traído desde o começo. Afinal, o Denny tinha razão. Você não é menina de um homem só, e por isso nunca mais eu vou ser um dos seus.
- ..
-- Não fala nada, ok? Já deu pra entender o que eu quis dizer.
- Mas eu juro, ..
-- Você quer que eu acredite? Sabe, , tá ficando difícil te dar "oi" sem poder confiar em você.
E ele desligou o celular na minha cara. Eu somentei deitei na minha cama e começei a chorar. Depois, eu levantei, derrubei todos os retratos que tinha dele, apaguei e rasguei todas as fotos dele e para finalizar, taquei o anel dele pela janela, no meu jardim.
Sentei, desesperada, na minha escrivaninha e começei a escrever. Se era assim que ele queria, era assim que ia ser. Afinal, todos tinham razão. No final, ele seria somente mais um a me desapontar, como todos os outros.

--

Narra.

Eu estava acabado. Não queria ter que acabar com ela, mas no momento que ela me traiu, se tornou claro para mim que era demais. Eu tentava desesperadamente tirá-la da minha cabeça, mas tudo somente piorava. A gente começou a gravar um disco, chamado It's About Time, e eu tentava me concentrar somente na música.
Pra minha felicidade (ou na verdade, infelicidade) ela não foi a semana inteira depois do nosso rompimento para a aula, somente sexta. Sexta-feira, segunda aula, ela entrou na sala. Abriu a porta, depois de bater, e usava um óculos escuro grande e retrô, e estava mais magra ainda. Usava uma calça jeans e um moletom cinza que nunca tinha visto.
- , você sabe que não pode entrar.. - O professor começou
- Por favor? - Ela disse. Sua voz tinha choro, e não foi só isso que assustou todos. Ela tinha pedido por favor para um professor, e ainda era para ficar na sala de aula. Pois é, meus amigos, a vida é uma caixinha de surpresas.
- Ok, sente-se rápido. - O professor também parecia chocado. Ela se sentou na mesa mais próxima da porta, longe de todo mundo. Prestou atenção na aula, ou fingiu que fazia isso, e não falou com ninguém. Eu não pude deixar de lançar um olhar para ela de vez em quando, mas esse nunca foi retribuido por ela.
Quando faltavam cinco minutos para bater o sinal do intervalo, ela se levantou, atravesou a sala inteira e parou a duas carteiras de distância da minha. Caiam lágrimas do seus olhos, mas dava para ver somente as lágrimas que iam além da bochecha dela. Isso doeu em mim. Ela me encarou, amassou um papel e tacou no meu colo.
- Já que você não entende nada além de música, eu fiz o favor de te escrever uma música.
E falando isso, pediu desculpas ao professor e saiu correndo. O sinal bateu, e eu fiquei sentado lá, sem saber o que fazer. Peguei o papel amassado, estendi. Depois de ler, guardei na minha mochila e fui para casa. Não ia aguentar ter aula depois daquilo.
Depois do almoço, eu sai de casa. Fui dar uma esfriada na cabeça, tomar um sorvete e essas coisas. Mais tarde, quando voltei em casa, me deparei com a com a cabeça encostada no peito do , falando algo para ele. Ele somente acariciou a cabeça dela e deu um beijo na testa dela. Nesse momento, gritei enfurecido:
- JURAVA QUE VOCÊ NÃO TERIA A AUDÁCIA DE PEGAR MEU IRMÃO DEPOIS DE MIM.
Subi correndo as escadas e me tranquei no quarto, sem poder conter as lágrimas.

--

Não mostrei a carta para ninguém, e nem tornei a ler ela. Mas a letra não saia da minha cabeça, e eu imaginava o tempo todo um solo de piano, um solo de violão, e me pegava cantando e compondo ela cada vez.
No dia do baile, meus irmãos me convenceram a ir. Cheguei lá, cumprimentei e tentei relaxar. Impossível, ela já estava lá e nem olhava na minha cara. Pelo contrário, me evitava e estava tão alegre, tão sorridente. Conversava abraçada num menino, de lado, e eles riam sem parar. Senti o sentar do meu lado, e falar:
- Você não quis acreditar nela, agora não adianta ficar babando nela. - Ele disse com um tom grosso.
- O quê, está bravo comigo? - Perguntei, sem entender.
- Muito. Eu jurava que você nunca faria isso com ela. - Ele se levantou e saiu da mesa.
Maravilha, todos estavam bravos comigo. Até o Frankie, que ficou triste quando eu contei que ela não retornaria a nossa casa mais. Ele chorou, e bateu em mim até o segurar ele e acalmá-lo. Depois de me falar que me odiava, ele se trancou no quarto dele.
Quando o baile já estava na metade, ouvi o organizador anunciar que estava na hora de declarar a princesa e o seu príncipe da festa. Ele fez uma pausa, e eu pude ouvir os cochichos das garotas, desesperadas para serem escolhidas. Então, depois de um tempo, ele anunciou para todos.
- e ! - E isso se seguiu de uma grande salva de palmas, gritos e assobios, e muitas vaias das garotas com cara de desapontamento. Me levantei, pelo meu orgulho, e subi no palco. Logo em seguida, a subiu no palco e me olhou com um profundo olhar de desprezo. Eu fiquei no fundo, e ela em frente ao micro-fone. Entregaram a tiara de plástico a ela, e ela ficou olhando. As pessoas ficavam anciosas, pedindo discurso, e eu sentia ela ficar nervosa. Então, do nada, ela somente disse:
- Ah, quer saber? Que se ferre. Não vou agradecer ninguém, sabe por quê? PORQUE EU VENCI! - Colocou a tiara em cima da cabeça, completando o penteado, levantou os braços pra cima e gritou. Seria ridículo, se fosse outra menina, mas ela era a e todos sempre iam idolatrar o que ela fazia. - Então, quem me ajuda a descer?
Depois de perguntar, milhares de braços de meninos se estenderam e dois sortudos puderam ajudar ela a descer do palco. Eu desci, de cabeça baixa, e fui para casa. Só tive tempo de olhar para o fundo do salão e ver ela se abraçando no .

--

narra.

- Parabéens, minha pequeena! - Eu disse, abraçando ela.
- Brigaada, querido. - E ela parou de sorrir. Eu sabia que ela estava somente fingindo.
- , tudo bem?
- Ai, , você sabe que não. - Ela fez uma pausa. - Eu ainda amo ele, sério. E dai, ele ainda falou que eu estava pegando você, sem nem saber que eu estava lá porque tinha ido pedir consolo, já que você é o único que não me abandonou. A e a não ajudam muito com comentários do estilo: "Pega o Jensen de uma vez", sabe?
- Calma, vai tudo ficar bem.
- Tomara, , tomara.
E nisso, ela tentou curtir o resto da festa, e eu tentei ajudar. Apesar dos sorrisos, das risadas e das fotos, eu sei que era tudo mentira. Por dentro, ela ainda estava muito triste.

--

Você narra

Quando a festa estava chegando ao fim, eu fui embora. Me despedi das minhas amigas, dos meninos e do , que fora super fofo comigo, e fui pra casa. Chegando lá, tomei um longo banho, tirei a maquiagem e dormi. O resto do final de semana, fiquei trancada em casa assistindo filmes toscos e comendo pipoca, sem querer acreditar que tudo aquilo realmente tinha acontecido. Meu pai havia viajado para o Texas já, mas eu acabei não levando ele no aeroporto. Minha mãe estava morando na casa agora, mas passou o fim de semana inteiro trabalhando. Era por isso que meu pai não tinha aprovado 100% a idéia de eu ficar com ela, mas eu achava melhor assim.
Segunda custou a chegar, mas eu nem sei se queria mesmo que ela viesse. Levantei, coloquei uma saia rosa e uma blusa roxa clara, e fui para a escola. Cheguei lá, conversei desanimadamente com a (afinal, para ela e para a eu não precisava fingir estar bem.) e as aulas passaram rápido. Quando bateu o sinal para o refeitório, eu me apressei porque queria me sentar com o .
Peguei uma bandeja, coloquei um pingo de comida e fui em direção a mesa dos Jonas, já que o não estava lá ainda. Quando cheguei lá, senti a mão de alguém no meu ombro. Me virei, e dei de cara com ele. Deixei minha bandeja cair sobre a mesa, e sai correndo de lá.
Fui para o primeiro lugar vazio que me ocorreu pela cabeça, e acabei indo na sala onde começei a conhecer o . Sentei na carteira da primeira fileira, igual da última vez, e deixei minha cabeça pender sobre o meu pescoço e as lágrimas cairem. Então, ouvi a porta abrir mas não levantei a cabeça. Ouvi um violão começar um dedilhado, e a voz de quem eu menos queria ver, cantar.

You just don't know it
It's getting hard to say hello
You just don't know it
I'm on the edge of crossing the line
I don't want to blow it, or show it
Before you know you're mine
You just don't know it

Oh, you won't see me break
Won't make that mistake
Oh no
I'll just walk away
There too much at stake right now
I go on and on
Singing this song about you
And that's what's wrong with this song

Can you feel it?
In the way I look at you Girl, can you hear it?
I'm crying out inside
I don't want to see you
Be near you
You're a million miles too close

Oh, you won't see me break
Won't make that mistake
Oh no
I'll just walk away
There too much at stake right now
I go on and on
Singing this song about you
And that's what's wrong with this song

You don't know the way I feel
So I'll stay alone

Oh, you won't see me break
Won't make that mistake
Oh no
I'll just walk away
There too much at stake right now
I go on and on
Singing this song about you
And that's what's wrong with this song

- Espero que você não se importe. Eu modifiquei um pouco a letra. - disse, deixando o violão de lado e se aproximando da garota. - Você tem talento, sabia?
não levantou a cabeça, nem falou nada, somente ficou paralizada.
- Me desculpa? Por favor? Eu não consigo de tirar da minha cabeça, a sua música também.
- A parte que fala I go on and on, Singing this song about you, And that's what's wrong with this song, é verdade? - Ela finalmente falou.
- Sim.
Ela ergueu a cabeça, e sentiu ele perto demais. Com cuidado, ele puxou ela para perto dele, e ainda segurando a cabeça dela, deu um beijo calmo nela. Ela abraçou a nuca dele, e subiu a mão para o cabelo dele, puxando de leve. Depois do selinho demorado, que não se tornara num real beijo, ela soltou dele.
- E ai, promete não me esquecer quando tiver as fãs sobre seus pés?
- Hey, quem te dis..
- Sabe, continuar amiga dos seus irmãos teve sua vantagem.. - Ela sorriu para ele.
- Não era justo, eu queria te contar!
- Tarde demais, Jonas. Eu sei tudo sobre o seu CD - E mostrou a língua para ele, brincando.
- Então sabe que essa música vai estar nele, né?
- Sei.
- E sabe que você sempre vai estar no meu coração? - Ele disse, pondo a mão no bolso e pegando o mesmo anel que ela havia tacado pela janela do seu quarto. O anel do parque.
- Mas..
- Um Jonas consegue tudo. E ai, sabe disso? - Ele sussurou na orelha dela.
- Claro que sei. - E abraçou ele novamente.

--

narrando

Eles não brigaram por 17 anos. All was well.
BRINCANDOO, homenagem ao Harry Potter, que eu amo.
Então, essa foi a história de como a música You Just Don't Know It surgiu. Ninguém sabe, é um segredo. E você vai continuar mantendo ele em segredo, ou não. Tanto faz.
Eu e a ? Bem, nós brigamos. É, a gente rompeu, e faz um ano que eu estou sem ela. Atualmente, a gente é super famoso, em todos os lugares nos conhecem, e ela seguiu com a vida. Ela faz uma falta que você nem imagina. Foi difícil, e se quer saber, ainda é. Eu nunca irei esquecer ela.
DUUUH, brincadeira de novo. Agora, com licença, o nosso show vai começar.

Terceira Pessoa.

correu, pegou sua guitarra e parou na frente de uma garota da sua idade, um pouco mais baixa que ele, para ela dar um nó na gravata dele. Ela fez aquilo com prática, e arrumou o colarinho da camiseta dele. Ele deu um selinho nela e ela falou:
- Vamos, você vai se atrasar!
Ele correu, entrando no palco.
- BOA SOORTE - Ela não se conteve e gritou. Ele puxou o microfone, e disse:
- Sempre terei sorte, pois você está do meu lado, .
Se virou para frente e começou a tocar e arrasar. Ou seja, ele começou a fazer o que um Jonas tem que fazer, e vamos combinar, faz bem até demais.

Fim.





Acabou!
Eu mudei o fim, ele estava triste, porque acho que o povo aqui não ia gostar. Espero que tenham gostadoo :x

Agradecimentos: A Giu, que me apresentou ao magnífico mundo das fics e que leu, comentou, riu e apontou os erros sem medo de ser espancada além do apoio moral, cansei.
A Bruh, a Flah, a Náh, a Anne, a Jenny, a Vanessa e todas as leitoras lindas.maravilhosas.hot's.perfeitas que leram e postaram lá no tópico!
Ao papai que brigou muito comigo pelo tempo gasto no pc, e a mamãe também.
Ao Jensen Ankles por existir, e ser assim, aquele³ garoto hot :9
Aos Jonas por serem essas perfeições supremas -parei


Não ficarão livre de mim por muito tempo! Rockstar vem ai.
A nova fic da Mah.
Vote 23,
É Marina outra vez!


Você sabe que me ama,
xoxo, Mah G.
Deu. o.o

:*

Tópico

Escrevi para a Giu. (;





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