
QUAIS OS SERES MITOLÓGICOS MAIS DIFUNDIDOS MUNDIALMENTE?
Alguns mitos podem ser considerados como universais ou mundiais por serem tão difundidos em tantas culturas e terem as mais diversas origens de acordo com a região. O Lobisomem, por exemplo, se acredita que tenha as origens da idade media, mas se conhece também uma origem aqui no Brasil. Os vampiros mesmo possuem inumeros contos que falam como surgiram.
Esses mitos possuem uma força tão grande no imaginário popular hoje que muitas pessoas realmente chegam a acreditarem neles. Pode até ser que exista alguma verdade entre esses mitos ou entre outros, pois como dizem: "Quem conta um conto, aumenta um ponto". Em outras palavras, os mitos podem muito bem ter se originados de fatos reais, que foram bem exagerados. E enquanto não houver alguma prova que mostre que essas estórias são verdadeira elas continuarão a serem consideras mitos.
DRÁCULA |
VAMPIROS |
LOBISOMEM |
BRUXAS |
ET'S E OVNI'S |
FRANKENSTEIN |
FANTASMAS |

DRÁCULA
A história da obra “Drácula” é uma epopéia com vampiros e lobisomens, de criaturas que estando mortas permanecem vivas. É também uma história de pessoas corajosas que se lançam à destruição de uma insólita e maléfica ameaça. Para os que não sabem ou não se lembram o grande vampiro que dá nome ao livro é morto nas últimas páginas por um professor de antropologia e filosofia especializado em doenças obscuras, chamado Abraham Van Helsing. As habilidades incomuns comumentes atribuidas ao poderoso Drácula incluem força sobre-humana, capacidade de voo ou transformação em morcegos, super-velocidade, hipnotismo, sedução sobre mulheres, imortalidade e poder matar ou transformar as vítimas de seus grandes caninos em outros vampiros menores ou em zumbis para lhe servirem.
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VAMPIRO
Os vampiros têm aparições antiquíssimas na mitologia de muitos países, como nos da Europa, na Suméria e na Mesopotâmia. Segundo a lenda, os vampiros podem controlar animais daninhos e noturnos, e podem desaparecer numa névoa.Há pelo menos 4 contos mais aceitos sobre a origem desses seres: 1ª)- Seriam os descendentes ou vítimas de Cain, o 1º assassino da história pela bíblia, ou de Judas, condenados a viver nas trevas e a se alimentar do sangue alheio por seus pecados.; 2ª)- Tudo teria começado após uma terrível batalha onde só houve nove sobreviventes. Oito aceitaram um pacto com o espectro da morte para serem imortais e o último, que negou o pacto, acabou morto pelos outros agora condenados a serem vampiros.; 3ª)- Seriam os descendentes ou vítimas da mordida do Drácula (filho do demônio se traduzido para o português).
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O VERDADEIRO DRÁCULA - Uma história real de terror
Um dia Dracula viu um homem com uma camisa suja e maltrapilha. Dracula perguntou se o homem tinha uma esposa, e o homem respondeu que sim. Dracula vê que ela é uma mulher saudável e cheia de fibra, e a chama de preguiçosa, de forma que tem ambas as mão decepadas e seu corpo empalado . Ele procurou uma nova esposa para o homem e mostrou a ela o que acontecera com sua preguiçosa predecessora como uma forma de aviso. A nova mulher definitivamente não era preguiçosa. O outro nome de Dracula , Tsepesh (ou Tepes ), significa empalador . Vlad era chamado assim por causa de sua propensão para o empalamento como uma forma de punição para seus inimigos. Empalamento era uma forma particularmente medonha de execução. A vítima era posta num cavalo e empurrada em direção a estacas polidas e untadas em óleo, de forma a NÃO causar a morte imediata. Esposas infiéis e mulheres promísqüas foram punidas por Dracula , tendo seus órgãos sexuais cortados, a pele arrancada enqüanto vivas e expondo-as em público, com suas peles penduradas próximas à seus corpos. Drácula apreciava especialmente execução em massa, onde várias vítimas eram empaladas de uma vez, e as estacas içadas. Como as vítimas se mantinham suspensas do chão, o peso de seus corpos fazia com que descessem vagarosamente pela estaca, tendo sua base lisa arrombando seus orgãos internos. Para melhor apreciar o espetáculo, Dracula rotineiramente ordenava um banquete em frente às suas vítimas, e era um prazer para ele entre os lamentáveis sinais e ruídos de suas vítimas morrendo. O atual castelo de Dracula fica ao norte da Wallachiana cidade de Tirgoviste . Vlad Tsepesh aka Dracula morreu em 1476. Algumas estórias dizem que ele morreu em uma batalha onde ele se disfarçou de turco. Como a vitória estava próxima, ele correu para o alto de um penhasco para ver tudo, mas ele foi confundido com um turco e morto por seus próprios homens. A tumba de Dracula fora aberta em 1931 mas ela estava vazia a não ser por um deteriorado esqueleto, uma coroa de ouro, uma gargantilha com a idéia de uma serpente e fragmentos de um traje em seda vermelha, com um sino costurado nela. Infelizmente todas essas coisas foram roubadas do History Museum of Bucharest (Museu Histórico de Bucharest ), onde foram depositadas.
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LOBISOMEM
Em algumas localidades diz-se que eles têm preferência por bebês não batizados. O que faz com que as famílias batizem suas crianças o mais rápido possível. No folclore medieval a aparência do Lobisomen era tida como sendo um ser de sobrolhos unidos, unhas em forma de garras, orelhas pequenas, por vezes ligeiramente pontiagudas, e mãos peludas.(forma de um lobo gigante), se desloca quer sobre as 4 patas, quer como um bípede extremamente peludo que conservava traços humanos, embora particularmente repulsivos. Em ação, rasgava as gargantas das vítimas, cuja carne devorava em seguida. O povo medieval acraditava nas histórias mais fantásticas. A lenda de Lobisomens circulavam de boca em boca. Assim , alguns afirmam que era preciso ter assinado um pacto com Satanás e ter recebido dele um vaso com unguento para untar o corpo. Para outros, a transformação realizava-se quando uma mulher tinha relações sexuais com um lobo. De fato, naquele tempo, existia a crença de que o Lobisomen podia nascer dos amores de uma mulher (uma súcubo) com lobos ou cães. As lendas afirmam que se alguém atirasse fortemente um pedaço de ferro contra um Lobisomen, a sua pele rebentava e o homem ou mulher que estivesse dentro dela, inteiramente nu, deixava o corpo. Para Lobisomens, que de alguma forma fossem invulneráveis, só podiam ser mortos sendo alvejados por uma bala feita especialmente para o caso. Essa bala tinha que ser preferivelmente de prata consagrada, obtida, por exemplo, do crucifixo de uma igreja.
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O que se dizer das bruxas? É difícil de falar algo concreto a respeito de bruxas, pois ora são vistas como pessoas em ligação com o Satanás, o Mal ou o espírito que se rebelou contra Deus e, outras tantas vezes, são apresentadas como pessoas bondosas que só querem viver em harmonia com a natureza. A visão clássica retratada elas como velhinhas horrendas em vestidos pretos com chapéus pontiagudos e montadas em vassouras à Lua Cheia que usavam seus diversos feitiços e pragas para fazer o mal. Essa noção remonta da idade media e foi muito divulgada principalmente pela “Santa Inquisição” da Igreja Católica, que torturou, queimou viva, enforcou e matou de tantas outras maneiras centenas de mulheres sob a pretexto de serem bruxas. Na Era Medieval o predominante era o fanatismo religioso e qualquer um que se assumisse ser pagão (não-cristão) corria sério risco de ser morto sob o pretexto de estar desrespeitando Deus. Agora junte a esse fanatismo a uma grande repreensão sexual e o medo de mulheres com uma sexualidade mais exarcebada e teremos centenas de mulheres mortas. Mais recentemente, porém, as bruxas ganharam uma nova roupagem e algumas pessoas já as aceitam como mulheres muito bonitas adoradoras da Deusa (religião neopagã Wicca) que vivem em completa harmonia com a natureza se usando de simpatias e poções feitas a partir de ervas e plantas, mas sem fazer mal a ninguém.
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Atualmente, toda a lista de experiências de aparições de fantasmas são atribuídas a experiências "psi" ou parapsíquicas. Fantasmas geralmente são tipicamente descritos como, meio transparentes, em forma de neblina, sombras, ou emanando uma cor prateada. Algumas vezes eles também manifestam-se visualmente de forma clara ou através de diferentes fenômenos como movimento de objetos, barulhos etc, que pressupostamente não possuem uma explicação natural. No ocidente aqueles que acreditam em fantasmas sustentam que eles são almas que não conseguiram encontrar descanso depois da morte, e consequentemente estão aprisionadas na terra. A inabilidade de encontrar descanso é geralmente explicada como algumas responsabilidades não resolvidas, como a vítima que busca justiça ou vingança depois de sua morte. Criminosos geralmente são descritos como almas penadas que querem evitar Purgatório ou o Inferno. Algumas vezes acredita-se que fantasmas residem no Limbo, uma região que de acordo com a não ortodoxa doutrina Católica, é localizado entre Céu e Inferno aonde as almas das crianças que não foram batizadas encontram-se. Nas culturas Asiáticas (como a China), muitas pessoas acreditam na reencarnação. Fantasmas são almas que recusam 'reciclar-se' porque eles tem negócios não terminados similar a crença ocidental. E dito que Exorcistas podem auxíliar um fantasma a reencarnar-se ou eliminar completamente sua existência. Nas crenças Chinesas, um fantasma além de estar desencarnado, pode também tornar-se imortal um semi-deus, ou pode ir para o inferno e sofrer pela eternidade, ou ainda pode falecer novamente e tornar-se o fantasma de um fantasma. Tanto o Ocidente como o Oriente compartilham algumas crenças fundamentais sobre fantasmas. Eles podem vagar por lugares aonde geralmente eles viviam, ou aonde eles faleceram. Tais locais geralmente são conhecidos como assombrados; e os ciclos que eles movem-se são denominados de "assombrações". Fantasmas não possuem um corpo físico como os seres humanos. Mas geralmente vestem-se com as roupas que eram vistos enquanto vivos.
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FRANKENSTEIN
Em 1818, Mary Shelley (1797-1851) publicou um conto fantástico em que um cientista, Victor Frankenstein, é tomado pela ânsia de alcançar a glória através da ciência. Em sua busca científica, desenvolve interesse pela física, pela química e, combinando ambas as formações, procura descobrir a origem do princípio vital latente em todas as coisas vivas.
Descobrir, nesse sentido, significava poder dominar tal princípio e dar-lhe uma finalidade. Para ele, tal finalidade era “banir a doença do coração humano, tornando o homem invulnerável a todas as mortes, salvo a provocada pela violência...”; assim, ele “seria o criador de uma nova espécie, seres felizes, puros...” que lhe deveriam a própria existência (SHELLEY, 2001: 41-56).
Deste modo, nasceu a tragédia neoprometéica de Victor Frankenstein. Como consideramos que a obra se desenvolve num plano de tragédia, poderemos identificar alguns pontos de “desmedidas” ou “desequilíbrios” que, com as próprias mortes física e social de Frankenstein, adquirem um sentido moral de reequilíbrio .
O MONSTRO
A terrível aparência do monstro, que não tinha nome, é descrita pelo seu criador: ele é feito de várias partes de corpos diferentes, tinha pele amarela, " quase coberto de músculo e artérias ", cabelo preto, dentes brancos e era muito feio, ele tinha um " labio enrugado, preto e largos" . Tinha característica suficientes para ser considerado um monstro. Sua aparência foi a causa de todos os problemas. As pessoas sentiam medo ao vê-lo. A incapacidade de contato pessoal e o resultado de isolamento foi que dirigiam o monstro aos seus crimes. Ele tinha tentado comunicar-se com pessoas em várias ocasiões mas sempre foi rejeitado. Como já tinha perdido as esperanças, refugiou-se numa pequena casa perto da floresta, de propriedade de um homem chamado De Lacey . Ele(o monstro), observou os moradores da casa por alguns meses, aprendendo suas linguagens e seus hábitos, no entanto, continuava se isolando devido à sua aparência física: "Eu era sozinho por não ter ninguém como eu ." Ele deseja carinho, proteção e companhia. Quando convenceu-se de que De Lacey era bondoso, decidiu tentar fazer contato com ele. A conversa com o velho é positiva, porque De Lacey era cego e portanto a aparência do monstro não podia influenciar a conversa. Porém, outro membro da família retorna de surpresa, e ao ver o monstro, o expulsa da casa. Ainda sim, ele se recusa a pensar mal da família e culpa a si mesmo por ter se mostrado. Após esse encontro, a família se foi permanentemente da casa, momento em que o monstro começa a sentir emoções negativas como ódio e vingança. Entretanto, esses sentimentos não eram em relação a família do velho, e sim em relação a seu criador. Mais tarde ele afirma que todas as mortes causadas por ele não o fizeram sentir-se melhor. Ele diz que era " escravo de um impulso que detestava, mas ainda assim não podia desobedecer" . O mostro é tomado pela fúria e pelo ódio. Quando ele percebe que sua última vítima, Victor Frankenstein, já está morto, ele sente remorso, e conclui que nunca haverá um ser humano que " me perdoaria a aparência física e me amaria pelas excelentes qualidades que eu era capaz de revelar" . Com um imenso ódio a si mesmo, ele prometeu a Walton que " reduziria a pó esse quadro miserável" de modo que as futuras gerações curiosas não criarão " outro como eu fui" .
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