| OS PROV�RBIOS POPULARES E A B�BLIA - II Por: jaime nunes mendes POVO: �Ir de Herodes a Pilatos�. B�BLIA: �E Herodes, com os seus soldados, desprezou-o e, escarnecendo dele, vestiu-o de uma roupa resplandecente e tornou a envi�-lo a Pilatos� (Lc. 23:11); POVO: "N�o devemos atirar p�rolas aos porcos�. B�BLIA: �N�o deis aos c�es as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas p�rolas, n�o aconte�a que as pisem com os p�s e, voltando-se, vos despedacem� (Mt. 7:6); POVO: �Nem s� de p�o viver� o homem�. B�BLIA: �Ele, por�m, respondendo, disse: Est� escrito: Nem s� de p�o viver� o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus� (Mt. 4:4); POVO: �Ama ao pr�ximo como a ti mesmo�. B�BLIA: �E o segundo, semelhante a este, �: Amar�s o teu pr�ximo como a ti mesmo� (Mt. 22:39). / �Porque toda a lei se cumpre numa s� palavra, nesta: Amar�s ao teu pr�ximo como a ti mesmo� (Gl. 5:14). POVO: �Atirar a primeira pedra� (condenar o outro sem olhar as suas pr�prias culpas). B�BLIA: �E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre v�s est� sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela� (Jo. 8:7); POVO: �Para Deus nada � imposs�vel�. B�BLIA: �Porque para Deus nada � imposs�vel� (Lc. 1:37); POVO: �Alfa e �mega� (designa o princ�pio e o fim das coisas). B�BLIA: �Eu sou o Alfa e o �mega, o princ�pio e o fim, diz o Senhor, que �, e que era, e que h� de vir, o Todo-Poderoso� (Ap. 1:8); POVO: �Lavar as m�os� (n�o assumir as responsabilidade). B�BLIA: �Ent�o Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando �gua, lavou as m�os diante da multid�o, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo. Considerai isso� (Mt. 27:24); POVO: �Arco da velha� ou �hist�ria do arco da velha� (hist�ria ou coisa espantosa, extraordin�ria, surpreendente, inveross�mil, absurda etc.) O arco da velha refere-se ao arco-iris que aparece na antiga hist�ria b�blica de No� e do dil�vio, e que faz parte da velha Lei ou vela Alian�a (do Velho Testamento). B�BLIA: �E disse Deus: Este � o sinal da alian�a que ponho entre mim e v�s, e entre toda a alma vivente, que est� convosco, por gera��es eternas. O meu arco tenho posto nas nuvens; este ser� por sinal da alian�a entre mim e a terra. E acontecer� que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, aparecer� o arco nas nuvens. Ent�o me lembrarei da minha alian�a, que est� entre mim e v�s, e entre toda a alma vivente de toda a carne; e as �guas n�o se tornar�o mais em dil�vio para destruir toda a carne. E estar� o arco nas nuvens, e eu o verei, para me lembrar da alian�a eterna entre Deus e toda a alma vivente de toda a carne, que est� sobre a terra. E disse Deus a No�: Este � o sinal da alian�a que tenho estabelecido entre mim e entre toda a carne, que est� sobre a terra� (Gn. 9:12-17); POVO: �P�o nosso de cada dia� - coisa habitual na vida de cada um. B�BLIA: �O p�o nosso de cada dia nos d� hoje� (Mt. 6:11); POVO: �rua da amargura� ou �arrastar para a rua da amargura� ou �levar a cruz ao calv�rio�(concluir com resigna��o uma tarefa �rdua, conseguir vencer as procelas da vida). B�BLIA: �E, levando ele �s costas a sua cruz, saiu para o lugar chamado Caveira, que em hebraico se chama G�lgota� (Jo. 19:17); POVO: �Transportar os montes�. B�BLIA: �E Jesus lhes disse: Por causa de vossa pouca f�; porque em verdade vos digo que, se tiverdes f� como um gr�o de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acol�, e h� de passar; e nada vos ser� imposs�vel� (Mt. 17:20); POVO: �Vinho bom�. B�BLIA: �E, ao terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Can� da Galil�ia; e estava ali a m�e de Jesus. E foi tamb�m convidado Jesus e os seus disc�pulos para as bodas. E, faltando vinho, a m�e de Jesus lhe disse: N�o t�m vinho. Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda n�o � chegada a minha hora. Sua m�e disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser. E estavam ali postas seis talhas de pedra, para as purifica��es dos judeus, e em cada uma cabiam dois ou tr�s almudes. Disse-lhes Jesus: Enchei de �gua essas talhas. E encheram-nas at� em cima. E disse-lhes: Tirai agora, e levai ao mestre-sala. E levaram. E, logo que o mestre-sala provou a �gua feita vinho (n�o sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a �gua), chamou o mestre-sala ao esposo, e disse-lhe: Todo o homem p�e primeiro o vinho bom e, quando j� t�m bebido bem, ent�o o inferior; mas tu guardaste at� agora o bom vinho� (Jo. 2:1-10); POVO: �Ju�zo de Salom�o� (senten�a reta e imparcial). B�BLIA: �Ent�o vieram duas mulheres prostitutas ao rei, e se puseram perante ele. E disse-lhe uma das mulheres: Ah! senhor meu, eu e esta mulher moramos numa casa; e tive um filho, estando com ela naquela casa. E sucedeu que, ao terceiro dia, depois do meu parto, teve um filho tamb�m esta mulher; est�vamos juntas; nenhum estranho estava conosco na casa; somente n�s duas naquela casa. E de noite morreu o filho desta mulher, porquanto se deitara sobre ele. E levantou-se � meia noite, e tirou o meu filho do meu lado, enquanto dormia a tua serva, e o deitou no seu seio; e a seu filho morto deitou no meu seio. E, levantando-me eu pela manh�, para dar de mamar a meu filho, eis que estava morto; mas, atentando pela manh� para ele, eis que n�o era meu filho, que eu havia tido. Ent�o disse � outra mulher: N�o, mas o vivo � meu filho, e teu filho o morto. Por�m esta disse: N�o, por certo, o morto � teu filho, e meu filho o vivo. Assim falaram perante o rei. Ent�o disse o rei: Esta diz: Este que vive � meu filho, e teu filho o morto; e esta outra diz: N�o, por certo, o morto � teu filho e meu filho o vivo. Disse mais o rei: Trazei-me uma espada. E trouxeram uma espada diante do rei. E disse o rei: Dividi em duas partes o menino vivo; e dai metade a uma, e metade a outra. Mas a mulher, cujo filho era o vivo, falou ao rei (porque as suas entranhas se lhe enterneceram por seu filho), e disse: Ah! senhor meu, dai-lhe o menino vivo, e de modo nenhum o mateis. Por�m a outra dizia: Nem teu nem meu seja; dividi-o. Ent�o respondeu o rei, e disse: Dai a esta o menino vivo, e de maneira nenhuma o mateis, porque esta � sua m�e. E todo o Israel ouviu o ju�zo que havia dado o rei, e temeu ao rei; porque viram que havia nele a sabedoria de Deus, para fazer justi�a� (I RS. 3:16-28); POVO: �N�o julgueis�. B�BLIA: �N�o julgueis, para que n�o sejais julgados� (Mt. 7:1); POVO: �F� de Abra�o�. B�BLIA: �E aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abra�o, e disse-lhe: Abra�o! E ele disse: Eis-me aqui. E disse: Toma agora o teu filho, o teu �nico filho, Isaque, a quem amas, e vai-te � terra de Mori�, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi. Ent�o falou Isaque a Abra�o seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde est� o cordeiro para o holocausto? E disse Abra�o: Deus prover� para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos. E chegaram ao lugar que Deus lhe dissera, e edificou Abra�o ali um altar e p�s em ordem a lenha, e amarrou a Isaque seu filho, e deitou-o sobre o altar em cima da lenha. E estendeu Abra�o a sua m�o, e tomou o cutelo para imolar o seu filho; mas o anjo do Senhor lhe bradou desde os c�us, e disse: Abra�o, Abra�o! E ele disse: Eis-me aqui. Ent�o disse: N�o estendas a tua m�o sobre o mo�o, e n�o lhe fa�as nada; porquanto agora sei que temes a Deus, e n�o me negaste o teu filho, o teu �nico filho� (Gn. 22:1, 2, 7-12); POVO: �Dar a face�. B�BLIA: �Eu, por�m, vos digo que n�o resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe tamb�m a outra� (Mt. 5:39); POVO: �Encomendar a alma a Deus�. B�BLIA: �E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas m�os entrego o meu esp�rito. E, havendo dito isto, expirou� (Lc. 23:46); POVO: �Arca de No� (casa com in�meros m�veis e pessoas; confus�o enorme). B�BLIA: �Ent�o disse Deus a No�: O fim de toda a carne � vindo perante a minha face; porque a terra est� cheia de viol�ncia; e eis que os desfarei com a terra. Faze para ti uma arca da madeira de gofer; far�s compartimentos na arca e a betumar�s por dentro e por fora com betume� (Gn. 6:13, 14); POVO: �Deus na frente, o mar � ch�o�. B�BLIA: �Ent�o disse o Senhor a Mois�s: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem. E tu, levanta a tua vara, e estende a tua m�o sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco. Ent�o Mois�s estendeu a sua m�o sobre o mar, e o Senhor fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as �guas foram partidas. E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as �guas foram-lhes como muro � sua direita e � sua esquerda� (�x. 14:15, 16, 21, 22); POVO: �Davi contra Golias� (luta desigual). B�blia: �Ent�o saiu do arraial dos filisteus um homem guerreiro, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis c�vados e um palmo�. / �E tomou o seu cajado na m�o, e escolheu para si cinco seixos do ribeiro, e p�-los no alforje de pastor, que trazia, a saber, no surr�o, e lan�ou m�o da sua funda; e foi aproximando-se do filisteu. O filisteu tamb�m vinha se aproximando de Davi; e o que lhe levava o escudo ia adiante dele. E, olhando o filisteu, e vendo a Davi, o desprezou, porquanto era mo�o, ruivo, e de gentil aspecto. Disse, pois, o filisteu a Davi: Sou eu algum c�o, para tu vires a mim com paus? E o filisteu pelos seus deuses amaldi�oou a Davi. Disse mais o filisteu a Davi: Vem a mim, e darei a tua carne �s aves do c�u e �s bestas do campo. Davi, por�m, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lan�a, e com escudo; por�m eu venho a ti em nome do Senhor dos Ex�rcitos, o Deus dos ex�rcitos de Israel, a quem tens afrontado. Hoje mesmo o Senhor te entregar� na minha m�o, e ferir-te-ei, e tirar-te-ei a cabe�a, e os corpos do arraial dos filisteus darei hoje mesmo �s aves do c�u e �s feras da terra; e toda a terra saber� que h� Deus em Israel; e saber� toda esta congrega��o que o Senhor salva, n�o com espada, nem com lan�a; porque do Senhor � a guerra, e ele vos entregar� na nossa m�o. E sucedeu que, levantando-se o filisteu, e indo encontrar-se com Davi, apressou-se Davi, e correu ao combate, a encontrar-se com o filisteu. E Davi p�s a m�o no alforje, e tomou dali uma pedra e com a funda lha atirou, e feriu o filisteu na testa, e a pedra se lhe encravou na testa, e caiu sobre o seu rosto em terra. Assim Davi prevaleceu contra o filisteu, com uma funda e com uma pedra, e feriu o filisteu, e o matou; sem que Davi tivesse uma espada na m�o. Por isso correu Davi, e p�s-se em p� sobre o filisteu, e tomou a sua espada, e tirou-a da bainha, e o matou, e lhe cortou com ela a cabe�a; vendo ent�o os filisteus, que o seu her�i era morto, fugiram. Ent�o os homens de Israel e Jud� se levantaram, e jubilaram, e seguiram os filisteus, at� chegar ao vale, e at� �s portas de Ecrom; e ca�ram os feridos dos filisteus pelo caminho de Saaraim at� Gate e at� Ecrom. Ent�o voltaram os filhos de Israel de perseguirem os filisteus, e despojaram os seus arraiais. E Davi tomou a cabe�a do filisteu, e a trouxe a Jerusal�m; por�m p�s as armas dele na sua tenda� (I Sm. 17:4, 40-54). ...VOLTAR |