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A a
maioria da células dispostas em cadeias, embora hajam poucas células
isoladas e pareadas. Os bacilos são grandes e Gram – positivos;
embora este esfregaço tenha sido preparado de uma cultura jovem
(18 horas), algumas células já perderam a capacidade de reter
a coloração de Gram. (Gram, 1000X).
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Este
esfregaço é de uma cultura mais velha do que a mostrada na figura
acima. Os esporos estão corados em verde e as células vegetativas
em vermelho. Alguns dos esporos ainda dentro das células, porém
outros estão livres. Observe que os corpos celulares não estão
distendidos pelos esporos. (Verde malaquita quente contracorada com
safranina.
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As colônias de Bacillus antrhacis são grandes, opacas, brancas, e têm uma
superfície rugosa e borda irregular; neste particular
assemelham-se às colônias de muitos outros Bacillus
spp.
Caracteristicamente as colônias não são hemolíticas e têm
borda ondulada, observada em algumas colônias desta figura (ága-sangue
B, 18 horas e 37ºC; luz refletida, 6X).
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Características
O Bacillus antracis é um bacilo grande, formador de esporos,
gram-positivo e que pode ser encontrado em todo o mundo. Os
esporos são muito resistentes ao calor e a dessecação e
podem sobreviver durante décadas dependendo das condições
do solo. Os animais domésticos e selvagens são infectados
através da ingestão do esporo por pastar em terra
contaminada ou comerem alimentos com o bacilo.O Homem é
infectado através da ingestão de carnes contaminadas ou por
exposição agrícola ou industrial a carcaças, pele, lã, pêlos
e ossos contaminados. Com o uso de vacinas em trabalhadores de
alto risco, como também uma vacina para animais, tem sido
notificado cerca de 1 caso de antraz por ano durante os últimos
10 anos nos E.U.A. Excepcionalmente, em outubro de 2001 já
foram informados mais de 8 casos de antraz nos Estados Unidos,
levando a crer que as infecções foram causadas
intencionalmente por bacilos manipulados geneticamente,
especulando-se até mesmo relacionar-se aos atentados
terroristas do dia 11 de setembro de 2001. A maioria dos casos
humanos naturais hoje acontecem na África e Ásia onde o uso
da vacina ainda não é tão difundido.
Em 1877, Robert Koch isolou o Bacillus
antrhacis, a bactéria que causa o antraz (carbúnculo)
em animais.
As pessoas em risco são aquelas que manejam animais, couro, lã
e outros produtos animais de certos países estrangeiros.
Os pêlos de cabra e artesanatos contendo couros animais
do Oriente médio têm sido uma fonte repetida de infecção.
Se o contato é produzido com materiais contendo
esndosporos da bactéria, estas podem penetra na pele
através de um corte ou abrasão e ali causar uma pústula
(figura abaixo).
Esta infecção pustular algumas vezes permanece localizada pela
ação das defesas do corpo, mas sempre existe risco de
septicemia. Provavelmente, a forma mais perigosa de
antraz é a pulmonar, contraída quando os esdosporos
são inalados. A doença
do separador de lã é uma forma perigosa de
pneumonia. Ela começa abruptamente com febre alta,
dificuldade de respirar e dor no peito. Esta doença
eventualmente resulta em septicemia, e a taxa de
mortalidade associada a ela é alta.
Em seres humanos, o antraz é melhor diagnosticado pelo
isolamento da bactéria. Uma série de testes
morfológicos e biológicos podem ser usados para a
identificação precisa. A penicilina é uma droga
de escolha no tratamento humano. Contudo, uma vez
que a septicemia esteja avançada,
a antibioticoterapia pode se mostrar
inefetiva, provavelmente porque as exotoxinas
permanecem apesar da morte da bactéria.
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