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Autores que foram estudados em nossas reuniões
/ Hilda Hilst / Marina Colasanti / Martha Medeiros / Elisa Lucinda / Chico Buarque de Holanda / Carlos Heitor Cony / Paulo Coelho / Ignácio de Loyola Brandão / Frei Betto / Rubem Fonseca / Gabriel García Márquez / Mário Vargas Llosa / Guimarães Rosa / Fernando Pessoa / Doris Lessing / Lima Barreto / Machado de Assis /Eça de Queirós / Graciliano Ramos / João Ubaldo Ribeiro / Deepak Chopra /
Mário Quintana / Cecília Meireles / Vinícios de Moraes / Saramago / Carlos Drummond de Andrade / Marina Colasanti e Affonso Romano de Sant'Anna / Jorge Amado  / Hilda Hilst / Edgar Allan Poe / Dostoievski / Clarice Lispector / Nélson Rodrigues / Eduardo Bruno / Antônio Cândido / Lygia Fagundes Telles / Nélida Piñon / Zuenir Ventura  / José Mindlin / Milton Hatoum / Luiz Fernando Veríssimo / Martins Fontes / Edith Pires Gonçalves Dias / Isabel Allende / Rubem Braga / Thiago de Mello / Pablo Neruda / Adélia Prado / Nílton Bonder / Moacyr Scliar, Mino Carta / Lya Luft

    ::: Reuniões

Dia: terceiras terças-feiras do mês, das 18 às 20 horas

Local: SESC/Santos

Na terceira terça-feira de cada mês, o grupo Mania de Ler reúne-se para comentar textos de autor escolhido para leitura em reunião anterior.

Esses encontros são realizados no SESC/Santos, das 18 às 20 horas.

Nessa mesma data, o SESC promove em parceria com a livraria Realejo o projeto Terceiras Terças, em que um escritor é convidado para uma palestra. Essa coincidência possibilita aos participantes do grupo Mania de Ler, caso haja interesse, estender o horário para a palestra, ampliando seu conhecimento literário, ou simplesmente pelo prazer de estar ao lado de um escritor que admira. Sendo assim, além do autor escolhido para estudo nas reuniões, faz-se também uma pesquisa sobre o escritor palestrante do SESC.

Reuniões realizadas

Autores estudados - Mania de Ler

Palestras - projeto SESC/Realejo

SESC/Santos

 

 

16 de junho de 2009

Hilda Hilst. As contribuições foram as mais variadas, avaliando a obra poética, a fase erótica com a trilogia, a linguagem sem pontuação, parágrafos e maiúsculas. Foi salientada a grande erudição e a vida avançada para a época, suas viagens e relacionamentos, que ficaram marcados na sua obra. Escreveu muitas peças para teatro e algumas de suas poesias foram musicadas por Zeca Baleiro, no CD que recebeu o nome de "Ode descontínua e remota para flauta e oboé". Assim como seu primo, o compositor José Antonio de Almeida Prado, se inspirou no seu livro de poesias "Trovas de muito amor para um amado senhor", para fazer "Canção para Soprano e Piano". Muitas poesias e trechos de alguns livros foram lidos para ilustrar o conteúdo da sua obra.

 
19 de maio de 2009

Marina Colasanti.

 
28 de abril de 2009

Martha Medeiros.

 
17 de março de 2009

Elisa Lucinda.

 
17 de fevereiro de 2009

Chico Buarque de Holanda.

 
8 de dezembro de 2008

Confraternização.

 
18 de novembro de 2008

Carlos Heitor Cony.

 
21 de outubro de 2008

Paulo Coelho, fenômeno de venda de livros no Brasil e no exterior, em confronto com a leitura de sua recente biografia – O Mago, de Fernando Morais.

Quais os motivos desta escolha? Em primeiro lugar, a busca de um diagnóstico por parte dos leitores quanto às razões de tanto sucesso. Há quem afirme, não sem algum fundamento, que, no exterior, o nível de excelência dos tradutores por si só garantiria a qualidade dos textos. O melhor, entretanto, é que possamos concluir por nós mesmos, lendo-o com a maior atenção. Principalmente pelo preconceito enfrentado pelo autor, impedido de lançar sua biografia no respeitável recinto da ABL, onde ocupa uma cadeira. (Folha de S. Paulo, 29 de maio de 2008.)

 

16 de setembro de 2008

A obra de Ignácio de Loyola Brandão foi estudada, evidenciando os aspectos de sua ironia cáustica, seu humor sutil. Os comentários foram de Zero, internacionalmente conhecido pela primeira edição na Itália, aos contos e à “profecia” desenvolvida em Não Verás País Nenhum, escrito há 25 anos, quando ainda não se falava de aquecimento global, e o face-a-face com a morte em Veia Bailarina, termo usado para um aneurisma que teve de ser corrigido cirurgicamente. Grande ser humano, grande autor, concluiu o grupo.

 

19 de agosto de 2008

Frei Betto, mineiro de Belo Horizonte, fez jornalismo, estudou antropologia, filosofia e teologia. Ganhou o Prêmio Jabuti, concedido pela Câmara Brasileira do Livro, duas vezes: em 1985, por seu livro de memórias Batismo de sangue; em 2000, com a obra coletiva Mysterium Creationes - Um olhar interdisciplinar sobre o Universo.
Além disso, em 1986, foi eleito Intelectual do Ano pelos escritores filiados à União Brasileira de Escritores, que lhe deram o prêmio Juca Pato. Recebeu ainda prêmios na área de Direitos Humanos na Europa e no Brasil. Dentre suas obras, destacam-se: Entre todos os homens, Hotel Brasil, Sinfonia universal – A cosmovisão de Teilhard de Chardin, A obra do artista – Uma  visão holística do Universo, Essa escola chamada vida (em co-autoria com Paulo Freire e Ricardo Kotscho; pela editora Ática), Batismo de sangue (Casa Amarela), Cartas da prisão (Civilização Brasileira), Mística e espiritualidade (em co-autoria com Leonardo Boff), Contraversões (co-autoria com Emir Sader).

 

15 de julho de 2008

Em julho, o grupo de leitura Mania de Ler estudou obras do autor Rubem Fonseca.

 

17 de junho de 2008

Em junho, o grupo de leitura Mania de Ler estudou obras do autor Gabriel García Márquez. Ele nasceu em Aracataca, Magdalena, em 1927, escritor colombiano, universalmente  reconhecido, jornalista, editor e ativista político que em 1982 recebeu o Nobel de Literatura. Foi responsável por criar o realismo mágico na literatura latino-americana. Em Cem Anos de Solidão, o autor situando a trama no ambiente mágico de Macondo, eleva a realidade a uma categoria onírica, nela sintetizando os mais diversos elementos: a história, a natureza, os problemas sociais e políticos, a vida cotidiana, a morte, o amor, as forças sobrenaturais, o humor, o lirismo. Da sua fusão surge um deslumbrante romance, exemplo do realismo fantástico. Com estilo irretocável, outras obras merecem destaque: Crônica de Uma Morte AnunciadaO Outono do PatriarcaO Amor nos Tempos do CóleraO General em seu LabirintoDoze Contos PeregrinosViver para Contar, Memórias de Minhas Putas Tristes.

 

20 de maio de 2008

Em maio, o grupo de leitura Mania de Ler estudou obras de Mário Vargas Llosa.

 

15 de abril de 2008

Em abril, o grupo de leitura Mania de Ler estudou obras de Guimarães Rosa.

 

20 de março de 2008

No mês de março o autor estudado foi Fernando Pessoa. Sobre a universalidade e a atualidade deste autor muito se tem dito e escrito. Sobre a heteronímia mais ainda: mistério? Mediunidade? Loucura – múltiplas personalidades? Não existe explicação simplista que possa “desmontar o segredo da mágica da heteronímia”. Para Maria Aliete Galhoz, estudiosa incansável de Fernando Pessoa, inúteis tentativas que a nada nos levam.

 

fevereiro 2008

Não houve reunião

 

janeiro 2008

Não houve reunião

 

dezembro 2007

Confraternização

 

20 de novembro de 2007

Obras da autora Doris Lessing,  Nobel de Literatura de 2007. Com certeza, inúmeras mulheres disseram, ou pensaram: “até que enfim!”, ao saberem dessa premiação.

Escritora pioneira da liberação feminina, a partir da década de 60, Lessing desatou, com sua obra literária, os primeiros nós que mantinham as mulheres inapelavelmente em segundo plano, mental e fisicamente presas a arcaicas ideologias. Abriu caminhos para a valorização feminina e continuou sempre criativa e incansável.

O Grupo de Leitura Mania de Ler, homenageia esta grande autora, renovando sua leitura e suas realizações.

Algumas obras: A Erva Canta (1950), com temas como a violência e a sujeição da mulher em um mundo machista,  O Caderno Dourado (1962), romances Children of Violence, em cinco volumes e Memoirs of a Survivor (1974).

 

16 de outubro de 2007

Em outubro, o olhar do grupo de leitura Mania de Ler se voltou para as obras de Lima Barreto.

 

18 de setembro de 2007

Em setembro, o olhar do grupo de leitura Mania de Ler se voltou para a obra de Machado de Assis: Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908), órfão, pobre, mulato e epilético, num Brasil ainda sob a nódoa da escravidão negra, conseguiu a façanha de tornar-se o escritor mais respeitado e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.

Único autor brasileiro escolhido para compor o quadro dos cem gênios da Literatura por Harold Bloom, considerado o maior crítico literário do mundo, em seu famoso livro Gênio, publicado no Brasil pela Editora Objetiva.

Machado de Assis é uma espécie de milagre, mais uma demonstração da autonomia do gênio literário, quanto a fatores como tempo, lugar, política e religião, e todo tipo de contextualização que supostamente produz a determinação dos talentos humanos. Eu já havia lido e me apaixonado por sua obra, especialmente Memórias Póstumas de Brás Cubas, antes de saber que Machado era mulato e neto de escravos...”

Este é um trecho revelador do depoimento de Bloom a respeito de nosso brilhante autor.

Leia: Um Apólogo de autoria de Machado de Assis.

 

21 de agosto de 2007

José Maria Eça de Queirós, escritor português consagrado. Sua vasta obra inclui romances, crônicas, contos. Os romances realistas mais conhecidos: O Primo Basílio, O Crime do Padre Amaro, Os Maias agradam muito ao leitor, pois desvelam uma sociedade de certa forma hipócrita, contraditória – conservadora, mas permissiva. Tem seu ponto forte na ironia e na crítica aos valores da época.

 

17 de julho de 2007

Graciliano Ramos. Um alagoano de que os brasileiros podem orgulhar-se, Graciliano Ramos nasceu em 1892. Sua obra é considerada pelos críticos como exemplo de perfeição de estilo. Caetés, São Bernardo, Vidas Secas, Angústia, dentre outros romances, retratam a severidade da terra e da vida. Escreveu também para adolescentes. Em São Bernardo, romance de 1938, cuja perfeita construção é louvada pela crítica literária, João Honório, personagem principal, em momento de crise existencial, diz:

“A culpa é desta terra agreste, que me deu uma alma agreste.” Narrado em primeira pessoa, o autor tenta justificar as ações da personagem com a influência telúrica do sertão, inóspito, difícil.

Em entrevista concedida em 1948, Graciliano exemplifica seu estilo:

“Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras de Alagoas fazem o seu ofício. Elas começam com a primeira lavada. Molham a roupa suja na beira da lagoa, ou do riacho, torcem o pano, molham novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra. Torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso, é que elas dependuram a roupa lavada na cerca, ou no varal para secar. Assim, quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso – a palavra foi feita para dizer.” Por isso a linguagem enxuta e admirável encontrada em seus textos.

 

19 de junho de 2007

João Ubaldo Ribeiro. Integrante da Academia Brasileira de Letras, romancista de inúmeros recursos e cronista aclamado, discutiram-se seus aspectos biográficos, interessantíssimos, e sua grande capacidade de narrador. Muitos dos presentes acompanham, com fidelidade, suas crônicas, cheias de humor do cotidiano.

Hermilda Hansen levou para nós uma "curiosidade" - um interessante relato sobre a vida e a obra de Catulo da Paixão Cearense (veja Curiosidades literárias).

 

15 de maio de 2007

Deepak Chopra. Não se tratando de Literatura propriamente dita, o autor desperta o interesse dos leitores pela profunda crença das possibilidades do ser humano, com portador de poderes, desconhecidos ainda pela maior parte da humanidade. Aconselha a prática da meditação como caminho para o autoconhecimento e para a obtenção da saúde física e mental.

 

17 de abril de 2007

Em abril nosso grupo concentrou sua atenção em Mário Quintana.  Assim, o resultado foi uma reunião leve e divertida, mas cheia de ternura e sentimento, como a leitura do querido poeta propicia.

Foram lidos poemas e crônicas por todos os presentes, entusiasmados com a simplicidade do fazer poético de Quintana. Comentados além disso alguns fatos de sua vida.

Ao término da reunião, cada um compôs um pequeno texto de louvação ao escritor.

Um sucesso.

 

 20 março de 2007

A obra de Cecília Meireles foi entusiasticamente comentada por todos.

Poemas e crônicas escolhidos foram lidos pelos componentes do grupo, que se emocionaram, principalmente, com a leitura de A Arte de Ser Feliz, por Vera Machado, impregnada pela sensibilidade da autora.

Neila Bittencourt, ao violão, interpretou a canção Canteiros, melodia de Fagner para o poema de Cecília, acompanhada por todos os presentes, tornados cantores nesse alegre momento.

A autora de Romanceiro da Inconfidência foi lembrada com grande reverência, neste mês dedicado à mulher, antecipando abril em que se comemora o herói máximo do movimento – Tiradentes – e o início de nossa história.

 

13 de fevereiro de 2007

Vinicius de Moraes, Poemas Para Todas as Mulheres, livro Vinicius de Moraes - Poesia completa e Prosa.

 

janeiro de 2007

Não houve reunião

 

12 de dezembro de 2006

Confraternização - Café Dona Flor.

 

21 de novembro de 2006

Posta em discussão a obra de Saramago, tivemos férteis reflexões. Recebemos de Manoel Figueiredo, em sua segunda participação, um dos trechos mais representativos da obra de Saramago, a concepção de Jesus, extraído de O Evangelho Segundo Jesus Cristo.

Seguem-se os comentários do leitor:

“Sabemos que o autor se revela em sua obra. E Saramago não é diferente. É simples como seu estilo... Sua obra espelha sua personalidade. (...) Na entrevista aparece inteiro, como escritor e ser humano. Trouxe exemplos pitorescos, revelando seu lado político, seu engajamento nos assuntos sociais, assumindo posições firmes, até radicais, sugerindo possíveis soluções dos problemas com extrema lucidez.

À questão do entrevistador: “Por que a ausência de pontuação ou quase?”- responde: “As palavras de um texto devem ser lidas em voz alta para que compreendamos melhor a frase. Estamos aqui a falar por quase duas horas e não foi necessário nenhum travessão ou ponto de interrogação, nem qualquer vírgula e nos entendemos bem.”

Em Ensaio Sobre a Cegueira, vem com esta pérola: “O caos é uma ordem que aí está para decifrar-se.”

Vemos que Saramago, segundo suas próprias palavras, não se julga um romancista: crê ser um ensaísta que não sabe escrever ensaios e escreve romances.

Concluindo seu comentário, Manoel Figueiredo, do Mania de Ler, diz:

“Creio que ficou patente minha admiração pelo que ele escreve e fala, Espero que esta quase reverência tenha sido justificado pelas qualidades e méritos enunciados. Eles já o consagraram como grande escritor de nossa língua – um dos maiores.”

 

17 de outubro de 2006

O encontro de outubro foi dedicado ao estudo e à apreciação da obra de Carlos Drummond de Andrade. Tivemos a presença da compositora Neila Bittencourt Pereira, que criou melodia para o texto A Falta Que Ama, e, com seu violão, cantou e se viu acompanhada pelos presentes, empolgados com a beleza da letra e da canção. Agradecemos sua presença, a apresentação generosa e queremos que esteja sempre conosco, assim como os novos integrantes Maria Elvira Rodrigues Pfeifer, Manoel Figueiredo e Rose Figueiredo. Muita alegria em tê-los no grupo.

A força da obra de Drummond foi marcada pelo interesse de todos os presentes, a leitura de textos selecionados.

 

19 de setembro de 2006

Estiveram em pauta Marina Colasanti e Affonso Romano de Sant’Anna – um casal extremamente  importante para a cultura de nosso país. A produção literária de ambos foi apresentada e comentada pelos presentes, com muito entusiasmo. Foram lidos poemas, contos, crônicas de ambos, para o encantamento literário do grupo. Eliane Pimenta leu o conto, dito infantil,  bom para qualquer idade – Uma Idéia Toda Azul, de Marina, manifestação extremamente lírica; dentre vários poemas da autora que foram lidos, selecionamos Frutos e Flores, lido por Luciana Almeida.

Nas crônicas, “a autora reflete, a partir de fatos cotidianos, sobre a situação feminina, o amor, a arte, os problemas sociais brasileiros, sempre com aguçada sensibilidade”.

Quanto a Affonso Romano de Sant’Anna, professor universitário, ocupante dos mais ativos da presidência da Biblioteca Nacional, que teve  pontos altos durante sua gestão, como a informatização da instituição e criação do Proler,  discutiu-se a sua importância como um dos mais profícuos poetas contemporâneos e cronista de grande sensibilidade. A leitura de sua crônica Antes Que Eles Cresçam por  Sueli Atanásio emocionou os presentes, assim como a de seus poemas, dos quais selecionamos Intervalo Amoroso.

 

15 de agosto de 2006

O tema Jorge Amado foi desenvolvido com entusiasmo pelos integrantes do Grupo Mania de Ler. Lembradas as vicissitudes de sua vida e as características de sua obra. Um perfeito “contador de histórias” voltadas para o povo, tendo como personagem o povo com que ele convivia. Ironia, erotismo, lirismo e magnífica caracterização de personagens foram postos em evidência.

Fez-se a leitura de textos representativos de sua obra, com emoção e interesse: crônicas de jornal, um capítulo de Farda Fardão Camisola de Dormir e um de Capitães da Areia.

 

18 de julho de 2006

A leitura de pesquisa e de lazer realizada de junho a julho, trouxe para o grupo muitas curiosidades a respeito deste tema antigo e sempre novo: As Mil e Uma Noites.

Os árabes permaneceram por séculos na Península Ibérica, compartilhando espaços e vivências, deixando suas marcas no léxico, na arquitetura, na música, além da contribuição literária. Sherazade, Chahrzad, seja qual a forma preferida, é sempre a mesma heroína disposta a batalhar para evitar o sofrimento de outras mulheres. Sem uso de violência, em paciente envolvimento, apenas com o instrumento que habilmente dominava - a palavra - conseguiu a solução para o conflito. Uma contadora de histórias de tempos remotos que permanece viva na memória popular.

 

20 de junho de 2006

A reunião de junho, sobre o Erotismo na Literatura, obteve sucesso na pesquisa cuidadosa de todas os presentes. Tivemos a presença de duas novas leitoras que nos surpreenderam com a qualidade de seu trabalho: Eliane Pimenta de Carvalho, integrante do Comitê do Proler trouxe-nos um texto de Drummond - Minha Senhora - e o apresentou com um talento dramático excepcional, para admiração de todas as presentes; Norma Gonçalves apresentou um poema seu, também de excelente nível, para agrado de todas. Ambas se declararam satisfeitas com a participação.

As assíduas freqüentadoras de nossas reuniões trouxeram excelentes contribuições: Eunice Tomé, com o desenvolvimento histórico da literatura erótica; Sônia Maria Antunes, com a poética e a prosa de Hilda Hilst e a leitura de poema representativo dessa autora e as demais com várias opções de leitura sobre o assunto.

Para a reunião de julho, o tema escolhido foi As Mil e Uma Noites.

 

16 de maio de 2006

Comentou-se a leitura de autores de contos de mistério e de terror, com ênfase para o precursor Edgar Allan Poe, comentado por Sônia Maria Antunes e Sueli Atanásio. Foram lidos trechos representativos e distribuídos alguns  textos.

 

18 de abril de 2006

Continua o estudo de vários autores nacionais e estrangeiros que se dedicaram à narrativa curta - Machado de Assis, Clarice Lispector, Monteiro Lobato, Edgar Allan Poe, Somerset Maugham, Marina Colasanti e outros. Os comentários são tecidos por todos presentes, apontando-se as qualidades de cada leitura.

 

21 de março de 2006

O grupo lerá contos de sua escolha, dentre vários autores nacionais e estrangeiros, para desenvolvimento de comentários sobre o estilo, a temática e a empatia com o leitor.

 

21 de fevereiro de 2006

Discutiu-se a obra de Dostoievski, com grande interesse para os participantes. Pôs-se em foco a crítica literária feita por Harold Bloom, que situa o autor entre os cem gênios mais criativos da Literatura mundial.

Suely Atanásio, Sônia Antunes, Eunice Tomé, Hermilda Hansen trouxeram resultados de estudos e de pesquisa que enriqueceram o trabalho do grupo, abordando o enfoque político da obra, seu contexto histórico e religioso.

Niulze Rosa, a construtora deste site, recebeu os agradecimentos e elogios do grupo.

Para a próxima reunião, em 21 de março, o grupo lerá contos de sua escolha, dentre vários autores nacionais e estrangeiros, para desenvolvimento de comentários sobre o estilo, a temática e a empatia com o leitor.

 

 22 de novembro de 2005

A Literatura e os mistérios, estudo de cunho ensaístico sobre os textos considerados de caráter esotérico, por Sônia Adariass Soares, em debate com os participantes.

 

 18 de outubro de 2005

Clarice Lispector, sua  obra singular, brilhantemente comentada por Sueli M. Atanázio Cavalcante, Eunice Tomé e vários outros participantes.

 

20 de setembro de 2005

Nélson Rodrigues, dramaturgo, romancista, contista, revolucionário autor de obras controversas de cuja importância ninguém duvida.

***Visita da TV Mar, que registrou momentos de nosso encontro.

 

16 de agosto de 2005

Focalizou-se o historiador Eduardo Bueno, palestrante das 20 h do Sesc. O autor apresenta os fatos históricos de forma humorística, conquistando principalmente  o segmento jovem para o estudo.  Os participantes que leram seus livros fizeram os comentários para o grupo. Além disso entrou em pauta a obra de Antônio Cândido, ganhador do Prêmio Afonso Reyes.

Eduardo Bueno

19 de julho de 2005

Lygia Fagundes Telles e Nélida Piñon, escritoras premiadas no exterior, respectivamente com Prêmio Camões, em Portugal, e o Prêmio Príncipe das Astúrias, na Espanha.

 

21 de junho de 2005

Zuenir Ventura, jornalista e romancista, teve sua obra focalizada, antes da palestra que fez no teatro do Sesc.

Zuenir Ventura

17 de maio de 2005

Luiz Fernando Veríssimo: leitura dos textos produzidos na reunião anterior. Biografia do bibliófilo José Mindlin.

José Mindlin

26 de abril de 2005

Luiz Fernando Veríssimosuas crônicas e romance - O clube dos anjos.

Sugerida e acatada a produção de texto a partir de um trecho de conto de Luiz Fernando Veríssimo.

Luiz Fernando Veríssimo

15 de março de 2005

Mílton Hatoum:  escritor manauara, convidado para o projeto Terceiras Terças - sua obra foi focalizada pelo grupo, antecedendo a palestra: Dois irmãos e Um certo oriente.

Milton Hatoum

15 de fevereiro de 2005

Edith Pires Gonçalves Dias: grande cultora da obra de Martins Fontes, amado poeta santista. A escritora, discorreu brilhantemente sobre a vida e a obra do autor.

 

16 de novembro de 2004 

Isabel Allende: comentada sua vasta obra de romances, com foco também em seu livro de receitas afrodisíacas e contos eróticos Afrodite.

 

19 de outubro de 2004

Rubem Braga: cronista memorável.
A poeta regional Cynira Antunes apresentou sua obra, declamando seus versos inspiradíssimos, para alegria de todos os presentes.

 

21 de setembro de 2004

Thiago de Mello: poeta e prosador da Amazônia, voltado para a temática social e ecológica, com sensibilidade e força. Escritora regional Madô Martins, jornalista, poeta e prosadora, cronista do jornal A Tribuna de Santos.

 

17 de agosto de 2004

Pablo Neruda: homenagem ao centenário de seu nascimento.
Autora regional a apresentar seu trabalho foi Sônia Rodrigues, prosadora, autora de romances e de livros técnicos na área da neurolingüística.

 

20 de julho de 2004

Adélia Prado: abordagem do poema Uma vez visto pela escritora Sônia Adharias.

Autora regional a apresentar seu trabalho foi Lacy Pires de Andrade, autora do livro Mais uma vitória.

 

15 de junho de 2004

Adélia Prado: Oráculos de maio e Os componentes da banda. A temática, os recursos poéticos de uma de nossas maiores poetas vivas e sua prosa cativante.

A escritora regional a apresentar sua obra foi Neiva Pavesi, poeta e prosadora, com vários livros publicados e colaboradora do jornal A Tribuna de Santos.

 

18 de maio de 2004

Nílton Bonder: autor de vários best-sellers que envolvem a visão filosófica da Cabala para vários aspectos da vida diária: dinheiro, comida, dilemas entre corpo e alma . E como decisão grupo, a apresentação de um escritor local, nesse dia, Sônia Adhariass Soares, discorrendo sobre sua obra em prosa e em poesia.

20 de abril de 2004

Moacyr Scliar: A mulher que escreveu a Bíblia e coluna semanal da Folha de São Paulo. Mino Carta: pesquisa biográfica.

Mino Carta

Clube Sírio-libanês

 

 

30 de março de 2004

Lya Luft

  2 de março de 2004

Alguns autores nacionais.

Autores que foram estudados em nossas reuniões
/ Elisa Lucinda / Chico Buarque de Holanda / Carlos Heitor Cony / Paulo Coelho /
Ignácio de Loyola Brandão / Frei Betto / Rubem Fonseca / Gabriel García Márquez / Mário Vargas Llosa / Guimarães Rosa / Fernando Pessoa / Doris Lessing / Lima Barreto / Machado de Assis /Eça de Queirós / Graciliano Ramos / João Ubaldo Ribeiro / Deepak Chopra /
Mário Quintana / Cecília Meireles / Vinícios de Moraes / Saramago / Carlos Drummond de Andrade / Marina Colasanti e Affonso Romano de Sant'Anna / Jorge Amado  / Hilda Hilst / Edgar Allan Poe / Dostoievski / Clarice Lispector / Nélson Rodrigues / Eduardo Bruno / Antônio Cândido / Lygia Fagundes Telles / Nélida Piñon / Zuenir Ventura  / José Mindlin / Milton Hatoum / Luiz Fernando Veríssimo / Martins Fontes / Edith Pires Gonçalves Dias / Isabel Allende / Rubem Braga / Thiago de Mello / Pablo Neruda / Adélia Prado / Nílton Bonder / Moacyr Scliar, Mino Carta / Lya Luft

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