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Iron Maiden (1980)

Primeiro álbum da banda, e um dos melhores. Estão neste disco músicas que são presença obrigatória até hoje nos shows da banda, como Running Free e Iron Maiden. No seu lançamento entrou na quarta posição da parada inglesa. A formação da banda contava com Paul Di'anno nos vocais, Dave Murray e Dennis Straton nas guitarras, Clive Burr na bateria e o inigualável Steve Harris no baixo.


Killers (1981)

Segundo álbum, com músicas mais rápidas e pesadas. Vendeu mais de um milhão de cópias em todo o mundo. A turnê deste disco foi um sucesso tão grande que resultou no lançamento do EP Maiden Japan. Ao final da turnê Paul Di'anno abandonou a banda. Infelizmente nenhuma musica deste álbum costuma ser tocada nos shows. Destaque neste disco para o excelente baterista Clive Burr e para a entrada de Adrian Smith na guitarra.


The Number of The Beast (1982)

O melhor de todos os álbuns do Iron Maiden na opinião da maioria dos fãs. Marca a saída de Paul Di'anno e a entrada de Bruce Dickson nos vocais. Sem sombra de duvidas um dos álbuns mais pesados, com clássicos como Run To The Hills, Hallowed be Thy Name e The Number of The Beast. Começou com este álbum a fama infundada de que o Iron Maiden é satanista. De uma forma ou de outra vendeu mais de dois milhões e meio de cópias.
A música Run to The Hills chegou ao Top Ten Americano.


Piece of Mind (1983)

Outro excelente álbum. Marca a entrada do baterista Nicko McBrain na banda. Mantém o estilo pesado de The Number of The Beast, mas com um pouco mais de técnica. É deste disco uma das músicas obrigatórias em qualquer show da banda, The Trooper.


Powerslave (1984)


Este álbum é um divisor de águas na carreira do Maiden. Sem deixar o peso de lado a banda adotou uma postura muito mais técnica. Temas longos (como Rime of The Ancient mariner) e várias letras com conteúdo histórico. Não mantém o estilo de peso dos quatro primeiros álbuns do Iron Maiden. É considerado por muitos o melhor disco da banda.


Live After Death (1985)


Este é possivelmente o melhor álbum do Iron Maiden visto que reúne as melhores músicas da melhor fase, tocadas com a garra de uma banda que estava no auge e acompanhadas por um público sensacional. A versão em vinil possui algumas faixas que não estão presentes no CD. As músicas são tocadas mais rápidas e mais pesadas que as versões de estúdio.


Somewhere in Time (1986)
 
 O Iron Maiden resolveu tentar neste álbum uma mudança radical em seu som, adotando guitarras sintetizadas e mesmo teclados em algumas musicas. Embora a tentativa tenha funcionado muito bem em algumas faixas, os fãs antigos da banda abominam este álbum, que marca também uma perda de peso por parte da banda que iria se confirmar nos próximos lançamentos. O grande hit deste disco foi a faixa Wasted Years.
 

 
 Seventh Son of a Seventh Son (1988)

 
 O Iron Maiden tentou aqui fazer uns álbuns conceituais, partindo da história de uma criança enviada para ser um representante do bem ou do mal na terra. Baseado na novela de Orson Scott Card, aborda mágica e folclore dos colonizadores da América.
O destaque vai Para as faixas The Evil that Men Do e Only the Good Die Young.
 

 
 
No Prayer for The Dying (1990)
 
 Foi o primeiro LP depois da saída do guitarrista Adrian Smith, substituído por Janick Gers. Sem sombra de dúvidas o pior de todos os álbuns do Iron Maiden. Numa tentativa de retomar o estilo antigo a banda se despreocupou da produção do álbum e o resultado foi muito fraco. Durante a turnê a banda abandonou todos os truques de palco, bonecos gigantes, etc. A idéia era retomar os primórdios da banda, tanto nos shows como no estilo das músicas. Os fãs odiaram. O único grande sucesso foi a faixa Bring Your Daughter to The Slaughter.
 
 

 Fear of The Dark (1992)

 
 Depois da decepção de No Prayer for The Dying o Iron Maiden se redime lançando o álbum mais pesado desde Powerslave. Letras excelentes e finalmente um conceito bem explorado. A maioria das músicas se refere a um ou outro tipo de medo que atinge o ser humano. Destaques para a faixa título e Be Quick or Be Dead, que foi a música de abertura dos shows da banda desde então.



A Real Live One e A Real Dead One (1993)
 
No meio da turnê do álbum Fear of The Dark o vocalista Bruce Dickinson anuncia a sua saída da banda. O Iron Maiden decide gravar então dois álbuns ao vivo com os últimos shows antes da saída do vocalista. São lançada assim A Real Live One com músicas mais recentes da banda e posteriormente A Real Dead One, com as músicas mais antigas. Ambos são excelentes, embora o primeiro registro ao vivo, Live After Death, seja superior. No mesmo ano ainda foi lançado o álbum triplo Live At Donington 1992.
 
 

 X-Factor (1995)

 
 Marca a entrada do novo vocalista, Blaze Bayley, e obviamente uma mudança muito marcante na sonoridade do Iron Maiden, visto que Bruce Dickinson era e é considerado insubstituível por grande parte dos fãs da banda. X-Factor apresenta excelentes composições mas dificilmente agrada aos fãs antigos da banda. Ao vivo as músicas deste disco se mostraram excelentes.
 
 

 Best of The Beast (1997)

 
 Logo após o fim da turnê de X-Factor a banda lançou a sua tão longamente esperada primeira coletânea, um CD duplo entitulado Best Of The Beast (contendo além das melhores faixas da carreira, uma inédita, Vírus). O cd reúne na medida do possível os maiores clássicos da banda em suas três fases.
 
 

 Virtual XI (1998)

 
 Em meio a boatos mais constantes do que nunca de fim da banda ou saída de Blaze e Janick, o Iron Maidem lança um novo álbum, mantendo a sua formação anterior. O título, além de se referir ao fato de ser este o décimo primeiro de estúdio da banda, é também associado a futebol (paixão antiga da banda e principalmente de Steve Harris) e a jogos virtuais. A turnê que se segue a este álbum apresentará jogos amistosos de futebol em cada país e será lançado sob as bênçãos da banda um esperado jogo de computador, Ed Hunter, que tem Eddie e Iron Maiden por temas.
 
 

 Brave New World (2000)

 
 Bruce Dickinson voltou ao lar! e trouxe o amigo Adriam Smith. Depois de lançar discos em uma carreira solo, Bruce resolveu assumir o posto de onde nunca deveria ter saído. Como Adrim Smith estava tocando em sua banda, chamou o colega também. Ao invés de ficarem em dúvida se colocariam Adrim Smith e tirariam outro guitarrista, eles resolveram ficar com os três! Isto gerou uma expectativa fora do comum, tanto quanto aos shows ao vivo como na gravação do nosso disco. O iron maiden estava correndo um serio risco de ser novamente a banda mais pesada do planeta! O novo disco superou todas as expectativas, mesclando faixas bem elaboradas e com peso. Tanto que praticamente todas as faixas estavam incluídas no set list da turnê.


Dance of Death (2003)

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