Introdução
O Oráculo
Confeccionando suas próprias Runas
Regras e dicas para a Consulta às Runas
Invocação ao deus Odin
Situações de Tiragem das pedras rúnicas
Métodos de Consulta
Origem Mitológica das Runas
Magia Talismânica Rúnica
Os deuses nórdicos
Significado das Runas
Dá-se o nome de “Runas” aos símbolos usados no mais antigo alfabeto germânico que se conhece. Esta forma de escrever já era usada na Escandinávia do Norte no século 3. A raiz composta RU é de origem indo-européia e significa "mistério" ou "segredo".
Supostamente criada pelos hiperbóreos (povo ariano que teria habitado a região Escandinávia), elas possuem poderes mágicos e por isso foram pesquisadas pelos ocultistas a serviço de regime de Hitler.
Este não é o lugar para uma dissertação sobre a complexa relação entre o Esoterismo e as Religiões (ou melhor, entre as religiões e as correntes místicas que delas derivaram). Nosso objetivo é estimular o espírito ecumênico, fraterno e integrador entre as diversas concepções filosóficos das religiões, ampliando o conhecimento dos nossos amigos leitores e, por conseguinte, minimizando o efeito da intolerância e intransigência religiosa que reina no mundo moderno entre os formadores de opinião.
O alfabeto rúnico surgiu como sinais mágicos, portanto utilizado pelos magos dos rituais. O povo não tinha acesso ao alfabeto das Runas. Os xamãs nórdicos, que se consideravam parentes de sangue de Odin, usavam os símbolos rúnicos para atrair a sorte, conquistar o amor, enviar ou afastar maldições, etc. Os símbolos eram gravados em amuletos, taças, espadas, soleiras e navios, evocando as forças divinas para a proteção e auxílio, nas embarcações, nas casas, colocavam-nas nos leitos dos enfermos, invocando sua proteção, cura, ajuda, etc. Os antigos acreditavam que seu poder mágico lhes garantiria a fartura da colheita, um bom clima, a cura das doenças,
Segundo os ensinamentos, cada Runa está ligada à uma força determinada, havendo um poder específico em cada uma delas, por isso, devem ser usadas de forma correta para que os resultados sejam positivos e satisfatórios.
As inscrições mais antigas foram encontradas nos pantanais da Dinamarca e acham-se gravadas em pedras, datando, segundo os arqueólogos, dos séculos III e 4 d.C. Com muito custo foi possível decifrar algumas, que são nomes de homens. Posteriormente, foram descobertas outras inscrições, gravadas em armas, ornamentos, medalhões e amuletos. Da Dinamarca, as Runas teriam sido levadas para a Noruega e a Suécia.

Tácito, o grande orador e historiador romano (55 - 117 d.C.), conta que as Runas foram levadas para o continente europeu por comerciantes, conquistadores e guerreiros, e estavam espalhadas pelos esses países.
Inscrições rúnicas em monumentos passaram a ser comuns depois do séc. IV. O costume de erguer monumentos diminuiu quando os países se cristianizaram. A principal razão disso é que os cristãos costumavam enterrar os mortos em cemitérios anexos às suas igrejas e estas muitas vezes ficavam longe das casas dos parentes dos mortos, que perdiam o interesse em erguer e conservar os monumentos.

Com o crescimento do cristianismo não se construiu mais monumentos, e as Runas acabaram sendo banidas e esquecidas por mais de 300 anos.
No Reino Unido, por cinco séculos, foi usado o alfabeto rúnico num conjunto de 33 letras, diferente do adotado nos países escandinavos. Ainda existem, na Inglaterra, inscrições em pedras com esses caracteres. A mais antiga delas é um pequeno cofre feito de ossos de baleia, de 700 d.C.
Quanto à forma reta usada para desenhar os símbolos, este fato se deve à superfície onde as inscrições eram gravadas: a pedra ou o granito, que tornam difícil o entalhe de formas curvas.
Existem vários alfabetos rúnicos, entre eles o germânico e o gótico, além do viking.

O alfabeto rúnico foi usado na Grã-Bretanha por 5 séculos, mas em alguns aspectos era um pouco deferente daquele utilizado no continente europeu e na Escandinávia. Para registrar certos sons, novas vogais e consoantes foram introduzidas no alfabeto, aumentando-se o número de letras para 28. Mais tarde, no século 9 d.C., ele foi novamente acrescido, chegando a um total de 33 letras. Ainda existem na Inglaterra cerca de 50 inscrições, não só em grandes pedras, mas também em artigos portáteis.
No final do século XI os alfabetos usados na Dinamarca, na Suécia e na Noruega foram combinados e desta harmonia resultou uma representação sistemática de todos os sons usados na língua. O alfabeto latino também cooperou para a construção de sons em símbolos gravados e escritos. Assim surgiu o alfabeto rúnico completo. O alfabeto rúnico é denominado Futhark, para recordas as seis primeiras letras desse conjunto (f, u, th, a, r, k).
Os antigos ritos iniciáticos à magia rúnica eram sempre acompanhados de sofrimentos atrozes, para abrir os canais de comunicação com os outros planos [lembramos que Jesus jejuou no deserto, Buda meditou sob uma figueira por semanas...]. Em outras palavras, os sofrimentos tornavam os iniciados aptos a praticar a magia.
O ORÁCULO
Hoje, a tradição do Runemal - a arte divinatória através do uso das Runas (cujo significado é a Runa falada) - renasce como um dos mais requisitados oráculos do Ocidente, em razão principalmente da sua proximidade com nossa linguagem.
As Runas ajudam as pessoas em seus problemas diários, procurando nos erros do passado as soluções do presente.
Não deixe ninguém manipular suas Runas, pois tratam-se de instrumentos consagrados.
A pessoa que consulta as Runas é chamado de “Runemal”. O alfabeto rúnico futhork foi dividido em 3 grupos: 8 de Freya, 8 de Hagal e 8 de Tiu, compondo 24 com símbolos, mais uma em branco, dedicada a Odin, representando aquilo que não pode ser evitado: a predestinação.
Os vikings desconheciam completamente tudo sobre como se dava a reprodução. Em razão disso, as mulheres eram percebidas como seres quase divinos, que deveriam ser, muitas vezes, ouvidas nas importantes decisões. A elas cabia a manutenção das tarefas domésticas - simbolizada pelo molho de chaves que, ao casar, deveriam portar na cintura. Muitos dos Mestres das Runas eram mulheres.
CONFECCIONANDO SUAS PRÓPRIAS RUNAS
Os mestres rúnicos da Antigüidade riscavam os seus símbolos sagrados em seixos ou em gravetos de uma árvore frutífera, utilizando até o próprio sangue para dar-lhes a força mágica espiritual que almejavam.

O ideal é que elas sejam entalhadas em madeira, com uma faca ou punhal consagrado. Para facilitar a leitura, principalmente da posição invertida, deve-se evitar o formato circular na confecção das Runas.
A única exigência que não se pode abrir mão, é que as Runas deverão ser confeccionadas com um material natural, pois assim elas estarão impregnadas de muita energia natural, necessária e indispensável para uma boa leitura. Quando as Runas são feitas de material sintético, a leitura poderá ser prejudicada pela falta da energia natural.
Cada Runa está associada a uma força elementar e esta precisa ser cuidadosamente controlada e respeitada.
Depois de serem esculpidas em horas apropriadas (cada uma segundo o dia da semana que lhe é propício), as Runas eram guardadas em um saco de pele de animal ou tecido natural, mas nunca perto ou atrás de objetos de ferro, pois, segundo se acreditava naquele tempo. Esse material assusta os espíritos. Algumas, contudo, eram gravadas em lâminas ou nos cabos das espadas, com inscrições apropriadas.
REGRAS E DICAS PARA A CONSULTA ÀS RUNAS
Os trabalhos (talismãs, consultas, confecção das pedras etc.) que envolvem as Runas devem, preferencialmente, ser feitos na Lua minguante, fase em que há uma repulsão das más influências astrais. Nada deve ser feito durante os 3 dias que antecedem ou sucedem a Lua nova.
Antes de dar início a uma consulta, deve-se consagrar o ambiente. Para tanto, se imagina um círculo de luz azul circulando o local. Dessa forma se cria uma barreira que evita a penetração de forças negativas. Pode-se usar um pedaço de tecido ou uma toalha de mesa branco ou em cores, que será reservado unicamente para esta finalidade. Quando desdobrar o pano que funciona como seu campo, esse próprio ato poderá tornar-se uma consagração.
Faça uma oração à seu anjo-da-guarda. O corpo deve estar limpo, e você deverá usar roupas claras e limpas. Acenda uma vareta de incenso (sencô).
Para as mulheres, não é recomendável consultar as Runas nos períodos menstruais (consulente e consultora).
É necessário invocar o deus Odin, protetor das Runas, visualizando-o em posição ereta [um senhor de barbas e cabelos brancos e compridos – os cabelos na altura dos ombros. Alto, de olhos azuis, acompanhado por um corvo]. Ele é o senhor dos Elementais. Para todos os ritos de adivinhação Freya é a padroeira. Quase sempre as consultas ao oráculo eram feitas por mulheres.

Algumas tradições dizem que se o consultor (runemal) for do sexo masculino, deve reportar-se à Odin, e se for do sexo feminino, à Freya, apenas agradecendo a Odin por ter oferecido à humanidade este instrumento.
No passado as três irmãs Nornes (deusas do destino) eram invocadas pelos mestres antes que fizessem suas profecias por meio das Runas.
Os antigos rituais sempre envolviam sacrifícios de animais [não se espante com isso, o judaísmo primitivo também era repleto de tais práticas, como você poderá ver consultando os livros do Antigo Testamento]. Hoje em dia substituímos o sangue por oferendas de frutas, velas ou vinho [no Curso de Filosofia Oculta do LUMINI você aprenderá sobre a importância desse ato quando estudar a lição sobre “Ponte Orgânica”].
Formule sua pergunta sempre de forma clara, direta e concisa, sem duplo sentido, para facilitar a interpretação. Então escolha um dos três tipos de lançamentos: A RUNA DE ODIN, o ORÁCULO DS NORNAS e a CRUZ DE THOR.
Antes de encerrar a consulta, agradecemos a Odin pela inspiração, e por ter fornecido tal instrumento para benefício da humanidade. É preciso visualizar a imagem de Odin desaparecendo lentamente.
As perguntas devem, preferencialmente, respeitar os dias regidos pelos deuses nórdicos (conforme a tabela abaixo). Assim, na magia rúnica, dependendo do objetivo pretendido, deve-se invocar determinado deus.
|
|
|
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
|
|
INVOCAÇÃO AO DEUS ODIN
Não existe nenhuma
fórmula específica, mas pode ser assim:
Odin! Possuidor da sabedoria oculta, Eu o invoco e peço sua ajuda. Hoje busco com seu auxílio e a sabedoria das Runas mágicas que estão sob sua proteção. Guie minhas mãos e pensamentos para que minhas perguntas sejam respondidas, com verdade e correção.
SITUAÇÃO DA TIRAGEM DAS PEDRAS RÚNICAS

Odal de pé
RUNA DE PÉ: Sentido direto, claro, objetivo indicado pela Runa. Situação claramente conhecida ou reconhecida. Ex. Runa Odal = Obstáculos conhecidos para se atingir a meta almejada.
RUNA DE LADO (OU DEITADA): Sentido relativo (nesse caso, a Runa depende da influência das Runas próximas). Ex. Runa Odal = Obstáculos relacionados a burocracias, ao interesse e boa vontade de terceiros, ao andamento de processos e documentos, à liberação de autorizações, etc. Nota: deve-se prestar atenção ao simbolismo da Runa. No caso de Odal, ela lembra o símbolo de um peixe, o que significa que há fatores inconscientes envolvidos por traz dos fatos.
RUNA INVERTIDA: Sentido inverso ou ampliado da Runa. Ex. Runa Odal = Obstáculos que não foram considerados, que ainda não foram detectados ou que não se tomou conhecimento. Dificuldades para se atingir a meta. Despreparo para se atingir os objetivos propostos.

RUNA DE COSTAS: Sentido oculto da Runa, relacionado ao destino, ao Karma do indivíduo. Ex. Runa Odal = Obstáculos promovidos por traidores, meta que nada tem a ver com o indivíduo, situação difícil de ser resolvida. Nota: Pode ocorrer da Runa cair de costas, mas de lado ou invertida, nesse caso combina-se o sentido de tais disposições; por ex. Odal de costas e invertida = Uma traição que não será detectada, que será negada, que trará profundos obstáculos à vida do consulente.
Você deve prestar atenção às Runas que saem. Por exemplo, em uma consulta sobre o estado de saúde de alguém em que saem, por exemplo, as Runas Man (Comunicado), Odal (Obstáculos) e Tiu (Intrigas) – não importa a seqüência -, podemos deduzir que há uma perspectiva de MOrTe. Quaisquer combinação com 3 destas Runas para questões de saúde devem ser observadas atentamente, em especial se a Runa Man estiver invertida (simbolizando “comunicado desagradável”), Odal estiver invertida ou de costas (no primeiro caso pode significar obstáculos difíceis de transpor; no segundo, obstáculos ocultos), ou Tiu estiver invertida ou de costas (intrigas declaradas e diretas ou intrigas feitas pelas costas) [ver o significado das Runas mais abaixo]. As Runas Rit ou Eh podem estar presentes no lugar de uma ou duas das três Runas mencionadas acima.

M O(r)
T(e)
Outras combinações perigosas envolvem as Runas Rit e Eh com qualquer das outras três Runas já mencionadas.

(m)(o)R T
E
MÉTODOS DE CONSULTA
A RUNA DE ODIN: Este é o mais fácil dos lançamentos, pois utilizando apenas uma Runa, visa dar uma orientação rápida para a consulta.
O ORÁCULO DAS NORNAS: Este lançamento utiliza três Runas e visa abordar na primeira posição o que estruturou a situação atual - Runa do passado. A segunda Runa determina o curso das ações presentes - Runa do presente. A terceira Runa demonstra como evoluirá a situação atual se for seguido o curso sugerido para ação - Runa do futuro.
A CRUZ DE THOR: Neste lançamento pedimos orientação ao deus Thor, o que quebra barreiras e vence dificuldades, no sentido de resolvermos situações críticas. As Runas são dispostas como uma cruz e representam do lado esquerdo os prós, do lado direito os contras, em cima a ação, embaixo a sentença e no centro a síntese.
ORIGEM MITOLÓGICA DAS RUNAS
Segundo a mitologia, as Runas foram idealizadas pelo deus nórdico Odin, identificado pelo historiador romano Tácito como sendo Mercúrio, divindade a que se atribui a invenção da escrita.
A mitologia nórdica é uma coleção de crenças e histórias compartilhadas por tribos do norte da Germânia (atual Alemanha), sendo que sua estrutura não designa uma religião no sentido comum da palavra. A mitologia foi transmitida oralmente e o atual conhecimento sobre ela é baseado especialmente nos Eddas e outros textos medievais escritos pouco depois da Cristianização. Uma religiosidade baseada em atos, gestos e ritos significativos, muitas vezes girando em torno do sacrifício humano a certos deuses.
Os versos épicos do poema nórdico chamado Antiga Edda - que foi escrita depois que os povos germânicos já estavam em contato com outras culturas e civilizações - contam que o alfabeto das Runas foi concedido a Odin - pai de todos os deuses e de todos os homens - como o dom da profecia. O trabalho foi escrito por Snorri Sturluson, um poeta, historiador e político islandês, por volta do ano 1220; é a mais importante fonte de informações sobre a mitologia nórdica e de heróis lendários germânicos.
Os deuses nórdicos eram mortais, e somente pelas maças de Iðunn podiam esperar viver até o Ragnarök.
Ragnarokk - Momento apocalíptico que corresponde ao conhecido “Destino Final dos Deuses”, onde as forças do mal lideradas por Loki lutariam contra as forças do bem lideradas por Odin. Neste dia, homens, deuses e demônios pereceriam. Viria depois um tempo de renovação; a Terra emergiria do oceano inteiramente nova. Das ruínas da batalha, um novo sol subirá aos céus, e uma nova terra se erguerá dos mares. Lif e Lifthrasir, os dois únicos humanos sobreviventes,que se esconderam sob as raízes de Yggdrasil, a árvore que sustentava os nove mundos, repovoarão o mundo, agora livre de seus males, num tempo de harmonia entre deuses e homens. Baldur liberto daria origem a uma nova raça de homens superiores, que não mais necessitariam de deuses externos, pois estes estariam interiorizados em cada um dos seres vivos.
***
Quando os gerreiros vikings morriam em campos de batalha, tinham o consolo da lenda das Valquírias, deusas guerreiras, filhas de Freya, vinham montadas em cavalos brancos, buscar os espíritos dos guerreiros mais valentes para levá-los ao Valhala; lá passariam os dias a lutar e as noites a participar de maravilhosos banquetes em que iriam saborear as articulações de um javali, cuja carne branca se renovava assim que era consumida e beber o hidromel, que era a bebida encantada, dádiva para os deuses e homens, obtida por Odin, quando voava transformado em uma águia.
O arco-íris mostrava a entrada de Asgard, guardada por Heimdall.
MAGIA TALISMÂNICA RÚNICA
O povo da Islândia, que conserva muito dos costumes pagãos, ainda hoje usa amuletos e talismãs com símbolos rúnicos.
Os talismãs rúnicos podem ser gravados, pintados, ou esculpidos em pedras, couro, osso, metal, madeira, concha etc, e usados como um magneto mágico, em enfeites ou adornos pessoais, para afastar influências negativas, trazer amor, saúde, dinheiro, prosperidade etc.
O que se sabe sobre os talismãs rúnicos é que foram usados para diversos fins como a cura, sorte, dinheiro, casamento etc. A eles eram atribuídos poderes mágicos. Os talismãs rúnicos não devem ser usados para simpatia, ou seja, para atrair coisas, pessoas e situações específicas. Isto torna-os perigosos, pois podemos almejar algo que pareça felicidade para nós e que ao final seja a própria infelicidade. O importante é a consciência e a reflexão.
É o talismã do armo. Atrai o amor ou afeto de quem mais se deseja e fortalece laços e sentimentos. Deve ser gravado em prata e usado no pescoço, dependurado numa corrente de prata. Para atrair o amor, despertar afeto e fortalecer laços e sentimentos amorosos.
Este é o símbolo da prosperidade. Serve para atrair dinheiro e conquistas materiais.
Este símbolo deve ser gravado num pequeno galho de bétula ou desenhado num papel e colocado sob o travesseiro. então os sonhos da pessoa se tornarão realidade.
Amuleto para evitar que um mago rival consiga lançar encantamentos sobre a pessoa que o usa.
Símbolo conhecido como o "Martelo de Thor", Deus do Trovão, traz proteção divina contra os perigos. Devido à associação com a Suástica nazista, não é recomendado o seu uso em público.
Dedicado a Odin. Amuleto para curar enfermidades do corpo ou da mente.
OS DEUSES NÓRDICOS - Direcionar para a página 2 de Runas.
SIGNIFICADO DAS RUNAS - Direcionar para a página 2 de Runas.