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| MY DOMAIN |
| A consci�ncia � a �ltima fase da evolu��o do sistema org�nico, por consequ�ncia tamb�m aquilo que h� de menos acabado e de menos forte neste sistema. � do consciente que prov�m uma multid�o de enganos que fazem com que um animal, um homem, pere�am mais cedo do que seria necess�rio, �a despeito do destino�, como dizia Homero. Se o la�o dos instintos, este la�o conservador, n�o fosse de tal modo mais poderoso do que a consci�ncia, se n�o desempenhasse, no conjunto, um papel de regulador, a humanidade sucumbiria fatalmente sob o peso dos seus ju�zos absurdos, das suas divaga��es, da sua frivolidade, da sua credulidade, numa palavra do seu consciente: ou antes, h� muito tempo que teria deixado de existir sem ele! Enquanto uma fun��o n�o est� madura, enquanto n�o atingiu o seu desenvolvimento perfeito, � perigosa para o organismo - � uma grande sorte que ela seja bem tiranizada! A consci�ncia �-o severamente, e n�o � ao orgulho que o deve menos. Pensa-se que este orgulho forma o n�cleo do ser humano; que � o seu elemento duradoiro, eterno, supremo, primordial! Considera-se que o consciente � uma constante! Nega-se o seu crescimento, as suas intermit�ncias! � considerado como �a unidade do organismo�! Sobrestima-se, desconhece-se ridiculamente, aquilo que teve a consequ�ncia eminentemente �til de impedir o homem de realizar o seu desenvolvimento com demasiada rapidez. Julgando possuir a consci�ncia, os homens pouco se esfor�aram para a adquirir; e hoje ainda est�o nisso! Trata-se ainda de uma tarefa eminentemente actual, que o olho humano come�a apenas a entrever, a de se incorporar o saber, de o tornar instintivo no homem; uma tarefa de que s� se d�o conta aqueles que compreenderam que at� aqui o homem s� incorporou o erro, que toda a nossa consci�ncia se relaciona com ele. Friedrich Nietzsche, |
| A GAIA CI�NCIA |
| O REGRESSO DOS OVNI A evolu��o do ser humano arrasta consigo uma modifica��o, para melhor, de todas as manifesta��es da personalidade. Quanto maior for o conhecimento, maior ser�, tendencialmente, o grau de consci�ncia, de autodom�nio, do sentido de responsabilidade e do comportamento �tico. O conhecimento e a sabedoria conduzem � vit�ria sobre os medos e, por isso, � perda da agressividade. Quanto mais se evoluciona, melhor se compreendem as leis universais e mais se respeita a liberdade do pr�ximo. A estranha natureza destes objectos voadores n�o identificados levaram os investigadores a sugerir a mais diversas e �s vezes disparatadas hip�teses sobre a sua origem. Sejam eles procedentes de universos paralelos ou de bases secretas, do mundo dos sonhos e dos mitos, vamos continuar, por certo, a ter not�cias destes misteriosos visitantes. VEJA MAIS EM... http://homepage.oninet.pt/479mae/tema/ensa/ovnis.htm |
| As "brincadeiras" infantis e a sua influ�ncia sobre a sa�de Vamos saber que import�ncia t�m os exerc�cios f�sicos, isto �, as "brincadeiras", para a sa�de f�sica e ps�quica das crian�as e na prepara��o que t�m para a forma��o de adultos fortes. http://homepage.oninet.pt/479mae/tema/educ/infantis.htm |
| A import�ncia das adivinhas A adivinha � uma forma liter�ria que tem a estrutura desafiadora desses antigos enigmas. Deve ser encarada como uma brincadeira que �, tal como os contos tradicionais infantis, especialmente orientados para o desenvolvimento das capacidades mentais das crian�as. De facto, a adivinha � uma forma de gin�stica mental. Como os outros jogos educativos, tem necessariamente, o sentido de competi��o e de vit�ria. Mas, neste caso, a vit�ria e o prazer conquistam-se pelo descobrimento do sentido das palavras, quando se compreende a l�gica da adivinha. veja mais em... http://homepage.oninet.pt/479mae/tema/educ/adivinha.htm |
| A escola sem medo Uma abordagem da pedagogia segundo Rudolf Steiner |
| M�es dominadoras versus filhos que se tornam gay |
| Principes Rosicruciens sur l'�ducation des enfants par Max Heindel |
| em constru��o under construction |
| put'em on |