Programa do Artesanato Brasileiro - PAB
MISS�O
Estabelecer a��es conjuntas no sentido de enfrentar
os desafios e potencializar as muitas oportunidades existentes para o
desenvolvimento do Setor Artesanal, gerando oportunidades de trabalho
e renda, bem como estimular o aproveitamento das voca��es regionais,
levando � preserva��o das culturas locais e � forma��o de uma
mentalidade empreendedora, por meio da prepara��o das organiza��es e
de seus artes�os para o mercado competitivo.
VIS�O DE FUTURO
Induzir e promover pol�ticas p�blicas em prol do
artesanato em todo o territ�rio brasileiro e no Exterior, coordenando
e desenvolvendo atividades para a valoriza��o do artes�o.
CONTEXTUALIZA��O
O Programa do Artesanato Brasileiro - PAB est�
vinculado ao Minist�rio do Desenvolvimento, Ind�stria e Com�rcio
Exterior, conforme
Decreto n� 1.508, de 31 de maio de 1995. O PAB atua na elabora��o
de pol�ticas p�blicas envolvendo �rg�os das esferas federal, estadual
e municipal, al�m de entidades privadas, priorizando a gera��o de
ocupa��o e renda, e o desenvolvimento de a��es que valorizem o artes�o
brasileiro, majorando seu n�vel cultural, profissional, social e
econ�mico.
Em conson�ncia com a agenda pol�tica do governo federal, de
desenvolvimento e combate �s desigualdades sociais, o Programa do
Artesanato Brasileiro ganhou import�ncia na gest�o p�blica, com o
status de Programa Or�ament�rio na proposta do Plano Plurianual de
Investimentos. O
PAB � representado em cada uma das 27 Unidades da Federa��o por
meio das
Coordena��es Estaduais do Artesanato.
O Programa desenvolve suas atividades com base em 4
macro-a��es:
-
Capacita��o de Artes�os e Multiplicadores;
-
Feiras e Eventos para Comercializa��o da Produ��o Artesanal;
-
Estrutura��o de N�cleos Produtivos no Segmento Artesanal; e
-
Gest�o e Administra��o do Programa.
O F�rum do Artesanato Brasileiro � um espa�o do PAB
onde as diretrizes para o desenvolvimento de pol�ticas p�blicas s�o
constru�das, de forma democr�tica e participativa, cuja abrang�ncia
contempla quatro ger�ncias b�sicas.
SISTEMA DE INFORMA��ES DO ARTESANATO
Com o objetivo de formar uma base de dados sobre o
setor, foi desenvolvido pelo PAB o Sistema de Informa��es Cadastrais
do Artesanato Brasileiro. Al�m de se constituir uma ferramenta para a
inclus�o de novos cadastros, possibilitar� a migra��o de bases de
dados existentes nos estados, reunindo em um �nico sistema, dados dos
artes�os e suas organiza��es. O projeto piloto foi conclu�do em quatro
UFs e est� estruturado em m�dulo de treinamento, destinado aos
coordenadores e t�cnicos, para nortear as atividades de prepara��o
para a coleta de dados. O Sistema est� em fase de implanta��o nas
demais 23 UFs.
BASE CONCEITUAL
Em 2006, foi iniciado processo de elabora��o de
base conceitual do artesanato no Brasil e no Mercosul. Essa a��o
estabelece a nomenclatura padronizada que servir� de base para
institui��o de legisla��o regulamentar do setor, defini��o de
pol�ticas p�blicas e cria��o de par�metro para planejamento das a��es
governamentais (no Brasil e Mercosul, inicialmente). Est� estruturado
em sete se��es:
-
Conceitos B�sicos;
-
Tipologias;
-
Classifica��o;
-
Caracter�sticas;
-
Produtos;
-
T�cnicas de Produ��o Artesanal; e
-
Mat�ria Prima.
No gloss�rio est�o definidos os termos utilizados
no Sistema de Informa��es Cadastrais do Artesanato Brasileiro.
PLANO NACIONAL DE CAPACITA��O
Visando a forma��o e amplia��o de capital social
nos territ�rios, o PAB elaborou o Plano Nacional de Capacita��o para o
Setor Artesanal a ser implantado em conjunto com os PABs Estaduais, a
partir de 2008.
ACESSO A MERCADOS
Outro foco de atua��o do PAB � a �rea de acesso a
mercados. Consolidar e ampliar canais de comercializa��o dos produtos
artesanais t�m rela��o direta com a gera��o de novas oportunidades de
trabalho e de aumento de renda no setor. Para tanto o PAB conta com a
macro-a��o "Feiras e Eventos para Comercializa��o da Produ��o
Artesanal", espa�o de promo��o e de aproxima��o dos artes�os com o
mercado consumidor.
LEGISLA��O
Decreto n� 783 de 25 de mar�o de 1993.
Fixa o processo
produtivo b�sico � PPB para produtos industrializados na Zona Franca
de Manaus e d� outras provid�ncias.
Decreto n� 1.508, de 31 de maio de 1995.
Disp�e sobre a subordina��o
do Programa do
Artesanato Brasileiro, e d� outras provid�ncias.
O ICMS - Imposto
sobre opera��o relativas � circula��o de mercadorias e sobre presta��o
de servi�os de transportes interestaduais, intermunicipais e de
comunica��o, � de compet�ncia dos Estados e do Distrito Federal. Sua
regulamenta��o constitucional est� prevista na Lei Complementar
87/1996 (lei Kandir), alterada posteriormente pelas Leis
Complementares 92/97 e 99/99 e 102/2000. Para ter acesso Leis do ICMS,
acesse o sitio da Secret�ria
Nacional de Pol�tica Fazend�ria - CONFAZ.
A Legaliza��o e
Regulamenta��o s�o quest�es fundamentais para quaisquer neg�cios,
sejam por seguran�a comercial ou pelos riscos operacionais. �
interessante conhecer as vantagens e desvantagens de ser uma empresa
artesanal e, principalmente, conhecer as obriga��es para a manuten��o
da qualidade e compor o diferencial. Junto a
Ag�ncia
Nacional de Vigil�ncia Sanit�ria-ANVISA, o artes�o poder� obter
as informa��es necess�rias para cumprir com todas as exig�ncias
previstas em lei.
O Licenciamento
ambiental no �mbito federal � detalhado pelo Centro de Licenciamento
Ambiental Federal ligado ao
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
Renov�veis - IBAMA.
O Licenciamento
ambiental est� previsto na Lei n� 6.938 de 1981, que
estabelece as diretrizes da Pol�tica Nacional de meio ambiente e �
caracterizado por tr�s fases distintas: Licen�a Pr�via, Licen�a de
Instala��o e Licen�a de Opera��o. A
Resolu��o CONAMA n� 237 de 1987,
regulamenta os procedimentos e crit�rios utilizados no licenciamento
ambiental, de forma a efetivar a utiliza��o do sistema de
licenciamento como instrumento de gest�o ambiental, institu�do pela
Pol�tica Nacional de Meio Ambiente. Todo processo de licenciamento no
IBAMA � feito ouvindo-se os �rg�os Estaduais de Meio Ambiente.
Quanto �s normas
sanit�rias, essas s�o regidas pelos seguintes decretos, leis e
portarias:
Lei 6.938/81 de 31/08/1981 e
Resolu��o CONAMA n� 237/97 .
REVOGADOS
Decreto n� 80.098, de 08 de agosto de 1977.
Institui o Programa Nacional de Desenvolvimento Artesanal e d� outras
provid�ncias.
Decreto n� 83.290, de 13 de mar�o de 1979.
Disp�e sobre a classifica��o de produtos artesanais e identifica��o
profissional do artes�o e d� outras provid�ncias.
Decreto de 21 de mar�o de 1991. Institui o Programa do Artesanato
Brasileiro e d� outras Provid�ncias.
EM TRAMITA��O
Projeto
de Lei n� 3.926 de 2004. Autor: Eduardo Valverde PT/RO.
Data da Apresenta��o do Projeto de Lei: 07 de julho de 2004. Em
tramita��o no Congresso Nacional. Institui o Estatuto do artes�o,
define a profiss�o de artes�o, a unidade produtiva artesanal, autoriza
o Poder Executivo a criar o Conselho Nacional do Artesanato e o
Servi�o Brasileiro de Apoio ao Artesanato e d� outras provid�ncias.
O
ARTES�O E A PREVID�NCIA SOCIAL
O Artes�o �
considerado contribuinte individual pela Previd�ncia Social e como
trabalhador aut�nomo deve pagar o INSS. Contribuinte Individual s�o
pessoas f�sicas que podem ou n�o ser s�cios ou propriet�rios de
empresas urbanas e rurais. Normalmente exercem atividades por conta
pr�pria ou prestam servi�o � empresa, sem v�nculo empregat�cio. As
inscri��es podem ser feitas nas Ag�ncias da Previd�ncia Social, pela
Central 135, pelo site do
Minist�rio da Previd�ncia Social ou diretamente pelo link da
DataPrev.

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