Uma variedade de técnicas está sendo desenvolvida para fornecer um elo de comunicação entre o mundo úmido e analógico do processamento de informações biológico e a eletrônica digital. Pesquisadores no Instituto Max Planck, na Alemanha, desenvolveram equipamentos não-invasivos que podem se comunicar com neurônios em ambas as direções. Eles demonstraram o seu "transistor de neurônios" controlando os movimentos de uma sanguessuga viva a partir de um computador pessoal.
Tecnologia semelhante foi usada para reorganizar neurônios de sanguessugas e coagir esses neurônios a resolver simples problemas lógicos e aritméticos. Cientistas agora experimentam um novo design, chamado de "pontos de quantum", que usa minúsculos cristais de material semicondutor para conectar equipamentos eletrônicos a neurônios. Esses desenvolvimentos nos oferecem a promessa de reconectar caminhos neurológicos quebrados para pessoas com dano no sistema nervoso e ferimentos na coluna vertebral.
Autor do texto: Ray Kurzweil dirige o grupo Kurzweil Technologies e e autor de, entre outros, "The Age of Intelligent Machines" (MIT Press).
Este texto foi veiculado originalmente no site http://www.kurzweilai.net/ (February 17th 2003)