MICROBIOLOGIA -
Antrax de inalação ou respiratórioDiagnóstico de infecção
Há três formas de antraz: antraz cutâneo (o qual conta com 95 por cento de casos de antraz que acontece naturalmente no mundo); gastrointestinal; e antraz de inalação. Antraz de inalação desenvolve seguindo um período de incubação de 1-6 dias. Os sintomas iniciais não são específicos e incluem mal-estar, fadiga, mialgia e febre, como também uma tosse não-produtiva e dor torácica moderada. Estes sintomas normalmente persistem durante 2-3 dias, e podem ser seguido até mesmo por um período pequeno de melhoria. Os sintomas terminais aparecem de repente e incluem angústia respiratória com dificuldade de respirar, sibilos, cianose, dor de tórax aumentada e transpiração excessiva. O aspecto mais crítico de se chegar a um diagnóstico de antraz de inalação é haver suspeitas de várias doenças diferentes, já que os sintomas precoces são completamente inespecíficos. Cultura e coloração de escarro não são úteis no diagnóstico uma vez que esta é uma doença mediastinal e não uma pneumonia. Culturas de sangue só dão resultados positivos tardiamente no decurso da doença.

Histopatologia do nódulo linfático mediastinal com Bacillus anthracis

Radiografia aos pulmões (em indivíduo contaminado com Antrax após inalação de esporos do Bacillus anthracis)
RESUMO
O Antraz inalado ou respiratório é uma doença principalmente de ovelhas,
bovinos e cavalos e rara no homem, causada pelo Bacillus
anthracis. A sua transmissão ocorre pela inalação de esporos da bactéria.
Sintomas
e sinais:
Há febre, astenia, dificuldade em respirar, tosse e congestão nasal.
Diagnóstico:
É realizado pelas características clínicas da doença, pela radiografia de tórax
e pela identificação da bactéria nas secreções pulmonares (escarro) ou no
sangue (método que pode diagnosticar a doença só numa fase já avançada).
Tratamento:
É realizado com antibióticos específicos, especialmente penicilinas.
Texto baseado no Conjunto de Diapositivos Microbiologia - As Novas Ameaças do Séc. XXI
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