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FURACÕES
O DESENVOLVIMENTO DOS FURACÕES
Um furacão é composto de um massa de trovoadas
organizadas que são mais importantes para a circulação da tempestade. Para
ocorrer o desenvolvimento de um furacão, é necessário a convergência de
ventos na superfície. Furacões dependem de calor latente liberado durante
condensação de grandes quantidades de vapor d'água. O calor latente
liberado aquece o ar e supre flutuação para levantamento.
Um ciclone tropical é provável de ocorrer quando estes fatores existem
simultaneamente:
Uma forte presença da força de Coriolis (latitudes de 5°-6°)
Uma superfície de água quente (pelo menos 27° C) numa área suficiente para
suprir o ar acima com grandes quantidades de vapor
Uma atmosfera instável ou pressão baixa na superfície e freqüentemente um
anti-ciclone bem alto
Valores baixos de cisalhamento vertical de vento (cisalhamento produzido
pelo movimento de uma massa de ar ultrapassando uma outra)
Estas condições são mais prováveis de ocorrer sobre as áreas oceânicas
aonde a zona de convergência intertropical move 10° ou mais fora do
Equador. A força de Coriolis causa os objetos em movimento defletir para a
direita no Hemisfério Norte e para a esquerda no Hemisfério Sul. Esta
força é responsável pela rotação de um furacão e é muito fraca dentro de
5° do Equador. Valores altos de cisalhamento vertical de vento podem
impedir convecção e o desenvolvimento de um ciclone.
ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO
Um ciclone tropical pode durar de poucas horas até quase três semanas, mas
a maioria dura de 5-10 dias. O estágio inicial de um furacão é um
distúrbio tropical com uma leve circulação sem isóbaras fechadas ao redor
de um área de pressão baixa. Distúrbios tropicais são comuns nos trópicos
e consistem de um sistema organizado de trovoadas com pancadas de chuva.
Uma onda tropical é um cavado de baixa pressão no fluxo de ventos alíseos
movendo-se à oeste. Céu nublado e chuva ocorrem atrás do eixo da onda.
Ondas tropicais podem ser causadas pelo Complexos Convectivos de Mesoscala
na região equatorial da Africa Norte durante o verão do Hemisfério Norte.
Freqüentemente, elas evolvem em furacões que afetam as regiões do Caribe e
América do Norte.
Um distúrbio tropical ou uma onda tropical é elevado á depressão tropical
quando os ventos máximos constantes na superfície aumentam de pelos menos
37 km/h. Uma depressão tropical é um sistema de trovoadas fortes com um
circulação definida, ventos máximos constantes de 62 km/h ou menos, e pelo
menos uma isóbara fechada que acompanha uma caída de pressão no centro da
tempestade. Quando os ventos na superfície são entre 63-118 km/h, o
ciclone é chamado de uma tempestade tropical. Esta mesma tempestade é mais
organizada e se parece com um furacão por causa da circulação
intensificada. Durante este estágio, tempestades tropicais recebem nomes
(como Andrew, Dennis, Floyd, etc) que permanecem quando elas envolvem-se
em furacões.
Assim que as pressões caem, uma tempestade tropical torna-se um furacão
quando os ventos excedem 119 km/h. Uma rotação pronunciada desenvolve-se
ao redor do centro de um furacão e bandos de chuvas giram ao redor do
olho. Bandos de chuvas são pancadas de chuvas convectivas separadas por
áreas de ar descendente. Existe às vezes intervalos entre estes bandos
aonde chuvas não são observadas. Cada bando normalmente produz períodos de
chuvas mais longas e intensas do que as anteriores da periferia do furacão
até atingir o olho.
Ar ascende e condensa formando enormes trovoadas produzindo chuvas fortes
(até 25 centímetros por hora) na parede do olho. Perto dos topos das
trovoadas, o ar seco flutua para fora do centro. Este ar divergente no
alto produz um afluxo anti-ciclônico vários cem quilômetros do olho. Assim
que o afluxo atinge o periferal da tempestade, ele começa a descer e se
aquecer, induzindo céu claro. Dentro das trovoadas da parede do olho e dos
bandos de chuvas, o ar se aquece por causa das grandes quantidades de
calor latente liberado. Este produz pressões leves altas no alto e inicia
a descendência do ar no olho e entre cada bando. O ar descendente esquenta
por compressão e explica a ausência de trovoadas no centro da tempestade.
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