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Elementos Anormais e Sedimentoscopia

Exame de Urina (EAS-Elementos anormais e sedimentoscopia)

 

 

1. Considerações gerais:

              O exame de urina representa um elemento indispensável da patologia clinica considerando-se que pode detectar doenças em qualquer parte do trato urinário. Além disso, permite uma estimativa semi-quantitativa da função renal e fornece pistas sobre a etiologia da disfunção.

Os componentes do exame de urina padrão incluem:

 

a. Caracteres físicos: cor, volume, densidade, pH, aspecto e depósito.

 

b. Pesquisa de elementos anormais: Proteína, hemoglobina, glicose, cetona e sais biliares.

 

c. Sedimentoscopia: leucócitos (piócitos), hemácias, cristais e cilindros

 

Obs.: Na atualidade dispõe-se de instrumentos que processam e fazem a leitura das fitas reagentes, melhorando assim o grau de precisão ao eliminar parte do elemento subjetivo inerente na leitura das reações pelo olho humano.

          O exame de urina pode ser realizado com a coleta da primeira amostra da manhã, desprezando-se o primeiro jato. Esse é o teste mais usado na rotina de laboratório clínico (EAS). Para outros tipos de exame, (por exemplo: dosagem de proteína, clearence de creatinina dosagem de hormônios), coleta-se urina de 24 horas, que consiste em eliminar a primeira amostra da manhã e coletar num recipiente todas as demais até que complete o tempo.

 

2.Caracteres físicos: 

a. Cor: A cor da urina é variável é depende da maior ou menor concentração dos pigmentos urinários, de medicamentos, de elementos patológicos nelas eliminados e de certos alimentos.

Normal: amarela palha (citrina)

Alterada: intensamente amarela ou parda (icterícias); rosada ou vermelha (hematúrias).

 

b.Volume (24h): A faixa normal de eliminação urinaria é de 1000 – 1500 mL. O volume excretado varia com a alimentação, com exercício físico, com a temperatura ambiente e particularmente com a quantidade de líquido ingerido.

 

c. Densidade (24h): 1015 – 1025

 

d. pH: No individuo norma a urina é ligeiramente ácida (4,5 – 6,0), nesta circunstância a acidez urinária é modificada principalmente pelas características da dieta

 

e. Aspecto: Límpido

 

f. Depósito: Ausente

                     

3. Pesquisas de elementos anormais (Exame químico qualitativo):

 

a. Proteína (albumina):

Técnica do ácido sulfosalicílico a cerca de 5mL em um tubo de ensaio, adicionar algumas gotas da solução do ácido sulfosalicílico a 20%. O aparecimento de uma turvação branca ou precipitado indica a presença de proteína.

Interpretação clínica: Pré-renal: estados febris; Renal: síndrome nefrótica; Pós-renal: cistite.

                     

b. Hemoglobina (reação de Johnannessen)

A 2,5  mL  de urina, em tubo de ensaio, adicionar 10 gotas do reativo de Kastel-Meyer e 5 gotas de água oxigenada a 10 volumes. O aparecimento de coloração róseo ao vermelho revela a presença de hemoglobina.

 

Interpretação clínica: Hemoglobinúria noturna paroxística, anemias hemolíticas, infecções e reações medicamentosas.

          

c. Glicose:             

Técnica do reativo de Benedict: Colocar 2,5 mL do reativo de Benedict em um tubo de ensaio e fever. Se não houver mudança de coloração a solução estar boa para uso. Posteriormente adicionar 4 gotas de urina e levar a fervura.   Se houver aparecimento de precipitado que pode variar do verde ao vermelho-tijolo indica a presença de açúcares redutores.

 

Interpretação clínica: Diabetes melito, glicosúria renal e pancreatite aguda.

 

d. Cetonas:

Técnica da reação de Legal: Colocar 2,5 mL de urina em um tubo de ensaio e juntar três gotas do reativo de Imbert e adicionar lentamente pelas paredes em técnica de anel 0,5 mL de NH4OH concentrado. Se houver aparecimento de anel violáceo na interfase indica a presença de cetona.

 

Interpretação clínica: Diabetes melito, eclampsia, hipertireoidismo.

 

e. Sais Biliares

Prova de Hay: Em um becher colocar 20 a 30 mL de urina e deixar cair flor de enxofre sobre  sua superfície. Se a urina apresentar sais biliares, o enxofre cai ao fundo do copo (os sais biliares baixam a tensão superficial).  A reação positiva tem valor relativo porque várias outras substâncias diminuem a tensão superficial dos líquidos (timol, fenóis, detergentes).

 

Interpretação clínica: icterícia obstrutiva ou hepatocelular

 

Tiras reagentes

           Usando tiras reagentes podemos substituir com segurança os exames em tubos de ensaio, bastando mergulhar a tira numa porção de urina, retira-la em seguida, aguardar 60 segundos e compará-las com a tabela

Figura 01.Tiras reagentes.As tiras de urina, tiras de papel impregnadas com um ou mais reagentes, são uma alternativa rápida e fácil de estudar os diversos parâmetros químicos ou não em amostras de urina. A intensidade de cor dos parâmetros nas tiras de urina pode ser um indicativo de concentração, porém este método ainda é considerado de triagem na área clínica, sendo que amostras apresentando alterações são encaminhadas para determinações quantitativas. Ainda assim, os parâmetros individuais das tiras de urina (Sangue, Urobilinogênio, Bilirrubina, Proteína, Nitrito, Corpos Cetônicos, Ácido Ascórbico, Glicose, pH, Gravidade Específica e Leucócitos) oferecem informações clínicas de grande utilidade.

 

 

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