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    Mágica dança
    de luz,
    que acordas
    o mundo já frenético...
    Há 18 anos
    o não-ser cedeu o lugar.

 
    Será o meu fim o seu regresso?
 

    Resta-me, agora,
    rasgar esta estrada.
    Seguir para a
    neblina densa.

    Ténue, no fundo
    da minha alma,
    uma Chama
    insiste em lançar
    arcos verde-esperança.

    Com asas de liberdade,
    tudo largo
    e nada temo.
    Sou o vento doce da manhã que nasce no mar
    e se funde nas serras...

    Sou tudo e nada sou (e no entanto: SOU!).
 
                                                                           Luís M.
 
 

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