O DIREITO PROCESSUAL DA IDADE MÉDIA
CLÓVIS JUAREZ KEMMERICH
ISBN: 8575253492
Editora: SAFE
Edição: 1ª
Área: DIREITO
PROCESSUAL CIVIL
Assunto: DIREITO PROCESSUAL
Esgotado: Não
Idioma: PORTUGUÊS
Preço: R$ 63,00
Trabalho
inédito do Prof. Clóvis Juarez Kemmerich, publicado por
Sérgio Antonio Fabris Editor, “O Direito Processual da Idade
Média” examina a evolução histórica das
técnicas do Direito Processual, desde o período dos ordálios até o auge do sistema da prova legal. O texto
expõe, em linguagem acessível e traduções precisas,
as grandes doutrinas da época, no contexto político em que surgiram,
e revela que o processo, ao contrário de algumas
concepções atuais, não era apenas instrumento do poder
jurisdicional: era principalmente o seu limitador.
Clóvis
Juarez Kemmerich é mestre em Direito Processual pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, foi professor de Direito Processual Civil na
Universidade de Caxias do Sul e atualmente dedica-se a intensa atividade como
Procurador Federal.
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SUMÁRIO
1
Introdução
1.1 Apresentação do tema
1.2 A abordagem funcionalista
1.3 Utilidade das doutrinas de base jusnaturalista
1.4 Plano da exposição
2
Os antecedentes: os direitos dos povos germânicos
2.1 Fontes históricas sobre o direito
germânico
2.2 Breve delineamento histórico
2.2.1 Visigodos
2.2.2 Lombardos
2.2.3 Francos
2.2.4 Anglos e saxões
2.2.5 A Igreja cristã
3
O poder jurisdicional no direito germânico
3.1 Assembléias das aldeias
3.2 Jurisdição do rei
3.3 Multiplicidade de jurisdições
4
As regras procedimentais do direito germânico
4.1 A
autotutela e a tutela jurisdicional
4.2 A assembléia popular
4.3 A iniciativa do processo
4.4 O desenvolvimento do processo
4.5 As provas-julgamentos
4.5.1 Testemunhas
4.5.2 Juramento
4.5.3 Ordálios
4.5.4 Duelo
5
As funções das regras procedimentais no direito germânico
5.1 Ordem e justiça formal
5.2 Proteção contra o arbítrio
5.3 Realização do direito
5.4 Instrumento do poder
5.5 Necessidade de novas regras para o processo
6
Fontes referentes ao “renascimento” jurídico
6.1 O “renascimento”
6.2 As fontes históricas
6.2.1 Fontes do direito
romano-canônico
6.2.2 Fontes da common law inglesa
7
O “renascimento” do direito romano
7.1 O direito romano até o final do
século XI
7.2 Causas e conexões
7.3 A escola dos glosadores
7.4 O direito comum
8
A fundamentação do ordo iudiciarius
8.1 Necessidade de fundamentação
8.2 Fundamentação teológica
9
Regras do ordo iudiciarius na sua primeira fase (1100-1260)
9.1 A iniciativa do processo
9.2 A petição inicial
9.3 A citação do réu
9.4 A litiscontestatio
9.5 O sistema probatório
9.5.1 Meios de prova
9.5.2 Ônus da prova
9.5.3 Universo da prova
9.5.4 Valoração da prova
9.6 O juízo e a sentença
9.7 Os recursos
9.8 A execução
10
Processo e poder no “renascimento” jurídico
10.1 A centralização do poder
10.1.1 O imperador
10.1.2 Os reis
10.1.3 O papa
10.2 A posição do príncipe na ordem
jurídica medieval
10.3 A vulnerabilidade das regras procedimentais
10.4 O lugar das regras procedimentais na ordem
jurídica
11
Limitações processuais ao poder do príncipe (1215-1453)
11.1 O due process na Magna Carta
11.2 O sistema da prova legal: uma nova fase do ordo
iudiciarius
11.3 As doutrinas sobre a justiça processual
11.4 A redução das formalidades
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Conclusões
Referências
Índice
http://geocities.com/kemmerichepistemology/