Sr.
Josiel Teli
Shalom
Aleichem !
Continuando
nossas considerações sobre vossa pesquisa, estamos intercalando as mesmas em
verde, logo abaixo do item analisado.
O
Juízo Investigativo na Bíblia - 6
Que YHWH te abençoe
e te guarde...
O GRANDE JULGAMENTO
DE MATEUS 25
Antes do grande
julgamento citado pelo Messias, em Mateus 25:31-46, haverá o julgamento,
conforme predito pelo profeta Daniel - 7:10, 22 e 26 e 8:14 (בתי אניד – dînā’
‘etib) – assentou-se o Juízo
ou
assentou-se o
Tribunal. – (אניד –
Juízo [Tribunal]).
No entanto, antes de
falarmos deste “Tribunal” em Daniel, será
fundamental que se perceba, primeiro, o que o Messias declarou em Mateus 25:31:
“Quando vier o
Filho do homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no
trono da sua glória”. –
(ARA).
Na P4 foi dito:
estes Textos de Mateus são bem conhecidos: 7:21-23 e 25:31-46. Sabemos que
esta é uma referência que aponta para o grande julgamento apresentado em Apoc.
20:11-15. Mas o Texto de Mateus 25:31-46 não está dizendo que, o Messias irá
separará os salvos, justos e santos dos perdidos que serão condenados, apenas
naquele dia. Contudo, naquele dia será lido ou revisto o Livro da Vida (Apoc.
20:15). Assim, “aos que estiverem à sua direita” – aos que estiverem com o nome
“no Livro da Vida do Cordeiro” (Apoc. 21:27 - ARA), “dirá” entrem “na posse do
reino” (Mat. 25:34 – ARA), eles receberão o “galardão” (Apoc. 11:18 - ARA). Mas
“aos que estiverem à sua esquerda” – aos que não estarão com o nome “inscrito no
Livro da Vida”, “dirá” “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno” (Mat.
25:41 – ARA). Os
Textos de 1Tes. 4:16 e Apoc. 20:4-6, deixam claro que a separação ocorre no
mínimo mil anos antes do Juízo Final.
Agora,
perceba o que disse o autor da Epístola aos hebreus, ao fazer uma declaração
sobre o Sumo sacerdote assentado no trono da graça: “Acheguemo-nos,
portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de
recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião
oportuna”. – (Heb. 4:16 –
ARA). Por que, então, o Messias ainda está no “trono da
graça” e não
“no
trono da sua glória”? O próprio livro
de Hebreus responde. Porque ele ainda está tirando os pecados de muitos
(perdoando); mas “aparecerá a segunda
vez, sem, pecado, aos que o aguardam para a salvação”. – (Heb. 9:28 –
ARA).
Hoje, o Cordeiro do
Elehym, ainda está recebendo pecado – ainda é o Cordeiro substituto; mas, quando
o Messias-Cordeiro deixar o “trono da
graça”, Ele não mais
estará perdoando pecados. Por isso foi dito: “aparecerá a segunda
vez, sem, pecado, aos que o aguardam para a salvação”. Portanto,
nem
na Sua segunda vinda, nem no Juízo Final, haverá perdão dos
pecados. Nessas duas
ocasiões todos os casos já estarão decididos.
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Não achamos ser necessário considerar o tópico acima, pois cremos que os comentários apresentados nos temas: O Juízo Investigativo na Bíblia – 1 – 2 – 3 – 4 – 5, já tenham respondido ao mesmo. Queremos no entanto ressaltar o que foi mencionado em
relação as declarações destacadas em
amarelo: Considerando o primeiro texto.
Considerando o segundo texto.
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ASSENTOU-SE O
TRIBUNAL
No que diz respeito
a julgamento, o livro de Daniel, em seu capítulo sétimo, tem alguns detalhes
interessantes. Vejamos alguns:
ASSENTOU-SE O
TRIBUNAL
“Continuei
olhando, até que foram
postos uns tronos, e o Ancião de Dias se
assentou; sua veste era branca
como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã; o seu trono eram chamas de fogo,
e suas rodas eram fogo ardente”. – (Dan. 7:9 _
ARA).
Compare esse verso
com Apoc. 20:11-12. Aqui fala duas vezes: “tronos” e “trono”. No verso 11 diz:
“um
grande trono branco”. Já Daniel viu:
“tronos”; depois destacou o
“trono” do Ancião de Dias,
dizendo: “o seu trono eram chamas de fogo,
e suas rodas eram fogo ardente”. João vê
“um
grande trono branco”, Daniel vê um
trono, que “eram chamas de
fogo”.
Continua o relato do
profeta Daniel.
“Um rio de fogo manava
e saía de diante dele; milhares de milhares
o serviam, e miríades de miríades estavam diante dele. Assentou-se para o
juízo, e os livros foram abertos”. – (Dan. 7:10 -
ARA).
Compare com Apoc.
20:11-12. Aqui, no 11 é dito que de sua “presença fugiram a terra e o
céu”. Mas em Daniel nada fugiu. Por quê? Porque não é o tempo da ira -
“daquele que se assenta
no trono e do Cordeiro” – “o grande Dia da ira
deles”. (Apoc. 6:16-17
[14-15]); nem o Juízo Final. Além do mais, Daniel também apresentou
“milhares de milhares
o serviam, e miríades de miríades estavam diante dele”. Por isso,
percebam que em Daniel os seres presentes servem ao Ancião de Dias. Em Apoc.
20:12 João viu “os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do
trono”.
Em Daniel, embora
não tenha sido dito que o Livro da Vida foi aberto; e sim que “os livros foram
abertos”. Na presença do
Ancião de Dias que - “Assentou-se para o
juízo”. No entanto, em
nenhum momento (até o final do capítulo) foram apresentados os mortos sendo
julgados. Em Apoc. 20:11-15 são os mortos que são julgados.
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Precisamos entender que Dn 7:9, nos apresenta um juízo onde a sentença é determinada; já Ap 20:11 – 12, um juízo onde a sentença é executada. Portanto, ambos tratam de assuntos bem distintos entre si. Dn 7:9 – 10, 13 – 14, nos apresenta o julgamento das
hostes celestiais, juízo esse no qual satanás e seus anjos procuraram
diante do Eterno e todos os anjos, justificar os motivos pelos quais
assassinaram a Yeshua na cruz do Calvário. Esse mesmo juízo foi
apresentado por João no livro do Apocalipse (Ap 12:7), como sendo uma
guerra travada no Céu entre Yeshua e Seus anjos contra satanás e seus
anjos, juízo no qual satanás foi condenado, visto que a Lei do Eterno não
justifica o homicida que intencionalmente tira a vida do seu próximo
movido por ódio, inveja ou cobiça Nm 35:16 – 21,30,31,33. Ao serem condenados, satanás e seus anjos foram
lançados para a Terra onde deverão permanecer até a execução da sentença
decretada pelo Eterno através de Sua Lei que requer a vida do transgressor
(Ez 18:20; Ap 12:12 up Após Sua vitória sobre satanás, Yeshua dirigiu-se à
presença do Eterno (Dn 7:13;
Ap 5:6 – 7), onde então foi aclamado (Rei dos reis e Senhor dos
senhores) sendo Sua autoridade reconhecida por toda hoste celestial (Dn
7:14; Ap 5:8 – 14; 12:10 – 12pp)
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O QUARTO ANIMAL
CHEGA AO FIM
Continua o relato do
profeta Daniel.
Qual o verdadeiro
sentido da frase: “vi que o animal foi
morto”?
“Então, estive
olhando, por causa da voz
das insolentes palavras que o chifre proferia; estive olhando e vi
que o animal foi morto, e o seu corpo
desfeito e entregue para ser queimado”. – (Dan. 7:11 – ARA).
Compare com o que
foi escrito em Apoc. 20:10: “a besta como
também o falso profeta” (ARA) no
“lago de fogo e
enxofre” (ARA), onde foram
lançados antes dos mil anos. (Apoc. 19:19-21). Já o profeta Daniel disse:
“vi
que o animal foi morto”. Mas também foi
dito: “e o seu corpo desfeito e entregue para ser queimado”.
Vejam! Quem Daniel
viu morto foi “o quarto
animal” (Dan. 7:7 - ARA).
A “ponta pequena” estava no “quarto
animal”, mas ela não era e não
é
“o
quarto animal”. Lá em Apoc.
20:7-15 não há como se ter menção do “o quarto
animal”, ele já não existe
mais. Portanto, o que sobrou do Império Romano (“o quarto
animal”), que ainda
sobrevivia com Roma Papal, foi desfeito de 1798 (inclusive com a República
decretada em Roma em 1849) até 1870 com as várias Repúblicas instaladas na
Europa e com unificação da Itália por (Garibaldi) e Victor Emanuel II. Por isso
foi dito: “o seu corpo desfeito”. O corpo do Império
Romano, que era conduzido pela “ponta
pequena”, foi
fragmentado. E o “para ser
queimado”, significa que não foi sem lutas e mortes que foi desfeito o que
havia do Império Romano.
Continua o relato do
profeta Daniel.
“Quanto aos outros
animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia,
foi-lhes dada prolongação de vida por um prazo e um tempo”. – (Dan. 7:12 –
ARA).
Nenhum império ou
reino ímpio continuará após o Juízo Final. (Por enquanto só esse comentário
sobre esse verso).
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O chifre pequeno em Dn 7;8, representa a ICAR em sua ascensão ao domínio, quando então exerceu toda sua autoridade sobre as nações que surgiram no antigo território do Império Romano, representado aqui pelo corpo do animal. O interessante é que Daniel (Dn 7:8 e 9), focaliza o início do julgamento de satanás e sua hoste, exatamente no período em que a ICAR iniciava sua expansão e supremacia sobre as nações européias, as quais mantinha unida a si pelo poder religioso, e o encerramento do mesmo, quando esse animal foi morto e seu corpo desfeito, ou seja: Com o enfraquecimento do poder religioso da ICAR, ela perdeu sua autoridade sobre as nações de maneira que estas se desligaram do mesmo, tornando-se nações independentes. Embora independentes, estas nações jamais exercerão o domínio e influência que exerceram no passado (Dn 7:12). |
O FILHO DO HOMEM COM
AS NUVENS
Continua o relato do
profeta Daniel.
Em Mateus 24:30, o
Messias em resposta aos apóstolos disse que o sinal de Sua vinda é:
“Então, aparecerá no céu o
sinal do Filho do Homem; todos os povos
da terra se lamentarão e verão o Filho do
Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e
muita glória”. – (ARA – Leia Apoc. 14:14-20).
Mas, como se percebe
no verso abaixo, a descrição do profeta Daniel aponta outro evento. Onde Ele
dirige-se ao Ancião de Dias, antes de vir a Terra. Veja:
“Eu estava
olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha
com as nuvens do céu um como o Filho de Homem, e dirigiu-se ao Ancião
de Dias, e o fizeram chegar até ele”. – (Dan. 7:13 –
ARA).
Compare esse verso
com Apc. 20:11-15. Eles tratam do
mesmo assunto? Qual o motivo do Filho
do Homem se dirigir ao Ancião de Dias, somente após Daniel relatar que o quarto
animal havia sido morto?
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Como já foi
abordado no comentário acima, Dn 7:13 nos apresenta o momento em que
Yeshua, após o término do juízo relatado nos versos 9 e 10, no qual
satanás foi condenado e expulso para a terra onde ficará até a execução da
sentença, achega-se à presença do Deus Eterno, quando então terá Sua
autoridade reconhecida por toda a hoste celestial, fato este também
mencionado em Ap 5:8 – 14;
12:10 – 12pp Ap 20:11 – 15
nos apresenta Yeshua executando a sentença determinada pelo Eterno no
Juízo Final (Dia da Expiação), que corresponde a Festa dos Tabernáculos,
quando então buscará os frutos da última colheita do ciclo de Festas
Fixas, para apresenta-los diante do Deus Eterno no Céu dos céus (simbolizado pelo Tabernáculo –
Templo), e deixar os ímpios reservados para o lago de fogo (morte
eterna). Dn 7:13 e Ap 20:11 – 15, abordam eventos
distintos, não se tratando portanto de um mesmo evento. O relato da
morte do quarto animal serviu para focalizar a época em que houve o
encerramento do juízo das hostes celestes com a conseqüente expulsão de
satanás e seus anjos para a terra, e a exaltação de Yeshua perante toda
hoste celestial, em torno dos século XVIII EC, justamente no período em
que a unidade européia (quarto
animal) mantida pelo
poder religioso europeu (ICAR), se desfez,
tornado-se cada nação livre para decidir seu destino, e século XIX EC, com
o holocausto nazista, quando então se cumpriu a profecia registrada em Ap
12:13.
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AS BODAS DO
CORDEIRO
Continua o relato do
profeta Daniel.
É nas bodas que será
dado ao Messias: “domínio, e glória, e o
reino”.
“Foi-lhe dado domínio,
e glória, e o reino, para que os povos,
nações e homens de todas às línguas o servissem; o seu domínio é
um domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído”. –
(Dan. 7:14 – ARA).
Compare esse verso
com Mateus 25:21. Compare também com a parábola de Mat. 25:1-13; e com Apoc.
19:1-10.
Eis as Bodas do
Cordeiro!! É nessa época que
os últimos convites para as bodas são feitos. É nesta época que os convidados
são inspecionados, para se saber se estão ou não com veste nupcial (Mat.
22:1-14). É nesta época que a porta da graça se fechará (Mat. 25:1-13). Porque
se as Bodas do
Cordeiro fosse realizada no
Céu, após o fechamento da porta da graça, fica estranho alguém entrar no Céu sem
ter sido salvo; por isso ter que ser expulso de lá.
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Na verdade, as Bodas do Cordeiro aponta para o Dia da Expiação, pois, assim como todos foram convidados para participar das bodas, toda humanidade também é convidada para se preparar para o Dia da Expiação (Juízo Final), e assim como aquele que não se preparou para a boda é lançado para fora da mesma, aqueles que não se prepararem para o Dia da Expiação também serão rejeitados e afastados dos demais, de maneira que não poderão participar da Festa dos Tabernáculos. Devemos lembrar também que
Yeshua é aclamado Rei dos reis e Senhor dos senhores antes da Festa das bodas; na festa
das bodas já não existirá oportunidade para os convidados que não
estiverem preparados; Ele apenas exercerá Sua autoridade retirando de seu
meio todos aqueles que não se mostrarem dignos. |
Vejam! Comparem
especialmente Dan. 7:14 com Apoc. 11:15-17 que diz:
“O sétimo anjo
tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se
tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos
séculos dos séculos”. – (Apoc. 11:15 –
ARA).
Por que somente
aqui, e antes das nações se enfurecerem, e antes da ira do Eterno e do Cordeiro,
conforme já foi comentado, que nos é relatado que o reino do mundo passa a ser
do Eterno e do Messias? Isso está de
acordo com o que foi profetizado por Daniel 7:13-14.
Continuando o relato
de Apocalipse foi dito: “E os vinte e
quatro anciãos que se encontram
sentados no seu trono, diante de
Deus, prostraram-se
sobre o seu rosto e adoraram a Deus, dizendo:
Graças te damos,
Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és, e que
eras, porque assumiste o
teu grande poder, e passaste a reinar”. – (Apoc. 11:16-17
– ARA).
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Ap 11:15 – 19, aborda eventos que correspondem aos
juízos do Eterno que serão derramados sobre as nações, evento bem
diferente do que foi relatado em Dn 7:13 e 14, como já foi comentado
anteriormente. |
Por que será que o Pai
e o Filho passam a reinar juntos, justamente antes das iras das nações e das
pragas, que precedem o milênio e o julgamento dos mortos?
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Sl 110:1 é bem
claro em afirmar que Yeshua só assumiria Seu poder e autoridade quando
seus inimigos fossem lançados no estrado de Seus pés, e, segundo Is 66:1,
o Céu é o trono de Deus, e a terra o estrado de Seus pés. Portanto, o Pai
e o Filho só teriam autoridade plena (inquestionada) em todas as regiões
celestes, incluindo as que eram administradas por satanás e seus anjos,
quando estes fossem expulsos das mesmas, e atirados para a terra, fato
este ocorrido exatamente entre os séculos XVIII / XIX EC, conforme os
relatos de Dn 7:13 – 14
e Ap 12:12 – 13. |
O GRANDE ATO DO
TRIBUNAL DE DANIEL 7
Continua o relato do
profeta Daniel.
Além de tirar o
domínio do quarto animal e da ponta pequena e de conceder: “domínio, glória e o
reino” ao Messias, há outro Ato importante no Tribunal apresentado por
Daniel.
“Até que veio o Ancião
de Dias e fez justiça aos santos
do Altíssimo; e veio o tempo em
que os santos possuíram o reino”. (Dan. 7:22 –
ARA).
Olhem!! Como alguém
pode afirmar que o Pai a ninguém julga? Como pode o Ancião
de Dias está em um Tribunal e fazer justiça a alguém, sem que
Ele não esteja julgando?
Esse Ato do Tribunal
Celestial, não é apenas punir os inimigos do povo santo. O Tribunal foi
estabelecido, principalmente, para fazer justiça
aos
santos. E fazer justiça aos santos, nada mais é que justificá-los, com a
mediação do melhor Advogado, perante o mais competente Juiz no único Tribunal
imparcial.
É nesse Tribunal que
os santos são justificados. É pra esse
Tribunal que Apocalipse 14:7 está apontando e advertindo os habitantes da
Terra.
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Ap 14:7 aponta para a guerra do armagedon, o juízo do
Eterno sobre todas as nações que se levantarem contra Israel, enquanto que
o Juízo onde os santos serão justificados, corresponde ao Dia da Expiação
(Juízo Final), que deverá ocorrer algum tempo após o juízo mencionado em
Ap 14:7. |
Portanto, é somente
após os santos serem justificados, que eles possuirão o reino e reinarão com o
Messias por mil anos. (Dan.
7:27 e Apoc. 20:4-6). – [email protected]
Que YHWH faça
resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti...
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Ley
Traot ! |
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Carlos
Oliveira |
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