
Francis Bacon, que foi na Inglaterra, advogado, membro do Parlamento, grande chanceler da Inglaterra e amigo pessoal do rei Jaime I.
Segundo ele, a verdadeira filosofia Era um eco, o mais fiel possível, do mundo, depositando na ciência fé entusiasta. Partiu da idéia da aplicar a verdade ao bem-estar e dignidade da espécie humana, negando valor a toda ciência que não contribuísse para tornar os homens mais felizes. Para ele a ciência tem este fim principal: dar ao homem novas forças e novos elementos de conquista, ampliar o mais possível o poder e grandeza do homem. O seu axioma, o seu principio fundamental era: "Saber é poder".
Platão considerava a ciência privilégio dos grandes espíritos e não admitia que pudesse ser útil, inventasse máquinas e que proporcionasse toda espécie de comodidades para as multidões.
Bacon, pensou, pelo contrário, que nisto se cifrava a sua glória. Ser útil, ser fecundo, é o destino último de todo o saber humano. Este conceito de ciência que faz parte da vida humana o fim supremo de todas as investigações é o que prevalece hoje em dia.
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