AROMATERAPIA
Hist�rico

H� milhares de anos, os �leos das plantas v�m sendo utilizados como medicamentos, ung�entos, perfumes e cosm�ticos. Destacando-se em sua utiliza��o est�o os eg�pcios, antigos mestres da perfumaria, e os gregos que tamb�m os utilizaram largamente como rem�dios e cosm�ticos arom�ticos.

Quem nunca ouviu falar dos famosos banhos p�blicos arom�ticos romanos?
Com a descoberta da destila��o, houve um grande desenvolvimento nesta �rea em pa�ses europeus.

A partir do trabalho cient�fico de diversos pesquisadores a aromaterapia foi aceita como uma nova e importante forma de terapia, sendo largamente utilizada na ind�stria de medicamentos, cosm�ticos e perfumaria.

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Defini��o de �leos Essenciais

Os �leos essenciais s�o compostos org�nicos vol�teis das plantas, extra�dos por destila��o a vapor ou extra��o por solventes vol�teis das folhas (alecrim), flores (camomila), cascas de frutas (lim�o), madeiras (cedro), ra�zes, etc.

Outro m�todo empregado � o de prensa manual, especialmente para frutas c�tricas como: lim�o, laranja, "grapefruit", bergamota e tangerina, indicados principalmente para uso oral.

"Enfleurage" � o m�todo utilizado para a obten��o de finas fragr�ncias como rosa, jasmim, gard�nia, flor de laranjeira, ang�lica e outras, sob a forma de �leos absolutos muito concentrados.

A quantidade de plantas versus quantidade de ess�ncia produzida � muito grande, podendo ser necess�rio mais de 1000 kg de p�talas de rosas para produzir 1 litro de �leo.

As ess�ncias podem ser incolores ou coloridas, s�o sol�veis apenas em �lcool, �ter e �leos vegetais, podem manchar tecidos e s�o inflam�veis.

Os �leos essenciais devem ser armazenados fora do alcance de crian�as.

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Propriedades Terap�uticas

Os �leos essenciais atuam sobre a harmonia e sa�de dos corpos f�sico, mental e emocional.
A n�vel de corpo f�sico, o poder de penetra��o e atua��o dos �leos � muito grande, e muitas vezes sua a��o varia de acordo com a dose prescrita.

Possuem atua��es:
A n�vel fisiol�gico: a��o carminativa, antiespasm�dica e digestiva, combatendo a pris�o de ventre, diarr�ia, flatul�ncia e m� digest�o.
A n�vel de sistema cardiovascular:  podem atuar como hipertensores, hipotensores, vasoconstritores e antiespasm�dicos.
A n�vel linf�tico: s�o poderosos antiss�pticos.
No sistema respirat�rio: t�m a��o antiss�ptica, antiespasm�dica e expectorante.
Os �leos tamb�m agem no sistema urin�rio como diur�tico, na elimina��o de c�lculos renais e no tratamento de infec��es e disfun��es urin�rias.
Tamb�m s�o utilizados para tratamento de impot�ncia e frigidez, doen�as ven�reas, etc. Os afrodis�acos mais not�veis s�o jasmim e ilangue-ilangue.
Sua fun��o end�crina envolve a estimula��o de gl�ndulas para a produ��o de horm�nios e a atua��o de alguns �leos como horm�nios.
A n�vel de sistema nervoso, poucos estudos criteriosos foram feitos a respeito, mas se conhece sua a��o como estimulantes e sedativos, desenvolvendo a mem�ria e o racioc�nio, etc.

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Utiliza��o

De modo geral, os �leos arom�ticos devem ser dilu�dos em �leos vegetais ou mel, antes de serem aplicados sobre a pele ou ingeridos.

Para a massagem, a dilui��o de 3% de �leo essencial em �leo vegetal (equivale a 1 gota de ess�ncia para 2 ml de �leo vegetal) � recomendada como inicial, que deve ser menor no caso de pele sens�veis, como de beb�s.
Basta encher o frasco com �leo vegetal, e acrescentar a ess�ncia em gotas. Agite suavemente.

�leos vegetais:

Pele seca: �leo de coco e de oliva
Pele normal: �leo de milho e de girassol
Pele oleosa: �leo de soja e de am�ndoa doce

Uma dica: o �leo de am�ndoa doce � o mais utilizado; se voc� adicionar 5% de �leo de germe de trigo �s misturas, durar�o muito mais.

Os �leos arom�ticos podem ser misturados entre si para maior efici�ncia, por�m muito cuidado deve ser tomado com misturas; oriente-se com um profissional da �rea.

Alguns �leos, no caso de superdosagem podem provocar efeitos colaterais,deste modo, observe as quantidades prescritas no receitu�rio.


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