
FIDEL CASTRO
A 2 de dezembro de 1956, chefiando 81 rebeldes, Fidel desembarcam em Cuba, sendo atacado na praia pelas forças de Batista. Apenas 12 homens escaparam, refugiando-se nas montanhas de serra Maestra. Durante mais de dois anos enfrentaram as tropas de Batista. No primeiro dia 1959, tomaram o poder. Fidel ocupou o cargo de primeiro-ministro , nomeando presidente o advogado Oswaldo Dorticos Torrado.
As divergências entre Fidel Castro e o governo dos EUA foram-se agravando a partir de meados de 1956.Na execução da reforma agrária e da nacionalização da industria, Fidel expropriou grandes empresas norte-americanas, ao mesmo tempo que se aproximava da URSS. Uma força invasora, constituída de emigrados, foi esmagada em poucos dias na baía dos porcos. No final de 1961, Fidel anunciou um programa "marxista-leninista adaptado as condições do país", o que provocou uma oposição da maioria dos países Latino-americanos e a expulsão de Cuba da OEA. Após a crise dos mísseis (1962), Fidel pretendia assumir uma posição de certa independência em relação a URSS, mas apoiou a intervenção soviética na Tchecoslováquia em 1968. Proclamando a seguir seu propósito de não exportar a revolução para a América Latina - as sanções políticas e econômicas decretadas pela OEA foram suspensas em julho de 1975 - Fidel Castro passou a participar ativamente da política africana, intervindo com tropas na guerra civil de Angola, ao lado da MPLA de Agostinho Neto. Visitou vários países africanos em 1976 e 1977. Embora continuasse ligado por estreitos laços a URSS( ideológicos e comerciais).