PADR�O DA RA�A
CBKC n�
11, de 20/4/1994.
FCI n�
11f, de 24/6/1987. Pa�s de origem: Gr�-Bretanha.
Nome no pa�s
de origem: Bull Terrier.
Prova de
trabalho: para o campeonato, independe.
Apar�ncia
geral: c�o de constitui��o forte e s�lida, musculoso e sim�trico,
com uma express�o viva, determinada e inteligente.
CARACTER�STICAS:
o Bull Terrier � o gladiador das ra�as caninas, pleno em impetuosidade
e coragem. � �nico em suas caracter�sticas de cana nasal descendente
(downface) e cabe�a ov�ide, independente do tamanho, os machos devem
ser notadamente m�sculos e as f�meas bem femininas.
TEMPERAMENTO:
equilibrado, talhado � disciplina, se bem que obstinado, �
particularmente am�vel com as pessoas.
CABE�A E
CR�NIO: cabe�a longa, forte e profunda at� o final do focinho,
jamais grosseira. Visto de perfil a linha superior desde o topo do cr�nio
at� o focinho � arqueada. A trufa � preta com a ponta inclinada para
baixo e as narinas bem desenvolvidas; o maxilar inferior � forte e
profundo.
BOCA: dentes
sadios, fortes, de bom tamanho e ortogonalmente inseridos. Apresentam
uma mordedura em tesoura perfeita, completa com os incisivos alinhados,
isto �, os incisivos superiores ultrapassam, pela frente, os
inferiores, em contato justo e todos inseridos ortogonalmente aos
maxilares. L�bios secos e ajustados.
OLHOS: de
aspecto estreitos e triangulares, inser��o obl�qua profunda, pretos
ou marrom-escuros quase pretos, com express�o penetrante. A dist�ncia,
desde os olhos at� a ponta do nariz, deve ser, nitidamente, maior que a
dos olhos ao topo do cr�nio. Olhos azuis ou parcialmente azuis s�o
indesej�veis.
ORELHAS:
inseridas relativamente pr�ximas, pequenas, finas e portadas firmemente
eretas.
PESCO�O:
bem musculoso, longo, arqueado, reduzindo a di�metro da cernelha para a
cabe�a, sem barbelas.
ANTERIORES:
ombros fortes e musculosos, sem serem carregados. A ponta dos ombros
fica pr�xima � ponta do esterno com as esc�pulas planas, largas, com
pronunciada angula��o com os �meros. Membros anteriores retos com
ossatura de se��o redonda, muito fortes e robustos de modo que o c�o
possa ficar, solidamente, plantado conferindo um paralelismo perfeito.
Cotovelos fortes, firmes e bem ajustados, trabalhando rente ao t�rax.
No c�o adulto os cotovelos ficam na metade da dist�ncia da altura na
cernelha. Metacarpos verticais.
TRONCO:
bem roli�o, costelas muito bem arqueadas, dorso curto e forte. A lina
superor � de n�vel desde a cernelha, lombo levemente arqueado, largo e
bem musculoso. Peito, visto de frente, � largo; visto de perfil, com
grande profundidade da cernelha ao esterno. A linha inferior, do esterno
ao ventre sobe em graciosa curva.
POSTERIORES:
visto por tr�s, os posteriores apresentam paralelismo. As coxas devem
ser musculosas e as pernas bem desenvolvidas. Os metacarpos s�o curtos
e retos, os joelhos e jarretes s�o bem angulados.
PATAS:
redondas e compactas, com dedos bem arqueados.
CAUDA:
curta, de inser��o baixa, portada horizontalmente. Mais grossa na ra�z,
afinado, gradualmente, at� a ponta.
PELAGEM: p�lo
curto, assentado, denso e �spero ao toque e bem brilhante. O subp�lo
� macio e pode estar presente no inverno. A pele � firmemente aderida
ao corpo.
COR:
nos brancos � branco puro. A pigmenta��o da pele ou marca��es na
cabe�a n�o devem ser penalizados. Nos coloridos, a cor deve predominar
em �rea sobre o branco. O rajado � preferido. Rajado escuro, vermelho,
castanho claro e tricolor s�o aceit�veis. Marcas pequenas no p�lo
branco s�o indesej�veis, azul e f�gado s�o altamente indesej�veis.
TAMANHO:
n�o h� limites para a altura e o peso, mas o c�o deve dar a impress�o
de m�xima subst�ncia para seu tamanho, em coer�ncia com as suas
qualidades e sexo.
Bull Terrier
Miniatura: neste caso a altura n�o pode exceder a 35,5 cm e n�o h�
limite para o peso desde que d� a impress�o de substancioso e de
propor��es equilibradas.
MOVIMENTA��O:
atrav�s da cobertura de sola e do movimento caracter�stico ritmado, f�cil
e fluente, o c�o transmite a sensa��o de ter todas as suas partes bem
integradas. No trote os membros trabalham em planos paralelos. Quando a
velocidade aumenta, as pegadas convergem para o eixo central. Os
anteriores apresentam bom alcance de passadas e os posteriores fornecem
bastante propuls�o pela a��o compassada das ancas e da garupa e pela
flex�o dos joelhos e jarretes.
FALTAS: qualquer
desvio dos �tens deste padr�o deve ser considerado como falta e
penalizada na exata propor��o de sua gravidade.
DESQUALIFICA��ES:
gerais.
NOTA:
os machos devem apresentar os dois test�culos bem vis�veis e normais,
totalmente descidos na bolsa escrotal.
�
2001 J.Junqueira Kennel - Proibida reprodu��o sem autoriza��o