Oratório : do latim "orare", falar ou rezar. Gênero musical que exige, para a sua interpretação, grande número de executantes, entre cantores e instrumentistas, normalmente baseado numa passagem bíblica. Em sua forma moderna dispensa ação, costume e cenáio, distinguindo-se da ópera. Peça musical, inspirada em assunto religioso ou profano, cuja execusão dispensa cenários, guarda-roupa ou mímica. Este gênero teve origem na Itália, na segunda metade do séc. XVII; Filipe Neri, fundador da congregação do Oratório, visando a uma aproximação mais intensa com seus paroquianos, encomendou a alguns músicos composições baseadas em temas religiosos, que pudessem ser executadas em reuniões piedosas. Ao primeiro oratório com árias acompanhadas e alguns coros, Roma, 1600, logo se seguiram as histórias sacras


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do romano Carissimi. Alguns Oratórios famosos: Johannspassion (1723) e Matthäuspassion (1729) de Johann Sebastian Bach (1685-1750) ; Israel in Egypt (1739), Messiah (1742) de George Frideric Händel (1685-1759) ; Die Schöpfung (1798) e Die Jahreszeiten (1801) de Joseph Haydn (1732-1809); Elias, Paulo de Felix Mendelssohn (1809-1847).
Fontes: A arte da Música e a Grande Enciclopédia Delta Larousse (c) 1970.