
S�bado, Julho 26, 2003
Gente, olha oq eu achei...faz tempo, hein?Num lembro o nome de todo mundo...sei q na linha de cima a gordinha � a Laura, do lado direito � o Paulo e do lado esquerdo dela � a irm� do Paulo que eu num lembro o nome. j� na linha de baixo eu lembro quase de todos. da esquerda pra direita: David, Val�ria, essa dai eu hnum sei, professora Helena, o porteiro num sei, Maria Joaquina, Jaime Balilo, Cirilo e Daniel...que saudade do Carrossel....
essa porra foi postada por: MaZiNhA =] 8:51:25 PM Comentários:
Aeeeeee i�m back COM UMA PROFESSORA DESSA QUEM � QUE NAO QUER APRENDER A JOGAR TENIS OPAAAAAAAAAAAA !!!!!!
essa porra foi postada por: Lucas 2:00:31 AM Comentários:
Segunda-feira, Julho 21, 2003
Vixi...esse eh bem legal! E deve acontece de monte...com qq um...!!! hauhauhauahuahuahua
essa porra foi postada por: MaZiNhA =] 11:32:55 PM Comentários:
Domingo, Julho 20, 2003
"primeiramente boa tarde!" (desculpem, eh a abstinencia! mal me desintoxiquei do "oh pessoal!" do gerson e as ferias jah tao acabando!! NAAAAAAAO!!! - mas fala serio, quem nunca se pegou dizendo "oq sera q seria"? uahuahauahuah)
"aluninhos"! tenho uma coisa aki pra vcs... texto da nossa grande rita lee... caras... isso q eh mulher! a guisa d explicacao... mulher q eh mulher num bota peito e bunda pra vcs, homens, fikarem babando. Mulher q eh mulher naum vende o corpo, naum se transofrma em produto de massa, naum se rende a caprichos da moda. Mulher q eh mulher luta pra se ver livre de estereotipos! ;)
obs: naum sou feminista nem nada... mas eh q o texto eh bom msm... MAIS MACHO QUE MUITO HOMEM
Rita Lee
Eu tinha 13 anos, em Fortaleza, quando ouvi gritos de
pavor.
Vinha da vizinhan�a, da casa de Bete, mocinha linda, que
usava tran�as.
Levei apenas uma hora para saber o motivo. Bete fora
acusada de n�o ser mais virgem e os dois irm�os a
subjugavam em cima de sua estreita cama de solteira, para
que o m�dico da fam�lia lhe enfiasse a m�o enluvada entre
as pernas e decretasse se tinha ou n�o o selo da honra.
Como o lacre continuava l�,os pais respiraram, mas a Bete
nunca mais foi � janela, nunca mais dan�ou nos bailes e
acabou fugindo para o Piau�, ningu�m sabe como, nem com
quem.
Eu tinha apenas 14 anos, quando Maria L�cia tentou
escapar, saltando o muro alto do quintal da sua casa para
se encontrar com o namorado.
Agarrada pelos cabelos e dominada, n�o conseguiu passar
no exame ginecol�gico. O laudo m�dico registrou
"vest�gios himenais dilacerados", e os pais internaram a
pecadora no reformat�rio Bom Pastor, para se esquecer do
mundo. Realmente esqueceu, morrendo tuberculosa.
Estes epis�dios marcaram para sempre a minha consci�ncia
e me fizeram perguntar que poder � esse que a fam�lia e
os homens t�m sobre o corpo das mulheres. Ontem, para
mutilar, amorda�ar, silenciar. Hoje, para manipular,
moldar, escravizar aos estere�tipos.
Todos vimos, na televis�o, modelos torturados por
seguidas cirurgias pl�sticas. Transformaram seus seios em
alegorias para entrar na moda da peitaria robusta das
norte americanas. Entupiram as n�degas de silicone para
se tornarem rebolativas e sensuais, garantindo bom
sucesso nas passarelas do samba.
Substitu�ram os narizes, desviaram costas, mudaram o
tra�ado do dorso para se adaptarem � moda do momento e
ficarem irresist�veis diante dos homens.
E, com isso, Barbies de fancaria, provocaram em muitas
outras mulheres - as baixinhas, as gordas, as de �culos -
um sentimento de perda de auto-estima. Isso exatamente no
momento em que a maioria de estudantes universit�rios
(56%) � composta de mo�as. Em que mulheres e afirmam na
magistratura, na pesquisa cient�fica, na pol�tica, no
jornalismo. E no momento em que as pioneiras do feminismo
passam a defender a teoria de que � preciso feminilizar o
mundo e torn�-lo mais distante da barb�rie mercantilista
e mais pr�ximo do humanismo.
Por mim, acho que s� as mulheres podem desarmar a
sociedade. At� porque elas s�o desarmadas pela pr�pria
natureza. Nascem sem p�nis, sem o poder f�lico da
penetra��o e do estrupro, t�o bem representado por
pistolas, rev�lveres, flechas, espadas e punhais. Ningu�m
diz, de uma mulher, que ela � de espadas.
Ningu�m lhe d�, na primeira inf�ncia, um fuzil de
pl�stico, como fazem com os meninos, para fortalecer sua
virilidade e viol�ncia. As mulheres detestam o sangue,
at� mesmo porque t�m que derram�-lo na menstrua��o ou no
parto. Odeiam as guerras, os ex�rcitos regulares ou as
gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos de sua
conviv�ncia e os colocam na marginalidade, na inseguran�a
e na viol�ncia. � preciso voltar os olhos para a
popula��o feminina como a grande articuladora da paz. E
para come�ar, queremos pregar o respeito ao corpo da
mulher. Respeito �s suas pernas que t�m varizes porque
carregam latas d'�gua e trouxas de roupa. Respeito aos
seus seios que perderam a firmeza porque amamentaram seus
filhos ao longo dos anos. Respeito ao seu dorso que
engrossou, porque elas carregam o pa�s nas costas. S�o as
mulheres que impor�o um adeus �s armas, quando forem
ouvidas e valorizadas e puderem fazer prevalecer a
ternura de suas mentes e do�ura de seus cora��es.
"Nem toda feiticeira � corcunda, nem toda brasileira �
bunda. E meu peito n�o � de silicone; sou mais macho que
muito homem"
Rita Lee.
essa porra foi postada por: Sarah 4:30:28 PM Comentários: