A CIÊNCIA NEGA

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Vinda de Marduk pode ser a catalisadora das grandes mudanças previstas nas profecias


Publicado no boletim "O Inquiridor" nº 05

    No ano passado, nosso sistema solar foi visitado por um grande cometa até então desconhecido, o Hale-Boop. Houve grande expectativa em todo o mundo, pois acreditava-se que o espetáculo seria assombroso; realmente, os habitantes do hemisfério norte puderam vê-lo muito bem, mas nada que se aproximasse do quadro pintado por Nostradamus sobre o ‘‘cometa’’ que indicaria o início do fim dos tempos.
   
    Entretanto, a vinda do cometa provocou diversas outras reações. Houve até quem se matou (40 membros da seita Heaven's Gate), imaginando que ia parar num disco voador que estaria atrás do cometa, como é de conhecimento público e notório. Mas muitas outras pessoas acreditavam que havia algo muito grande vindo junto com o Hale-Boop; boa parte dessa celeuma foi causada por uma carta divulgada pelo programa de rádio de Art Bell, nos EUA, remetida por um suposto ex-agente do Vaticano, que usou o codinome ‘‘Padre’’ (ver matéria na página 03), em dezembro de 1996.

    Um mês antes, o astrônomo amador norte-americano Chuck Shramek afirmou ter fotografado um estranho objeto no rastro do cometa, o qual ele acreditava ser uma nave extraterrestre. Sua descoberta foi prontamente desmentida pelo próprio descobridor do cometa, Alan Hale (o que não é totalmente confiável, dado o conhecido hábito de acobertamento dos governos). Muitos outros boatos circularam naquela época sobre o cometa e seu suposto acompanhante.
Nesse ponto, já estava circulando a informação de que o ‘‘companheiro’’ (como muitos passaram a chamá-lo, a exemplo de Virgil Armstrong) era cerca de 4,5 vezes maior que a Terra. Ora, o cometa já passou pelo sistema solar, e se um corpo celeste desse tamanho o tivesse acompanhado, teríamos tido um cataclisma cósmico, devido ao desequilíbrio gravitacional que teria sido provocado.

    Na minha opinião, e baseado em outras fontes independentes, o que aconteceu foi que realmente há um corpo celeste, pouco maior que Urano (umas 4 ou 5 vezes maior que a Terra) dirigindo-se ao nosso sistema solar, o qual durante certo tempo esteve numa trajetória semelhante à do Hale-Boop. Creio que trata-se do chamado planeta Marduk, também denominado de Nibiru (pelos babilônios), Planeta X (espíritas), Planeta Chupão (Chico Chavier), Hercólubus (Movimento Gnóstico), Wormwood (Virgil Armstrong) e talvez o Absinto (Apocalipse). Os boatos surgidos e a característica capacidade de degradação de informações da Internet encarregaram-se de incentivar idéias esdrúxulas, como o OVNI de Apple-White e sua seita de suicidas.

    Segundo informações que me chegaram, Marduk (como vou denominá-lo) é um planeta com uma órbita extremamente elíptica, com o perigeu distante umas 400 ou 500 unidades astronômicas (1 u.a.: distância da Terra ao Sol) do Sol, e um periélio de umas 4 ou 5 u.a., uma extensão intermediária entre as órbitas dos asteróides e de Júpiter. Para se ter uma idéia da distância que Absinto chega a ficar do Sol, Plutão fica a cerca de 40 u.a. deste. Atualmente esse corpo estaria entre as órbitas de Saturno e Júpiter. Graças a essa translação muito longa, Marduk passaria próximo dos outros planetas entre períodos de cerca de 6 500 anos, em épocas coincidentes com grandes cataclismas e fins de ciclos na Terra. Sua órbita é retrógrada, ou seja, tem sentido horário - ao contrário da maioria dos planetas de nosso sistema - , e fica inclinada em cerca de 30º em relação ao plano das órbitas dos outros orbes, à exceção de Plutão, cujo plano de órbita também é inclinado, mas bem menos.

    A comunidade científica internacional, notadamente a astronômica, tem conhecimento da existência desse corpo celeste há muito tempo. Aparentemente, ele foi descoberto logo depois do lançamento do primeiro satélite com visão infravermelha, na década de sessenta; há informações de que Marduk possui uma espécie de camada superior na atmosfera, talvez artificial para conservar a temperatura, que o torna invisível a maior parte do tempo, ficando dentro da faixa de espectro do infravermelho.

Seguindo esse raciocínio e conforme essas fontes, a tendência das últimas décadas de construção de grandes observatórios astronômicos no nosso hemisfério foi provocada pela aproximação desse planeta-monstro (como o chamam alguns kardecistas, para os quais os espíritos falam dele há muito tempo), para observá-lo melhor - ele estaria vindo pelo sul. Aparentemente o próprio telescópio orbital Hubble foi idealizado com a mesma finalidade.

    Por enquanto não há como obter melhores informações, pois estas são de posse dos principais astrônomos e governos, que manterão tudo em segredo, indo até as últimas - e catastróficas - conseqüências. A vinda de Marduk está prevista por muitas profecias, direta e indiretamente. Há quem diga que sua atração gravitacional deslocará a Terra, tirando-a de sua atual órbita e levando-a para perto do cinturão de asteróides. Isso parece bastante coerente com muitas previsões, inclusive com as do Apocalipse, pois assim ficariam explicadas as quedas de meteoros previstas na Revelação. E é realmente estranho que os astrônomos atualmente falem tanto em aparatos termonucleares para afastar meteoros da Terra, para em seguida, covardemente, mentirem que tudo está sob controle, como se não corrêssemos nenhum risco.

    Como orientou Jesus, devemos orar e vigiar.


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