CORETO DA PRA�A
BANCA DO ROBERTO NA PRA�A
AVENIDA BRASIL
ESCOLA MUNICIPAL FRANCISCO GON�ALVES DE BRITTO
GIN�SIO COBERTO
PRA�A DA B�BLIA
MONUMENTO A B�BLIA
PRA�A DA JAQUEIRA
PRA�A N.S.DA PIEDADE
PRA�A ON�SIO DE CAMARGO
PRA�A PRINCIPAL EM CH ESCURA
VISTA A�REA PARCIAL DE CH ESCURA
BELO ORIENTE E SUA HIST�RIA

Belo Oriente e sua Hist�ria

Belo Oriente se origina a partir de um povoamento primitivo habitado pelos �ndios Aimor�s ou Botocudos, com o nome de Arraial Piedade do Galo.

Atra�das pela oferta de terras boas, para o cultivo, muitas fam�lias chegam a regi�o se fixando nas imedia��es da atual Pra�a da Jaqueira. Esta �poca os habitantes se dedicavam a agricultura, a cultura de caf�, algod�o, milho e feij�o. Como as matas eram abundantes inicia-se um processo de desbravamento para extra��o, beneficiamento e comercializa��o de madeira. A cultura de caf� entra em decl�nio em fun��o de ataque de pragas e vai sendo substitu�da pela cultura de algod�o.

No final dos anos trinta o Arraial � elevado a categoria de distrito de Belo Oriente, pertencente ao munic�pio de Mesquita.

Na d�cada de 40 inicia-se o processo de industrializa��o do Vale do A�o com implanta��o da Acesita e posteriormente a Usiminas em munic�pios pr�ximos a Belo Oriente (Ipatinga, Coronel Fabriciano e Tim�teo), o que vem colaborar com o desequil�brio econ�mico da regi�o.

Finalmente em 1962, o Distrito de Belo Oriente � emancipado de Mesquita e elevado a categoria de Munic�pio de Belo Oriente.



A floresta natural e as culturas tradicionais s�o substitu�das por reflorestamento de eucaliptos, at� atingir a situa��o atual onde quase todas as terras do Munic�pio est�o ocupadas por este tipo de cultura.

No dia 13 de setembro de 1973 instala-se no Munic�pio a CENIBRA Celulose Nipo Brasileira. Localizada �s margens do Rio Doce, a unidade industrial entrou em opera��o em 1977. Em 1988, aumentou sua capacidade de produ��o de 255 mil toneladas/ano para 350 mil toneladas/ano. Em 1995 foi conclu�do um Projeto de Expans�o, com investimentos de US$742 milh�es, que duplicou a capacidade de 350 mil para 700 mil toneladas anuais. Hoje o complexo industrial conta com duas linhas de produ��o e uma f�brica de produtos qu�micos, ocupando uma �rea constru�da de 475.593m�. A �rea florestal da Cenibra, respons�vel pelo suprimento da mat�ria-prima, administra aproximadamente 200.000ha de terras, onde est�o implantados 107.800ha de floresta de eucalipto e cerca de 68.000ha de vegeta��o nativa em preserva��o permanente. Com tudo isso, a empresa atua em 43 munic�pios do leste mineiro, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento socioecon�mico da regi�o e do estado.

Processo Pol�tico

Em 1920 com emancipa��o pol�tica de Santo Ant�nio do Caratinga (que pertencia a Ferros), o Arraial Piedade do Galo � elevado a categoria de Povoado Piedade do Galo.

Em 1923, muda o nome de Santo Ant�nio do Caratinga para Mesquita.

Em 1934 o Povoado do Galo elege seu 1� representante na C�mara Municipal de Mesquita, o Sr. Francisco Gon�alves de Brito.

Em 1946 Belo Oriente elege dois representantes na C�mara Municipal de Mesquita foram eles: Francisco Gon�alves de Brito e Jos� Lagares de Lima.

Nas elei��es de 1950, Belo Oriente elege tr�s vereadores: Francisco Gon�alves de Brito, Alfredo Vitorino de Azevedo e Augusto Folador.

Dia 1� de mar�o de 1963, � instalado o Munic�pio de Belo Oriente. De mar�o at� junho de 1963, o Poder Executivo � exercido pelo Sr. GENTIL DE SOUZA COSTA, intendente nomeado pelo Governador do Estado JOS� DE MAGALH�ES PINTO.

Em julho de 1963, � realizada a primeira Elei��o Municipal e o prefeito eleito � o SR. LOURIVAL LOPES DE CARVALHO E O VICE-PREFEITO O SR. JOS� BOWEN DE BARROS.

30 de agosto de 1963, toma posse a primeira C�mara Municipal, sendo que esta data foi considerada feriado municipal por longo tempo.

VEREADORES ELEITOS:


PRIMEIRA LEGISLATURA DE 30/08/1963 A 30/01/1967


  • 1 - ANT�NIO CALIXTO VIANA;
  • 2 - BENEDITO APOLIN�RIO DOS SANTOS;
  • 3 - FRANCISCO RAIMUNDO NONATO;
  • 4 - FRANCISCO DE ASSIS NASCIMENTO ( Jos� Torres de Castro foi - afastado);
  • 5 - GERALDO LOPES DE CARVALHO;
  • 6 - JO�O FERREIRA RAMOS ( Jos� Cris�stomo de Almeida � renunciou );
  • 7 - JOS� AN�CIO LAGE;
  • 8 - JOS� CUST�DIO DA SILVA;
  • 9 - SEVERO ANDRADE PEREIRA.

Em 1966, � realizada a segunda elei��o no Munic�pio, para o mandato de 31-01-1967 a 30-01-1971 sendo o Prefeito eleito o Sr. ALDERICO BENTO LIMA e o Vice-Prefeito: JOS� PEREIRA DE MENEZES.

VEREADORES ELEITOS:


SEGUNDA LEGISLATURA DE 31/01/67 A 30/01/71


  • 1 - AGNEL PEDRO DA COSTA;
  • 2 - FRANCISCO GON�ALVES DE BRITO;
  • 3 - D�CIO PAC�FICO DE �VILA
  • 4 - GERRALDO LOPES DE CARVALHO;
  • 5 - JO�O FERREIRA RAMOS (Waldemar Altino da Silva � foi cassado);
  • 6 - JOS� BATISTA GON�ALVES (Sebasti�o Soares de Almeida � foi cassado);
  • 7 - JOS� RODRIGUES DO NASCIMENTO;
  • 8 - JOS� PEREIRA DE MIRANDA;
  • 9 - ORBIS SALOM� DE LIMA.

TERCEIRA LEGISLATURA DE 31/01/1971 A 30/01/1973


PREFEITA ELEITA:
MARIA JOANA DE CARVALHO
VICE-PREFEITO:
BENEDITO MARTINS DE ASSIS

VEREADORES ELEITOS:

  • 1 - ADEMAR LOPES DE CARVALHO;
  • 2 - ANT�NIO ALEXANDRE DE LIMA;
  • 3 - ANT�NIO FERNANDES FILHO;
  • 4 - ANT�NIA MACEDO RODRIGUES;
  • 5 - JOAQUIM CIR�ACO PAULINO;
  • 6 - JO�O VIANA DA SILVA;
  • 7 - JOS� RAMOS MOREIRA;
  • 8 - JOS� SOARES DE ALMEIDA;
  • 9 - TULIPA DE OLIVEIRA TELES.

QUARTA LEGISLATURA DE 31/01/1973 A 30/01/1977


PREFEITO ELEITO:
JO�O VIANA DA SILVA
VICE-PREFEITO:
M�RIO MARCIANO DA SILVA
VEREADORES ELEITOS:

  • 1 - ALFREDO GOMES DA SILVA;
  • 2 - �LCIO SOARES COUTO;
  • 3 - IRINEU RIBEIRO DE MIRANDA;
  • 4 - JO�O FRANCISCO DOS ANJOS;
  • 5 - JOS� FERNANDES GOMES;
  • 6 - JOS� FERNANDES GUERRA;
  • 7 - JOS� RODRIGUES DO NASCIMENTO;
  • 8 - JESUS RUFINO DE GODOI;
  • 9 - VICENTE R�MULO.

QUINTA LEGISLATURA DE 31/01/1977 A 31/01/1983


PREFEITO ELEITO:
JAQUES GON�ALVES PEREIRA
VICE-PREFEITO:
JOS� FELIPE SERAPIA
VEREADORES ELEITOS:

  • 1 - ALTAIR RIBEIRO;
  • 2 - EXPEDITO PEREIRA DAS MERC�S;
  • 3 - GERALDO LOPES DE CARVALHO;
  • 4 - MILTON DE OLIVEIRA BRAGAN�A;
  • 5 - JOS� COELHO DOS REIS;
  • 6 - JOS� FERNANDES GUERRA (Iza�as Elias de Barros � foi afastado);
  • 7 - JOS� MELQU�ADES DA SILVA;
  • 8 - JOS� VIRGILATO DIAS;
  • 9 - VICENTE R�MULO.

SEXTA LEGISLATURA DE 01/02/83 A 31/12/1988


PREFEITO ELEITO:
JO�O HEM�TRIO DE MENEZES
VICE-PREFEITO:
AN�BAL SALUSTIANO DA COSTA
VEREADORES ELEITOS:

  • 1 - IRINEU RIBEIRO DE MIRANDA;
  • 2 - JO�O ALVES PEREIRA;
  • 3 - JO�O PEREIRA DA SILVA;
  • 4 - JOS� ANDRADE GOMES;
  • 5 - JOS� COELHO DOS REIS;
  • 6 - JOS� LAGE DA COSTA;
  • 7 - JOS� MELQU�ADES DA SILVA;
  • 8 -JOS� FERNANDES GOMES;
  • 9 - RAMIRO HERM�GENES TEIXEIRA;
  • 10 - TEODORO VIANA DA COSTA;
  • 11 - VICENTE R�MULO.

S�TIMA LEGISLATURA DE 01/01/1989 A 31/12/1992


PREFEITO ELEITO:
JAQUES GON�ALVES PEREIRA
VICE-PREFEITO:
WANDER SILVEIRA
VEREADORES ELEITOS:

  • 1 -BERNARDINO DE OLIVEIRA E SILVA;
  • 2 - H�LIO SIM�ES DE ANDRADE;
  • 3 - JO�O BOSCO RIBEIRO;
  • 4 - JO�O PEREIRA DA SILVA;
  • 5 - JOS� LAJE DA COSTA;
  • 6 - JOS� COELHO DOS REIS;
  • 7 - JOS� ASSUN��O DE ALMEIDA;
  • 8 - LEONARDO GREG�RIO DA SILVA;
  • 9 - OROZIMBO TEIXEIRA DA SILVA;
  • 10 - RAMIRO HERM�GENES TEIXEIRA;
  • 11 - WILSON ALVES PEREIRA.

OITAVA LEGISLATURA DE 01/01/1993 A 31/12/1996


PREFEITO ELEITO:
JO�O HEM�TRIO DE MENEZES
VICE-PREFEITO:
JO�O BOSCO RIBEIRO
VEREADORES ELEITOS:

  • 1 - DOMINGOS S�VIO GON�ALVES DE LIMA;
  • 2 - H�LIO SIM�ES DE ANDRADE;
  • 3 - JOS� ROMUALDO DA ROCHA;
  • 4 - JOVINO SOARES COELHO;
  • 5 - LEONARDO GREGORIO DA SILVA;
  • 6 - OROZIMBO TEIXEIRA DA SILVA;
  • 7 - OSVALDIR LUZIA VIANA;
  • 8 - RAMIRO HERM�GENES TEIXEIRA;
  • 9 - LUIS LAGE DA COSTA;
  • 10 - SEBASTI�O LOPES DE FARIA;
  • 11 - WILSON ALVES PEREIRA.

NONA LEGISLATURA DE 01/01/1997 A 31/12/2000


PREFEITO ELEITO:
JOS� EULER DOS ANJOS
VICE-PREFEITO:
JO�O BATISTA MELO DE MENEZES
VEREADORES ELEITOS:

  • 1 - DIASSIS AN�LIO DA CONCEI��O;
  • 2 - GECI GOMES RIBEIRO;
  • 3 - JAIR ESTEV�O DE SOUZA;
  • 4 - JOS� CARLOS FORTUNATO;
  • 5 - JOS� LUIZ SANTOS;
  • 6 - JOS� HERM�GENES FILHO;
  • 7 - LEONARDO GREG�RIO DA SILVA;
  • 8 - MARIA DAS DORES MARTINS VASCONCELOS;
  • 9 - SEBASTI�O LOPES DE FARIA;
  • 10 - TEREZINHA VIANA CAMPOS;
  • 11 - WILSON ALVES PEREIRA.

D�CIMA LEGISLATURA DE 01/01/2001 A 31/12/2004


PREFEITO ELEITO:
PIETRO CHAVES FILHO
VICE-PREFEITO:
DOMINGOS S�VIO GON�ALVES DE LIMA
VEREADORES ELEITOS:

  • 1 - EDMAR ROSA DE ARA�JO;
  • 2 - GECI GOMES RIBEIRO;
  • 3 - GERALDO VICENTE GUERRA;
  • 4 - JAIR ESTEV�O DE SOUZA;
  • 5 - JOAQUIM ROG�RIO PEREIRA DE SENA;
  • 6 - JOS� HERM�GENES FILHO;
  • 7 - LEONARDO GREG�RIO DA SILVA;
  • 8 - LUIZ CARLOS DE CARVALHO;
  • 9 - RAMIRO HERM�GENES TEIXEIRAA;
  • 10 - RIVALDO MARTINS COSTA;
  • 11 - SANDRA MARIA BERTOLINI.

D�CIMA PRIMEIRA LEGISLATURA DE 01/01/2005 A 31/12/2008


PREFEITO ELEITO:
PIETRO CHAVES FILHO
VICE-PREFEITO:
DOMINGOS S�VIO GON�ALVES DE LIMA
VEREADORES ELEITOS:

  • 1 - VALDIR MENDES DA SILVA - PSB;
  • 2 - GECI GOMES RIBEIRO - PDT;
  • 3 - RIVALDO MARTINS COSTA - PDT;
  • 4 - GUMERCINDO TEODORO DE BARROS - PSB;
  • 5 - NARDELY RAMOS MOREIRA - PTB;
  • 6 - ALEX DE MELO ESTEV�O - PT;
  • 7 - ANT�NIO BARBOSA FERREIRA - PT
  • 8 - JOAQUIM ROGERIO DE SENA - PT;
  • 9 - EDMAR ROSA DE ARA�JO.

De acordo com o resultado das �ltimas elei��es de outubro de 2.004, fornecido pelo T.R.E, o n�mero de eleitores do Munic�pio s�o 16.264 eleitores, conforme abaixo descriminado:


Sede6.277
Perp�tuo Socorro6.137
S�o Sebasti�o de Bra�nas2.142
Bom Jesus do Bagre1.167
C�rrego Esperan�a541
TOTAL16.264

Sociedade

� dividida em Rural e Urbana sendo que a Urbana � maior que a Rural.

A RURAL � dividida em pequenos propriet�rios , m�dios, agregados, meeiros e terceiros.
A URBANA � dividida em comerciantes, funcion�rios p�blicos, oper�rios, etc.

Cultura

Cultura � o universo de conhecimentos, costumes, tradi��es, etc. Dan�a mais comum e tradicional s�o as Marujadas que vem desde longo tampo e conserva at� hoje.

M�sica desde os prim�rios de Belo Oriente, tem mostrado um certo grau de evolu��o musical. Chegou mesma at� uma banda de m�sica: �A Lira de Ouro�, posteriormente um conjunto musical formou-se em Belo Oriente.

V�rios grupos de seresta ainda podem notar a sua presen�a. Tradicionalmente os Bailes de Casamento, s�o animados por violeiros e sanfoneiros, com destaque a m�sica caipira, moda de quatro, etc.

Festas destacando-se a de Nossa Senhora da Piedade, festas juninas, semana santa, festas do m�s de maio, e a festa de Santos Reis. Hoje muito pouco destas festas s�o comemoradas. E em 1982 foi criado o Festival da Cacha�a, que permaneceu at� o ano de 1996 e era comemorado junto com o anivers�rio da cidade, e festa de Nossa Senhora da Piedade, que s�o atualmente as mais tradicionais.

Teatro � Sabe-se que houve h� algumas d�cadas atr�s v�rios grupos teatrais, os quais eram formados para apresenta��o espor�dicas e o tema apontado era o religioso.

HIST�RIA DAS ATIVIDADES ECON�MICAS

Na d�cada de 30, implanta-se o complexo industrial da Companhia Sider�rgica Belgo Mineira no Munic�pio de Jo�o Monlevade.

Nos primeiros reflexos da industrializa��o do Vale do A�o e faz sentir aqui em Belo Oriente, visto que os autofornos da CSBM, eram alimentados com carv�o vegetal. Com a implanta��o no Munic�pio de Coronel Fabriciano na d�cada de 40, acentua-se o esp�rito da industrializa��o no Munic�pio de Belo Oriente. Por esta �poca inicia-se o processo de desapropria��o de terras e expuls�o de posseiros foram logo desmatadas, eliminando a agricultura existente inicial o ciclo do reflorestamento como o plantio de eucalipto.

Antes do processo de industrializa��o do Vale do A�o, desenvolvia-se no Munic�pio a cultura de milho, feij�o, arroz, caf�, algod�o, cana de a��car, chegando mesmo estes produtos serem exportados.

Com a implanta��o da Usiminas, consolida-se o processo industrial do Vale do A�o e com a conseq�ente oferta de emprego. Inicia-se o �xodo rural. � a transfer�ncia do homem do campo para a cidade � feita de forma acentuada e desorganizada.

Na d�cada de 70, instala-se no Munic�pio de Belo Oriente o complexo industrial da Cenibra, a qual a mat�ria b�sica � a madeira.

Belo Oriente que antes vivia s� o reflexo da industrializa��o, toma-se parte integral do complexo industrial do Vale do A�o e transforma o Munic�pio que antes era de car�ter rural em car�ter industrial.

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA AGRO-PECU�RIA

At� 1930 a agricultura era bastante praticada, chegando-se at� ter alto �ndice de produ��o. A pecu�ria era praticada em pequena escala.

A partir de 1930 a pecu�ria inicia o processo de desenvolvimento de 1940 at� 1950, a agropecu�ria atinge seu n�vel m�ximo no Munic�pio.

A partir de 1950, com o in�cio do reflorestamento, e o esvaziamento da popula��o rural entra em decl�nio o desenvolvimento da produ��o agro-pecu�ria em Belo Oriente. Hoje o que se observa � a cultura de subsist�ncia (feij�o, arroz, milho, cana de a��car).



A pecu�ria tamb�m em n�veis baix�ssimos ocupa um papel, n�o relevante na economia municipal sendo atualmente, predominante o gado de corte. A produ��o leiteira � toda destinada para as cooperativas.

PROJETO PRAIA DA MISSA Parceria agr�cola empreendida no ano de 1990 pela CENIBRA em conjunto com a Prefeitura Municipal de Belo Oriente e com o apoio t�cnico da EMATER. Uma �rea de 74,50 h�, localizada �s margens do Rio Santo Ant�nio, � disponibilizada pela empresa a cerca de 100 fam�lias de trabalhadores rurais da regi�o para o cultivo de lavouras de milho e feij�o. Possui ineg�vel alcance social, na medida na medida em que gera alternativas de trabalho e fixa��o do homem do campo. Ap�s cada colheita, 40% da produ��o fica com a Prefeitura e 50% com as pr�prias fam�lias. Os 10% restantes que cabem � CENIBRA s�o repassados a institui��es assistenciais, ampliando ainda mais o alcance do projeto.

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO COMERCIAL

At� 1930 o com�rcio era caracterizado apenas varejista, importando produtos industrializados e manufaturados e exportando produtos aliment�cios.

Na d�cada de 40, com o alto �ndice de desenvolvimento da agropecu�ria, implanta-se no Munic�pio o com�rcio atacadista e a cont�nua importando produtos industrializados (ferramenta) e manufaturados (cal�ados, tecidos) etc. A exporta��o atinge a n�vel internacional, produtos exportados para o exterior (caf� e algod�o) etc. O com�rcio local era exercido por pequenos comerciantes que caracterizados como lojas e vendas.

A partir de 1950 entra em decl�nio a agropecu�ria e o com�rcio atacadista � desativado. E o com�rcio local � exercido em fun��o dos varejistas.

A partir de 1960 entra em decl�nio o com�rcio local tendo como causa, o desenvolvimento do com�rcio varejista de Ipatinga.

E a situa��o se mant�m at� hoje, sendo que o com�rcio varejista � muito pequeno em rela��o ao desenvolvimento populacional e industrial que atingiu o Munic�pio.

FICHA INFORMATIVA SOBRE O MUNIC�PIO


�rea territorial323 km2
Terra acidentada05 %
Terra em morro40 %
Terra plana55 %

Dist�ncia da sede aos Distritos, Povoados e C�rregos:

Distrito de Perp�tuo Socorro18 km
Distrito de B. Jesus do Bagre15 km
Povoado de S. S. de Bra�nas6 km
C�rrego Fundo7 km
C�rrego da Esperan�a9 km
C�rrego do Bom Jardim3 km
C�rrego Bra�na Grande8 km
C�rrego Boa Vista de Bra�nas8 km
C�rrego Cachoeira Alegre5 km
C�rrego da Espirradeira12 km

Belo Oriente � cortado em toda sua Regi�o Leste pela Rodovia BR 381, e no centro, sentido norte a sul, passando pelo Povoado de S. S. de Bra�nas e Sede do Munic�pio, a Rodovia do Carv�o. A estrada de ferro da CVRD (Vit�ria a Minas), passa pelo Distrito de Perp�tuo Socorro, no sentido Leste a Oeste, ligando Belo Horizonte-MG a Vit�ria-ES.

Principais cidades vizinhas a Belo Oriente e dist�ncias aproximadas:

Belo Horizonte262 km
Ipatinga41 km
Cel. Fabriciano60 km
A�ucena23 km
Mesquita27 km
Santana do Para�so26 km
Governador Valadares100 km

MEIOS DE COMUNICA��ES

Belo Oriente na �rea telef�nica � servida pela TELEMAR, com os servi�os de DDD e DDI da regi�o (33). As emissoras de r�dio mais captadas no Munic�pio s�o: Vanguarda AM/FM de Ipatinga, Grande Vale FM de Ipatinga, Educadora AM de Coronel Fabriciano, Gal�xia FM de Coronel Fabriciano, Itatiaia AM de Tim�teo e Imparson Fm de Governador Valadares.

Dentre os jornais da regi�o, os que mais circulam em Belo Oriente s�o: Di�rio do A�o de Ipatinga e Di�rio do Rio Doce de Governador Valadares. A cidade possui um moderno sistema de recep��o e retransmiss�o de TV na sede, no Distrito de Perp�tuo Socorro, Bom Jesus do Bagre e Povoado de S�o Sebasti�o de Bra�nas, todos dotados de aparelhos para retransmiss�o de sinais da TV Globo, SBT, Bandeirantes e Rede Record.

HIDROGRAFIA

O Munic�pio � banhado pelo RIO DOCE, que nasce nas serras da Mantiqueira e do Espinha�o, em Minas Gerais. Suas �guas percorrem 970 quil�metros at� atingirem o Oceano Atl�ntico no distrito de Reg�ncia, munic�pio de Linhares, no Esp�rito Santo, onde des�gua. Sua bacia drena 228 munic�pios dos dois estados, onde vive uma popula��o de aproximadamente 3,5 milh�es de habitantes. A bacia do RIO DOCE tem uma �rea de 83.400 quil�metros quadrados, dos quais 71.800 em Minas e 11.600 no Esp�rito Santo. � banhado tamb�m pelo RIO SANTO ANT�NIO, que nasce na SERRA DA CANASTRA e des�gua no RIO DOCE na cidade do NAQUE-MG. Possui diversas LAGOAS que servem como pontos tur�sticos, destacando-se entre elas a LAGOA DA MAROLA.

EDUCA��O

Na �rea educacional, conta hoje com 02(duas) Escolas de Educa��o infantil, a Criativa e Lua de Cristal, que oferece Educa��o Infantil Pr�-Escolar, 06 (seis) Escolas Municipais no Ensino Fundamental de 1� a 8� s�rie. 03 (tr�s) Escolas Estaduais, sendo: Escola Estadual Tancredo Neves, que oferece Ensino Fundamental e Ensino M�dio, e Escola Estadual Jo�o Hem�trio de Menezes, que oferece Ensino M�dio, Escola Municipal Francisco Gon�alves de Brito.

ECONOMIA

A economia do Munic�pio baseia-se principalmente na Ind�stria de Celulose, carv�o vegetal, agricultura e pecu�ria. Possui uma renda m�dia per-capta de R$ 128,02 (cento e vinte e oito reais e dois centavos) mensais.

FESTAS

Comemora-se todo dia 1� de mar�o, o anivers�rio de emancipa��o pol�tica de Belo Oriente, ocasi�o que tamb�m por v�rios anos foi comemorado o "Festival da Cacha�a".

Comemora-se tamb�m com grande fervor, no dia 15 de setembro, o dia da Padroeira da Cidade.

INSTITUI��ES FILANTR�PICAS E CONSELHOS

Em atua��o no Munic�pio, existem hoje v�rias entidades filantr�picas, que cuidam de problemas diversos da popula��o, dentre elas merecem destaque o Lions Clube, o Rotary Clube e a Loja Ma��nica.

Encontra-se tamb�m em franco funcionamento o Conselho Municipal e Tutelar da Crian�a e do Adolescente, e o COMSA�DE - Conselho Municipal de Sa�de.

COM�RCIO

O com�rcio de Belo Oriente � composto por 32 (trinta e duas) f�bricas de aguardente, respons�veis por uma fabrica��o anual de 58.000 litros, 05 (cinco) bem montadas Padarias, 11 (onze) Mercearias, 06 (seis) supermercados, 85 (oitenta e cinco) lojas de armarinhos e confec��es, 03 (tr�s) postos de venda de combust�veis e lubrificantes, 02 (duas) ag�ncias banc�rias do ITA� e 01 (um) escrit�rio da EMATER.

INFORMA��ES GERAIS

Pelos dados fornecidos pelo IBGE, de acordo com o Censo de 2.000, Belo Oriente possui 19.528 habitantes conforme abaixo descriminado:

POPULA��O URBANA RURAL TOTAL
Popula��o da Sede do Munic�pio 5.332 hab. 2.357 7.689
S�o Sebasti�o de Bra�nas 2.131 " 697 2.828
Perp�tuo Socorro 7.702 " 88 7.790
Bom Jesus do Bagre 1.064 " 157 1.221
TOTAL 16.229 3.299 19.528

HOMENS9.849
MULHERES9.679
TAXA DE CRESCIMENTO1,97 a/a

ASPECTOS F�SICOS

�rea:336 km2
Altitude da Sede do Munic�pio:260 metros
Latitude Sul:19� 13'
Latitude Oeste:42� 27'
Longitude Oeste:-42� 48'
Limites: A�ucena, Iapu, Ipaba, Mesquita, Naque e Santana do Para�so

ESTIMATIVAS DA PRODU��O AGROPECU�RIA DO MUNIC�PIO DE BELO ORIENTE ( DADOS FORNECIDOS PELA EMATER - SAFRA 2.000/2001).

PRODUTOS AGR�COLAS �REA PLANTADAS EM HA. PRODU��O TON/ANO
Milho1.5004.800
Cana de a�ucar1801.800
Arroz1301.200
Banana35350
Mandioca70840
Feij�o8160
Caf�8160
Coco17Em Crescimento
Citros200200
Hortali�as15360
Amendoim2048

* Aproximadamente, 90% da cana de a��car � utilizada na produ��o de aguardente, o restante � utilizado na alimenta��o animal.

PECU�RIA PRODUTORES N� ANIMAIS (CABE�AS)
Bovinocultura de corte
Mista e Leite
3806.600
Eq�inocultura*800
Suinocultura212.600
Apicultura241.600 colm.
Ovinos4150
Caprinos3200

*Existem dois criadores especializados da ra�a manga-larga e quarto de milha, o restante � criadores de animais para servi�o.

Hoje o desenvolvimento agropecu�rio vem sendo fatos primordiais na absor��o de m�o de obra descartados do setor florestal e vem despertando com n�vel de tecnologia mais elevado.

Ap�s anos e anos de insist�ncia junto a popula��o de nosso Munic�pio as entidades: CODEMA, EMATER, POL�CIA MILITAR, POL�CIA AMBIENTAL (Pol�cia Militar de Meio Ambiente), CENIBRA e com apoio da Prefeitura Municipal de Belo Oriente, se juntaram no sentido de conscientizar os moradores a n�o manter p�ssaros e animais silvestres, presos, cooperando na conserva��o do meio ambiente e na recomposi��o da fauna e da flora terrestre em nosso Munic�pio.

V�rios projetos foram montados e executados, e apenas como exemplo: criou-se a APA � �rea de Preserva��o Ambiental, criou-se o Projeto Can�rio Chapinha e muitos outros em execu��o, no intuito de se recompor nossas �reas preserva��o ambiental e de prote��o das nascentes e forma��o das matas ciliares.

E foi gra�as a estes esfor�os em conjunto, que hoje � comum, em quase todos os pontos do Munic�pio, a gente vislumbrar voando e cantando nos galhos das �rvores, nos quintais e at� nas pra�as e jardins, v�rios tipos de p�ssaros a nos brindar com seus melodiosos c�nticos e em especial o saudoso Can�rio Chapinha, tamb�m conhecido como Can�rio da Terra, ou ainda Cabe�a de Fogo e/ou Canarinho Amarelo, que est� se reproduzindo � solta,gra�as a prote��o da Pol�cia.

Podemos observar ainda v�rios outros p�ssaros, que estavam desaparecendo de nosso meio, como o Trinca Ferro, Papa-arroz, Coleirinha, Estrelinha e v�rios outros, que sempre por aqui viveram.

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