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| BELO ORIENTE E SUA HIST�RIA |
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In�cio
Processo Pol�tico
Sociedade
Cultura
Atividades Econ�micas
Desenvolvimento da Agro-Pecu�ria
Desenvolvimento Comercial Ficha Informativa sobre o Munic�pio Meios de Comunica��es Hidrografia Educa��o Economia Festas Institui��es Filantr�picas e Conselhos Com�rcio Informa��es Gerais Belo Oriente e sua Hist�riaBelo Oriente se origina a partir de um povoamento primitivo habitado pelos �ndios Aimor�s ou Botocudos, com o nome de Arraial Piedade do Galo. Atra�das pela oferta de terras boas, para o cultivo, muitas fam�lias chegam a regi�o se fixando nas imedia��es da atual Pra�a da Jaqueira. Esta �poca os habitantes se dedicavam a agricultura, a cultura de caf�, algod�o, milho e feij�o. Como as matas eram abundantes inicia-se um processo de desbravamento para extra��o, beneficiamento e comercializa��o de madeira. A cultura de caf� entra em decl�nio em fun��o de ataque de pragas e vai sendo substitu�da pela cultura de algod�o. No final dos anos trinta o Arraial � elevado a categoria de distrito de Belo Oriente, pertencente ao munic�pio de Mesquita. Na d�cada de 40 inicia-se o processo de industrializa��o do Vale do A�o com implanta��o da Acesita e posteriormente a Usiminas em munic�pios pr�ximos a Belo Oriente (Ipatinga, Coronel Fabriciano e Tim�teo), o que vem colaborar com o desequil�brio econ�mico da regi�o. Finalmente em 1962, o Distrito de Belo Oriente � emancipado de Mesquita e elevado a categoria de Munic�pio de Belo Oriente.
No dia 13 de setembro de 1973 instala-se no Munic�pio a CENIBRA Celulose Nipo Brasileira. Localizada �s margens do Rio Doce, a unidade industrial entrou em opera��o em 1977. Em 1988, aumentou sua capacidade de produ��o de 255 mil toneladas/ano para 350 mil toneladas/ano. Em 1995 foi conclu�do um Projeto de Expans�o, com investimentos de US$742 milh�es, que duplicou a capacidade de 350 mil para 700 mil toneladas anuais. Hoje o complexo industrial conta com duas linhas de produ��o e uma f�brica de produtos qu�micos, ocupando uma �rea constru�da de 475.593m�. A �rea florestal da Cenibra, respons�vel pelo suprimento da mat�ria-prima, administra aproximadamente 200.000ha de terras, onde est�o implantados 107.800ha de floresta de eucalipto e cerca de 68.000ha de vegeta��o nativa em preserva��o permanente. Com tudo isso, a empresa atua em 43 munic�pios do leste mineiro, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento socioecon�mico da regi�o e do estado. Processo Pol�ticoEm 1920 com emancipa��o pol�tica de Santo Ant�nio do Caratinga (que pertencia a Ferros), o Arraial Piedade do Galo � elevado a categoria de Povoado Piedade do Galo. Em 1923, muda o nome de Santo Ant�nio do Caratinga para Mesquita. Em 1934 o Povoado do Galo elege seu 1� representante na C�mara Municipal de Mesquita, o Sr. Francisco Gon�alves de Brito. Em 1946 Belo Oriente elege dois representantes na C�mara Municipal de Mesquita foram eles: Francisco Gon�alves de Brito e Jos� Lagares de Lima. Nas elei��es de 1950, Belo Oriente elege tr�s vereadores: Francisco Gon�alves de Brito, Alfredo Vitorino de Azevedo e Augusto Folador. Dia 1� de mar�o de 1963, � instalado o Munic�pio de Belo Oriente. De mar�o at� junho de 1963, o Poder Executivo � exercido pelo Sr. GENTIL DE SOUZA COSTA, intendente nomeado pelo Governador do Estado JOS� DE MAGALH�ES PINTO. Em julho de 1963, � realizada a primeira Elei��o Municipal e o prefeito eleito � o SR. LOURIVAL LOPES DE CARVALHO E O VICE-PREFEITO O SR. JOS� BOWEN DE BARROS.
30 de agosto de 1963, toma posse a primeira C�mara Municipal, sendo que esta data foi considerada feriado municipal por longo tempo.
PRIMEIRA LEGISLATURA DE 30/08/1963 A 30/01/1967
Em 1966, � realizada a segunda elei��o no Munic�pio, para o mandato de 31-01-1967 a 30-01-1971 sendo o Prefeito eleito o Sr. ALDERICO BENTO LIMA e o Vice-Prefeito: JOS� PEREIRA DE MENEZES.
SEGUNDA LEGISLATURA DE 31/01/67 A 30/01/71
TERCEIRA LEGISLATURA DE 31/01/1971 A 30/01/1973
QUARTA LEGISLATURA DE 31/01/1973 A 30/01/1977
QUINTA LEGISLATURA DE 31/01/1977 A 31/01/1983
SEXTA LEGISLATURA DE 01/02/83 A 31/12/1988
S�TIMA LEGISLATURA DE 01/01/1989 A 31/12/1992
OITAVA LEGISLATURA DE 01/01/1993 A 31/12/1996
NONA LEGISLATURA DE 01/01/1997 A 31/12/2000
D�CIMA LEGISLATURA DE 01/01/2001 A 31/12/2004
D�CIMA PRIMEIRA LEGISLATURA DE 01/01/2005 A 31/12/2008
De acordo com o resultado das �ltimas elei��es de outubro de 2.004, fornecido pelo T.R.E, o n�mero de eleitores do Munic�pio s�o 16.264 eleitores, conforme abaixo descriminado:
Sociedade
� dividida em Rural e Urbana sendo que a Urbana � maior que a Rural.
CulturaCultura � o universo de conhecimentos, costumes, tradi��es, etc. Dan�a mais comum e tradicional s�o as Marujadas que vem desde longo tampo e conserva at� hoje. M�sica desde os prim�rios de Belo Oriente, tem mostrado um certo grau de evolu��o musical. Chegou mesma at� uma banda de m�sica: �A Lira de Ouro�, posteriormente um conjunto musical formou-se em Belo Oriente. V�rios grupos de seresta ainda podem notar a sua presen�a. Tradicionalmente os Bailes de Casamento, s�o animados por violeiros e sanfoneiros, com destaque a m�sica caipira, moda de quatro, etc. Festas destacando-se a de Nossa Senhora da Piedade, festas juninas, semana santa, festas do m�s de maio, e a festa de Santos Reis. Hoje muito pouco destas festas s�o comemoradas. E em 1982 foi criado o Festival da Cacha�a, que permaneceu at� o ano de 1996 e era comemorado junto com o anivers�rio da cidade, e festa de Nossa Senhora da Piedade, que s�o atualmente as mais tradicionais. Teatro � Sabe-se que houve h� algumas d�cadas atr�s v�rios grupos teatrais, os quais eram formados para apresenta��o espor�dicas e o tema apontado era o religioso. HIST�RIA DAS ATIVIDADES ECON�MICASNa d�cada de 30, implanta-se o complexo industrial da Companhia Sider�rgica Belgo Mineira no Munic�pio de Jo�o Monlevade. Nos primeiros reflexos da industrializa��o do Vale do A�o e faz sentir aqui em Belo Oriente, visto que os autofornos da CSBM, eram alimentados com carv�o vegetal. Com a implanta��o no Munic�pio de Coronel Fabriciano na d�cada de 40, acentua-se o esp�rito da industrializa��o no Munic�pio de Belo Oriente. Por esta �poca inicia-se o processo de desapropria��o de terras e expuls�o de posseiros foram logo desmatadas, eliminando a agricultura existente inicial o ciclo do reflorestamento como o plantio de eucalipto. Antes do processo de industrializa��o do Vale do A�o, desenvolvia-se no Munic�pio a cultura de milho, feij�o, arroz, caf�, algod�o, cana de a��car, chegando mesmo estes produtos serem exportados. Com a implanta��o da Usiminas, consolida-se o processo industrial do Vale do A�o e com a conseq�ente oferta de emprego. Inicia-se o �xodo rural. � a transfer�ncia do homem do campo para a cidade � feita de forma acentuada e desorganizada. Na d�cada de 70, instala-se no Munic�pio de Belo Oriente o complexo industrial da Cenibra, a qual a mat�ria b�sica � a madeira. Belo Oriente que antes vivia s� o reflexo da industrializa��o, toma-se parte integral do complexo industrial do Vale do A�o e transforma o Munic�pio que antes era de car�ter rural em car�ter industrial. PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA AGRO-PECU�RIAAt� 1930 a agricultura era bastante praticada, chegando-se at� ter alto �ndice de produ��o. A pecu�ria era praticada em pequena escala. A partir de 1930 a pecu�ria inicia o processo de desenvolvimento de 1940 at� 1950, a agropecu�ria atinge seu n�vel m�ximo no Munic�pio. A partir de 1950, com o in�cio do reflorestamento, e o esvaziamento da popula��o rural entra em decl�nio o desenvolvimento da produ��o agro-pecu�ria em Belo Oriente. Hoje o que se observa � a cultura de subsist�ncia (feij�o, arroz, milho, cana de a��car). A pecu�ria tamb�m em n�veis baix�ssimos ocupa um papel, n�o relevante na economia municipal sendo atualmente, predominante o gado de corte. A produ��o leiteira � toda destinada para as cooperativas. PROJETO PRAIA DA MISSA Parceria agr�cola empreendida no ano de 1990 pela CENIBRA em conjunto com a Prefeitura Municipal de Belo Oriente e com o apoio t�cnico da EMATER. Uma �rea de 74,50 h�, localizada �s margens do Rio Santo Ant�nio, � disponibilizada pela empresa a cerca de 100 fam�lias de trabalhadores rurais da regi�o para o cultivo de lavouras de milho e feij�o. Possui ineg�vel alcance social, na medida na medida em que gera alternativas de trabalho e fixa��o do homem do campo. Ap�s cada colheita, 40% da produ��o fica com a Prefeitura e 50% com as pr�prias fam�lias. Os 10% restantes que cabem � CENIBRA s�o repassados a institui��es assistenciais, ampliando ainda mais o alcance do projeto. PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO COMERCIALAt� 1930 o com�rcio era caracterizado apenas varejista, importando produtos industrializados e manufaturados e exportando produtos aliment�cios. Na d�cada de 40, com o alto �ndice de desenvolvimento da agropecu�ria, implanta-se no Munic�pio o com�rcio atacadista e a cont�nua importando produtos industrializados (ferramenta) e manufaturados (cal�ados, tecidos) etc. A exporta��o atinge a n�vel internacional, produtos exportados para o exterior (caf� e algod�o) etc. O com�rcio local era exercido por pequenos comerciantes que caracterizados como lojas e vendas. A partir de 1950 entra em decl�nio a agropecu�ria e o com�rcio atacadista � desativado. E o com�rcio local � exercido em fun��o dos varejistas. A partir de 1960 entra em decl�nio o com�rcio local tendo como causa, o desenvolvimento do com�rcio varejista de Ipatinga. E a situa��o se mant�m at� hoje, sendo que o com�rcio varejista � muito pequeno em rela��o ao desenvolvimento populacional e industrial que atingiu o Munic�pio. FICHA INFORMATIVA SOBRE O MUNIC�PIO
Dist�ncia da sede aos Distritos, Povoados e C�rregos:
Belo Oriente � cortado em toda sua Regi�o Leste pela Rodovia BR 381, e no centro, sentido norte a sul, passando pelo Povoado de S. S. de Bra�nas e Sede do Munic�pio, a Rodovia do Carv�o. A estrada de ferro da CVRD (Vit�ria a Minas), passa pelo Distrito de Perp�tuo Socorro, no sentido Leste a Oeste, ligando Belo Horizonte-MG a Vit�ria-ES. Principais cidades vizinhas a Belo Oriente e dist�ncias aproximadas:
MEIOS DE COMUNICA��ESBelo Oriente na �rea telef�nica � servida pela TELEMAR, com os servi�os de DDD e DDI da regi�o (33). As emissoras de r�dio mais captadas no Munic�pio s�o: Vanguarda AM/FM de Ipatinga, Grande Vale FM de Ipatinga, Educadora AM de Coronel Fabriciano, Gal�xia FM de Coronel Fabriciano, Itatiaia AM de Tim�teo e Imparson Fm de Governador Valadares. Dentre os jornais da regi�o, os que mais circulam em Belo Oriente s�o: Di�rio do A�o de Ipatinga e Di�rio do Rio Doce de Governador Valadares. A cidade possui um moderno sistema de recep��o e retransmiss�o de TV na sede, no Distrito de Perp�tuo Socorro, Bom Jesus do Bagre e Povoado de S�o Sebasti�o de Bra�nas, todos dotados de aparelhos para retransmiss�o de sinais da TV Globo, SBT, Bandeirantes e Rede Record. HIDROGRAFIAO Munic�pio � banhado pelo RIO DOCE, que nasce nas serras da Mantiqueira e do Espinha�o, em Minas Gerais. Suas �guas percorrem 970 quil�metros at� atingirem o Oceano Atl�ntico no distrito de Reg�ncia, munic�pio de Linhares, no Esp�rito Santo, onde des�gua. Sua bacia drena 228 munic�pios dos dois estados, onde vive uma popula��o de aproximadamente 3,5 milh�es de habitantes. A bacia do RIO DOCE tem uma �rea de 83.400 quil�metros quadrados, dos quais 71.800 em Minas e 11.600 no Esp�rito Santo. � banhado tamb�m pelo RIO SANTO ANT�NIO, que nasce na SERRA DA CANASTRA e des�gua no RIO DOCE na cidade do NAQUE-MG. Possui diversas LAGOAS que servem como pontos tur�sticos, destacando-se entre elas a LAGOA DA MAROLA. EDUCA��ONa �rea educacional, conta hoje com 02(duas) Escolas de Educa��o infantil, a Criativa e Lua de Cristal, que oferece Educa��o Infantil Pr�-Escolar, 06 (seis) Escolas Municipais no Ensino Fundamental de 1� a 8� s�rie. 03 (tr�s) Escolas Estaduais, sendo: Escola Estadual Tancredo Neves, que oferece Ensino Fundamental e Ensino M�dio, e Escola Estadual Jo�o Hem�trio de Menezes, que oferece Ensino M�dio, Escola Municipal Francisco Gon�alves de Brito. ECONOMIAA economia do Munic�pio baseia-se principalmente na Ind�stria de Celulose, carv�o vegetal, agricultura e pecu�ria. Possui uma renda m�dia per-capta de R$ 128,02 (cento e vinte e oito reais e dois centavos) mensais. FESTASComemora-se todo dia 1� de mar�o, o anivers�rio de emancipa��o pol�tica de Belo Oriente, ocasi�o que tamb�m por v�rios anos foi comemorado o "Festival da Cacha�a". Comemora-se tamb�m com grande fervor, no dia 15 de setembro, o dia da Padroeira da Cidade. INSTITUI��ES FILANTR�PICAS E CONSELHOSEm atua��o no Munic�pio, existem hoje v�rias entidades filantr�picas, que cuidam de problemas diversos da popula��o, dentre elas merecem destaque o Lions Clube, o Rotary Clube e a Loja Ma��nica. Encontra-se tamb�m em franco funcionamento o Conselho Municipal e Tutelar da Crian�a e do Adolescente, e o COMSA�DE - Conselho Municipal de Sa�de. COM�RCIOO com�rcio de Belo Oriente � composto por 32 (trinta e duas) f�bricas de aguardente, respons�veis por uma fabrica��o anual de 58.000 litros, 05 (cinco) bem montadas Padarias, 11 (onze) Mercearias, 06 (seis) supermercados, 85 (oitenta e cinco) lojas de armarinhos e confec��es, 03 (tr�s) postos de venda de combust�veis e lubrificantes, 02 (duas) ag�ncias banc�rias do ITA� e 01 (um) escrit�rio da EMATER. INFORMA��ES GERAISPelos dados fornecidos pelo IBGE, de acordo com o Censo de 2.000, Belo Oriente possui 19.528 habitantes conforme abaixo descriminado:
ASPECTOS F�SICOS
ESTIMATIVAS DA PRODU��O AGROPECU�RIA DO MUNIC�PIO DE BELO ORIENTE ( DADOS FORNECIDOS PELA EMATER - SAFRA 2.000/2001).
* Aproximadamente, 90% da cana de a��car � utilizada na produ��o de aguardente, o restante � utilizado na alimenta��o animal.
*Existem dois criadores especializados da ra�a manga-larga e quarto de milha, o restante � criadores de animais para servi�o. Hoje o desenvolvimento agropecu�rio vem sendo fatos primordiais na absor��o de m�o de obra descartados do setor florestal e vem despertando com n�vel de tecnologia mais elevado. Ap�s anos e anos de insist�ncia junto a popula��o de nosso Munic�pio as entidades: CODEMA, EMATER, POL�CIA MILITAR, POL�CIA AMBIENTAL (Pol�cia Militar de Meio Ambiente), CENIBRA e com apoio da Prefeitura Municipal de Belo Oriente, se juntaram no sentido de conscientizar os moradores a n�o manter p�ssaros e animais silvestres, presos, cooperando na conserva��o do meio ambiente e na recomposi��o da fauna e da flora terrestre em nosso Munic�pio. V�rios projetos foram montados e executados, e apenas como exemplo: criou-se a APA � �rea de Preserva��o Ambiental, criou-se o Projeto Can�rio Chapinha e muitos outros em execu��o, no intuito de se recompor nossas �reas preserva��o ambiental e de prote��o das nascentes e forma��o das matas ciliares. E foi gra�as a estes esfor�os em conjunto, que hoje � comum, em quase todos os pontos do Munic�pio, a gente vislumbrar voando e cantando nos galhos das �rvores, nos quintais e at� nas pra�as e jardins, v�rios tipos de p�ssaros a nos brindar com seus melodiosos c�nticos e em especial o saudoso Can�rio Chapinha, tamb�m conhecido como Can�rio da Terra, ou ainda Cabe�a de Fogo e/ou Canarinho Amarelo, que est� se reproduzindo � solta,gra�as a prote��o da Pol�cia. Podemos observar ainda v�rios outros p�ssaros, que estavam desaparecendo de nosso meio, como o Trinca Ferro, Papa-arroz, Coleirinha, Estrelinha e v�rios outros, que sempre por aqui viveram. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||