Conhece-te � ti  mesmo!
A vida so vale a pena, para aqueles que a vivem com sinceridade de cora�ao !!!
Este site e dedicado a todos aqueles que buscam o conhecimento interior; nao para sua propria gloria, mas sim para o bem de toda a cria�ao .
Aquele que assim quiser, venha ...
Pois as portas da sabedoria estao sempre abertas aos ouvidos do entendimento!
(Batei e lhe serao abertas. Buscai e encontrareis; pois de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?).
O que quer dizer acelerar a evolu��o espiritual no caminho da Tor�? Talvez estejamos perdendo algo? De acordo com suas palavras todos os ex�lios ocorrem por n�o termos cumprido todos os 400 anos no Egito.
A alma � a �nica coisa que foi criada pelo Criador. Ela �
chamada Adam e �s vezes tamb�m Adam ha Rishon(o primeiro Adam).
Desde o come�o, a alma � ego�sta e nisso ela � o oposto do Criador.
Depois de seu nascimento ela se fragmentou em 600.000. Cada fragmento se corrige, independentemente, atrav�s da assimila��o de
sua forma ao Criador. Esse caminho a alma tem que atravessar de forma consciente. A corre��o � que na alma, gradualmente,
revelam-se
todos os seus 613 desejos entalhados. Ela precisa sentir
precisamente cada desejo - perceber o qu�o mau ele �, com o uso da inten��o ego�sta para si, e preferir no seu lugar a inten��o
altru�sta para o Criador.
A corre��o de cada desejo permite o seu preenchimento com a luz do
Criador, sentir o Criador. O prop�sito � alcan�ar esse preenchimento
pelo Criador em plenitude, quando a sua inten��o � ser igual a Ele, exatamente como Ele lhe d� tudo. No estado inicial, a alma n�o
utiliza nenhum dos 613 desejos para apreciar o Criador.
Ela est� num
estado de ocultamento, em que o Criador n�o � sentido. Isso �
chamado este mundo. Se, atrav�s do estudo da Kabbalah, a alma
ganha um desejo de apreciar o Criador inv�s dos outros desejos deste
mundo (at� que n�o me deixe dormir) ent�o ela entra em um novo
estado - sentir o Criador para si (Lo Lishma).
Para alcan�ar esse estado - pelo estudo de Kabbalah, trabalho em
grupo e trabalho individual conduzido pelo Rav, despertam na lama
novos desejos ego�stas para: sexo, riqueza, poder, e conhecimento e somente depois, o desejo pelo Criador.
A partir do primeiro despertar, de se beneficiar do Criador, ela
precisa adquirir inten��o para o Criador (Lishma), quer dizer
utilizar o desejo para o benef�cio do Criador. Corrigindo o seu
desejo inicial, de somente se beneficiar do Criador, a alma come�a a senti-Lo, pois o Criador a preenche com Ele pr�prio, com aquilo que � chamado luz. O sentimento de que o Criador a preenche � um novo sentimento, chamado o mundo espiritual. Gradualmente se revelam 613 desejos para o Criador; estes, ela precisa corrigir (adquirindo Massach), da sua inten��o para si, para a inten��o para o Criador.
A alma, quando corrige o seu primeiro desejo de se beneficiar do
Criador, preenche esse desejo com luz, com a sensa��o do Criador, e realiza o seu primeiro contato com o Criador. A primeira conex�o com o Criador, o primeiro preenchimento pelo Criador, s�o chamados o
primeiro degrau. Em total, gradualmente aparecem na alma 613
desejos; quando s�o corrigidos de para si, para desejos para o
Criador, a alma se preenche com o Criador, com luz, e assim ela se
eleva espiritualmente. Ela se assemelha mais e mais ao Criador e
assim ela O sente mais e mais. Quando a alma se corrige, em todos os 613 desejos, esse estado � chamado final Gmar Tikun (corre��o final).
A evolu��o da alma - de seus desejos anteriores para sexo, poder e  conhecimento, chamados este mundo, para o desejo de se beneficiar
somente do Criador, pode ser feita atrav�s do caminho dos
sofrimentos ou atrav�s do caminho da Tor�, isto � atrav�s dos
estudos da Kabbalah - assim a evolu��o da alma se acelera mil vezes mais.
Todos os desejos da alma t�m que aparecer um ap�s o outro: primeiro os desejos deste mundo, e depois os desejos espirituais, os desejos  para o Criador. Isso j� foi predeterminado pela estrutura da alma.
A mudan�a est� somente no ritmo do surgimento dos desejos, um ap�s o outro, quer dizer, na medida em que a pessoa reconhece o mal da inten��o para si, a sua rejei��o, e a transforma��o na nova
inten��o para o Criador. Mas o ritmo do reconhecimento do mal
influencia muito a forma de seus sentimentos, pois o sentimento do
reconhecimento do mal pode determinar a acelera��o r�pida, e n�o
evoca a necessidade de castigos para se sentir pior, e assim rejeit�-
los.
Isso � parecido com a forma como voc�s assistem um filme: tudo �
filmado e est� no filme. Este filme voc� tem que viver. Voc�s t�m
que passar por todos os sistemas, voc�s podem experiment�-los em  sofrimento at� que voc�s os reconhe�am como mal, compreendam o seu significado, e achem um caminho para sair deles.
N�o � poss�vel pular estes sistemas desagrad�veis, e �s vezes eles
ocorrem na vida da pessoa rapidamente, mas � poss�vel pass�-los como fita acelerada (n�o uma cega, mas uma onde � poss�vel ver aquilo que est� acelerado): voc�s vivem cada quadro, mas muito r�pido,pois a Kabbalah ajuda a analisar e corrigir mais r�pido.
Sintomas da Ascens�o
Ol�      amigos,
     Hoje vou lhes falar um pouco mais destes sintomas desagrad�veis que muitos v�m sentindo nos �ltimos tempos.
Vamos come�ar falando sobre a Kundalini.
Trata-se de uma energia primordial, que se encontra dormente, enrolada na  base da espinha, num osso chamado sacro. Foi considerado em in�meras culturas como sendo a sede de um poder especial, nutrindo a ?�rvore da vida? que todos n�s possu�mos.
O acesso a esta energia era o modo como se adquiria a sabedoria secreta dos povos antigos. A Kundalini representa uma energia que inicia no chacra b�sico, ou seja, a entrada energ�tica na base da coluna, e que desliza por toda a espinha at� chegar ao topo, no alto da cabe�a, no chacra coron�rio. O movimento pelo Kundalini, pode trazer diversas emo��es que devem ser sentidas e processadas. O processo da ascens�o implica em vivenciar suas pr�prias emo��es e n�o mais a de seu pr�ximo, pois cada ser � respons�vel apenas por suas emo��es, liberando todo o peso que n�o for seu.
De um tempo para c�, muitos de n�s t�m sentido dores por todo o corpo, sendo confundido com o quadro de fibromialgia, em muitos casos. Enquanto as novas formas org�nicas v�o se formando, o antigo vai se deteriorando, num processo automatizado por nosso DNA, que tamb�m passa pela transforma��o. Para alguns que s�o sens�veis, esta pode ser uma experi�ncia bem desconfort�vel, at� que uma parte suficiente da forma tenha sido transmutada, ficando mais cristalina. As dores do corpo s�o referentes �s regi�es no corpo et�rico que est�o bloqueadas ou presas. O ato de movimentar a Kundalini ajuda em muito a aliviar estas dores, que ir�o diminuindo. Quanto mais elevado estiver este Kundalini, menos dores sentir�o. Exerc�cios como ioga, medita��o,      cromoterapia, Reiki, ajudam muito este processo. Este desconforto � tempor�rio, portanto, n�o se desesperem, ao contr�rio, elevem o pensamento que � esta a maior fonte de luz que podemos produzir.
Outro sintoma � o cansa�o, a fadiga, que nos leva a dormir mais horas por noite, por exemplo, ou a ter sono repentinamente. Tamb�m � comum a ins�nia noturna, neste processo. Aconselho a darem a seu corpo o que ele precisa. A escolha pela ascens�o � individual e espiritual, que faz uma verdadeira ressurrei��o do que estava doente na forma, ancorando um novo paradigma de uma nova consci�ncia humana. Esse compromisso assumido conscientemente, pode fazer com que voc� coloque sua jornada espiritual acima de outras coisas tidas como importantes para voc�s. Por exemplo, os que tiverem mais sono, trocar�o suas noites de baladas por mais algumas horas de sono; os que t�m vontade de trabalhar para o pr�ximo, ser�o intimamente obrigados a tomar pulso desta miss�o, colocando outros valores em segundo lugar. Estes      indiv�duos ter�o consci�ncia de que se comprometeram com o processo da ascens�o e assim, podem suportar melhor estes sintomas. Muitas vezes o diagn�stico m�dico � da s�ndrome da fadiga cr�nica, isto porqu�, cada vez que o corpo se eleva em vibra��o, ele requer mais energia ?CHI? (energia vital) para suportar essas mudan�as. Grandes fontes de energia CHI, s�o o Tai Chi ou Ioga, que ensinam a coletar energia CHI, fundamental para este momento. Outra boa dica, � caminhar no sol, ao ar livre, por uns 20 minutos. O sol reenergiza e cont�m a energia da 5� dimens�o, por isso ficar ao Sol, traz a sensa��o de estar fora do tempo.
Comam alimentos frescos, sempre que poss�vel, pois s�o fontes de energia CHI.
Tamb�m � bom o uso de ervas em banhos e ch�s, de �leos essenciais e � aconselh�vel ingerir muita �gua.
Agora, aos meus amigos fumantes, eu pe�o que tentem eliminar esta depend�ncia qu�mica, t�o nefasta quanto o �lcool e demais drogas: isto � fundamental.
Para que tenham no��o do que falo, para o plano espiritual, os fumantes, os que ingerem carnes, �lcool, sem falar nas demais drogas, ao chegarem por exemplo a um atendimento espiritual num centro, mostram uma camada de fuligem, uma grossa nuvem pegajosa que impede a entrada de fluidos ben�ficos. Imaginem para os m�diuns e curadores de todo tipo que usam estas subst�ncias, o mal que repartem com seus ?pseudo-beneficiados?! Al�m de n�o terem condi��es de se conectar com planos mais sutis, estando sujeitos a energias mais densas, o que passam para seus atendidos � energia densa e suja. Cuidado com o que colocam para dentro e para fora da boca, pois      palavras, pensamentos e atos s�o energias poderosas que se perdem e duplicam      no �ter. Sejam respons�veis pelo bem ou mal que causam, sem usarem a desculpa de desconhecer as leis universais.
Outro aspecto que est� ocorrendo, � o aparecimento de v�rus na ascens�o. � medida que as c�lulas s�o transmutadas no processo da ascens�o, v�rus podem vir � tona para serem limpos, podendo causar erup��es maiores ou menores. Os v�rus mais freq�entes neste processo s�o os respons�veis pela Herpes e pela Mononucleose.
Pe�o que n�o entrem em p�nico, pois � passageiro. Para quem desenvolve t�cnicas energeticas de cura, que provocam uma limpeza no corpo nos primeiros 21 dias, estas erup��es e outras formas de elimina��o de toxinas ser�o maiores.
Funciona muito o uso de prata coloidal que mata v�rus e bact�rias. Tamb�m se recomenda o uso de ervas como valeriana e kava-kava, bem como banhos de ervas de prote��o, como guin�, arruda, comigo-ningu�m-pode, alecrim, sal grosso e espada de S�o Jorge.
Os suores noturnos e ondas de calor durante o sono, que mesmo em noites frias nos fazem acordar suando ou ter calores repentinos durante o dia, se deve ao fato do Kundalini estar se movimentando, o que � �timo, embora desagrad�vel.
O desejo insaci�vel de gordura e a��car, em especial chocolate, se deve ao fato que a ascens�o requer nutrientes espec�ficos em cada fase do processo. � comum as pessoas estarem ingerindo mais massas e chocolates e estarem emagrecendo, pois a queima de calorias � enorme neste processo. � medida que a forma � alterada passando para uma forma mais cristalina, as c�lulas recebem uma camada de gordura que � baseada em colesterol, que sustentar� uma vibra��o mais elevada que a prote�na, a qual, no atual corpo, sustenta as paredes ou membranas celulares. Entretanto, algumas pessoas est�o      ganhando peso sem causa aparente, o que tamb�m faz parte desta mudan�a org�nica, pelo desajuste entre mat�ria e energia.
Incha�o e necessidade de sal, ocorre quando se est� em ascens�o, n�o provocando press�o alta nem doen�as card�acas, mas cria incha�o por reter l�quidos, que se deve ao desequil�brio de s�dio e pot�ssio. Isso se deve ao que as novas c�lulas cristalinas t�m mais sal ou cloreto de pot�ssio, provocando, eventualmente, a necessidade de ingerir mais sal. N�o usem diur�ticos e sim tomem muito l�quido para retirar o pot�ssio do organismo.
Como as c�lulas cristalinas trazem uma altera��o na cadeia de amino�cidos, ocorre um desejo enorme de ingerir prote�na.
Lembrem-se sempre de ingerir alimentos frescos.
Nosso corpo est� sofrendo uma grande desintoxica��o. As toxinas s�o liberadas por gl�ndulas sudor�paras, por poros da pele e filtradas pelos rins, f�gado ou intestino. Portanto, se tiverem certa sensibilidade nesse �rg�os, n�o se assustem, pois a ascens�o faz com que estes �rg�os aumentem sua capacidade de funcionamento.
Voc�s podem ajudar a desintoxicar o organismo comendo mais frutas, alimentos frescos em geral, bebendo mais �gua, realizando caminhadas leves, tomando banhos de sol, de ervas e sais.
A Terra como organismo vivo que �, passa pelo mesmo processo de ascens�o. Em julho, a partir do dia 31, quando ocorre a reuni�o do Tribunal C�rmico, come�a este grande impulso da Terra rumo � eleva��o de freq��ncia e durar� at� o final de setembro, quando haver� uma grande reuni�o de Mestres Universais que assistem a evolu��o humana.
Acontecer�o mudan�as globais, principalmente nas �reas em que as vibra��es se tornaram extremamente t�xicas.
A ra�a humana ser� purificada: � apenas uma quest�o de tempo. Ent�o, vamos nos esfor�ar para estarmos entre os primeiros a desfrutarem deste novo paradigma planet�rio.

Muita Luz!
Di�logo sobre o Conhece-te a Ti Mesmo:
S�crates ? agora, qual ser� a arte pela qual poder�amos nos preocupar conosco?
Alcib�ades ? Isto eu ignoro.
S�crates ? Em todo o caso, estamos de acordo num ponto: n�o � pela arte que nos permita melhorar algo do que nos pertence, mas pela que  faculte uma melhoria de n�s mesmos.
Alcib�ades ? Tens raz�o.
S�crates ? Por outro lado, acaso poder�amos reconhecer a arte   que aperfei�oa os cal�ados, se n�o soub�ssemos em que consiste um cal�ado?
Alcib�ades ? Imposs�vel.
S�crates ? Ou que arte melhora os an�is, se n�o soub�ssemos o que � um anel?
Alcib�ades ? N�o, isto n�o � poss�vel.
S�crates ? Entretanto, ser� f�cil conhecer-se a si mesmo? E teria sido um homem ordin�rio aquele que colocou este preceito no templo de Pytho? Ou trata-se, pelo contr�rio, de uma tarefa ingrata que n�o est�  ao alcance de todos?
Alcib�ades ? Quanto a mim, S�crates, julguei muitas vezes que  estivesse ao alcance de todos, mas algumas vezes tamb�m que ela � muito dif�cil.
S�crates ? Que seja f�cil ou n�o, Alcib�ades, estamos sempre em  presen�a do fato seguinte: somente conhecendo-nos � que podemos conhecer a maneira de nos preocupar conosco; sem isto, n�o o podemos.
Alcib�ades ? � muito justo.
Plat�o, Alcib�ades, 128d-129
II
? Dize-me Eutidemo, estivestes alguma vez em Delfos?
? Duas vezes, por Zeus!
? Viste, ent�o, a inscri��o gravada no templo: conhece-te a ti mesmo?
? Sim, certamente.
? Esta inscri��o n�o te despertou nenhum interesse, ou, ao contr�rio, notaste-a e procuraste examinar quem tu �s?
? N�o, por Zeus! Dado que julgava sab�-lo perfeitamente: pois teria  sido dif�cil para eu aprender outra coisa caso me ignorasse a mim mesmo.
? Ent�o pensas que para conhecer quem somos, basta sabermos o nosso  nome, ou que, � maneira dos compradores de cavalo que n�o cr�em conhecer o  animal que querem comprar antes de haver examinado se � obediente,  teimoso...
? Parece-me, de acordo com o que acabas de dizer-me, que n�o conhecer o pr�prio valor equivale a se ignorar a si mesmo.
? Os que se conhecem sabem o que lhes � �til e distinguem o que podem  fazer daquilo que n�o podem: ora, fazendo aquilo de que s�o capazes,  adquirem o necess�rio e vivem felizes; abstendo-se daquilo que est� acima de suas for�as n�o cometem faltas e evitam o mau �xito; enfim, como s�o mais capazes de julgar os outros homens, podem, gra�as ao partido que da�  tiram, conquistar grandes bens e livrar-se de grandes males...  Contrariamente, caem nas desgra�as.
** A Sexta Lei Herm�tica, a Lei de Causa e Efeito - Essa Lei � tamb�m chamada de Lei do Carma. **

A Lei diz: ?Toda Causa tem seu Efeito; todo o Efeito tem sua Causa; todas as coisas acontecem de acordo com a Lei: o Acaso � simplesmente um nome dado a uma Lei n�o reconhecida. Existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa � Lei?.

Este princ�pio herm�tico cont�m uma grande verdade que torna poss�vel a compreens�o de todas as leis que regem o nosso Universo: ele explica que nada acontece por acaso, que n�o existe o ?acaso"; e que ?acaso? � simplesmente um termo dado a um fen�meno existente e do qual n�o conhecemos a origem e portanto n�o reconhecemos nele a Lei � qual se aplica.
Este Princ�pio Herm�tico � um dos mais pol�micos, pois tamb�m implica no fato de sermos respons�veis por todos os nossos atos. No entanto, este princ�pio � aceito por todas as filosofias de pensamento desde a antiguidade. N�o reconhecer esta Lei torna nulos os  pensamentos filos�ficos antigos ou atuais que subtraem os fen�menos do universo de uma Ordem c�smica imut�vel. A ci�ncia �s vezes n�o ?explica? um determinado fen�meno, pois n�o sabe em que Lei ele se aplica, mas reconhece, no entanto, que ?precisa? existir uma ordem para ele.
N�o reconhecer a Lei de Causa e Efeito � como dizer que algo (qualquer coisa materializada e existente) pode ser independente, pode ser subtra�da de forma inexplic�vel desse universo fenomenal, pode n�o ser submetido � Lei Universal.
Tal coisa seria ent�o superior ao TODO? Ou seria o pr�prio TODO que se subtrairia a esta Lei? A exist�ncia de tal coisa tornaria ent�o sem efeito todas as Leis Naturais e mergulharia o universo na  desordem e no caos. Voc�s imaginam o que aconteceria se de repente as gal�xias, os sistemas solares, os planetas, tudo o que existe se subtra�sse de repente a esta Ordem Invis�vel e come�asse a ?enlouquecer??
Mas vamos falar do ACASO. Esta palavra tem em sua raiz a palavra ?cair?, (do latim ad-cado, verbo cadere=cair) que d� a id�ia de que um acontecimento fruto do acaso ?cai? de repente, assim do nada, sem nexo nem ordem. � nesse sentido que normalmente empregamos este termo. Assim, podemos dizer que se voc� jogar os dados ao ?acaso? eles caem de qualquer maneira, sem nexo nem ordem. Mas sabemos que jogadores experientes (e mesmo matem�ticos) conseguem prever com
uma certa l�gica a seq��ncia na pr�pria queda dos dados. Existe uma esp�cie de seq��ncia que faz que eles caiam de uma determinada maneira. Dif�cil de ser compreendida, mas existente.
Ent�o, n�o existe acaso.Tudo obedece � Lei. Sempre h� uma Causa e um Porqu� para todos os acontecimentos.
Bem, mas no nosso caso, vamos examinar o que chamamos de Lei do Carma, � qual atribu�mos todos nossos males e que tanto nos faz sofrer inutilmente. Muitas vezes escuto a pergunta: ?Mas para que serve a Lei de Causa e Efeito se a Causa acontece numa encarna��o e o Efeito na outra? N�o vou me lembrar mesmo?! Bobagem!
N�s lembramos, ou melhor, nosso esp�rito lembra. Nossa
mente racional n�o quer acreditar na intui��o, intui��o essa que � fruto da sugest�o que o esp�rito nos transmite. E o esp�rito SABE! N�s � que n�o
escutamos! Nossa mente (que os cabalista chamam de L�cifer pois ela nos trai com seus pensamentos ?racionais? n�o quer dar ouvidos � nossa intui��o, vinda do nosso EU INTERIOR.
Assim, nada acontece sem uma Causa, ou mesmo sem uma
cadeia de causas. Nossos atos ordenam a eventualidade dos futuros acontecimentos, assim como eles s�o o fruto dos acontecimentos precedentes. ?Nenhum evento cria outro; ele faz parte simplesmente de um elo precedente na grande cadeia ordenada de eventos procedentes da energia criativa do "TODO?(O Caibalion).
Vamos raciocinar, ?nenhum evento cria outro?quer dizer que h� uma continuidade em todos os acontecimentos (anteriores e posteriores) mesmo n�o diretamente ligados a um determinado ato. Exemplo: Uma pedra cai de um lugar montanhoso elevado e quebra o teto de uma cabana l� no vale. A principio podemos considerar este acontecimento como um fato casual, mas podemos, com um pouco de racioc�nio, perceber que ele � fruto de uma cadeia de fatos: a chuva que amoleceu a terra, que deslocou a pedra, a falta de �rvores para sustentar a terra, a eros�o, etc. etc. � uma ?cadeia de acontecimentos? ou n�o?
Da mesma forma acontece na cadeia das encarna��es. N�o � absolutamente correto dizer que o que acontece nesta encarna��o � conseq��ncia da precedente! N�o acontece tudo de forma t�o direta! In�meras s�o as variantes, mas todas se submetem � Lei. Esta � uma Verdade. Tudo tem um Prop�sito, lembram? E, de qualquer maneira, nossos atos podem ser tamb�m subseq�entes a atos procedentes NESTA MESMA ENCARNA��O e n�o na precedente, n�o � mesmo? Sabemos que aprendemos com nossos erros, pelo menos se formos um pouquinho inteligentes! E se cuidarmos para n�o cometer erros nos livraremos de sofrimentos futuros.
Quando trabalhamos com consci�ncia nossa encarna��o atual nos tornamos mais atuantes quanto ao nosso destino individual. O Conhecimento nos leva a atuarmos de forma direta, a nos tornarmos respons�veis pelos nossos atos.
Ao fazer uma an�lise costumo dizer: devemos ?sair? do Destino Coletivo? para ingressarmos no Destino Individual e, se poss�vel, desenvolvermos nossa Consci�ncia Individual para no final, como o Cristo, o Buda e outros Mestres, chegarmos a encontrar a Consci�ncia C�smica. Este � o Caminho, essa � a
Senda. Quando tomamos as r�deas de nosso destino, quando evolu�mos de forma consciente, sem querer nos esquivar das Leis Universais, estamos de alguma forma cumprindo o Prop�sito do Plano Superior.
N�o quero me alongar sobre o assunto do Livre Arb�trio que entra em jogo quando falamos de evolu��o c�smica consciente. Mas � um fato que, se cuidarmos de nossas palavras, de nossos atos e de nossos pensamentos, se nos tornarmos Senhores de nosso Destino, podemos tomar as r�deas de nossa vida para n�o nos tornar simples pe�es ou dados jogados ao acaso pela Lei de Causa e Efeito. Os Mestres n�o escapam � Causalidade dos planos mais elevados, mas ?concordam? com as Leis Superiores, as reconhecem e agem de acordo, dominando assim as circunst�ncias nos planos inferiores. Eles, os Mestres, conhecem as regras do jogo e n�o procuram se esquivar (nem o Cristo se esquivou de seu mart�rio na cruz!) e se prop�em a seguir o Grande Plano sem fugir �s conseq��ncias como simples instrumentos do TODO. Quando servimos o Plano Superior podemos atuar e governar o Plano Inferior ou Material.
Quantas verdades est�o contidas nessa Lei! Quantos questionamentos!
Como vemos a aplica��o dessa Lei em nosso dia a dia?
Como podemos atuar para nos adequar a esta Lei?
Podemos melhorar nosso destino?

Com votos de Paz Profunda!
Xenofonte, Memor�veis, IV, II, 26.
O (nosso) Caminho do Meio...

Muito se fala sobre isso, mas a compreens�o exata do
que representa, cada um encontra a seu pr�prio tempo,
numa vis�o profundamente pessoal... Percebe-se de
forma diferente, o que na ess�ncia permanecer� sempre
inalterado!

� um caminho muito sutil, que s� se apresenta aos
olhos da alma... e somente depois que encontramos o
equil�brio perfeito entre os dois caminhos iniciais
que todo ser humano deve trilhar antes de encontra-lo:
o caminho da alma e o caminho do mundo...

Atrav�s da religi�o ou busca m�stica, despertamos a
centelha divina que nos permite estabelecer uma
liga��o profunda e permanente com a Sabedoria do
Universo. Este ser� o caminho da express�o interna, da
ess�ncia, do invis�vel... o caminho da alma...

Entretanto, a busca m�stica somente n�o basta. Afinal
o pr�prio nome j� indica: ?Caminho do MEIO?. �
necess�rio tamb�m que se encontre seu lugar no mundo,
geralmente bem vis�vel para quem segue sua voca��o,
seu dom, seu talento, enfim, o nome que queiram
usar... Este ser� o caminho de express�o externa, do
vis�vel, do f�sico... o caminho do mundo...

Um fato comum, � confundir um desses dois caminhos com
o principal. Cria-se ent�o um apego exagerado ao
externo ou interno, gerando desequil�brio. Quando isso
ocorre, todo o processo evolutivo fica em suspenso at�
que ambos atinjam o mesmo n�vel de desenvolvimento.
Por isso � que alguns caminham mais r�pido que outros:
uns percebem essa liga��o e outros n�o...

Ao atingir o ponto exato de equil�brio dessas duas
grandes for�as, acontece o DESPERTAR! Somente a partir
dessa nova consci�ncia, encontramos esse outro
caminho... O nosso caminho do meio!... O nosso caminho
de Luz! Por onde seguiremos conscientes de que nos
tornamos um instrumento atrav�s do qual as For�as do
Universo se manifestar�o, trazendo evolu��o e paz a
todos que estiverem � nossa volta!
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