| Conhece-te � ti mesmo! |
| Pode ser voc�... |
| Trago comigo alguns desejos, o maior deles � ser feliz no amor, quero te encontrar e mostrar que no meu peito, h� um mar de emo��es, com ondas de afeto, e muita alegria, capaz de transformar nossas vidas. |
| Quero ser teu reflexo, se voc� sorrir � porque estamos felizes, se voc� chorar � porque a emo��o nos apanhou. Quero ser teu bra�o forte, se voc� precisar, basta chamar meu nome, se voc� sentir-se s�, basta fechar os olhos, estarei contigo, em teus sonhos e na tua realidade. |
| Quando eu te encontrar meu amor, saberei te reconhecer pelo olhar, quem carrega esse desejo no peito, reconhece-se sem precisar de fotografia, nem de an�ncio no jornal, muito menos o chat na Internet, nada al�m de um olhar... |
| Quero te encontrar, preciso ter voc� para voltar a acreditar no amor, na vida, na felicidade de sentir a plenitude. |
| Voc� que eu busco nesta noite fria, nas manh�s ensolaradas ou nas tardes vazias, |
| Meu esp�rito supremo, |
| Meu anjo, eu quero voc� e te espero como a manh� espera pelo sol. |
| Pois s� em voc� encontro a mim mesmo! |
| Eu acredito em voc�. |
| Hoje a alegria te convida para uma viagem, e eu, sinceramente espero que voc� esteja com as malas prontas... Chega de chorar, de lamentar ou esperar aquele velho sonho, hoje � dia de viver um novo momento, de libertar-se do passado, � dia de cheiro de coisas novas, de presentes inesperados, dia de descobertas, de motivos para se viver o bem viver, a alegria est� batendo � sua porta... |
| Pode ser que seja uma crian�a que pede na esquina, quando ela sorri � o sorriso mais bonito que voc� j� viu. |
| Pode ser que seja o menino das entregas no escrit�rio, aquele que voc� nunca reparou que lhe fala bom dia cantando. |
| Pode ser um email que traga uma foto de uma linda paisagem, diferente daqueles emails maliciosos que costumam te mandar. |
| Pode ser que voc� receba flores, um bombom, um convite, pode ser que seja um telefonema da sua m�e, te lembrando de pegar uma blusa. |
| Pode ser que seja uma ora��o, uma emo��o, um encontro com Deus, pode ser simplesmente uma vis�o, ou quem sabe um olhar de olhos claros, o importante � saber que a alegria est� te esperando para seguir a sua jornada e que s� depende de voc� para embarcar nesse trem chamado felicidade. Boa viagem! |
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| Por que a Kabbalah, como o pensamento judaico, ficou �s margens da civiliza��o, e n�o influenciou o desenvolvimento da humanidade, como a filosofia ocidental? A Kabbalah n�o colocou como meta corrigir a humanidade? O prop�sito da cria��o � elevar a alma, quer dizer a humanidade e todos seus fragmentos, a um estado onde todos seus movimentos ser�o como resultado de consci�ncia e correla��o com o Criador, pois Ele � o crit�rio para a perfei��o. Mas primeiro � necess�rio passar por todas as situa��es opostas, para entender que somente o Criador � completo. Culturas e ci�ncias s�o nada mais do que vasos, que permitem ao ser humano aprender e conhecer que aquilo que l� e aquilo que o circunda est�o predestinados � ades�o com o Criador, que � o seu destino, e isto � o n�vel mais alto de desenvolvimento que ele precisa alcan�ar. A Kabbalah, como a Tor� em geral, ainda deve ser revelada para toda a humanidade. Ainda n�o chegou o momento para isto, e somente em nossa �poca, as almas descem com a exig�ncia para evolu��o espiritual. Ser� que a �poca dos b�rbaros acabou na Europa? Ora, nem se passaram 300-400 anos! Na introdu��o para o livro do Zohar, Baal haSulam escreve que a Kabbalah deve se revelar, � inevit�vel, mas isto ocorrer� somente quando for exigido pelas almas que descem. |
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| Por que a Kabbalah � chamada ci�ncia? A ci�ncia investiga o mundo, atrav�s de ferramentas que n�s inventamos. O funcionamento dessas ferramentas � baseado nos nossos cinco sentidos: olfato, tato, vis�o, audi��o, paladar. N�o podemos inventar algo novo, totalmente diferente, que n�o seja parecido com aquilo que n�s sentimos com os cinco sentidos. Toda a informa��o que chega atrav�s dessas ferramentas e nossos sentidos, � processada no c�rebro e cria em n�s, aparentemente, uma imagem do mundo que nos circunda. Se aument�ssemos a freq��ncia de um dos cinco sentidos, poder�amos ver, por exemplo, imagem com raio x ou ouvir sons que s�o acima da nossa capacidade, e o mundo pareceria totalmente diferente; tamb�m receberia a defini��o "deste mundo mas seria diferente em rela��o ao mundo que n�s sentimos hoje. � poss�vel que paralelamente existam outros mundos, outras cria��es, que nos atravessam, mas, n�s n�o os sentimos, pois n�o temos os sentidos adequados. Como � poss�vel investigar a realidade verdadeira que nos circunda, enquanto percebemos somente uma parte dela? Todas as ci�ncias tratam de investigar a informa��o que n�s captamos com nossos cinco sentidos, mas a Kabbalah, diferente das outras ci�ncias, estuda a informa��o que fica fora das limita��es dos nossos cinco sentidos. N�s investigamos o nosso mundo, por exemplo: informa��o que chega na forma de som, audi��o. Como n�s sabemos que isto � som? Ondas nos circundam, somente uma parte delas afeta o nosso ouvido; a onda atinge a membrana e um mecanismo interno o coloca de volta atrav�s da for�a da resist�ncia. O c�rebro mede a for�a e a freq��ncia da movimenta��o da membrana e a interpreta para a informa��o de audi��o; isso � relativo. Isto �, nossa sensa��o � uma rea��o secund�ria para a a��o original (ondas), ent�o n�s percebemos essa informa��o como seq��ncia de sons, m�sica, ru�dos etc. N�o conhecemos os sons que est�o fora de n�s, mas somente como n�s os sentimos. Assim s�o formados todos os nossos sentidos. N�s nunca sabemos o que existe fora de n�s, mas somente reagimos sobre o que afeta os nossos sentidos. O mundo externo pode conter um n�mero infinito de cores ou sons, ou at� sensa��es n�o conhecidas, enquanto n�s podemos perceber somente uma quantidade pequena de toda a informa��o que atravessa os nossos cinco sentidos. Qualquer investiga��o feita por uma ci�ncia � limitada pelos cinco sentidos, enquanto a Kabbalah versa sobre aquilo que � poss�vel adquirir com o sexto sentido, e perceber toda a realidade que est� fora. Se imaginarmos uma pessoa que fique dentro de uma caixa fechada, recebendo informa��o somente de fora, e possa senti-la - a Kabbalah fala sobre isto: poder estudar, ver, ouvir, informa��o que est� fora, poder sair e alcan�ar acima dos nossos sentidos limitados. Se a pessoa teve uma experi�ncia traum�tica, ela pode entender outra pessoa que passa pela mesma coisa, pois adquiriu a experi�ncia adequada, sentimentos e qualifica��o. Nela j� existe todo o necess�rio para sentir o outro. Significa que uma pessoa que n�o passou experi�ncias parecidas n�o entende o outro e fica desligada do seu sofrimento. A diferen�a entre as pessoas, e tudo que existe, est� somente na capacidade de sentir por fora um efeito ou outro daquela parte de fora que n�o � conhecida. A investiga��o do mundo exterior, que geralmente n�o alcan�amos, � baseada na compara��o das qualidades internas com os efeitos externos. Se desenvolvermos certos sentidos, altos, espirituais, que n�o existem em n�s desde nascen�a, atrav�s deles poderemos perceber um mundo superior, um mundo espiritual - externo, eterno, mais aberto e abrangente, que (n�o) est� dispon�vel para as pessoas comuns, aquelas que n�o adquiriram as ferramentas para senti-lo. A Kabbalah � o m�todo do desenvolvimento de sentidos adicionais na pessoa, que atrav�s deles come�a sentir o mundo espiritual, al�m do nosso mundo, como n�s o sentimos hoje. Mais do que o pequeno peda�o da realidade percebida, a pessoa entra numa esfera de informa��o diferente. Nascemos, sentimos o nosso corpo biol�gico, permanecemos nele certo tempo, e depois desaparecemos. Neste mundo, quando sentimos fen�menos, ocorr�ncias e outras situa��es, n�o sabemos e n�o compreendemos completamente a sua origem. Muitas vezes nem estamos prontos para eles ou para seus efeitos dolorosos e at� tr�gicos. Tudo nos chega de fora, mas parece que por acaso ou imprevisto, e tudo isso � porque percebemos somente uma parte pequena do mundo. De repente aparece algo inesperado em cena, pois n�o entendemos o que acontece atr�s da cortina. Ent�o, como � poss�vel reagir e tomar a atitude correta, se n�o sabemos e n�o vemos o quadro geral dos acontecimentos? Na realidade n�o sabemos as conseq��ncias das nossas a��es! N�o enxergamos exatamente o que elas causam, e portanto, d� para entender que n�o compreendamos nem a causa e nem o efeito de tudo o que nos acontece. N�s nos chamamos de ser pensante, pensadores, inteligentes, o degrau mais alto da cria��o. Mas a verdade � que estamos totalmente desligados da realidade, da verdade, que nem gatos cegos. E quando nos orgulhamos do fato de sermos inteligentes, isso mostra que o nosso n�vel de desenvolvimento � t�o baixo que sequer percebemos o nosso estado verdadeiro. Na medida em que a pessoa receba um sentimento mais espiritual, mais profundo do mundo da verdade, ela come�a ver toda a hierarquia de causa e efeito. Ela enxerga tudo aquilo que lhe acontece, compreende como tem que reagir a isso, e se torna um fator inteligente e ativo do universo. Por isso a Tora orienta a pessoa a ser humano! - precisamente para que voc� abra os seus olhos e deixe de ser como gato cego. � claro que nesse caso n�o haver� necessidade de educa��o alguma, pois a educa��o � necess�ria somente para completar aquilo que a pessoa n�o v�. Se a pessoa vir claramente as conseq��ncias das suas a��es, das a��es indesej�veis, imediatas, feitas por impulso, ent�o ela (n�o) far� o mal, e ser� claro para ela o que realmente � o bem ou mal. N�o haver� necessidade de teorias est�pidas ou filosofias. Tudo ficar� claro, de tal maneira que a mentira desaparecer�, incondicionalmente com o tipo da mentira, por causa do desenvolvimento completo de todos os desejos e inten��es. Na Kabbalah n�s tratamos da maneira pela qual a pessoa adquire um sentido adicional, que lhe permite sair para a realidade verdadeira, de forma que esse sentimento se desenvolva at� o conhecimento de como ingressar corretamente nessa nova esfera de informa��o. Os Kabbalistas dizem que assim a pessoa se salta acima dos conceitos de tempo e espa�o, vida e morte. Antes de entrar no seu corpo, a pessoa v� toda a sua vida, e seu futuro estado, depois de ter deixado este mundo; ela sente isto como o estado verdadeiro do seu corpo biol�gico. Ela sobre um degrau, em que o passado, o presente e o futuro s�o iguais. Ela v� todo o sistema de governo e come�a a ser um fator ativo dele. Ela se inclui no universo geral e julga corretamente as pr�prias a��es, que eram antes um caos. |
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| Verdadeiro crit�rio do valor cient�fico O valor de qualquer ci�ncia no mundo � determinado pelo valor de seu prop�sito. N�o h� uma ci�ncia sem prop�sito. O valor de uma ci�ncia � determinado pela sua signific�ncia, pela utilidade e vantagens que fornece. Conseq�entemente, se o valor de uma ci�ncia � medido pelo benef�cio material que ela proporciona, o desaparecimento desse benef�cio no futuro certamente degradar� o valor dessa ci�ncia. Embora uma ci�ncia em si tenha uma consider�vel vantagem sobre o prop�sito, pois sempre tem uma base superior, ela � estimada de acordo com esse prop�sito. Se o prop�sito � transit�rio, ent�o a ci�ncia desaparecer� com ele. Valor da Kabbalah Com base no exposto, vamos esclarecer a signific�ncia da ci�ncia da Kabbalah: . A Kabbalah se prop�e a atingir o governo da for�a superior sobre as criaturas, e estuda o estabelecimento do contato da pessoa com essa for�a. Assim, a ci�ncia se baseia na for�a superior, cuja signific�ncia � dif�cil de superestimar. Por isso a Kabbalah tamb�m � de um valor inestim�vel para a humanidade. . Como o assunto da Kabbalah � a exist�ncia eterna, essa sabedoria � eterna, e . A pessoa que estuda Kabbalah merece louvor, porque o prop�sito da Kabbalah � estar em contato com a for�a superior (o melhor de todos os objetivos imagin�veis). A raz�o para o pequeno n�mero de Kabbalistas A principal raz�o para um n�mero t�o pequeno de Kabbalistas � que qualquer novato quer dominar essa sabedoria inteiramente e revelar a Provid�ncia Divina t�o r�pido quanto possa. Isso de fato requer conhecimento, mas � imposs�vel adquiri-lo atrav�s do estudo usual do material, tal como se aceita nas outras ci�ncias. O principiante deve primeiro aprender a linguagem altru�sta, porque a ci�ncia da Kabbalah est� escrita nessa linguagem. Atingir o resultado vem pelo esfor�o Um pr�-requisito obrigat�rio em todas as ci�ncias � que, para tornar- se um cientista em qualquer esfera, a pessoa precisa fazer um esfor�o s�rio para dominar essa ci�ncia. Atinge-se o resultado atrav�s de trabalho duro. Linguagem cient�fica Toda ci�ncia usa sua pr�pria linguagem. Aqueles que iniciaram o estudo, definiram o assunto de cada ci�ncia e explicaram sua ess�ncia nessa linguagem. Assim, o prop�sito de uma linguagem � servir como liga��o intermedi�ria entre a ess�ncia da ci�ncia e o estudante. A linguagem da ci�ncia cont�m oportunidades consider�veis: ela pode fornecer uma descri��o lac�nica e uma explica��o muito profunda. Representantes da ci�ncia O cientista, envolvido em pesquisa cient�fica, n�o se importa com o bem-estar material. Ele usa seu tempo precioso para descobrir e inventar e n�o o desperdi�a procurando amenidades para a vida. Ele opta por desprezar essas amenidades em troca do conhecimento. A m�xima del�cia terrena que algu�m possa imaginar � o reconhecimento pela sociedade. Vale a pena desistir de todos os outros prazeres e fazer todos os esfor�os para atingir essa del�cia. A aten��o dos melhores representantes de cada gera��o est� presa a isso. N�o nos deter�amos diante de nada, para atingir isto. Representantes da ci�ncia da Kabbalah Enquanto reconhecimento pela sociedade tiver qualquer valor para a pessoa, ela n�o estar� pronta para estudar a sabedoria da Kabbalah. Isso � porque essa pessoa (como todos que buscam o bem-estar material) gastar� tempo tentando obter tal reconhecimento e seu cora��o estar� fechado para atingir a for�a superior atrav�s da sabedoria da Kabbalah. Do que foi dito, resta claro que as condi��es que s�o v�lidas para qualquer ci�ncia tamb�m podem ser aplicadas � Kabbalah. Por�m, a ci�ncia da Kabbalah requer do estudante n�o somente que ele deprecie a vida material, mas al�m disso, o Kabbalista � obrigado a desvalorizar o reconhecimento pela sociedade. Promo��o da ci�ncia Resulta que os representantes de uma ci�ncia convencional aspiram por reconhecimento. Eles se esfor�am para apresentar sua ci�ncia de um tal modo que ela possa ser aceita pelas massas populares. Tudo � promovido atrav�s das massas, porque elas constituem o cerne da humanidade (isso n�o se aplica aos cientistas proeminentes e abnegados, embora at� eles tenham necessidade de divulgar suas ci�ncias de modo a obter patroc�nio para seu desenvolvimento). Ocultamento da Sabedoria da Kabbalah Os Kabbalistas nunca tentaram anunciar sua ci�ncia na sociedade, porque a pessoa se aproxima dessa sabedoria por compuls�o de um chamado interno. Somente ent�o ela � capaz de desprezar: . Os desejos corporais; . O bem-estar material, e . O reconhecimento pela sociedade. No passado, os Kabbalistas nunca compartilharam seu m�todo com o p�blico em geral, porque eles acreditavam que a ci�ncia da revela��o da for�a superior somente pode ser dada �queles que a entendem corretamente. De outro modo a revela��o da ess�ncia da Kabbalah teria privado a sociedade da oportunidade de gozar da dissipa��o, riqueza, poder e estima que ela valoriza tanto. Enquanto o p�blico continuar tendo prazer em: . Deprava��o; . Ricos, e . Poder e estima (reconhecimento pela sociedade), e n�o estiver apto a desistir disso, em troca de estabelecer contato com a for�a superior, ser-lhe-� permitido fazer assim, porque procurando prazeres as pessoas crescem e se desenvolvem, at� que comecem a aspirar pelo espiritual. Assim atualmente, j� que a sociedade como um todo est� se desencantando com as del�cias mencionadas acima, e est� intimamente preparada para contatar a for�a superior, a sabedoria da Kabbalah revela sua ess�ncia e prop�sito para o p�blico em geral. |
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| A fun��o do ego�smo na cria��o e o sofrimento que ele traz |
| O estado inicial da cria��o � na exist�ncia do Criador �nico! |
| A cria��o come�a acontecer a partir do nascimento de uma part�cula do |
| Criador. O Criador separa uma part�cula e, a ela, Ele atribui novas |
| caracter�sticas, diferentes das Suas. Atrav�s da atribui��o de |
| caracter�sticas ego�stas, o Criador separa a part�cula dEle, e esta |
| cont�m o nosso ser. Esta part�cula, que somos n�s, foi uma vez uma |
| parte do Criador, e no mundo espiritual, que � desligado de espa�o e |
| tempo, � ainda parte do Criador. |
| A part�cula criada n�o p�ra de sentir os abismos vazios e escuros que |
| h� nela, que s�o os abismos que a separam do Criador. Esta sensa��o |
| come�a desmoronar quando o Criador revela um desejo de aproximar a |
| part�cula que criou � Ele. N�s relacionamos a sensa��o do vazio com |
| as dificuldades perturbadoras do dia-dia: sustento,a sa�de dos |
| nossos queridos, seguran�a etc. o Criador construiu em volta da |
| part�cula que criou um mundo completo, para que atrav�s dele possa |
| nos influenciar. Mas como? E por qu�? |
| Todo o mundo dos objetos que o Criador criou � nossa volta, foi |
| designado a servir no processo da separa��o da pessoa da sua medida |
| original de ego�smo, que foi embutida originalmente para realizar a |
| separa��o do Criador, com o prop�sito da cria��o. Os objetos e os |
| sofrimentos terrestres servem para demonstrar para a pessoa a |
| insuport�vel carga que pesa o seu ego�smo, para que ela necessite se |
| livrar deles; para que reze e fuja dos interesses pessoais, que a |
| levam a uma in�til persegui��o atr�s do falso sucesso e respeito; |
| para que descubra no meio do caminho, que ela tem somente um desejo |
| pequeno e este (ela deve) parar de desejar, pois este desejo ego�sta, |
| somente causa sofrimento. |
| Ent�o, n�o nos sobra nada mais do que pedir ao Criador que nos |
| liberte do ego�smo que nos empurra na persegui��o dos nossos |
| interesses particulares. |
| Na introdu��o de Talmud Eser Ha Sefirot (letra B) o Rabino Yehuda |
| Ashlag escreve: realmente, se prestamos aten��o para responder |
| somente uma pergunta muito famosa, tenho a certeza que todas estas |
| perguntas e d�vidas desaparecer�o do horizonte e quando olhares em |
| seu lugar, n�o mais estar�o l�. Isto �, essa pequena pergunta feita |
| por qualquer um, que �: qual � o prop�sito da nossa vida. Quer dizer |
| que se ouvirmos o nosso cora��o, todas as d�vidas em rela��o aos |
| estudos da Kabbalah sumir�o como se nunca houvessem existido. |
| As perguntas existenciais s�o feitas do cora��o, n�o s�o |
| racionalistas. Qual � o prop�sito que temos em nossa vida? Qual � o |
| significado dos sofrimentos que s�o maiores que nossos prazeres? |
| Estas s�o perguntas que gritam do cora��o. Quando a dor � |
| intoler�vel, e a morte parece como que uma salva��o, quando as for�as |
| para ag�entar os atormentadores sofrimentos j� se esgotarem, a pessoa |
| pergunta com o grito do seu cora��o, qual � o benef�cio de tudo isto? |
| Quem est� se beneficiando, e para que fim? |
| A pergunta sobre o prop�sito e seu objetivo, est� oculta em cada um |
| de n�s. �s vezes, em momentos de crises ou quando nos sentimos |
| perdidos, ela surge de repente, penetra a nossa alma, e n�o larga at� |
| que nos joga para abismos de desespero e nos esclarece o quanto a |
| nossa exist�ncia � nula. Ali, ficamos mergulhados na dor, at� a |
| chegada de uma solu��o f�cil, que geralmente cruza o nosso caminho |
| a rotina, o fluxo da vida que nos puxa inconscientemente, como todos |
| os dias. |
| A grandeza do Criador - devo��o ao Criador |
| N�o h� um desejo mais importante do que o desejo da pessoa em se |
| entregar e se dedicar ao Criador. E digo, quando ela se libera de seu |
| ser, enquanto glorifica o Criador, se perguntando: qual o prop�sito |
| em trabalhar neste mundo, ser� que � para os valores deste mundo ou |
| para os valores eternos? |
| Das coisas que conquistamos ou fazemos nesta vida, n�o sobra nada, |
| exceto as constru��es espirituais que est�o entre n�s, pensamentos |
| altru�stas, atos e sentimentos sublimes de doa��o e amor. |
| A pessoa � convidada a tomar o caminho onde toda a sua ess�ncia � |
| dedicada ao Criador, somente se ela perceber a grandeza do Criador. |
| Isto � parecido com a nossa disposi��o de nos dedicarmos com |
| submiss�o para uma pessoa de grande m�rito. Qualquer esfor�o para o |
| objeto da nossa admira��o, n�o � considerado por n�s como esfor�o, |
| enquanto n�o recebemos a sua preciosa aten��o, atrav�s da sua |
| disposi��o de receber aquilo que tanto desejamos dar. |
| Este exemplo confirma o poder de um prop�sito interno e focalizado, |
| mudando o atributo fundamental de um ato mec�nico externo, em |
| transform�-lo realmente no receber para dar. Da mesma maneira, na |
| medida em que a pessoa se engrandece aos olhos do Criador, mais ela |
| aumenta a sua disposi��o e capacidade de se dedicar ao Criador, os |
| seus pensamentos, desejos e esfor�os. Al�m disto, ela n�o se sentir� |
| como doadora ao Criador, mas como receptora dEle. Recebendo o |
| privil�gio dEle de se beneficiar, uma oportunidade que somente |
| algumas pessoas ganham em cada gera��o. |
| Por isto o caminho para alcan�ar o seu prop�sito principal da vida, � |
| atrav�s da glorifica��o do Criador, primeiramente aos olhos de si |
| mesmo, isto �, fortalecer a sua confian�a na Sua grandeza e Seu |
| poder. Este � o �nico caminho para romper o ego�smo, que serve como |
| pris�o, e entrar nos mundos espirituais. |
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| Reflexoes: Vejo muita gente hoje em dia com medo. Reclamando da violencia, do trabalho, da familia, dos valores da sociedade, do gorverno que nao faz nada, do custo de vida, dos amores perdidos, ou nem sequer conquistados. Mas ai penso: Quem causa a violencia? Somos nos mesmos. Causamos a violencia quando nao nos importamos com as crian�as na rua, quando nao repreendemos nossos filhos/amigos/irmaos...etc quando cometem erros, e ao inves disso, passamos a mao na cabe�a e ajudamos a acobertar os erros deles.Causamos a violencia quando, nos recusamos a ajudar quem precisa, usando como desculpa que se nos conseguimos, eles tem que conseguir sozinhos tambem. Mas quantas vezes nos so vencemos por termos a ajuda de outros. E quantas vezes vemos pessoas vencerem sozinhas coisas que so conseguimos vencer com auxilio externo? Nem todos tem que ter os mesmos dons que nos, assim como tambem nao temos os mesmos que eles. Nao sabemos do que se passa dentro de cada um, e como ouvi uma vez: Na maioria das vezes que falamos que fariamos melhor no lugar do outro, na verdade se fosse conosco ,seria um desastre ainda pior. Se aquele que foi preparado pela vida para enfrentar determinada situa�ao, sofre para vence-la, o que seria de nos que nao temos este preparo se estivessemos no seu lugar. E em todo o resto a resposta �e a mesma. Nos que causamos os problemas de familia, afinal, nos somos a familia. Nos que deturpamos os valores da sociedade para se adequarem aos nossos interesses. Nos elegemos e montamos governos podres e corruptos ano apos ano, elei�ao apos elei�ao. Nos que nao fazemos nada para economizar os recursos do planeta e for�ar as empresas a diminuirem sua ansia por lucros desenfreados, assim diminuindo o custo das nossas nescessidades. Nos que somos egoistas e covardes, e por isto perdemos aqueles que dizemos amar. Tudo nesta vida depende de nossa atitude e das nossas proprias escolhas. Nao culpe aqueles que estao fora pelas suas proprias fraquezas. Vamos come�ar a olhar primeiro para o nosso proprio interior antes de julgar o proximo. Vamos come�ar a fazer a nossa parte, antes de querer cobrar o que so cabe aos outros decidir fazer. Vamos deixar de ser crian�as irresponsaveis e come�ar a assumir as consequencias dos nossos proprios atos. Assim, e somente assim, construiremos um mundo melhor. E muito mais importante, agindo assim ,se descobre que pode-se ser feliz mesmo em um mundo com tanta desigualdade. Pois descobre-se que a felicidade nao vem de fora, mas sim do interior de cada um de nos. Este e o nosso mundo e a nossa vida. S�o depende de nos mesmos como viveremos neste mundo . Fa�a a sua parte e o mundo fara a dele. Para aquele que age com sinceridade de cora�ao, o universo inteiro conspira ao seu favor. Paz e Luz `a Todos! Alexandre Santos.: |