| In Di�rio de Not�cias, 04 de Janeiro de 2002 Amarante: fuga de g�s causa explos�o HELDER ROBALO Uma fuga de g�s foi a causa da explos�o ocorrida num apartamento na zona da Madalena, em Amarante, e que causou ferimentos graves no propriet�rio da habita��o. Segundo relatou ao DN o comandante dos Bombeiros Volunt�rios daquela localidade, Jo�o Fernandes Mendes, o acidente deu-se por volta das 8 e 30 de ontem e ter� tido como poss�vel detonador o �motor do frigor�fico�. Afastada de cena parece estar a possibilidade de um descuido por parte dos moradores, uma vez que tamb�m os t�cnicos da GalpG�s, respons�veis pela instala��o de g�s naquele local, garantiram ao DN que tudo aponta para �uma avaria t�cnica numa caldeira�. Opini�o semelhante � dos bombeiros, que suspeitam de �uma fuga de g�s na placa do fog�o�, que criou uma bolsa de g�s na cozinha e que, �pelos estragos no m�vel onde estava incorporado o frigor�fico�, ter� tido este aparelho como detonador. O propriet�rio do apartamento, Carlos Monteiro, de 44 anos, foi o �nico ferido, tendo sido transportado para o Hospital da Prelada, no Porto, com queimaduras de terceiro grau. J� a mulher de Carlos Monteiro escapou ilesa, �talvez por se encontrar numa zona da casa mais afastada do local da explos�o�, avan�am os bombeiros. Durante a tarde estiveram no local os peritos para efectuar as averigua��es que permitam determinar as causas da explos�o. Nas poucas declara��es que lhes foram permitidas fazer � Comunica��o Social, apenas adiantaram que se trata de uma avaria t�cnica e n�o de um descuido dos moradores. Os resultados do inqu�rito ser�o enviados ao Minist�rio do Ambiente, que tomar� depois as medidas necess�rias para apurar as devidas responsabilidades. Um aspecto a ter conta na investiga��o prende-se com o facto de, segundo nos avan�aram fontes da GNR, as canaliza��es de g�s no apartamento serem de borracha, algo que n�o � permitido por lei. O comandante dos Bombeiros de Amarante n�o desmente esta vers�o, mas tamb�m n�o a confirma, uma vez que, segundo afirmou ao DN, a inspec��o a este tipo de instala��es de g�s foge � sua responsabilidade. �Este � um edif�cio com mais de dez anos e a n�s s� nos compete inspeccionar as instala��es de g�s nos edif�cios mais novos�, afirmou o comandante dos bombeiros. |