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Isabel Soares, Presidente da Câmara Municipal de Silves, aproveitou a presença do Ministro do Desporto, Armando Vara, na Gala de homenagem aos atletas algarvios, para lhe pedir os 700 mil contos necessários à construção das piscinas municipais em Silves.Depois de ter agradecido a presença do Ministro e de o ter convidado a vir mais vezes à cidade e ao concelho, região que considerou estar �em franco desenvolvimento�, Isabel Soares abordou a questão do complexo de piscinas, um desejo antigo do executivo camarário. �Estamos numa festa de atletas, campeões. O município de Silves podia estar representado por atletas da natação, se... e a distância entre o SE e o SIM, Sr. Ministro, é só o número simpático de 700 mil contos! Mais centavo, menos centavo... A autarquia não tem�, afirmou Isabel Soares e prosseguiu: �Mas que Vossa Excelência pode ajudar a atribuir, para que a obra das piscinas municipais de Silves seja uma realidade de todos nós e não uma promessa sem eira nem beira. Sei que Vossa Excelência não deixará de escutar e com a sua proverbial sabedoria, boa vontade e sentido de serviço a Portugal, à juventude e aos desportos, tudo fará para nos ajudar�. E a presidente rematou o pedido e o discurso dizendo: �Ajudando-nos, ajuda o país�. Armando Vara, que subiu ao palco logo de seguida para fazer o seu discurso, não se referiu uma única vez ao pedido feito por Isabel Soares. Sandra Moreira
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Em Albufeira, a polémica está instalada em torno do destino final das terras que estão a ser extraídas do local onde vai nascer a futura marina de Albufeira. A questão prende-se com a deposição no mar dessas mesmas terras - inicialmente estava prevista a sua deposição na pedreira do Escampão - e as implicações para a fauna marinha desse acto. Como referiu António Marante da Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Recreio de Albufeira a solução passou inclusivé pelo �parecer do Instituto das Pescas que definiu o local onde estão a ser colocadas� e que considera esta solução como �uma operação ambiental!�. A Direcção Regional do Ambiente, pela voz da Eng� Valentina Calixto, corroborou estas informações, afirmando que essa deposição �acontece� fora da linha batimétrica dos 50 m (limite da Reserva Ecológica Nacional) em zonas lodosas e que pelo facto se tratarem de materiais inertes �são pouco perigosos�. Independentemente das dúvidas que subsistem, uma questão se coloca. "E se a partir de agora qualquer cidadão pretender depositar os seus entulhos no mar?..."
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| Encontra-se actualmente em elaboração o plano de pormenor para as zona de explorações de barros na freguesia de Algoz. Como nos disse Sousa Ribeiro, vereador da Câmara Municipal de Silves, estão envolvidas no seu acompanhamento, as entidades regionais com influência na actividade, como a Câmara Municipal de Silves, a Comissão de Coordenação da Região Algarve, a Delegação Regional do Ministério da Economia, e as Direcções Regionais do Ambiente e da Agricultura do Algarve. Em fase �adiantada de execução, mas ainda sem data prevista para a sua conclusão�, esclarece. Um projecto que tem como objectivo reordenar a zona do Algoz onde actualmente de desenvolve esta actividade, definindo quais os locais de exploração, novos ou mantendo os existentes, quais os locais a encerrar e a serem alvo de projectos de requalificação ambiental bem como acessos e outras infraestruturas necessárias.
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Os residentes no Monte de São José e Cerro das Taipas, na Freguesia de São Bartolomeu de Messines, já têm melhores acessos. As obras no valor de dezassete mil contos, consistiram no alargamento e alcatroamento de cerca de 3 quilómetros de estrada. A Junta de Freguesia suportou inteiramente os custos, conforme nos disse o seu Presidente, Vitorino Cavaco, �este investimento é inédito e só foi possível graças a uma gestão muito rigorosa, uma vez que o orçamento ronda os noventa mil contos, dos quais, metade são para pagar os ordenados�.
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Foi aprovada na reunão ordinária da Câmara Municipal de Silves (CMS) de 8 de Novembro, com os votos favoráveis da vereação do PSD e do PS, o aumento da taxa da Contribuição Autárquica, que incide sobre os prédios urbanos do Concelho de Silves no ano 2000, a pagamento em Abril de 2001. Esta decisão, depois de ratificada pela Assembleia Municipal, deverá ser comunicada à Direcção Geral dos Impostos (organismo responsável pela colecta), até 31 de Dezembro, para que possa ser implementada. Segundo a lei, a taxa da Contribuição Autárquica sobre os prédios urbanos, pode variar entre os 0,7% e 1,3% do valor patrimonial dos prédios. Este valor sobre o qual incide a taxa de imposto resulta de avaliação no caso dos prédios novos e alterados, enquanto que sobre os antigos transitou o valor existente aquando do Imposto Predial. Por seu lado, os valores matriciais dos prédios não foram alterados nos últimos anos, levando, na prática, a uma diminuição da tributação real e, consequentemente, uma diminuição de receitas camarárias por via dos impostos municipais. Confrontado por um lado com o aumento das necessidades financeiras da gestão concelhia e por outro com a estagnação da receita tributária sobre os prédios urbanos, o executivo camarário alega ser imperioso o aumento da respectiva taxa de imposto, para que o Município consiga suprir o diferencial despesas/receitas, tendo em conta a escassez das transferências financeiras do governo central. Este aspecto assume grande importância, pois devido às características geográficas do concelho (extenso e interior), os índices Receitas/Residentes e Receitas/Área, são dos mais baixos do Algarve, levando a uma receita modesta nos impostos municipais, tendo em atenção a área do concelho. Precavendo-se contra eventuais dificuldades na aprovação de uma decisão sempre impopular, o órgão executivo da CMS "acena" com a trasferência de 50% do aumento das receitas previstas, para as autarquias do concelho. No próximo número daremos conta das reacções dos diversos partidos representados na Assembleia Municipal.
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A Associação de Estudos e Defesa do Património Histórico-Cultural do Concelho de Silves promoveu, no passado dia 11 de Novembro, em Silves a conferência "Património Arqueológico - como proteger", com o Director de Serviços do Instituto Português de Arqueologia Dr. Fernando Real. O conferencista começou por dar relevo à Gestão do Património Arqueológico, na sua vertente ambiental e de defesa dos centros históricos, realçando o papel da Administração Local, Regional e Nacional e a necessidade crescente da participação dos cidadãos na preservação do património arqueológico. Para tal, defendeu acções de sensibilização e de formação, avançando mesmo com a ideia da criação de uma Escola Patrimonial. As intervenções do público salientaram a ausência de uma política local arqueológica, nomeadamente pela inexistência da carta arqueológica concelhia e de um corpo de técnicos, em permanência no concelho, para pequenas intervenções arqueológicas. O debate tornou-se animado em torno da responsabilidade pelo financiamento das escavações arqueológicas nas propriedades privadas. A este propósito, o conferencista defendeu que �quando se está a intervir num edifício histórico ou numa casa particular num centro histórico, há que prever as situações arqueológicas no planeamento financeiro da obra�. António Guerreiro
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A Escola Secundária de Silves, em colaboração com alguns dos meios de comunicação do concelho, está a dar aos alunos da turma C1 do 12° ano do curso tecnológico de comunicação, a hipótese de trabalharem como repórteres estagiários. Tendo já a colaboração d'O GRÉS e da RÁDIO LAGOA, faltam ainda as confirmações de outros meios de comunicação que já foram contactados. Estes jovens trabalham em colaboração com os meios de comunicação durante a semana tendo cada um funções distintas a cumprir, desde investigação até à própria criação de artigos. Esta iniciativa pretende lançar os jovens ao mundo da comunicação, impor-lhes responsabilidades de prazos que podem vir a ter um dia e, quem sabe, criar novos repórteres. Bruno Santos
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Após o espectáculo apresentado pelo Jorge Gabriel, pela Raquel Prates e pela Liliana Campos os alunos receberam presentes que muito os alegraram. Foi uma iniciativa louvável que "pecou" pelo excesso de "tempo morto" passado dentro do Cinema antes do espectáculo. Apesar de tudo, as crianças gostaram e isso é que interessa, pois a Festa foi para elas!
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O Nosso Bar, no passado dia 11 de Novembro, comemorou 10 anos de vida. Pedro Nuno o proprietário deste bar situado em Silves, desde há uns anos a esta parte, encerra este espaço por altura da Feira de Todos os Santos e reabre com nova decoração. Este ano, para que o bar surgisse com nova cara, todos os clientes foram convidados a mostrar os seus talentos artísticos e o resultado foi um conjunto de mais de 100 telas, que se encontram expostas nas paredes. Uma ideia original, que resultou numa exposição de trabalhos com diferentes expressões e sensibilidades artísticas, revelando mesmo alguns talentos. Os "nossos" parabéns e que as futuras remodelações resultem tão bem como esta última. Bons negócios! M.B.
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