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http://www.geocities.com/grdclube
- Revista Eletr�nica
INFORMATIVO GRD - ANO I - Edi��o 01 -
Jan a jun de 2000. |
O estudo desta fase de evolu��o � rico em ensinamentos, quanto �s liga��es estreitas entre a fun��o t�nica e os meios relacionados com o beb�. Estas liga��es s�o muito importantes para o Psicomotricista, para que possa compreender a forma��o do sistema de rela��o em determinadas situa��es e, tamb�m para compreender a a��o terap�utica da relaxa��o.
A altera��o do t�nus do corpo do beb� em sua totalidade, est� estreitamente inter-relacionada com a sua vida emocional. Isto vem comprovar que a evolu��o do t�nus est� ligada aos progressos psicomotores que por sua vez, est�o ligados � fun��o t�nica. A atitude da m�e, provocando ou evitando estas rea��es t�nico-emocionais s�o determinantes na organiza��o deste modo de rela��o. Da� o desprazer e o prazer desencadearem uma s�rie de rea��es t�nicas. A afetividade, o contato estreito com o beb� tendem a fazer desaparecer a hipertonia inibidora global, tomando o t�nus uma disposi��o mais espec�fica.
A atividade t�nica axial possibilita a manuten��o da posi��o sentada, e em seguida de p�. A motilidade, assim, na medida em que se modifica a evolu��o t�nica, torna-se mais volunt�ria e precisa, diminuindo particularmente a sincinesia. A sincinesia impossibilita o corpo de efetuar movimentos dissim�tricos. Decompor um gesto e/ou movimento sem que o resto do corpo participe. Isto �, a realiza��o de movimento parasitas, involunt�rio ou membros, que coincidem com os movimentos volunt�rios ou essenciais executados por outra parte do corpo. Por exemplo: morder a l�ngua ao cortar papel com uma tesoura, chutar uma bola com o p� direito e dobrar o punho esquerdo com os dedos estendidos, simulltaneamente no ato do chute.
A elimina��o das sincinesias, gra�as a exerc�cios apropriados, leva a precis�o do Esquema Corporal e da Imagem do Corpo e ao dom�nio manual, sobretudo pelo desenvolvimento da motilidade digital.
Para desenvolver o controle da tonicidade ser�o apresentadas atividades que venham a proporcionar � crian�a, o m�ximo de sensa��es poss�veis de seu corpo, nas diversas posi��es (de p�, sentada, rastejando, engatinhando etc),em atitudes est�ticas ou din�micas (locomo��o) e em diferentes graus de dificuldades que a levem a adotar diversos n�veis de tens�es. Deve-se observar que o desenvolvimento do controle t�nico est� intimamente inter-relacionado com o desenvolvimento do controle e ajustamento postural, al�m das atividades de relaxamento, devendo os mesmos aspectos trabalharem paralelamente. O relaxamento aplicado � crian�as proporciona elementos para a constru��o do esquema corporal e o conhecimento do corpo, bem como, elimina a fadiga f�sica e mental, equilibrando os estados de tens�o emocional.
Objetivos: Propiciar � crian�a, maior n�mero poss�vel de percep��es corporais, globais e segmentares que facilitem a utiliza��o e o reconhecimento dos membros e zonas corporais mais importantes.
A atividade dever� ser dirigida pelo educador que atuar� diretamente por meio da manipula��o ou da estimula��o de imita��o simples.
O educador dever� repetir, de forma motivadora, a mesma atividade numa mesma sess�o ou em outras sess�es seguidas ou alternadas a fim de que possam se integrar as informa��es corporais.
1. POSI��O DE P�
Provocar a crian�a, estimulando-a para realizar movimentos com as m�os em cima, em baixo, do lado etc; rodar com os bra�os abertos e estendidos aos lados.
1.1 Quem pode equilibrar-se numa perna ?2. POSI��O DEITADA EM DEC�BITO DORSAL
Relaxar: Em dec�bito dorsal, olhos cerrados, identificar os sons ou outros barulhos externos solicitados pela Educador.

Idem, passando para a posi��o de sentada com as pernas estendidas ou fletidas ?
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