
Os Pioneiros da Educa��o F�sica/Gin�stica (4/4)
OS CONTE�DOS DA EDUCA��O F�SICA
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Apresentam cincos campos fundamentais: (i) imagem e percep��o; (ii) habilidades e destrezas; (iii) express�o e comunica��o; (iv) sa�de corporal e; (v) os jogos psicomotores.
Tr�s s�o as Tipologias empregadas: (i) fatos, conceitos principais; (ii) procedimentos e; (iii) atitudes, valores e normas.
A Educa��o F�sica e os Desportos n�o devem ser julgadas apenas como fen�meno social, sendo esquecidos seus desempenhos como componentes econ�micos.
Gradativamente a Cultura F�sica transforma-se em um verdadeiro produto comercial e a pr�tica desportiva encontra-se em constante progresso.
Clubes e outros complexos multidesportivos multiplicam-se, juntamente com as Academias de Gin�stica e a pr�tica das Atividades F�sicas nas orlas mar�timas.
Empresas de equipamentos desportivos solicita pessoal capaz na pesquisa e na escolha de produtos, no estudo do mercado de material e equipamentos, na ger�ncias de novos projetos.
Em sua fun��o mediadora, o Desporto estimula ind�strias e bancos como patrocinadores. H� necessidade de novos m�todos nos dias atuais como, Marketing Desportivo, montagens financeiras de grandes opera��es e Planejamentos Estrat�gicos.
Findou-se o tempo benevolente, o amador que praticava o Desporto por amor ao clube. Hoje, os meios profissionais recrutam dois tipos de perf�s: (i) os desportistas antigos de n�vel internacional reciclados ex-jogadores como t�cnicos de futebol ou outro desporto; (ii) gerentes que n�o conhecem absolutamente os desportos ou professor de Educa��o F�sica desatualizado.
Isto leva a outros tipos de problemas, possibilitando a reflex�o sobre novas f�rmulas pr�ticas que atendam as necessidades e atinjam objetivos.
A forma��o de um professor de Educa��o F�sica deve fundamentar-se numa rede de rela��es que tem como n�cleo o corpo, com finalidades educativas que deve evoluir em fun��o das teorias, das mentalidades ou das circunst�ncias. A caracter�stica interdisciplinar dessa rede estabelece, sua densidade e sua qualidade, exigindo uma ampla abertura de esp�rito e um indel�vel esp�rito de toler�ncia. Se existe uma inclina��o para os conceitos, eles s�o igualmente levados para as afirma��es dogm�ticas e perempt�rias
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BIBLIOGRAFIA:
VAYER, Pierre & RONCIN, Charles. (1986) Les Corps et Comunications Humaines. Paris. �ditions Vigot Fr�res.
ZORO, Jean. (1986) Images de 150 ans d�E.P.S. Paris. �dition Amicale EPS.