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Os Pioneiros da Educa��o F�sica/Gin�stica

Prof. Dr. Darcymires do R�go Barros

Os Pioneiros da Educa��o F�sica/Gin�stica (3/4)

A Federa��o Internacional de Gin�stica, �rg�o m�ximo diretivo da gin�stica no Mundo criou, por ocasi�o do Congresso da FIG, realizado em 1979, na cidade de Fort Worth, uma Comiss�o de Estudos e de Trabalho ligada exclusivamente as atividades da Gin�stica Geral e �s Atividades F�sicas e Art�sticas.

Em 1980 a Comiss�o iniciou os trabalhos com pesquisas e levantamentos e dados sobre a Gin�stica em todo o mundo, atrav�s das Federa��es e\ou Confedera��es Nacionais filiadas a FIG. No Congresso da FIG realizado em Zurique, em 1982, a Comiss�o apresenta uma proposta as filiadas da integra��o da GYMNAESTRADA as atividades da Comiss�o de Estudos.

Em 1983, a Comiss�o de Estudos e Trabalho da Gin�stica Geral foi designada pela Assembl�ia da FIG como Comiss�o T�cnica de Gin�stica Geral, segundo os novos estatutos, sendo aceito o novo Regulamento da Gymnaestrada.

Assim, declarou o Presidente da FIG, aceito por unanimidade de suas federa��es filiadas, ser a FIG, a �nica Federa��o Internacional que se ocupa diretamente da Gin�stica como desporto de elite e como desporto de massa, sendo a Comiss�o T�cnica de Gin�stica Geral a respons�vel em manter as rela��es com o COI e sua comiss�o de desporto de massa. Observou ainda, nessa ocasi�o o Presidente da FIG da necessidade das Federa��es nacionais terem plena autonomia em suas a��es.

A Gin�stica possui grande valor educativo gra�as �s possibilidades de explora��o que oferece no meio ambiente e nas rela��es l�gicas que se estabelecem entre as pessoas, atrav�s das rela��es com os objetos, o meio ambiente, com outras pessoas e consigo mesmo. A crian�a aprende a primeira no��o de tipologia de tempo, de espa�o e de resolu��o de problemas gra�as as atividades que com ela se inter-relacionam, juntamente com as outras pessoas, em diferentes situa��es de movimento.

Deve-se estimular na crian�a a aprendizagem do desenvolvimento das atitudes instrumentais que permitam aperfei�oar suas possibilidades motoras. Procura-se aprofundar os conhecimentos das condutas psicomotoras, tanto quanto da organiza��o significante do comportamento humano, a fim de assumir as atitudes, os valores e as normas ligadas ao corpo e � conduta psicomotora. O corpo e o movimento constituem o eixo central essencial da a��o educativa. A compreens�o das condutas psicomotoras n�o pode estar dissociada da compreens�o do corpo, elemento essencial da experi�ncia pessoal.

O professor de Educa��o F�sica deve fazer com que cada aluno compreenda seu pr�prio corpo e suas possibilidades, al�m do dom�nio de n�mero suficiente de atividades corporais e desportivas.

O objetivo, no futuro, � permitir ao ser humano escolher aquelas atividades que lhe convenham, no decorrer de seu desenvolvimento individual. Isto �, que as pessoas adquiram conhecimentos, habilidades, atitudes e h�bitos que lhes permitam melhorar suas qualidades de vida, e explorar possibilidades de enriquecimento de movimento, como prazer pessoal e um meio de rela��o com os outros.


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