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Duvidas, Perguntas e Respostas sobre Fora de Estrada e 4x4

Tipos de Oleo para o seu Jipe:
Achei interessante o que l� hoje a respeito de �leo lubrificante para autom�veis (*). A tradu��o de alguns trechos � a que se segue :
;... Sempre use �leo multi-viscoso com a menor faixa de viscosidade, aquela apropriada para as temperaturas que voc� ir� encontrar. ..... . Os pol�meros podem corroer e queimar, deixando dep�sitos que podem causar problemas aos an�is e outros tipos de problemas ao motor. �leos 10W-40 e 5W-30 requerem muitos pol�meros (exceto os �leos sint�ticos) para atingirem aquelas faixas.
Isto tem causado problemas aos motores diesel; �leos com menos pol�meros s�o melhores para qualquer tipo de m�quina. De maneira geral, os �leos mais multi-viscosos s�o os mais inclinados a causar problemas por conterem mais pol�meros. � o �leo, n�o os seus aditivos que lubrifica. Os �leos que possam fazer seu trabalho com o m�nimo de aditivos s�o os melhores. Podemos ent�o concluir, por este artigo, que os antigos �leos 20W-40 ainda seriam os melhores (minerais) para o nosso clima ...
murilo galv�o


Amigos
Meus conhecimentos de �leos n�o chegam aos "Pol�merosmas nestes poucos anos de lubrifica��o, aprendi a aceitar a m�xima de que na d�vida, siga a recomenda��o do fabricante. Em segundo lugar, se os "pol�meross�o os respons�veis (aditivo) pela multi-viscosidade do �leo, sem d�vida fizeram um grande favor, permitindo que a viscosidade se mantivesse ideal nas varia��es de temperatura.
Se a quantidade de "pol�meros" no �leo � respons�vel pela resist�ncia ao escoamento a frio(5W) ou a altas temperaturas (50), tamb�m � respons�vel por uma melhor lubrifica��o(prote��o).
A industria automobil�stica mundial, vem solicitando �leos sempre melhores(API) e com faixas de viscosidade sempre maiores(SAE)afim de atender a evolu��o dos projetos de motores.
A escolha da viscosidade correta depende de diversas condi��es de aplica��o:
-Velocidade - quanto maior for a rota��o, menor deve ser a viscosidade, e vice-versa.
-Press�o-Quanto maior for a carga , maior deve ser a viscosidade
-Temperatura-altas temperaturas, �leo mais viscoso, baixas temperaturas �leos menos viscosos.
-Folgas-menores folgas exigem um �leo menos viscoso.
-Acabamento-pe�as com melhor acabamento exigem menor viscosidade.
Todas estas condi��es so podem ser identificadas por t�cnicos especializados, o que n�o � o meu caso, sou um simples amante dos ve�culos motorizados e o que � pior , ou melhor, $u$tentado por eles.
Minha recomenda��o, ou palpite, � de seguir sempre a recomenda��o do fabricante do motor, ou se o bolso estiver em alta, use um �leo que exceda as especifica��es, mal n�o faz! e se poss�vel da marca SHELL, ops!! n�o resisti ao comercial.
Abra�os
Fabris
Pioneiros da Montanha BH MG
CJ5/LAND
'Um dia todos os buracos do mundo se unir�o, e o �nico ve�culo vi�vel ser� o Jeep

Como desligar um motor a diesel ?
ALL
Qual o processo usado para desligar o motor diesel, se ele n�o depende energia el�trica para continuar funcionando ? O que � cortado ao se desligar a chave de igni��o ? Quem conhece um bom e seguro sistema de anti-furto que bloqueie o combust�vel ?
[]s
Paulo Langer
Samurai 94 Metal Top
Hilux CD 4x4

All
O melhor mesmo � a trava craneiro, ela bloqueia os freios das quatro rodas e desliga a parte el�trica. Os modernos motores diesel precisam sim de corrente para funcionar. Dependendo do tipo e da marca eles tem at� velas. Procure se informar melhor sobre o seu motor, ou melhor sobre o motor do seu carro.
Marco-A. De Paoli
Campinas/SP

Os motores diesel mais modernos continuam n�o necessitando de   energia el�trica para funcionarem. Na verdade, somente existe a necessidade de corrente para a libera��o da passagem de diesel para a bomba injetora, coisa que � feita por uma v�lvula eletromagn�tica, ou solen�ide. Esta pecinha � tamb�m respons�vel pelo desligamento do motor atrav�s da chave. Entretanto, caso a agulha que fica em seu interior seja retirada, e um estrangulador instalado, o motor continuar� a funcionar como um outro diesel qualquer.
Por outro lado, os motores diesel com inje��o eletr�nica (Dodge Power Wagon, Ford Power Stoke 7.3 etc.) s�o totalmente dependentes de energia el�trica para funcionarem, assim como, seus parentes distantes movidos � gasolina e injetados.
Quanto � trava Carneiro, ela somente funciona na preven��o de furtos por�m, em caso de assalto, um abra�o! ;-)
Por isso, acho muito interessante a coloca��o de um segundo solen�ide, que possa ser acionado com o p�, por exemplo. Dessa forma, mesmo que um meliante coloque uma arma na cabe�a do motorista, esse ainda ter� como deixar o carro inoperante, sem que corra um enorme risco. ;-)
J� em rela��o �s formas de desligamento de um motor diesel, veja a mensagem que eu tinha mandado ao Paulo (planger). Segue abaixo!
Abra��o
Markito Amato - Samucarino 1994 - RJ

Existem duas maneiras de desligar um motor diesel: nos motores mais antigos esse procedimento era atrav�s do estrangulador e nos mais novos, pela v�lvula solen�ide.
No caso do estrangulador, h� um cabo que, ao ser acionado no interior do ve�culo, puxa uma alavanca situada no corpo da bomba injetora.
Esta alavanca fica conectada a uma pe�a chamada cremalheira, que � respons�vel pela rota��o do pist�o de recalque. Colocado em posi��o de stop, o mesmo deixa de criar a press�o necess�ria � inje��o de diesel na c�mara, fazendo com que o motor morra por falta de combust�vel para queima. J� nos motores dotados de solen�ide, o corte na alimenta��o se d� por uma agulha (fica no interior do solen�ide) que interrompe, ou fecha, o circuito de diesel, antes que esse entre na bomba injetora.
Mas o que � o solen�ide? Bom, ele nada mais � que um eletro�m�.
Na presen�a de corrente el�trica, a bobina no interior da carca�a do solen�ide cria um campo eletromagn�tico que suspende um pist�ozinho, ou agulha, liberando a passagem de diesel para a bomba. Ao se desligar o carro, corta-se o fornecimento de energia el�trica ao solen�ide e, consequentemente, a agulha desce, impedindo que o combust�vel chegue � bomba. Logo, o motor "morre".
Um detalhe: A maioria das bombas injetoras possui os dois sistemas de desligamento do motor. Portanto, para a fabrica��o de um sistema anti-furto razoavelmente eficiente, existem alguns tipos de procedimentos:
-Colocar um registro interruptor do fluxo de diesel. Isso eu acho v�lido para qualquer ve�culo a diesel;
-Colocar um estrangulador (acho que da F4000) que tem a possibilidade de permanecer estrangulado. Esse dispositivo pode ser colocado at� naqueles modelos dotados de v�lvula solen�ide. Acho bem interessante;
-Colocar um interruptor el�trico que corte a energia el�trica destinada ao solen�ide. Apesar de ser bom, um ladr�o esperto pode conectar o positivo da bateria direto no solen�ide e pronto, carro furtado!
Sem d�vida, o melhor sistema anti-furto � a instala��o de um outro solen�ide, em um lugar escondido, que possa ser acionado de forma impercept�vel, ou mesmo, por controle remoto.
D� um certo trabalhinho, mas vale � pena!!! ;-D
Espero ter ajudado!
Abra�os
Markito Amato - Samucarino 1994 - RJ

O que � Beadlocks, backspacing e offset ?
All,
J� recebi algumas mensagens me perguntando destes tais de beadlocks e backspacing. Portanto, a� vai...
1) Beadlocks s�o rodas que foram desenvolvidas para carros de corrida, especificamente para corridas de arranque de 1/4 milha. O objetivo original era de evitar que o pneu girasse na roda sob a for�a de acelera��o. Para off-road, o motivo � de evitar a sa�da do pneu do aro sob for�as laterais e para permitir o uso de baix�ssimas press�es de ar.
Nesta constru��o, o pneu � grampeado entre o aro e um anel que fica parafusado na roda. Vai at� www.championwheel.com para ver um desenho do dito cujo.
2) Backspacing � a dist�ncia entre o aro interno da roda e a flange de montagem do cubo. Em geral, um backspacing maior � desej�vel, j� que posicione os pinos mestres mais pr�ximo ao linha de centro da banda de rodagem. Por�m, umbackspacing grande pode resultar nos pneus entrando em contato com as molas ou com a caixa de roda. Por isso, se usa espa�adores de roda.
3) Offset � um outro termo associado � tema. Este � a dist�ncia entre a flange de montagem do cubo e a linha de centro te�rica da banda de rodagem. Ou seja, offset = backspacing - (largura da roda / 2)
====================
Como falei, a situa��o perfeita seria de ter o centro da banda de rodagem alinhado com os pinos mestres. Por�m, t�m tanta tralha competindo para o mesmo espa�o (barras, freios, amortecedores, etc.) que certos compromissos t�m que ser aceitos.
Ficou claro???
Abra�os,
Bill
Suzano, SP, Brasil
1998 Samurai Spider


Jacques e All,

�s suas perguntas...
S� mais uma duvida... Os BeadLocks, (os tais aros que v�o aparafusados na roda) , s�o instalados apenas no lado externo da roda, certo ??
Embora n�o comuns, existem beadlock para os dois lados. Nunca vi utilizado num jipe, s� em carros de corrida.

E no lado de dentro, o risco do pneu escapar do aro n�o continua existindo??
Continue sim, s� que � menos prov�vel. Normalmente a porrada que tira opneu do aro vem do lado de fora, sendo de um barranco o pedra.

Pessoalmente, eu nunca vi um pneu sair do lado interno. ALLgu�m j� viu??
J� concordo com voc� que seria melhor nos dois lados.

O que vc acha mais confiavel, instalar c�maras de ar(adeguadas ao tamanho do pneu) ou instalar rodas com Beadlocks , sem c�mara ??
Eu acho que, em geral, os beadlocks seriam melhor. Por�m, $$$$$$.

Abra�os,
Bill


Grande Bill Johnson!!!
Sua explica��es est�o �timas!
Quanto ao pneu escapar para dentro, no caso do uso de aros com beadlocks, isso n�o acontece porque a borda interna � t�o alta quanto aquela aparafusada. Bom, pelo menos, foi isso que eu vi na grande maioria dos aros com beadlocks. Ou seja, uma das bordas altas, no caso a interna, � soldada, enquanto a outra (externa) � fixada por meio de parafusos, para que o pneu possa ser instalado no aro.
Espero ter ajudado
Abra�os
Markito Amato - Samucarino 1994 - RJ

Bill,
Eu achei uma empresa , que faz o que vc quiser com as rodas.Mudanca de tala, (aumentar ou diminuir), furacao, etc. Estou pensando em adquirir as rodas mangels 10, e levar l� para que eles me soldem um aro externo (beadlock). Irei soldar apenas por fora (para que o pneu possa ser montado, usando-se o lado de dentro). Vou verificar os valores , e passa-los na lista. Acho que n�o h� problema em soldar, ao inv�s de aparafusar o Beadlock, n� ??
Abracos,
Jacques

JACQUES!!!!!!
Eu acho que voc� ainda n�o entendeu o que � um beadlock!!! N�o, voc� n�o pode soldar o anel externo em vez de parafusar. N�o, voc� n�o pode montar o pneu do lado de dentro. Vai de novo at�
www.championwheel.com e estuda o desenho. O pneu est� grampeado!!!
E quanto a solda, sim, vai precisar soldar tamb�m. O outro anel do grampo est� soldado na roda. � por isso que queria usar rodas de a�o. Alum�nio � muito dif�cil soldar bem, assegurando que ficou sem estresse interno no metal e sem trincas.
Abra�os,
Bill
Tu n�o temer�s ao ultrapassar o Vale da Morte, pois como tens BF Mud 31, Lock-Right, e guincho Warn 5000, tu sair�s do enrosco.

Como funciona um alternador ?

Qual a confiabilidade do seu volt�metro? N�o se esque�a que dependo do instrumento temos erros incriveis. No meu Engesa o alternador possue s� tr�s fios (terra, positivo e lampada piloto) e ao ligar o motor (em marcha lenta) o alternador ainda n�o funciona, � preciso aumentar o giro um bocado, ai ele liga e funciona em marcha lenta tamb�m. Isso � uma caracteristica do meu alternador e n�o um defeito, e se deve ao fato dele ser auto alimentado por um triodo (tr�s diodos, cada um em um terminal do induzido) que energiza o regulador. Em outros modelos n�o auto alimentados temos um quarto fio (positivo ligado via igni��o), neste modelos o alternador funciona sempre.
Abra�os el�tricos,
Silvio Cavalcanti
Jipenet/SP - Engesa Enterprise 88 - Pajero TDI 97


Silvio,
Todos os alternadores possuem diodos em sua configura��o el�trica, normalmente seis, e o que muda � apenas a forma de liga��o entre as bobinas de campo, que podem ser em configura��o estrela ou tri�ngulo (detalhe meramente el�trico). Fora isso e o fato de terem ou n�o o regulador de tens�o embutido na mesma carca�a, s�o absolutamente id�nticos em termos de funcionamento.
Quanto a caracter�stica do seu alternador, n�o � uma caracter�stica e sim defeito de instala��o, provavelmente. Considerando que o seu alternador esteja em perfeito estado de funcionamento e a instala��o el�trica idem, se para haver inicio de carga � necess�rio sempre aumentar o giro do motor, a rela��o de polias est� errada ou, at�, a l�mpada do painel (luz espia de carga do alternador) fora das especifica��es. Para iniciar a gera��o da corrente el�trica o alternador tem que ter dois fatores bem determinados no indutor, que � um m�nimo de tens�o (ou campo magn�tico) e um m�nimo de rota��o inicial. Uma vez atingida a rota��o m�nima para a gera��o de corrente el�trica este limiar de rota��o diminui, j� que o induzido passa a ser alimentado pelo enrolamento de campo com uma corrente muito maior que a fornecida inicialmente pela bateria, da� o mist�rio do seu alternador.
Abra�os,
Sukys


Grande Sukys,
Parece incr�vel, mas at� eu desmontar esse alternador eu concordava plenamente com o que voc� escreveu.
Vou tentar esclarecer da maneira mais simples possivel para que todos entendam: acontece que neste caso o danado possue 9 diodos ao inv�s dos 6 tradicionais. Existe um par em cada terminal do induzido (positivo e negativo) e existe o tal triodo, tr�s diodos (num mesmo enpasulamento) cada um com o catodo (negativo) ligado a um terminal do induzido, e com os anodos (positivo) ligados a alimenta��o do regulador (em substitui��o ao quarto fio - positivo atrav�s da igni��o). Assim o regulador, que alimenta o indutor, s� � alimentado quando o altenador sobe de giro (acredito que usando o magnetismo residual do indutor). A partir dai o regulador est� alimentado e tudo funciona normalmente (a menos que o giro do motor caia demais, ai come�a tudo de novo).
Diante desses fatos � que eu digo que � um alternador auto-alimentado, por�m n�o muito eficiente para veiculos que permanecem muito tempo em marcha lenta(nosso caso).
Agora o engra�ado foi quando eu resolvi arrumar o meu alternador(que n�o tinha defeito) e por mais que eu montasse e desmontasse o fio duma p%@% n�o carregava. Eu s� me toquei desse funcionamento doido na hora que resolvi levar ao auto el�trico e o ponteiro do amperimetro pulou. Ai o cerebro ligou tamb�m e juntou as pecinhas, chegando na salada ai de cima. Inclusive j� estou "reformando" meu alternador para que a alimenta��o inicial parta direto da igni��o, atrav�s de um resistor e mais um diodo nessa loucura!!!
Abra�os,
Silvio Cavalcanti

Sukys e experts
No Ultimo raid, tive que cruzar um trecho +-25 mts com uma lama parecido com mingal. A altura era +-60 - 70 cm e eu entrei n�o muito r�pido, patinei bastante e consegui sair do outro lado. O problema foi que quase no final do atoleiro a luz do alternador acendeu. A principio achei que fosse mal contato e no prox. neutral, conferi fuzivel, contatos (passei WD), mas n�o adiantou.
Fiz todo o resto da prova com ela acessa e por precau��o n�o desliguei o carro (mesmo sabendo que ligado ele consome a bateria se o alternador n�o tiver carregando). Deste mesmo jeito fui at� um posto, joguei agua nos contado, alternador e ... nada.
Quando fui verificar esta semana, havia queimado dois diodos ????
Pergunta: Mergulhar o alternador no barro ou agua, pode queimar estes diodos ??? Mesmo com dois diodos queimados, ele continua carregando um pouco ?? (esqueci de retirar o cabo da bateria quando liga, para poder checar se esta gerando energia suficiente ??)
F�bio Vernizi
NiViper 94 - Sampa


Fabio,
Partes el�tricas em geral podem se danificar quando mergulhadas em l�quidos, neste caso quase s�lido 8^))). Outra possibilidade deles "queimarem" seria a mudan�a de temperatura. Supondo que eles estivessem aquecidos demais e ao entrar na lama se resfriaram muito rapido, os mesmo poderiam trincar e deixar de funcionar, agora s� examinando para saber a real.
Mas independente disso o alternador ainda estaria carregando, pois ele possue 3 circuitos independentes, e na pior hip�tese um ainda deveria estar funcionando, por�m a carga do alternador estaria bem abaixo do normal. Que tal um volt�metro e at� um amperimetro pro NiViper?
Abra�os el�tricos,
Silvio Cavalcanti

F�bio,
Tentar resolver defeitos por email � uma coisa muito simples, t�o simples quanto ganhar na loteria... sem jogar! :-)
Pela situa��o em que se encontrava quando deu o problema, o mais prov�vel � que os diodos tenham queimado por excesso de corrente, j� que o motor estava em alta rota��o. Agora, tentar identificar o que ocasionou o problema � outra hist�ria.
Teoricamente o choque t�rmico pode danificar os diodos mas a probabilidade disso ocorrer � muito remota, j� que eles s�o projetados para trabalhar com uma varia��o muito grande de temperatura.
Com a queima de um diodo (ou v�rios) o alternador pode ou n�o continuar a gerar corrente, isso vai depender das caracter�sticas do circuito eletr�nico do regulador.
Em situa��es do tipo, onde a �nica informa��o que se tem � a l�mpada do painel acesa, indicando problemas no alternador, o melhor � acender um farol, por exemplo, e verificar se a luminosidade se altera com a acelera��o do motor. Caso n�o, � muito prov�vel que o alternador n�o esteja gerando nenhuma corrente e neste caso o melhor a fazer � desligar os bornes do alternador. Dependendo do defeito que tenha ocorrido, o alternador pode "roubar" muita corrente da bateria e diminuir o tempo de utiliza��o da mesma, quando n�o simplesmente queimar seus enrolamentos.
Abra�os,
Suk

Pagina 4 de Duvidas, Perguntas e Respostas

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