Campos do Jordão

É pessoal, finalmente uma grande viagem da FDP saiu.
Tudo começou quando o Bei ligou de Campinas para o Bruno. Conversa vai, conversa vem e o Bei sugeriu irmos todos à Campos do Jordão. A viagem seria no feriado de finados desse ano (2000), dali uma semana. A FDP em peso invadiria Campos com todos os seus exércitos, beleza!


São José do Rio Preto, 02 de novembro de 2000
Por volta das 7:30 am

Filipe liga para saber se já estavamos prontos, só atendi (eu, Ricardo), porque tinha acordado pra ir falar com o Florestan.

Lá pelas 8:00 am, Dona Liége, mãe do Bruno é quem liga para saber se já estávamos de saída.

Saimos daqui lá pelas 9:00 am. Passamos no prédio do Filipe que praticamente passou a noite em claro devido a uma festa de Halloween. Ajeitamos as malas e partimos para onde ninguém jamais esteve...bem, na verdade muitos já estiveram mas não neste contexto. Nosso destino? Jundiaí para pegar o Bei.

Nossa viagem foi tranqüila e rápida. Paramos no posto Castelo para comer e esticar as pernas. No balcão tinha um freguês desses chatos, que falam alto pra todo mundo ouvir. Ele estava indo para o Hopi Hari, sabemos disso porque o ouvimos contar sei lá pra quem. Ah, um detalhe, estavamos do outro lado da lanchonete.

Depois de um misto quente, um espetinho de frango, uma bola de frango com catupiri e duas coxinhas, tomamos novamente a estrada.
Todo caminho foi embalado por The Corrs, Garbage, Pearl Jam, The Cranberries, Redd Kross, Dire Straights, B-52's e Cake, bandas que tiveram a gentileza de tocar para nós durante nossa longa jornada, e também durante nossa estada lá em Campos. Muito obrigado, moçada.

Fomos encontrar o Bei lá no shopping Serra Azul que fica sobre a rodovia Bandeirantes. Chegamos e o Bei não estava lá. "Deve ter se atrasado por estar escovando os dentes", pensamos. É que o Bei sempre demorou muito para limpar o piano. Quem morou com ele pode comprovar.
Enquanto esperávamos fomos dar uma volta pelo shopping. Para aqueles que nunca estiveram lá, a grande atração do lugar são os banheiros. Eles possuem grandes janelas que possibilitam ver os carros passando embaixo enquanto se está...falando com o Florestan. Infelizmente acho que as garotas não têm a mesma visão. Mas também não cheguei a entrar nos banheiros femininos. Talvez eles tenham janelas no assoalho em frente aos vasos sanitários. Por favor, qualquer menina que já conheça o local escreva-me para podermos sanar esta curiosidade {Então, onde a gente faz xixi, nas cabininhas, só é de vidro uns 1,20m acima do nível do piso. Nas áreas comuns (pias, etc) é de vidro também. Não tenho absoluta certeza se ainda é de vidro nas cabininhas...(Comentário enviado pela Carol da UNICAMP, valeu pela sua colaboração, Carol!)}. Como tinha um MacDonalds bem na entrada não resistimos e compramos uma casquinha. Depois fomos ver revistas numa banca. A Pipa está massa na capa da Vip deste mês. Boa mesmo.

Nota: o shopping não possui bebedores, pelo menos não vimos nenhum. Uma mulher que trabalha lá confirmou isso. Você fica obrigado(a) a comprar água se estiver com sede.

Também havia uns filhotes de cachorro sendo vendidos na frente do shopping. Os mais legais na opinião deste que vos escreve eram, um shar pei (se é que é assim que se escreve) e um akita tigrado com as quatro patas brancas, muito parecido com uma akita que já tive. A vendedora também era muito boa.

Finalmente o Bei chegou. Ele veio com seu pai e já de mala e cuia.
Colocamos a bagagem no carro, nos despedimos do pai dele e sem perder mais tempo seguimos para São José dos Campos.

 



São José dos Campos
Casa do Bruno
Lá pelas 16:00 pm
.

Finalmente chegamos.
Fomos recebidos pelo pai do Bruno, seu Leandro, e por seu irmão Vitor que estavam lavando o carro. Convocado por Vitor para dar uma mão, Bruno habilmente saiu pela tangente e deixou seu mano a ver navios.
Como ninguém é de ferro, almoçamos. A mãe do Bruno, Dona Liége, havia preparado uma lazanha espetacular. Ah, que beleza. Leitores, podem babar. Sinto dó de vocês por não estarem lá.
Depois da lazanha, sorvete. Era possível perceber que este seria um final de semana, acima de tudo, gastronômico.

À noite saímos.
São José dos Campos é uma cidade onde tudo é longe. Há muitas áreas vazias entre suas várias partes. É tudo muito espalhado. No entanto é uma cidade bonita, perto de grandes centros como São Paulo e relativamente próxima do Rio de Janeiro. Isso é muto bom.
Rodamos, rodamos até descobrirmos o Galletus Grill, um bar restaurante muito bom.
Bebemos o de sempre e para comer pedimos uma porção de frango a passarinho. Muito boa por sinal. Os frangos vêm com muito alho grelhado em volta.
Recomendo àqueles que queiram repetir nossa viagem.
Voltamos cedo para podermos encarar a estrada no dia seguinte.
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No dia seguinte, acordamos não tão cedo quanto pretendíamos, carregamos o carro e saímos a mãe do Bruno foi junto de maneira que o carro ficou um pouco apertado, mas tudo bem. A viagem não duraria mais de uma hora e pouco.

 

Campos do Jordão
03 de Novembro de 2000, sexta-feira

Chegamos na cidade e fomos dar uma volta pelo condomínio onde nos hospedamos. Logo começou a chover. Assim mesmo, porque afinal somos doces mas não feitos de açúcar, fomos à cidade. O Bei precisava comprar filme para a máquina fotográfica e aproveitamos para passear. Uma coisa legal que vimos lá no centro, no calçadão, foi um desenhista que ficava fazendo retrato das pessoas. O diferente é que ele tinha uma mini-câmera que mostrava o que ele estava fazendo para a pessoa que estava posando. Ninguém se lembrou de tirar uma foto do artista. Ficamos devendo.
Entramos no shopping para ver as coisas e a chuva piorou. Demos um tempo por lá mesmo. Depois fomos embora jantar. A Dona Liége, mãe do Bruno, foi conosco e insistiu em cozinhar. Sorte nossa!

À noite a água parou de cair e saímos. O Bruno serviu como nosso guia uma vez que já havia ido mais vezes para lá e conhecia uns lugares legais. Ficou falando o tempo todo sobre a salsichada do Baden Baden, um bar famoso. Bem, fomos lá conferir o gosto do engenheiro de alimentos.
Como havia chovido o dia todo, tudo estava molhado e muito pouca gente estava nas ruas. Poucas loiras e poucas morenas. As ruivas? Não vimos nenhuma. No Baden Baden o garçom nos disse que eles iriam fechar à uma da manhã. Como já era meia noite fomos para o bar ao lado: o Villa Di Phoenix. A salsichada ficou para o dia seguinte.
Ficamos conversando e bebendo. Numa mesa atrás de nós estava uma loira animal, dessas cibernéticas com cabelo quase prateado. Lá pelas duas da manhã, ficamos conversando sobre OVNIs, fantasmas, espíritos, aparições e coisas do outro mundo de maneira geral.

Fechamos o bar e fomos embora. Acordados na cidade estavam apenas os garçons, dois bêbados, o cara que ficou guardando nosso carro e nós. No caminho de volta tivemos que passar por um caminho cercado de mata e muito escuro. Ficávamos gritando: "Josh!!! Josh!!!!! Joooooooosshhhhh!!!!". Se você não sabe o que isso significa, assista "Bruxa de Blair".
Chegamos no apartamento e fomos jogar "Pokémon Trading Cards" .Se você não conhece este jogo visite o site da Trug Jumpou ou o site oficial do desenho <http://www.pokemon.com>. Pode parecer coisa de criança (e é mesmo), mas é muito legal.



Dia 04 de Novembro de 2000, Sábado

Acordamos lá pela uma da tarde já com o almoço posto. Prato do dia, Strogonoff, uma beleza. Graças à Dona Liége, a suspensão do carro sofreu bem mais na volta do que na ida. Strogonoff é talvez o prato preferido do Marco. Acredite se quiser, ele só veio a conhecê-lo aqui na faculdade. A comida chinesa ele também só conheceu há pouco tempo. Impressionante esse minínu. Daqui a pouco ele vai dizer que nunca comeu pantarrilhos grelhados com molho de brujilha do cerrado.
O pai do Bruno, Seu Leandro, chegou logo em seguida de São José dos Campos. Conversamos um pouco e mais tarde saímos para dar um passeio por lugares bacanas da cidade.
Num bairro afastado tem um lugar na beira da estrada com uma vista fantástica, confiram:



Valeu a pena pararmos para respirar o ar puro das montanhas.

 

Daí fomos a um lugar chamado Lenz. Lá tem um café onde se pode tomar lanches, comer doces, tomar chá e coisa e tal. A atração de lá é o Irish coffee, um café com uísque.

Também tem outras atrações como uma pequena trilha que leva a um mirante e a uma cachoeira (não temos fotos da cachoeira, teremos que voltar lá para tirar).

<clique sobre as fotos para vê-las melhor>

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De lá fomos ao supermercado comprar umas coisas para o jantar. Existe uma coisa legal em ir aos supermercados de outras cidades, você sempre descobre alguma coisa que não existe onde você mora, por exemplo, descobri que a Minalba também faz refrigerante, massa, não é?

 

Naquela noite saímos para finalmente ir ao Baden Baden.
Desta vez tinha bem mais gente. Desta vez algumas daquelas loiras e morenas estavam lá. Infelizmente, as ruivas continuaram em casa. Tudo bem, quando voltarmos para tirar fotos da cachoeira, aproveitaremos para ver as ruivas.
Uma coisa muito interessante são os aquecedores de ambiente. Entre as mesas existem uns postes de uns 2,5 metros que produzem uma chama alimentada por gás. Como um lampião gigante. E esquenta pacas. Lá encontramos uma amiga da classe do Filipe que mora lá, a Bia, o namorado dela e o irmão (dela).
É claro que pedimos a salsichada que realmente é muito boa.
Acompanhando vem uma porção de pão que foi, em instantes, detonada.

Ficamos lá conversando até altas horas. Como não poderia deixar de ser, fechamos o Baden Baden. Quem tirou a foto abaixo foi um garçom.

 

 

No dia seguinte, domingo, arrumamos as coisas para ir embora. Passaríamos na casa do Bruno em São José dos Campos, depois seguiríamos para Jundiaí almoçar na casa do Bei, beleza!!!!! E depois voltaríamos a Rio Preto. Dito e feito. Foi muito legal conhecer a casa do Bei. Seus pais nós já conhecíamos de longa data, desde quando ele morava aqui em Rio Preto. Ambos são exímios cozinheiros. Comemos muito e ficamos desesperados quando a fome acabou, queríamos mais!
Conhecemos a irmã do Bei, uma figura. Ela fez estrelas de papel e deu de presente para nós. E ela toca teclado muito bem, será uma grande musicista se optar por essa carreira. Também conhecemos a Carol e o Rafael, amigos da classe do Bei na UNICAMP, olha a galera aí:

 

 



A viagem de volta foi tranqüila.
Então falou, até mais.

 

Escrito por Ricardo
Revisado por Filipe e Ricardo

 

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