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CLIQUE NAS PERGUNTAS, PARA LER AS RESPOSTAS:

1.A igreja primitiva viveu muito tempo de acordo com a descrição de Atos 2:45-47? Hoje é possível vivermos constantemente de acordo com essa bela descrição?

2.As línguas de Atos 2:4 eram línguas nativas ou de anjos?

3.Porque os cristãos comemoram o Natal, se na Bíblia não achamos nenhuma data para o nascimento de Cristo? O Natal é herança do paganismo? É correto comemorarmos o Natal?

4.Qual a sua opinião sobre a Igreja Local de Witness Lee?

5. O que é a Bíblia, quando foi escrita, porque é sagrada, quem a escreveu, e o que são livros "apócrifos"?

6. É lícito o aborto de acordo com a Bíblia?

7. O batismo com Espírito Santo tem ou não como evidência o falar em "Línguas Estranhas"?

8.O que você acha das Testemunhas de Jeová e de sua obra de pregação?

9.O que é a blasfêmia contra o Espírito Santo e o pecado para a morte?

10.O que é a Trindade?

11.Qual a sua religião? Acha mesmo que pode mudar a fé das pessoas em Deus, ou em seus deuses, colocando uma simples página na internet, descrevendo o seu ponto de vista; acredita mesmo que ganhou alguma coisa com isso?

12.Porque julgar as igrejas? Não sabe que não podemos julgar para não sermos julgados?

13.Qual o nome da sua denominação e como fazer parte dela?

14.Gostaria de conhecer mais sobre a Congregação Cristã no Brasil, e como fazer para trazer um membro dessa seita para Cristo?

15 Queria saber o que a Bíblia fala em relação à tatuagens.

16.Queria saber qual o seu interesse de trazer ou provocar duelo contra a Igreja de Deus, você sabia que a verdadeira igreja de Deus é perseguida?

17.No que se fundamenta a insistência em atacar a doutrina da CCB? Trata-se de doutrina prejudicial aos "números", ou aos "ganhos" de outras denominações?

18. Qual a posição da CCB sobre a bebida alcoólica e a televisão?

19.Qual a origem do nome "Katsbarnea"?

20. Quem disse que a Maçonaria é uma seita?

21.Usar um preceito da lei, na graça, como o dízimo é falta de conhecimento bíblico ou má fé?

22.O que você acha da Igreja Universal do Reino de Deus?

23. A minha igreja - Congregação Cristã no Brasil, seitária???

24.Porque você acha que A Congregação Cristã no Brasil é uma seita?

25.Li o que escreveu sobre a Congregação Cristã e me restou uma duvida. Será que você conseguiria falar bem da igreja com maior ou igual desempenho comparado ao que disse dela? Estou ansiosa pela resposta...

26.O que você acha do Espiritismo?

27.Gostaria de saber como vai ser nossa vida na Nova Jerusalém, se vamos casar, ter contatos sociais, ou se ficaremos noite e dia em adoração?

28.Porque a Igreja Sinos de Belém é tipificada como seita?

29.Qual a Igreja Verdadeira?

30.Porque alguns vêem a Igreja Adventista do Sétimo Dia como seita?

31.O que você entende por "a minha graça te basta"?

32.Quando teve início a Igreja, o Corpo de Cristo?

33.É possível a cura?

34.O que você acha daqueles que dão uma ênfase desequilibrada aos dons espirituais, e acabam criando nos outros uma dependência?

35.Podemos perder a salvação?

36.Como você vê a questão de Israel e a Igreja?

37. Afinal porque todos se dizem donos da verdade, ou melhor quem é dono da verdade, já que mulçumanos, budistas e outros religiosos proclamam serem? Todos esses religiosos possuem seus escritos sagrados, então porque só a Bíblia no ver de vocês é correta?

38. Por favor gostaria de receber informações sobre a Cultura Racional. Ela é uma seita?

39.Porque criticar tanto a Congregação Cristã no Brasil? Não acha que é hora dos crentes estarem mais unidos?

40.O que significa o nome Abner?

41.No que acredita a Igreja do Cristo Vive, do apóstolo Miguel Angelo?

42.Vocês vivem criticando a C.C.B., se vocês acham que nós estamos errados, porquê vocês não oram por nós ao invés de ficarem colocando isso em sites, tirem primeiro a trave de seus olhos para depois se preocuparem com os nossos argueiros?!!!


43. A CCB é a única igreja que está dentro da doutrina dos apóstolos, todas as outras estão erradas, então porque ficar criticando a CCB?

44.De que modo podemos amar nossas esposas como Cristo amou Sua Igreja?

45.É pecado ser tímido? Em Apocalipse 21:8 diz que os tímidos vão para o lago de fogo!

46.Os judeus tem salvação?

47.Gostaria de saber mais sobre a Seicho-No-Iê. O que prega ? é bom ou ruim ? Como surgiu ? Por favor me esclareça, estou meio perdida em relação a este assunto.

48. Guardar o sábado ou o domingo invalida a morte de Cristo na cruz?

49. Comer ou não comer carne de porco vai impedir alguém de entrar no céu?

50. Será que você não está se colocando no lugar de Deus????? Querendo fechar a porta para outras denominações, não de faz você um "Cezar, Hitler,etc......."???

51.Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho, não vendeu, ou vendeu????

52.Quero entrar no céu, você tem a chave????? Você deixa eu entrar??????

53.Agindo assim, você não está pior que CCB, TJ, 7° DIA, etc.....????

54. O inferno é pouco para você! Já sabe o que vai te acontecer no julgamento final?

55.Como sabemos o momento certo de tomarmos posse da nossa benção, isso quando pedimos algo a Deus e Ele nos confirma?

56. O que os evangélicos crêem a respeito dos anjos?

57.Podemos comparar a "Deus é Amor " com a "Congregação Cristã no Brasil?

58.Professor me disseram atos capitulo 19 fala de que os discipulos de Efesios tinham sido batizados por João e depois foram batizado de novo por Paulo.Isso é assim?Não estou sobre esta passagem apoiando a CCB . Mas por favor como explicar essa passagem?

59.Sou membro da CCB, vi seu site e gostei muito, mas gostaria de saber se preciso sair da Congregação para me salvar?

60.Li seu site e sua opinião a respeito do espiritismo, gostaria que você me explicasse o porquê de tantas desigualdades sociais, ou seja, porque uns são tão pobres e outros são tão ricos! Se Deus é justo porque dá mais pra uns do que pra outros!

61.Caro Amigo Professor,gostaria de saber de vc , sobre a questão do Pecado, ele é hereditário ou ele é cometido ?

62.Gostaria de saber um pouco sobre a 'Igreja Apostólica Vó Rosa'.

63. O que são catecismos, credos e concílios?

64.Podemos falar as línguas dos anjos?Porque alguns batistas não dão ênfase ao falar em línguas?

65.O que você acha a respeito da primeira visão de Joseph Smith, fundador do mormonismo?

66.Gostaria de informações a respeito da Igreja Anglicana.

67.A Igreja Adventista do Sétimo Dia é uma seita? Se não, porque alguns teólogo dizem que é?

68.Desmentindo sua teoria da salvação apenas pela fé, veja o livro de Tiago! Se até os demônios crêem, segundo tua doutrina estariam eles salvos também?

69.Não acredito em nenhuma organização. A organização que acredito é a verdadeira doutrina que é a Graça de Deus. Aprendo lendo a Bíblia e não com falsos doutores e suas heresias de perdição!Quanto ao dízimo você caiu em contradição com sua própria doutrina. Se a salvação (segundo sua doutrina) é livre de qualquer obra então não é necessário pagar o dízimo!Não creio que conhecer a Bíblia na ponta da língua converta alguém.

70.Como conciliar predestinação e livre arbítrio, sem negar nenhuma das duas verdades?

71.Até acredito que possa querer procurar a verdade em teus estudos e pode ter certeza que não tenho nenhum "preconceito" contra pessoas de outras igrejas. Respeito todas como liberdade de cada um mas o que creio não deixo de dizer.Só existe um caminho verdadeiro! Jesus em seu ministério deu ênfase às obras de amor dando menor importância às cerimoniais. Nos ensinou a sermos justos e praticarmos a caridade inclusive contra nossos inimigos, portanto "obras do amor". Não nos disse que bastaria crer ficar esperando como você prega no seu site. Portanto é uma questão de bom censo o que Jesus ensinou, o importante é o amor e não rituais! E isso não significa ficarmos parados esperando a salvação!
Co 9:24 "Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade,
correm, mas um só é que recebe o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis."

72.O que você acha do "ficar"?É errado um cristão almejar ser rico?

73.Sou membro da congregação e infelizmente muitas das afirmações que coloca aqui são verdadeiras.Gostei muito da resposta à questão 21 sobre o dízimo.
Sempre quis uma base bíblica para dar o dízimo, pois acredito que seja uma benção.
Mas o que ainda me impende de fazê-lo é que no novo testamento, nas cartas, não existe muitas passagens para que se formasse uma doutrina entende o que digo?

74.Qual a maneira correta de nós orarmos?

75.Como saber quando alguém fala de acordo com a vontade de Deus? Como saber quando uma manifestação é de Deus?Qual a maneira correta de pregarmos a Palavra no púlpito, por inspiração ou por estudo?

76.Considerando que o homem está morto espiritualmente, no pecado, ou seja, depravação total, como que morto pode escolher bem se não o conhece? Como um morto pode escolher pela vida?
Você crê que Adão e Eva tiveram o mesmo teor de livre-arbítrio que nós?

77.A regeneração batismal passou a vigorar apenas após a morte de Cristo, então o ladrão na cruz não contradita esta doutrina. E tem mais e quanto a Marcos 16?E quanto aos vários textos que falam sobre o batismo?

78.As obras contribuem de alguma forma para a salvação do crente?Seria a salvação a união entre fé mais obras? Precisamos praticar boas obras para manter nossa salvação?

79.Eu lhe peço como um buscador da verdade que sou, me responda: Na resposta 42 da seção 'tire suas dúvidas' diz que "a fé sem as obras é morta"(Tiago 2:17) e no restante das respostas é necessário apenas de fé... Outra coisa: estou gostando de uma moça da CCB, e para oficializar o nosso relacionamento tenho de me batizar lá, o que fazer, já que não concordo com as heresias da CCB?

80. Gostaria de receber dicas de como evangelizar os mórmons já que eles usam terminologias parecidas com a dos evangélicos?

1.Caro irmão,

Infelizmente como acontece ainda hoje, os cristãos não permaneceram muito tempo conforme a descrição de Atos 2:45-47, a igreja primitiva teve os seus problemas:

1.Apostasia (I Co 15:12; II Ts 2:2,3; Gal 1:6-9, 3:1-3)

2.Inimizades (I Co 1:10-12; 3:1-4; Tg 4:11,12; III Jo 9,10)

3.Acepção de pessoas e falta de ajuda aos necessitados (Tg 2:1-9, 14-17)

4.As sete igrejas do Apocalipse retratam a fragilidade da parte humana da igreja de Cristo (capítulos 2 e 3)

5.Mentiras, murmuração e contendas (Atos 5:1-10; 6:1-2; 15:37-40).

Nos nossos dias ainda é possível os cristãos se reunirem dessa forma? Sim, desde que permaneçamos no Espírito (Gálatas 5:16) “vinte e quatro horas por dia”. Agora eu lhe pergunto, tirando o Senhor Jesus, qual o homem ou a mulher que consegue?

Lembre-se que no início de Atos aqueles irmãos e irmãs estavam no frescor do primeiro amor, tinham acabado de se converterem(Atos 2:37-47), creio que no início da sua conversão você se encontrava em condições semelhantes, mas com o passar do tempo infelizmente vamos nos “esfriando”, por isso precisamos da exortação bíblica:

“Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te pois donde caíste, e arrepende-te,...”(Apocalipse 2:4-5)

<<<TOPO

2. No verso 8 do capítulo 2, lemos: “Como pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?”, e no verso 11 lemos: “...,todos os temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus.” Esses trechos indicam claramente que eles entendiam as línguas que eram faladas pelos discípulos.

Concluímos então, que eles falavam nas línguas nativas daqueles judeus que habitavam em outras nações, e não nas línguas dos anjos.

Irmã, para você entender melhor o que aconteceu ali no Pentecostes, vou relatar uma experiência que certa ocasião aconteceu em minha denominação. Em um dos cultos o pregador começou a falar em línguas, a língua que ele falou foi o “latim”, estava entre nós um padre que conhecia muito bem o latim, e que quando ouviu a língua falada pelo pregador se converteu, testificando que nunca ouvira um latim tão perfeito e que o pregador falou naquela língua toda a sua vida e pregou a salvação somente pela fé em Jesus.

<<<TOPO

3. Em resposta a primeira pergunta, historicamente, nenhuma data exata pode ser afirmada como o dia do nascimento de Cristo, mas isto não significa que celebrando o Natal no espírito de dar presentes a quem nós amamos é antibíblico. O próprio Deus deu o maior presente em Jesus Cristo! Os anjos e os pastores foram os primeiros a celebrarem tal acontecimento (Lucas 2:10-20).

Em relação a suposta " influência do paganismo ", esse é o principal argumento daqueles que combatem a comemoração do Natal. Muitos seguidores de Herbert W. Armstrong fundador da seita "Igreja Mundial de Deus" ( fundada em 1935 nos E.U.A.) acreditam que o Natal é um " feriado pagão comemorado 2.000 anos antes do nascimento de Cristo [o qual] penetrou no Cristianismo do mundo ocidental" . Eles acrescentam a isso que "seu destino eterno depende se você celebra o Natal ou não". Existem ainda outras seitas que apesar de não ensinarem que a comemoração do Natal conduz a perdição eterna, procuram perturbar os cristãos no mês de dezembro declarando também que o natal é uma festa pagã, entre essas estão as Testemunhas de Jeová , a Igreja de Deus do Sétimo Dia e a Congregação Cristã no Brasil.

Diante da acusação do Natal ter se originado no paganismo, devemos dar agora uma resposta bíblica e cristã:

Primeiro, se um dia particular (por exemplo:25 de dezembro) cria o problema, não é provável que qualquer dia possa ser achado em algum lugar no qual algum " pagão " já não tenha ou está celebrando algo.

A objeção de que o Novo Testamento em nenhuma parte nos manda celebrarmos o aniversário de Cristo, é um argumento baseado no silêncio, e este silêncio é insuficiente para justificar a objeção. A Bíblia se silencia em outros assuntos, como uso de hinários nos cultos,comemorar qualquer tipo de aniversário, noivado, casamento, formatura,a igreja usar templos, púlpitos, hinários, aparelhos eletrônicos, órgãos, pôr-se de pé para cantar, usar instrumentos musicais modernos, adotar certas liturgias de cultos e muitas outras coisas semelhantes,no entanto tais seitas fecham os olhos para isso.Na realidade, Deus instituiu dias designados de celebração para Seu povo.Debaixo do título de "Festas", diz o Dicionário de Bíblia de Unger na página 350, "Além da adoração diária, a lei prescreveu festivais especiais para serem observado de vez em quando pela congregação. Um nome hebreu para festival era ' hag' (do verbo que significa ' dança'), o qual, quando aplicado a serviços religiosos, indicou que elas eram ocasiões de regozijo e alegria ".

As festas ocorrendo periodicamente em Israel incluem um banquete no começo de cada ano civil novo (Festa dasTrombetas), uma recordação anual da libertação de Israel do Egito (a Páscoa), e a libertação debaixo de Rainha Ester da deslealdade de Hamã (Purim que quer dizer " sortes "). Um estudo cuidadoso do que a Bíblia diz sobre as festas de Israel deixa claro que Deus quis que essas festas fossem celebradas.

Historicamente, a Igreja investindo contra o paganismo separou oficialmente o dia 25 de dezembro como o dia de honrar o aniversário de Cristo, o resultado foi tão grande que o falso deus do paganismo Mitra(a quem era dedicado o mês de dezembro) foi esquecido, enquanto o nascimento de Jesus Cristo permanece sendo lembrado. O Natal na verdade era um rival da celebração pagã.

Acusar os cristãos de colaborarem com o paganismo é no mínimo ignorância histórica e bíblica.

Romanos 14:5,6 estabelece um importante princípio que essas seitas se esquecem ou desconhecem,quanto a questão de comemoração um cristão é livre para comemorar ou não.Tudo que nós fazemos,tem de ser feito para a glória de Deus(I Coríntios 10:31; Romanos 14:8), temos então um outro princípio, que pode ser resumido nas seguintes palavras - "nem tudo que não é bíblico é antibíblico", não podemos ser antibíblicos, e isso é que essas seitas passam a ser quando procuram condenar a atitude dos cristãos em celebrar o nascimento de Jesus Cristo. 

Em conclusão, é lícito para o cristão celebrar o nascimento de Cristo.

Feliz Natal!

<<<TOPO

4.O Instituto Cristão de Pesquisas(I.C.P) é uma organização interdenominacional séria, e que tem por objetivo alertar os cristãos sobre o perigo que as seitas representam. Particularmente tenho bons amigos e irmãos que lá trabalham, e já fui ajudado pelos seus estudos e livros. Mas o que me chamou atenção foi o conteúdo da apostila - "A Igreja Local de Witness Lee", que me levou a escrever esta avaliação. O meu primeiro contato com a Igreja Local(I.L) se deu com um missionário vindo de Belém do Pará, que me apresentou o jornal "Árvore da Vida", do qual atualmente sou assinante. Quando soube da posição do I.C.P. sobre a Igreja Local resolvi empreender uma pesquisa, procurando averiguar os fatos por mim mesmo, já que a I.L. afirmava que a apostila publicada pelo I.C.P era baseada em acusações falsas oriundas do livro norte-americano - "The God-Man"(O Homem-Deus) do autor evangélico e pesquisador de seitas Neil T.Duddy. Esse livro foi retirado das livrarias e seu autor processado, por conter acusações falsas e distorcidas em relação as doutrinas defendidas pela I.L, e também por trazer difamações sobre a pessoa de Witness Lee(esse foi o motivo maior do processo ter sido movido). Na pesquisa que iniciei pude adquirir e ler cerca de sessenta publicações da I.L, entre as quais os livros mais atacados - "A Economia de Deus"; "O Homem e as duas árvores" e "Orar- Lendo a Palavra"; participei de reuniões da I.L., incluindo reuniões do partir do pão(ceia), conferências e estudos nas casas; conversei com membros da I.L; li a grande maioria do material escrito contra a I.L, e também tenho um acervo particular de quase todos os jornais "Árvore da Vida" (JAV). A conclusão a que cheguei é que realmente grande parte das informações da apostila do I.C.P sobre a I.L são baseadas em "The God-Man", ou seja, são informações equivocadas.Então vejamos:

1.O I.C.P afirma que a I.L não crê na Trindade.

Isso não corresponde a verdade, a declaração de fé da I.L sobre Deus é a seguinte´- "Cremos que Deus é único e Triúno- o Pai, o Filho e o Espírito - coexistindo em igualdade de eternidade a eternidade." No livro "A Revelação Básica nas Escrituras Sagradas" página 14 lemos -"Primeiro, o versículo 26 indica a Trindade divina. A palavra Elohim (Deus) é plural, e na Sua própria fala Deus usa as palavras "Façamos" e "nossa": "façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança." Os pronomes referentes a Deus estão no plural. É fácil perceber que isso implica na Trindade Divina. Alguns mestres têm salientado que quando Deus disse: "façamos o homem...", isso era uma conversa em uma reunião. A Trindade divina teve uma reunião para considerar a criação do homem. Ao criar outras coisas, não houve tal conversa registrada." No Estudo-Vida de Gênesis, página 61 lemos: "Gênesis 1:26 revela que foi realizada uma conferência pela Deidade e entre a Deidade. Dizemos "entre" porque Deus é triúno. Usando termos humanos, podemos dizer que há três Pessoas na Deidade, um Deus com três Pessoas. Não posso explicar isso. Posso apenas dizer que Deus é triúno, que temos um Deus com três Pessoas da Deidade, e uma decisão tomada..." Até mesmo no livro "A Economia de Deus", que foi usado pelo I.C.P para "provar" que a I.L é anti-trinitariana, mostra o contrário, a seguir transcrevemos um trecho da página 18 - "Estes três versículos revelam que Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo estão em nós. Quantas pessoas estão em nós? Três ou uma? Não devemos dizer que três Pessoas separadas estão em nós, nem dizer que somente uma Pessoa está em nós, mas os Três-em-um está em nós."

2.O I.C.P afirma que a I.L é Modalista.

A I.L responde em sua publicação "O que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais", página 20 - "O modalismo é herético. Ao invés de ensinar que os Três da Deidade:o Pai, o Filho e o Espírito Santo, co-existem eternamente, o modalismo afirma que Eles são mera manifestação temporária da essência divina. Cremos de acordo com a Bíblia, que Deus é essencialmente três em um e um em três." Ainda no livro "Revelação Básica nas Escrituras Sagradas", página 24 lemos: "Como cristãos. cremos que há somente um Deus. Crer no triteísmo, que há três Deuses, é uma grande heresia. Temos somente um Deus, todavia nosso Deus é triúno. Ele é três em sua Divindade: o Pai, o Filho e o Espírito. Todavia Ele é um Deus...Os três são distintos mas não separados. Quando o Filho veio, o Pai veio com Ele. Quando o Espírito veio, o Filho e o Pai vieram (João 14:17,23). Não cremos no modalismo, uma heresia que diz que quando o Filho veio, o Pai deixou de existir, e então quando o Espírito veio, o Filho deixou de existir, Cremos que Deus é três-um, o Pai, o Filho e o Espírito como um Deus coexistindo e coinerindo de eternidade a eternidade."

3.O I.C.P afirma que a I.L não estimula o estudo da Bíblia, e que o substitui pela prática do "orar-ler" a Palavra.

Para mostrar que essa acusação é infundada, vamos usar a própria literatura que o I.C.P usou - o livro "Orar-Lendo a Palavra". Na página 18 do referido livro lemos o seguinte -"sempre que lemos a Bíblia, não devemos somente tentar conhece-la ou entende-la, mas apropriar-nos de alguma coisa da essência de Deus para dentro de nós, assim como fazemos ao comer o alimento." Witness Lee, que já faleceu, estimulava o estudo da Bíblia, e com esse intuito escreveu o livro- "Conhecendo a Bíblia", o capítulo quatro do livro apresenta regras de hermenêutica. No livro Estudo-Vida de I João, página 91 lemos: "A palavra grega para verdade é alheteia. estudando essa palavra, consultei muitos léxicos e concordâncias. Fui ajudado especialmente pelo artigo sobre verdade no Dicionário Teológico do Novo Testamento, de Kittel. Além disso, levei também em consideração todos os versículos no Novo Testamento que usam a palavra alheteia ou uma palavra relacionada. Depois de estudar esses versículos no respectivo contexto e depois de consultar os léxicos e concordâncias, cheguei a certas conclusões acerca do significado de verdade no Novo Testamento, e essas conclusões estão resumidas na longa nota a respeito da verdade em 1:6, impressa na Versão restauração das Epístolas de João. Nesta mensagem vamos considerar somente a primeira parte dessa nota." No livro "Revelação Básica nas Escrituras Sagradas", página 47 lemos: "Como poderia a palavra estar em minha boca e em meu coração? Finalmente o Senhor me mostrou que sempre que o Novo Testamento é ensinado, pregado, lido, ou estudado por alguém com um coração sincero, o Espírito trabalha com a Palavra. Por meio do Espírito a Palavra entra no seu coração. Sem o Espírito, a palavra impressa não poderia entrar em sua boca e em seu coração."

4.O I.C.P afirma que a I.L crê em um Deus Processado, um Deus que sofre mudanças na Sua essência.

Sobre esse ponto devemos ver o que a I.L entende da expressão "Deus Processado". Quando eles falam e escrevem sobre "Deus Processado" não querem dizer que a essência Divina de Deus muda, mas que o "processo" foi em relação a experiência divina na encarnação, viver humano, sofrimento, morte , ressurreição, ascensão e entronização, ou seja, Aquele que era apenas Espírito se tornou carne, o que é bíblico e correto. Basta ler as publicações da I.L para chegar a essa conclusão. Veja alguns exemplos abaixo:

"De acordo com a revelação genuína da Bíblia, em tal encarnação, nem a natureza de Deus nem a natureza do homem foram perdidas e nem uma terceira natureza foi produzida. Cristo é um homem-Deus tanto com a natureza divina como com a natureza humana -----------------------+ existindo Nele distintamente." (Revelação Básica nas Escrituras Sagradas, página 23)

"O Espírito era primeiramente o Espírito de Deus, possuindo somente a essência divina. Mas depois que Deus, no Filho, tornou-se um homem e morreu na cruz, passando pela morte e ressurreição, e entrando na ascensão, o Espírito tornou-se o Espírito de Jesus Cristo(Fp 1:19), composto da essência de Deus e da humanidade de Jesus em Sua morte e ressurreição. O Espírito não tem mais somente a essência divina, mas tem agora, em acréscimo, a humanidade de Jesus com a morte de Cristo, a eficácia da Sua morte,a ressurreição e o poder de Sua ressurreição." (idem, pág.37)

5.O I.C.P afirma que a I.L crê na regeneração batismal

No livro de Witness Lee, "O Cristo Maravilhoso", ele deixa essa questão bem clara, vejamos:"O batismo no Espírito Santo é a realidade e o batismo na água é a expressão. A expressão sem a realidade nada significa, Romanos 6 nos diz claramente que somos batizados em Cristo, sendo sepultados com ele no batismo. Alguns dizem que Romanos 6 refere-se ao batismo em água; outros dizem que se refere ao batismo no Espírito. Corporativamente falando o batismo no Espírito é muito maior que o batismo na água. Um é a realidade, o outro a expressão. Se a expressão é apenas uma forma, ela nada significa. Nós cremos que, na Palavra Pura a realidade do batismo é do Espírito; mas precisamos de uma expressão como a do batismo na água, para expressar a realidade da imersão no Espírito Santo." (página 160) A I.L também publica uma coleção escrita por Watchman Nee - "O Evangelho de Deus" cujo volume que tem por sub-título "O Caminho da salvação" faz um estudo mostrando que o batismo nas águas não salva e nem ajuda a salvar, e na página 27 lemos: "O batismo não tem absolutamente nada a ver com a nossa salvação ou condenação diante de Deus." No livro "O que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais" a I.L deixa claro a sua posição em relação a doutrina da salvação:"2.Para ser salva, uma pessoa deve ter fé viva na Pessoa e obra de Jesus Cristo, o Filho de Deus.3.A salvação eterna é pela graça através da fé, não pelas nossas obras."

6.O I.C.P afirma que a I.L é exclusivista

A I.L separa "cristão" de "denominação", para eles todo aquele que é regenerado independente de sua denominação é cristão, e que as denominações são organizações humanas e divisões no cristianismo que devem ser evitadas. Para eles a Igreja não são as "quatro paredes", mas são todos aqueles que são lavados e remidos pelo sangue de Cristo. Vejamos o que está escrito no livro "O que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais" página 15, sobre "unidade" - "Devemos nos importar com a unidade por isso devemos repudiar e abominar toda divisão. Que vergonha e reprovação para o testemunho do Senhor o estado divisivo do cristianismo hoje! Na vida da igreja nos posicionamos-nos pela unidade única do Corpo de Cristo,...recebemos todos os crentes segundo a fé comum e procuramos crescer em Cristo..." Na página 6 lemos: "Posicionamo-nos sobre a base da unidade de todos os crentes,..., reconhecemos todos os crentes em Cristo redimidos pelo sangue e regenerados pelo Espírito Santo,..." E na página 19 lemos: "Todos os domingos temos a mesa do Senhor, à qual todos os filhos do Senhor são bem-vindos para participar conosco do pão e do vinho. As reuniões da igreja são abertas e todos os crentes são livres para participarem." Num modo prático, esta visão da I.L tem limitado, pelo menos até certo nível, suas relações com igrejas denominacionais. Deus está, crêem eles, levando a Igreja Universal a uma expressão visível da Sua unidade baseada na localidade. Desde que divisões denominacionais estão erradas, a I.L não coopera com estruturas denominacionais. Todavia, uma vez que a unidade da Igreja inclui todos os cristãos, e que a I.L reconhece irmão e irmã cristãos os que não fazem parte do seu grupo,apesar da sua participação numa igreja denominacional, os membros da Igreja Local não vêem nenhuma barreira à sua comunhão com cristãos individuais de todas as denominações. Assim, a Igreja Local dá as boas-vindas a não membros em sua mesa de comunhão, e, embora não seja adotada cooperação de grupo, os membros da Igreja Local mantém fortes laços pessoais com cristãos de fora. Veja abaixo a resposta da I.L no livro "O que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais", página 22: "14.Qual é a sua atitude com relação aos outros cristãos? Gostaríamos de enfatizar com toda a clareza que não cremos nem ensinamos que alguém tem de estar numa igreja local para ser um genuíno cristão. Reconhecemos que na Igreja Católica Romana, nas denominações e nos grupos independentes há muitos genuínos crentes em Cristo, lavados pelo sangue e regenerados pelo Espírito, e nós os recebemos como nossos irmãos e irmãs no Senhor. Todos os que tem fé no Senhor Jesus são bem-vindos às nossas reuniões, principalmente à mesa do Senhor, onde testificamos a unidade do Corpo de Cristo. Embora precisemos, a bem da consciência, ficarmos fora da religião organizada, não nos posicionamos à parte dos nossos irmãos e irmãs em Cristo. Na fidelidade ao Senhor, posicionamo-nos na única base da igreja a favor do testemunho do Senhor, mas não tomamos esta posição com um espírito estreito, exclusivista ou sectário. Pelo contrário, tomamos nossa posição em benefício de todo o Corpo; recebemos todos os crentes como o Senhor nos recebeu."

7.O I.C.P afirma que a I.L ensina que Adão e Satanás estão literalmente no crente

Witness Lee é muito mal interpretado pelo fato de fazer uso de constantes hipérboles quando ensina. Quando ele diz que "Adão e Satanás" habitam em nós, não quer dizer "literalmente", mas figuradamente. Em outra literatura da I.L, o "Estudo-Vida de Hebreus" página 797, lemos: "Em nós estão tanto Moisés e Arão, como Coré, Datã e Abirão. A ambição e a rebelião estão em nós." Será que Lee ensinava que os personagens bíblicos "em pessoa habitam no crente"?! É claro que não! Quando digo que "Adão está manifestando através de mim", não quero dizer que literalmente ele está dentro de mim, estou querendo dizer que estou "agindo independente de Deus, ou seja, na carne". Quando dizem por ai que alguém "é um demônio em pessoa" não quer dizer que o demônio literalmente é aquela pessoa, mas que ela "age como se fosse um demônio". A própria I.L reconhece que Satanás tem existência pessoal e separada fora da pessoa. Seria ilógico e incoerente, acreditar que o diabo e Adão, que são duas personalidades únicas e distintas, habitam pessoalmente milhares de pessoas no mundo! Até mesmo autores evangélicos ligados as denominações fazem uso de hipérbole, veja abaixo três exemplos:

"O pecado é quase um poder pessoal que age no homem e através dele." (Colin Broun)

"Com a ajuda de Deus, precisamos confesssar que às vezes refletimos Cristo em nossa vida, mas também, se não tivermos cuidado refletiremos o diabo." (Erwin W.Lutzer)

"O pecado é a verdadeira imagem do Diabo,e, também é a manifestação dos vários aspectos do seu mau caráter." (João de Oliveira)

8.O I.C.P afirma que a I.L já levou vários irmãos aos tribunais

O principal motivo da I.L levar Neil T.Duddy foi a difamação moral feita a Witness Lee. Engraçado que a I.L ainda não levou o I.C.P ao tribunal, apesar de tamanhos equívocos!

9.Outras acusações

a.A I.L crê que o homem pode se tornar Deus, como a Nova Era

A I.L responde no JAV 37 - "Não concordamos com nenhuma doutrina do movimento Nova Era, por ser totalmente contrário ao ensino da Bíblia. Essa má interpretação (ou má intenção ao ler) surge da leitura de trechos isolados de algumas publicações nossas. No tocante ao homem-Deus, o trecho mal usado está no livro Economia Divina, de Witness Lee:"Ele [Deus] não quer que você seja um homem bom, mas quer que você seja um homem-Deus"(página17). Se essa frase for citada fora do contexto, dá margem para a conclusão de que partilhamos das heresias da Nova Era....Quando cremos no Senhor Jesus, recebemos Sua vida e fomos feitos filhos de Deus(Jo 1:12,13) Em I João 5:12, 13 lemos:"Quem tem o Filho tem a vida(...)Estas cousas vos escrevi a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus." Ao crermos no Senhor. nós recebemos a Sua vida, a vida eterna (Cf.Dt 32:40). Isso torna possível vivermos não mais por nós mesmos, não mais movidos pela nossa vida natural, mas pelo Deus feito homem que, como o Espírito, vive em nós(Gl 2:19,20)...O que Deus deseja é que sua vida cresça em nós e nos controle, ou seja, que vivamos segundo a direção do Cristo que habita em nós. Por isso, Deus não deseja que sejamos homens bons, mas homens-Deus. Isso não significa(e jamais dissemos isso) que o homem vai tornar-se Deus. No livro Economia Divina isso é explicado muito claramente. ser homem-Deus é permitir que mais e mais da vida de Deus tome conta de seu ser interior, até o ponto em que todo o seu viver, minuto a minuto, seja totalmente guiado por Deus."

b.A I.L ensina que a igreja deixou de existir e depois foi restaurada por Witness Lee no século XX

Resposta da I.L: "A restauração de Deus não começou no século vinte. Embora seja difícil fixar data exata para o seu início, é conveniente estabelecê-la na época da Reforma. A restauração passou por muitos estágios desde a reforma, passando por uma restauração parcial da vida da igreja na Boêmia, sob a liderança de Zinzendorf, prosseguindo para a revelação de muitas verdades preciosas da Bíblia através dos irmãos de Plymouth, e depois continuado até a genuína experiência interior. Agora ele atingiu seu estágio atual com o estabelecimento das genuínas igrejas locais como a expressão do Corpo de Cristo."(O que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais, página 8)

c.A I.L ensina que Jesus tinha uma natureza corrompida

Resposta da I.L:"No livrete 'O homem e as Duas Árvores', vemos:"Lemos em Romanos 8:3:'Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado'Quando o Senhor Jesus se encarnou, Ele era 'em semelhança da carne do pecado'.. Não havia pecado nele, mas havia 'a semelhança da carne do pecado'. O Pecado estava dentro do homem corrompido, mas não havia pecado dentro do Senhor Jesus, havia somente a semelhança da carne do pecado."(JAV,número 36)

Conclusão

As únicas acusações do I.C.P que correspondem "em partes" aos ensinos da I.L são com relação a questões secundárias, tais como: o bode emissário representa Satanás; e a visão negativa do ministério de João Batista. Com relação ao bode emissário, a I.L vê o trabalho do primeiro bode de forma positiva, representando Cristo, e o segundo de forma negativa, representando Satanás(crença também advogada pelos Adventistas do Sétimo Dia). Apesar de eu não assumir essa interpretação, penso como o apologista e escritor do livro "O Caos da Seita", publicado pela Imprensa Batista Regular, que no capítulo em que aborda o "Adventismo do Sétimo Dia" afirma que "uma acusação falsa é feita por aqueles que dizem que os adventistas fazem do diabo um Salvador, já que vêem o bode emissário representando Satanás", da mesma maneira penso em relação a I.L. Isso porque de acordo com o livro publicado pela I.L "Levítico:Comunhão, serviço e viver", página 267, a redenção estava vinculada a representação do primeiro bode, então vejamos "Assim como a morte de Cristo na cruz, representada pelo primeiro bode, não só redimiu-nos com Seu sangue como condenou Satanás a sofrer eternamente por todo dano trazido ao homem." Até mesmo Russell Shedd, em seu comentário sobre Levítico 16 na Bíblia Vida Nova, afirma que "Bode emissário:Heb'azazel,...Ou pode ser o nome do próprio Satanás; compare Lúcifer antes de sua queda, Is 14:12 e Ez 28:1-19 com as notas." E no Novo Dicionário da Bíblia lemos: "O termo 'azazel (em nossa versão bode emissário)...Há quatro interpretações possíveis:1.A palavra denota o bode emissário; e pode ser explicada como o bode que se vai(de 'azal) 2.É usada como infinitivo, "a fim de remover"; cf o árabe 'azala, "remover" 3. Significa uma região desolada.4.É o nome de um demônio que vagueava naquela região, derivado de 'azaz, "ser forte" e de 'el, "Deus". A maioria dos eruditos prefere esta última possibilidade, já que o nome aparece em paralelismo ao nome do Senhor. O anjo caído Azazel é freqüentemente mencionado em Enoque (6:6 em diante), mas provavelmente o autor do livro adquiriu essa idéia de Levítico 16..."

Em relação ao ministério de João Batista, a I.L tem uma visão negativa do fim do seu ministério, mas positiva do início. Basta lermos o JAV em que o ensino está exposto, vejamos: "Devemos tomar esse exemplo da vida de João Batista como uma advertência para nós. Por um lado podemos aproveitar as coisas positivas da sua vida; por outro lado devemos rejeitar as negativas"(JAV, página 6-"Quem é seu tesouro hoje?") A I.L vê João Batista como alguém que começou bem, mas que terminou mal, assim como o rei Saul no Antigo Testamento. Também não advogo essa interpretação, todavia não taxo os cristãos da I.L como anti-cristãos ou hereges. Falando sobre a "fé em comum", no livro "O que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais", a I.L deixa claro quais são as doutrinas ortodoxas do cristianismo e que ela também defende: "devemos crer que a Bíblia é a revelação completa, totalmente inspirada por Deus; que há um único Deus Triúno, o Pai, o Filho e o Espírito; que Jesus Cristo é o Filho de Deus encarnado para ser um homem; que Cristo morreu na cruz por nossos pecados, derramando Seu sangue para a nossa redenção; que no terceiro dia Ele foi corporalmente ressuscitado dentre os mortos; que Ele está voltando para os Seus e para estabelecer Seu reino na terra."(página 9)

Finalizando, reforço que considero o trabalho do I.C.P íntegro e que tem ajudado muitos a conhecerem as seitas e como evangelizá-las, mas como errar é humano, em matéria de informações sobre a I.L ele errou. Nos E.U.A as organizações que pesquisam sobre seitas estão reavaliando a sua posição sobre a I.L, e algumas tem voltado atrás em relação a classifica-la como seita pseudocristã, espero e oro para que o mesmo aconteça aqui. Apesar de não concordar com alguns aspectos doutrinários ensinados pela I.L, no entanto ela está longe de ser classificada como seita herética, e se tivermos consciência disso o convívio entre nós será bem melhor.

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5.A Bíblia(da palavra grega "biblion"-livros) é uma coletânea de 66 livros, dos quais 39(o Antigo Testamento)foram escritos em hebraico e algumas porções em aramaico, e 27(o Novo Testamento) em grego.

Foi escrito em um período de 1.600 anos, estendendo-se desde 1.492 A.C. até o ano 100 D.C. Sendo o primeiro escritor Moisés e o último, o apóstolo João.

Ela é chamada de "sagrada" indicando que seu conteúdo é Divino, isso quer dizer que tudo o que foi escrito na Bíblia foi inspirado pelo Espírito de Deus, sendo assim a própria Palavra de Deus. Chegamos a essa conclusão pelo testemunho interno da Bíblia (Leia II Timóteo 3:14-17; II Pedro 3:21; I Pedro 1:23-25) e pelos seguintes fatos:

1.A sua unidade:Embora escrita por muitos autores, que viveram em diferentes e sob variadas influências, nela há plena unidade.

2.A sua harmonia com a ciência: Não há um só fato científico que contradiga a Bíblia, a cada descoberta da arqueologia mais o testemunho bíblico é confirmado.

3.As profecias: Só Deus conhece o futuro. E nas profecias da Bíblia acha-se revelado o futuro de cidades e de povos.Muitas profecias se cumpriam, e muitas outras estão se cumprindo ou vão se cumprir.

4. O seu poder transformador: Por meio da leitura e estudo da Bíblia vidas corruptas são transformadas, e mudam "da água para o vinho".

Escrita por cerca de quarenta escritores diferentes, entre os quais haviam reis(Davi e Salomão), diplomatas(Daniel e Neemias), sacerdotes(Esdras), pescadores(Pedro e João),profetas(Isaías, Jeremias, Ezequiel, e outros), médico(Lucas), cobrador de impostos(Mateus) e outros mais.

Os livros "apócrifos" são livros não inspirados por Deus incluídos nas Bíblias católicas. Originalmente a palavra "apócrifo" significava "oculto", mas passou a significar "espúrio". Entre os apócrifos estão: I Esdras, II Esdras, Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque, I e II Macabeus e outros. Os cristãos reconhecem apenas os 39 do A.T de Gênesis a Malaquias, e os 27 do N.T de Mateus a Apocalipse. Não reconhecemos esses livros apócrifos, porque:

Primeiro: o próprio Espírito Santo de Deus não os reconheceu quando dirigiu a formação do cânon das Escrituras;

Segundo: é que Cristo e nem os apóstolos jamais os citaram como autoridade;

Terceiro: foram somente pela primeira vez e contra a vontade dos judeus acrescentados às Sagradas Escrituras na tradução do A.T para o grego, na Septuaginta, em Alexandria no Egito, e no entanto ainda eram considerados inferiores aos demais;

Quarto: apesar dos apócrifos terem um certo valor histórico, possuem ensinos contrários a inspiração do Espírito nos 66 livros canônicos. Veja abaixo alguns exemplos:

Dar esmolas purifica o pecado, de acordo com Tobias 12:9 - "Porque a esmola livra da morte e é a que apaga os pecados e faz encontrar a misericórdia e a vida eterna."

O Suicídio, de acordo com II Macabeus 14:41-42 - "quando ele se viu a ponto de ser preso, feriu-se com a sua espada, preferindo morrer nobremente a ver-se sujeito a pecadores, e padecer ultrajes indignos do seu nascimento."

Ensino de feitiçarias, de acordo com Tobias 6:8 - "Se tu puseres um pedacinho do seu coração(do peixe que ele havia apanhado) sobre brasas acesas, o seu fumo afugenta toda a casta de demônios, tanto do homem como da mulher, de sorte que não tornam mais chegar a eles."

Ensinos tolos, de acordo com II Macabeus 15:39 - "Beber sempre água é prejudicial"

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6. De acordo com o Código Penal Brasileiro, não se pune aborto praticado por médico, em dois casos – onde há o risco de vida da gestante, e , se a gravidez resulta de estrupo. Ao ler a revista Vinde do mês de novembro de 1997 me surpreendi com a entrevista de um irmão, no que diz respeito a sua posição sobre o aborto, sendo ele a favor do mesmo em caso de estrupo. Essa deve ser a posição assumida por todos os evangélicos? Devemos ser contra o aborto, ou a favor? Se contra, devemos ser parcialmente ou inteiramente? Para respondermos a essas perguntas, devemos primeiro saber o que pensa o Criador da vida, o Deus Eterno. Para que os homens não vivessem na ignorância, Ele falou, e falou muito, e de muitas maneiras através dos profetas, e nos últimos dias pelo Filho(Hebreus 1:1), ou seja, Ele mesmo em Pessoa veio nos falar. Esse falar foi preservado e registrado e chegou até nos através da Bíblia, para que pudéssemos conhecer e discernir tanto o bem como o mal(Hebreus 5:14).

Não devemos nos apegar as nossas próprias opiniões, mas a opinião ou direção de Deus em sua Palavra, como nosso Criador Ele nos conhece muito melhor do que nós mesmos, assim como o fabricante conhece muito bem o produto que criou.

Precisamos primeiramente ver onde começa a vida humana, vejamos o que a Bíblia nos mostra –

“Lembra-te de que me formaste como em barro...”(Jó 10:9)

“...Aquele que me formou no ventre materno não os fez também a eles? Ou não é o mesmo que nos formou na madre?”(Jó 31:15)

“O que fez o ouvido, acaso não ouvirá? E o que formou os olhos, será que não enxerga?”(Salmo 94:9)

“Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe...quando no oculto fui formado...Os teus olhos me viram a substância ainda informe,...”(Salmo 139:13,15,16)

“Assim diz o Senhor que te criou e te formou desde o ventre,...”(Isaías 44:2)

“...,o mesmo que te formou desde o ventre materno,...”(Isaías 44:24)

“Mas agora diz o Senhor, que me formou desde o ventre para ser seu servo.”(Isaías 49:5)

“Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci,...”(Jeremias 1:5)

“...Fala o Senhor, o que estendeu o céu, fundou a terra e formou o espírito do homem dentro dele.”(Zacarias 12:1)

“...,será cheio do Espírito Santo, já no ventre materno.”(Lucas 1:15)

“entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel.Ouvindo esta a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre; então Isabel ficou possuída no Espírito Santo. E exclamou em alta voz:Bendita és tu entre as mulheres e bendito o fruto do teu ventre. E de onde me provém que me venha visitar a mãe do meu Senhor? Pois logo que me chegou aos ouvidos a voz da tua saudação, a criança estremeceu de alegria dentro de mim.” (Lucas 1:40-44)

“Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer,...”(Gálatas 1:15)

Podemos observar com base em todos esses textos que o ovo, depois embrião e feto é tratado como personalidade por Deus, mesmo que o corpo em si esteja sendo formado por Ele, afinal o homem não é um corpo, mas possui um corpo(II Coríntios 5:1-10). O corpo é a parte física do homem, a alma a psicológica e o espírito a espiritual. Quando o óvulo e um espermatozóide se encontram começa a vida do homem, e nesse ato de encontro dá-se a infusão do espírito, e da união do espírito com a parte física dá-se origem a alma vivente(Gênesis 2:7).

As crianças são consideradas como um presente ou herança de Deus de acordo com –

“Daí, levantando os olhos, viu as mulheres e os meninos. E disse:Quem são estes contigo? Respondeu-lhe Jacó:os filhos com que Deus agraciou a teu servo.”(Gênesis 33:5)

“Faz com que a estéril viva em família, e seja alegre mãe de filhos. Aleluia!(Salmo 113:9)

“Herança do Senhor são os filhos, o fruto do ventre seu galardão.”(Salmo 127:3)

Como então, destruir ou acabar com aquilo que Deus tão amorosamente dá?!

Deus como soberano é quem abre a madre e permite a gravidez –

“Concebeu outra vez, e deu à luz um filho, e disse:Soube o Senhor que era preterida, e me deu mais este; chamou-lhe, pois, Simeão.(Gênesis 29:33)

“Lembrou-se Deus de Raquel, ouviu-a e a fez fecunda.”(Gênesis 30:22)

“...Elcana coabitou com Ana, sua mulher, e, lembrando-se dela o Senhor, ela concebeu e, passado o devido tempo, teve um filho, a quem chamou de Samuel, pois dizia:Do Senhor o pedi.”(I Samuel 1:19-20).

Não se deve ir contra o desígnio divino praticando o crime do aborto, assassinando assim uma vida que foi criada por Deus.

E no caso de estrupo, deve haver o aborto?

A vida que está na gestante é uma personalidade individual, que não tem culpa nenhuma em relação ao fatídico caso, apesar de todo trauma, nojo e raiva da gestante, deve-se considerar o que está escrito em Mateus 5:43-45:

“Ouvistes que foi dito:Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu porém, vos digo:Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste,...”, aquele que verdadeiramente ama, perdoa e esquece!

Em Mateus 7:12, lemos: “ Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a lei, e os profetas.” Com base nesse texto, será que as gestantes gostariam de ser assassinadas antes de nascerem?Quem gostaria?!

Falar em cristianismo é muito fácil, viver é outra coisa, não adianta apenas falarmos em amor, mas, devemos viver em amor, conforme está escrito em I João 3:18 – “Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade.”

A vida cristã não é fácil, assim como a porta é estreita, o caminho também o é(Mateus 7:13-14), somente um homem conseguiu viver integralmente conforme o padrão de Deus, e esse homem foi Jesus Cristo, somente através de Cristo e Nele podemos viver de forma adequada(João 15:5)!

E no caso de risco de vida para a gestante?

Devemos lembrar que fomos chamados para dar a nossa vida em lugar do nosso próximo, assim como o Senhor nos deu o exemplo(I João 3:16). Nós não merecíamos o que o Senhor fez, mas Ele deu Sua vida por nós(Romanos 5:8). Vale a pena lembrar que devido ao avanço das ciências médicas é raro o caso de perigo de vida da gestante.

Deus é contra o homicídio, e os assassinos não tem a vida de Deus dentro de si(Êxodo 20:13; I João 3:15), conclui-se então que aquele que pratica o aborto não é verdadeiramente nascido de Deus, já que a manifestação da vida de Deus em nós é a preservação da vida de nosso próximo, e não o contrário. Aqueles que defendem o aborto tem seu ego humano totalmente elevado, pois pensam apenas em si mesmos, quando o cristão é chamado para ter o ego sobre a cruz, pensando nos outros e dando a vida por eles(Mateus 16:24-26; I Coríntios 15:1-3; Gálatas 2:20; Romanos 8:36; I João 3:16)

Em resumo, de acordo com a Bíblia, a vida começa na concepção, é um presente de Deus que deve ser preservado e amado, constitui-se então em crime todo e qualquer tipo de aborto, o cristão é chamado para amar aos seus inimigos e negar-se a si mesmo em favor de seu próximo, fiquemos então com os princípios bíblicos que são imutáveis e não com a opinião de homens falíveis e egocêntricos, só assim seremos realmente semelhantes ao Senhor Jesus e cumpriremos o desejo do coração de Deus(Romanos 8:29).

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7. Dentro do movimento pentecostal existem duas posições, a primeira é de que o batismo com Espírito Santo é evidenciado pelo falar em línguas, ou seja, línguas é o sinal de que alguém foi batizado com o Espírito Santo; e a segunda posição é de que o batismo com Espírito não é evidenciado pelo falar em línguas, sendo o falar em línguas apenas um dom como os outros mencionados nas Escrituras, podendo ou não ser dado após o batismo. Ao analisarmos os textos mencionados em Atos, capítulos 2, 8, 9, 10 e 19, e outros textos que tratam do assunto, chegamos as seguintes conclusões: 

Lucas em Atos não procurou estabelecer um padrão ou evidência indicando o batismo com Espírito Santo, em Atos 2 os discípulos falavam em línguas nativas que engrandecia o Senhor aos ouvidos dos que estavam em Jerusalém por ocasião do Pentecostes, em Atos 8 nada é mencionado como evidência, em Atos 9 também nada é mencionado, em Atos 10 é mencionado o falar em línguas, e em Atos 19 é mencionado o falar em línguas e o profetizar.

Em I Coríntios 12 a 14 Paulo trata a respeito dos dons espirituais, e o falar em línguas é mencionado como dom e não como sinal, além disso o apóstolo deixa claro que nem todos possuem esse dom (Veja I Coríntios 12:28-31), isso fica muito evidente quando ele compara a Igreja ao corpo humano, indicando que nem todos possuem o mesmo dom, assim como o corpo humano não possui apenas uma função, mas diversas (I Coríntios 12:12-27). Já imaginou se todos os membros do corpo humano fossem línguas, onde estariam os olhos, o nariz, as mãos, os pés?

Analisando a questão em termos de história da Igreja, podemos afirmar que dificilmente poderíamos dizer que homens e mulheres de Deus como D.L.Moody, Watchman Nee, Jesse Penn-Lewis, Andrew Murray, C.H. Spurgeon, Martinho Lutero e tantos outros não eram batizados com Espírito Santo aja visto o ministério de evangelização e edificação que receberam do Senhor e seus frutos, e no entanto estes não falavam em línguas.

Para concluir, devemos atentar para os frutos que o batismo com Espírito Santo deve produzir, que são diversos, mas todos tem em comum o louvor e a glória de Deus!

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8. Iniciado no começo da década de 1870, com um pequeno grupo de estudo liderado por Charles Taze Russel, na Pensilvânia,EUA, o movimento denominado "Testemunhas de Jeová" hoje conta com mais de 90.000 congregações em todo o mundo. Esta organização religiosa é composta de pessoas sinceras, educadas, dedicadas a divulgação de sua mensagem, e zelosas no doutrinamento de seus membros. No entanto, não são cristãs, mas são uma seita herética. Isso afirmamos porque uma seita herética é conhecida não pelas doutrinas que mantém em comum com o cristianismo, mas pelas que estão em desacordo com a revelação das Sagradas Escrituras, a Bíblia. As Testemunhas de Jeová possuem muitas qualidades e semelhanças com o cristianismo, tais como: o empenho em estudar as Escrituras, a dedicação a pregação, a crença criacionista, o repúdio aos vícios, o estímulo as boas obras, e outras. No entanto negam doutrinas bíblicas essenciais,tais como: a plena Divindade do Senhor Jesus Cristo, a personalidade do Espírito Santo, o novo nascimento para todos os que estão em Cristo, a realidade do inferno para os ímpios e o céu para os justos após a morte,etc. Esse problema advém de confiarem em cada palavra dita pelo chamado "Corpo Governante", e raciocinarem de acordo com ele, não questionando nada, e rejeitando qualquer ensino contrário. Na verdade as Testemunhas de Jeová não possuem mente aberta, pensamento independente,enquanto que, os cristãos genuínos não temem avaliar suas doutrinas, questionar, e pesquisar a opinião de outros. Em suas publicações as Testemunhas atacam as principais doutrinas cristãs, tais como a imortalidade da alma, a realidade do inferno, a Triunidade de Deus, a plena Divindade do Senhor Jesus, a personalidade do Espírito Santo,etc. Seus adeptos são orientados a não lerem as respostas cristãs a esses ataques. O raciocínio que devia realmente ser à base das Escrituras, passa ser à base de sua liderança religiosa. 

Para mostrar o quanto as Testemunhas de Jeová estão enganadas com suas doutrinas, vejamos a questão da plena Divindade do Senhor Jesus.

Deveras, as Testemunhas de Jeová não honram o Filho de maneira adequada. Deixam claro em suas publicações que Jesus "na sua existência pré-humana, era um ser espiritual criado, do mesmo modo como os anjos são seres criados por Deus". É bíblico e razoável crer dessa maneira? A resposta é um enfático não! Assim como os religiosos judeus afirmavam crer em Jeová, e não o identificaram na pessoa de Jesus de Nazaré, assim acontece com as Testemunhas. Veja por exemplo que Jeová de acordo com a própria tradução do Novo Mundo(publicada pelas Testemunhas) afirma em Isaías 44:24: "Assim disse Jeová, teu Resgatador e Aquele que te formou no ventre:"Eu Jeová, faço tudo, estendendo os céus por mim mesmo, estirando a terra. Quem estava comigo?" A resposta a essa pergunta de acordo com o contexto do capítulo é: ninguém. Então como Jesus poderia ser o Mestre-de-obras de Jeová, se na criação Jeová criou tudo sozinho? Em João 1:3 lemos que: "Todas as coisas vieram a existência por intermédio dele[Jesus], e à parte dele nem mesmo uma só coisa veio a existência."(Tradução do Novo Mundo) A conclusão a que chegamos é que Jesus é Jeová!

No Salmo 102:24-27 lemos sobre Jeová: "Passei a dizer:"Ó meu Deus, Não me retires na metade dos meus dias; Teus anos são por todas as gerações. Há muito lançaste os alicerces da própria terra. E os ceús são o trabalho das tuas mãos. Eles é que perecerão, mas tu mesmo continuarás de pé. E todos eles se gastarão como roupa. Tu os substituirás assim como uma vestimenta e eles terminarão a sua vez.Mas tu és o mesmo, e os teus próprios anos não se completarão." Paulo em Hebreus declara sobre Jesus: "E: Tu, ó Senhor, lançaste no princípio os alicerces da própria terra,e os céus são obras das tuas mãos.Eles é que perecerão, mas tu é que hás de permanecer continuamente; e todos eles envelhecerão qual roupa exterior; e eles serão mudados, mas tu és o mesmo, e os teus anos nunca acabarão." Vemos nesses textos a identificação clara de Jeová com Jesus!
Em Revelação 1:8 lemos "Eu sou o Alfa e o Ômega, diz Jeová Deus, "Aquele que é, e que era, e que vem, o Todo-Poderoso." E em Revelação 22:13,16 lemos: "Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último, o princípio e o fim...Eu, Jesus,...". Jeová é o Alfa e o Ômega, e Jesus também o é, então Jesus é Jeová.

Jeová é chamado de Deus Poderoso em Isaías 10:20,21 e 23: "...,e certamente se apoiarão em Jeová, o Santo de Israel, em veracidade.Um mero restante retornará, o restante de Jacó, ao Deus Poderoso,..porque o Soberano Senhor, Jeová dos exércitos, executará uma exterminação..." e em Isaías 9:6 lemos sobre Jesus, "..., e será chamado pelo nome de Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz." Então Jeová é Deus Poderoso identificando-se plenamente com Jesus! Além disso Jesus é chamado de "Pai Eterno", e se ele é "Pai Eterno" significa que não foi criado, não teve um começo.

Algumas vezes as Testemunhas afirmam que Jesus não pode ser Deus porque ele é chamado de "Filho de Deus". É lógico esse raciocínio? Então quer dizer que Jesus não pode ser verdadeiro homem porque é chamado de "Filho do homem"(João 3:13)? A expressão "Filho de Deus" ao invés de depor contra a Divindade de Jesus, a confirma. Assim como ser "Filho do Homem" é ser verdadeiramente humano, ser "Filho de Deus" é ser verdadeiramente Deus!Tanto é que os próprios judeus que ouviam Jesus chegaram a essa conclusão, a ponto de querer apedrejá-lo(João 10:33,36, 5:18) Se tomarmos ao pé da letra a expressão "Filho" como fazem as Testemunhas então temos de admitir que além de um Pai celestial o Filho teve de ter uma "Mãe celestial", o que é um absurdo. Argumentar que a expressão "Filho" inferioriza Jesus porque todo filho teve um começo, não é valido, mesmo porque todo pai também teve um começo. Isso significa que o ensino das Testemunhas sobre as expressões "Pai" e "Filho" não encontram apoio na Bíblia.

Infelizmente as Testemunhas de Jeová estão entre aqueles que "têm zelo de Deus, mas não segundo um conhecimento exato"(Romanos 10:2), rejeitam o conselho de Jesus que disse: "a fim de que todos honrem o Filho, assim como honram o Pai. Quem não honrar o Filho, não honram o Pai que o enviou."(João 5:23) Desonram o Filho rebaixando-o a condição de um ser criado como os anjos, enquanto honram o Pai como Jeová Deus. Fecham seus corações para a revelação de Jeová em Jesus, Deus feito carne humana, e promovem um falso ensino desonrando o Filho, por isso desestimulamos aqueles que querem unir-se a essa organização religiosa, por tratar-se de um grupo sectário.

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9. 1.Blasfêmia contra o Espírito Santo: Primeiramente afirmamos com base na Bíblia que a blasfêmia contra o Espírito Santo não pode ser cometido por cristãos, isso porque eles possuem o habitar permanente do Espírito (Mateus 28:20; João 16:16-17; Romanos 8:14,16; I Coríntios 12:3; I João 3:24; Colossenses 1:27 e Hebreus 13:5), além disso após a conversão se pecarmos e confessarmos nossos pecados Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de todas as injustiça(I João 1:9). Apenas os incrédulos podem cometer o pecado imperdoável. Para entendermos o que significa blasfemar contra o Espírito Santo precisamos entender o seguinte - O Filho de Deus, Jesus Cristo falava e fazia as obras do Pai (João 10:25), essas eram feitas para que o povo cresse nele(10:26). O Espírito Santo estava atuante no ministério de Cristo procurando convencer os pecadores da salvação em Cristo (João 3:34; Mateus 12:28). Portanto o Deus Triúno estava trabalhando em prol da redenção da humanidade. Os fariseus, que eram religiosos incrédulos, rejeitavam o atuar do Senhor, fechando-lhe os corações, a ponto de atribuírem à operação divina ao maligno (João 12:24). O que leva o Senhor a advertir: “mas a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada aos homens,...,se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro”(Mateus 12:31-32) Esses versículos alertam solenemente contra a rejeição persistente e deliberada da chamada do Espírito Santo para a salvação em Cristo. A atitude humana não responsiva conduz a um estado de insensibilidade moral e confusão sobre questões morais, quando então o bem é visto como mal, e o mal é visto como se fosse bem (Isaías 5:20). O grande exemplo dessa atitude foram os fariseus, que atribuíram as obras misericordiosas de Jesus a Satanás. Não é possível o arrependimento em vista dessa atitude mental, pois o coração endurecido não pode mais reconhecer o pecado, e a oferta divina de misericórdia em realidade é decisivamente rejeitada. Achar-se nessa condição perigosa é cortar-se da fonte do perdão. Então podemos definir o pecado imperdoável como a rejeição deliberada e derradeira da obra especial do Espírito Santo (João 16:7-11), que testemunha diretamente ao coração a respeito de Jesus como Senhor e Salvador, resultando na recusa total de crer. Para aqueles que o recusam e se voltam contra o Espírito Santo, Deus não tem nenhum outro plano. Não há outro sacrifício pelo pecado(Hebreus 10:26-31). Aqueles cujo estado endurecido faz com que recusem o rogo final de Deus, nunca serão perdoados. Esta é a blasfêmia contra o Espírito Santo.

2.Pecado para a morte:No tratamento governamental de Deus, alguns de seus filhos podem estar destinados à morte física nesta era devido a determinado pecado, e outros também podem estar destinado à morte física devido a outros pecados. A situação é semelhante à de Ananias e sua esposa Safira, que foram tratados pela morte física devido à sua mentira ao Espírito Santo(Atos 5:1-11). A situação também é semelhante àquela dos crentes coríntios, que foram tratados com um julgamento similar por não discernirem o Corpo (I Co 11:29-30). Isso foi tipificado pelo tratamento de Deus com os filhos de Israel no deserto (I Co 10:5-11). Todos eles, exceto Calebe e Josué, foram julgados por Deus com morte física devido a certos pecados. O tratamento governamental de Deus é severo. Miriã, Arão e mesmo Moisés não foram poupados desse tipo de tratamento devido a algumas de suas falhas (Nm 12:1-5, 20:1,12,22-29; Dt 1:37, 3:26-27, 32:48-52). A punição do tratamento governamental de Deus para com Seus filhos não tem relação alguma com a perdição eterna. Pelo contrário, é um tratamento dispensacional de acordo com o governo divino, o qual está relacionado à nossa comunhão com Deus e de uns para com os outros. Se um pecado é para a morte ou não, depende do julgamento de Deus segundo a posição e condição de cada um na casa de Deus. Em qualquer caso, filhos de Deus pecarem é uma questão séria. O pecado pode ser julgado por Deus com a morte física nesta era! Agora, como sabemos quando alguém peca para a morte? Já vimos que de acordo com o tratamento governamental de Deus, alguns de Seus filhos podem ser destinados à morte física nesta era devido a certos pecados. Embora possamos estar claros sobre essa questão em principio, como vamos discernir se certo irmão pecou ou não para a morte? Para termos esse discernimento precisamos ser alguém que seja absolutamente um com o Senhor. Na verdade, somente o próprio Senhor sabe se certo pecado é para a morte. Portanto, se não formos um com o Senhor, não poderemos saber se um irmão pecou ou não para a morte. Entretanto, se formos intimamente um com o Senhor, se permanecermos no Senhor e se formos um espírito com Ele, espontaneamente saberemos se um pecado em particular é ou não para a morte. Não haverá necessidade de tentarmos saber essa questão. Vejamos o caso de Moisés, aos nossos olhos o pecado que cometeu era apenas um pequeno engano. Mas de acordo com o tratamento governamental de Deus, aquele foi um pecado para a morte. O caso de Moisés ilustra o fato de que em nós mesmos não somos qualificados ou capazes de discernir que tipo de pecado é para a morte. Podemos ter este discernimento apenas quando somos absolutamente um com o Senhor.

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10. Em I Coríntios 8:4 lemos que “...não há outro Deus, senão um só”, o próprio Deus declara em Isaías 45:5: “Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de mim não há Deus,...”. No entanto, ao longo da Bíblia, este Deus sem igual, singular, é descrito como sendo tripessoal. Ele disse em Gênesis 1:26: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança,...”. Isaias 6:8 declara também: “Depois disso ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós?...” Temos no Antigo Testamento a semente da revelação do Deus Triúno que é desenvolvida claramente no Novo Testamento.

Um Deus com três distinções

Uma das proclamações mais enfáticas está em Mateus 28:19, onde lemos “batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”. Observe que o substantivo “nome” está no singular e não no plural “nomes”, indicando que os três são um único Deus. Por outro lado os três são distintamente descritos como Deus. O Pai é Deus,em Efésios 1:17 Paulo diz “para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória,...”, que é o “Deus e Pai de todos” (Efésios 4:6).

A Bíblia também revela que o Filho é Deus. Falando do Filho, Hebreu 1:8 descreve: “Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos;”.E no início do Evangelho de João lemos: “No principio era o Verbo e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus, e o Verbo se fez carne, e habitou entre nós,...” (João 1:1,14). O homem Jesus era Deus manifesto em carne (I Timóteo 3:15-16). Depois da morte de Cristo e ressurreição, Tomé O adorou confessando, “Senhor meu, e Deus meu!”(João 20:28). Agora no céu, como o Cristo ascendido que está acima de tudo, é descrito da seguinte forma:“o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente” (Rom. 9:5). Além disso, o Espírito é Deus, como indicado em Atos 5:3-4, onde Ananias foi descrito como mentindo ao Espírito Santo, o que equivale a estar mentindo a Deus. Ainda que o Pai, o Filho, e o Espírito,são distintos, não são três Deuses separados. Nas palavras do Credo de Atanásio, “o Pai é Deus, o Filho é Deus, e o Espírito Santo é Deus, e todavia não há três Deuses, porém um único Deus”.

A Eternidade de Deus na Trindade

Todos os Três da Trindade são eternos. O Pai, Filho, e Espírito não existem em três modos temporários, sucessivos ou fases. De acordo com Isaias 9:6, o Pai é o Pai eterno. Adicionalmente, o Filho, como o real Melquisedeque em Hebreu 7:3, “não tem principio de dias nem fim de vida”.”Ele sempre é o mesmo, e os anos dele não terão fim” (Hebreus 1:12). Finalmente, era pelo Espírito eterno que Cristo se ofereceu na cruz imaculado para Deus (Hebreus. 9:14).Os Três são eternos e isto denota que Eles coexistem de eternidade a eternidade.

As distinções eternas de Deus

Muitos versos demonstram a coexistência entre os Três. No relato de Mateus sobre o batismo de Jesus,o Filho subiu da água, o Espírito de Deus desceu sobre Ele como uma pomba, e o Pai testemunhou dos céus sobre Seu Filho amado (3:16-17). Esta cena retrata a existência simultânea do Pai, do Filho, e do Espírito. No entanto devemos tomar cuidado de não ir além e acabar interpretando que os três possuem uma existência separada. Ainda que no batismo o Consolador e o Filho estavam corporificados(o Filho como homem e o Espírito como pomba para serem percebidos pelos olhos físicos), não deixaram de ser unidos como uma única essência ou Espírito infinito (Efésios 4:4; João 4:24).

O Deus Triúno e inseparável

Mais adiante, em João 14:16-17 o Filho prometeu pedir para o Pai enviar o Espírito da verdade(literalmente no grego “verdade” significa:realidade) como o segundo Consolador; o Pai respondeu a oração do Filho enviando o Espírito (João 14:26). Entretanto reafirmamos que enquanto distintos na coexistência eterna deles, isso jamais significa que são três deuses ou pessoas separadas. Eles possuem uma coinerencia mútua e inseparável; quer dizer, Eles habitam um no outro. Ao longo dos Evangelhos,Jesus aproveitou muitas oportunidades para revelar aos discípulos a relação de coinerencia misteriosa dele com o Pai. Por exemplo, em João 14:11, o Senhor respondeu ao desejo de Filipe para ver o Pai, assegurando a união intrínseca deles: “crede-me que estou no Pai, e o Pai está em mim?”. Este verso mostra a relação de coinerencia misteriosa que o Filho compartilha com o Pai. Assim o Filho, enquanto fisicamente na terra, estava no Pai, e o Pai no Filho. Além disso, o Senhor declarou em João 6:46, "Não que alguém visse ao Pai, a não ser aquele que é de Deus; este tem visto ao Pai” . A preposição “de” neste verso, literalmente tem o sentido no grego de “de com”,conseqüentemente, o Filho enviado de Deus foi enviado simultaneamente com Deus. O Senhor testemunhou desta íntima união: "Ele que me enviou está comigo; Ele não me deixou só" (João 8:29) . Em Colossenses lemos que nele (em Jesus) “habita corporalmente toda a plenitude da Divindade” (Colossenses 2:9). Como isso seria possível se o Pai e o Espírito estivessem longe ou separados Dele? Da mesma forma o Espírito é inseparável do Pai e do Filho (João 14:16-18; 2 Cor. 3:17). 

João 14 também testemunha a coinerencia inseparável entre o Filho e o Espírito. Nos versos 16 e 17, o Filho pede para o Pai que envie o Espírito da verdade,este Espírito estaria com e nos discípulos. Ainda no verso 18, o Filho promete que Ele é que voltará para os discípulos. O Espírito vem aos discípulos em um primeiro aspecto como vida após a ressurreição de Cristo (João 20:28) e no Pentecostes como poder( Atos 2).No verso 26 o Espírito é descrito como enviado pelo Pai no nome do Filho. Considerando que o nome do Filho é equivalente à Pessoa dele, o Espírito Santo enviado no nome do Filho é equivalente a vinda do próprio Filho no Espírito. Conseqüentemente, quando o Espírito Santo vem, o Filho vem. O Evangelho de João vai mostrar semelhantemente que o Pai é inseparável do Espírito. Em João 15:26, o mesmo Espírito da verdade que procede do Pai seria enviado aos crentes pelo Filho do Pai. Novamente, ambas as ocorrências da preposição “de” neste verso derivada do grego, literalmente “de com”. Conseqüentemente o Espírito que foi enviado a nós do Pai e procede do Pai também foi enviado com o Pai e procede do Pai. Comparando João 14:26 e 15:26, fica claro que o Espírito foi enviado pelo Filho e pelo Pai; além disso, o Espírito que foi enviado do Pai não só entrou no nome do Filho mas também veio com o Pai. Estes versos realçam a verdade de que os três da Divindade são inseparáveis.

Conclusão

A Bíblia revela há um único Deus. O Pai é Deus, o Filho é Deus, e o Espírito Santo é Deus. No entanto não são três deuses separados, mas um único e mesmo Deus. A mente humana finita não consegue entender totalmente o Infinito, mas podemos nos curvar diante de Sua profunda revelação contida na Bíblia, de que Ele é Três em Um, ou seja, a Trindade.

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11. Em relação a minha "religião", posso lhe afirmar que não possuo nenhuma religião, mesmo porque as religiões são incompatíveis com a fé cristã, visto que estas procuram estabelecer seu próprio caminho para se achegar a Deus. Além disso, a religião perseguiu e se opôs ao Filho de Deus, assim como aos seus seguidores - os discípulos. Se você teve o cuidado de pesquisar outras páginas do meu site (Histórico), verá que faço parte do Corpo de Cristo, da Igreja do Senhor, dentro de uma denominação evangélica pentecostal, que por sua vez faz parte do cristianismo. Mas isso quer dizer que o cristianismo é mais uma religião? Não! O cristianismo genuíno é um relacionamento vivo e dinâmico com Deus por meio de Cristo no Espírito!

Que o Senhor possa através dessa simples page apagar a "fé", ou melhor, a credulidade que as pessoas possuem nesses enganos religiosos, e fazer com que se voltem para Ele, o único que satisfaz a sede do coração humano(João 4:14, 7:37-38). A medida que isto for acontecendo, estarei muito contente porque mais vale uma alma do que todos os bens materiais do mundo, e isso é realmente ganhar alguma coisa! Agradeço a Deus por poder estar utilizando o dom que Ele me deu para ensinar as verdades bíblicas( Romanos 12:7; I Pedro 4:10-11), que valem mais do que o ouro e a prata, alias, não estou ensinando simplesmente o "meu ponto de vista"(ai de mim se assim fizesse!), mas procuro ensinar de acordo com a Palavra de Deus. Procurarei sempre alertar as pessoas mostrando que só Jesus é o verdadeiro Salvador, e o único caminho para saírem do labirinto confuso e incerto das seitas.

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12. Com relação a questão de “não julgar para não ser julgado”, que está em Mateus 7:1, vale a pena lembrar que toda passagem bíblica deve ser usada levando em consideração o seu contexto. Será que Jesus com esta palavra estava proibindo todo tipo de julgamento? A resposta é não. Jesus não estava proibindo todo tipo de julgamento, e sim o juízo hipócrita(Leia Mateus 7:5). Paulo confirma isso, em Romanos 2:1 quando declara: “Portanto és indesculpável quando julgas, ó homem quem quer que sejas, porque no que julgas a outro a ti mesmo te condenas; pois praticas as próprias cousas que condenas.”

Observe que em Mateus 7:15 Jesus diz: “Acautelai-vos dos falsos profetas...” . Mas como poderíamos “acautelar-nos dos falsos profetas” se não pudéssemos reconhece-los? Então precisamos conhecer suas heresias, e para que isso aconteça precisamos expô-las.

Em João 7:24 o Senhor diz : “Não julgueis segundo a aparência,e,sim, pela reta justiça”. Isso quer dizer que existem julgamentos que são lícitos e contam com a aprovação de Deus. Devemos julgar de acordo com a reta justiça, que é a Palavra de Deus (Salmo 19:7-9; Isaías 8:20).Em certa ocasião Jesus afirmou: “julgaste bem” (Lucas 7:43). Paulo admitiu que seus escritos fossem julgados (I Coríntios 10:15), e afirmou que “o que é espiritual julga bem todas as coisas”(I Coríntios 2:15).

Além disso, todos os grupos hereges alistados no meu site, quando abordam os evangélicos, apregoam suas heresias e procuram desencaminha-los. Algumas seitas estão tão convictas das mentiras que pregam, que muitas vezes não entendem porque muitos evangélicos resistem e não se unem a elas, por isso é necessário expor esses falsos ensinos.

Lembrando que as seitas mais prejudiciais são aquelas que mais se parecem com a verdade, elas conseguem com mais facilidade ganhar a atenção dos evangélicos, por isso devemos desmascara-las.

Judas convocou em sua carta os cristãos para batalharem diligentemente pela fé que uma vez foi dada aos santos."(Judas 1:3) Portanto, que possamos aceitar e desafio, condenado todas as obras infrutuosas das trevas (Efésios 5:11)

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13. Conforme descrito no meu histórico, faço parte acima de tudo - do Corpo de Cristo, que é composto por todos aqueles que crêem Nele, desde sua fundação no pentecostes até a consumação dos séculos. Conheci o evangelho por meio do trabalho dos irmãos Batistas, e atualmente faço parte de uma denominação evangélica pentecostal. O nome da denominação que estou fazendo parte é "Comunidade Evangélica Resplandecer em Cristo". Assim como fazemos para entrar em qualquer denominação evangélica, assim se faz com relação a minha, ou seja, é só freqüentar( se não for evangélico é necessário aceitar a Jesus) e pedir sua adesão. Para terminar gostaria de te dizer que é fundamental termos uma visão bíblica do que é a Igreja, esta nunca é um lugar, mas sempre um povo; nunca um curral, mas sempre um rebanho; nunca um edifício "sagrado", mas sempre uma assembléia dos que crêem. A Igreja é você que ora, não onde você ora. Uma estrutura de tijolo ou mármore não pode ser Igreja mais do que suas roupas de sarja ou cetim podem ser você.

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14. Para conhecer mais sobre a Congregação Cristã no Brasil clique no botão "seitas heréticas" e leia as apostilas sobre essa seita, que são:

Doutrinas Heréticas da Congregação Cristã no Brasil (Parte 1 e 2)

Como responder aos adeptos da Congregação Cristã no Brasil

A Heresia sobre o Espírito Santo e a Bíblia

Os ensinos da Congregação Cristã no Brasil confrontados com a Bíblia

A questão do uso do véu e do ósculo santo (Parte 1 e 2)

Congregação Cristã no Brasil: Denominação Cristã ou Seita Herética?

Vale a pena ler também as apostilas, que tratam de seitas em geral, entre elas:

Seitas Heréticas, estratégias de Satanás

Identificando as seitas

Para ganhar para Jesus um membro da referida seita, atente para as seguintes orientações:

Esteja convicto da tua salvação em Cristo.

Conheça as várias heresias propagadas pela Congregação e como refutá-las.

Ore continuamente por aquele que você quer ganhar para Jesus.

Conheça as doutrinas bíblicas: Salvação, Igreja, Espírito Santo, as duas ordenanças: batismo e ceia, Bíblia, Graça e Jesus.Essas doutrinas são as mais deturpadas pelos adeptos dessa seita. Para isso leia muito a Bíblia e também livros de Teologia Sistemática que tratam desses temas(recomendo a leitura do livro Teologia Sistemática - uma perspectiva pentecostal, publicado pela CPAD).

Procure evangelizar um adepto da Congregação por vez, ou seja, um evangelismo pessoal, de preferência só você e quem você quer evangelizar (a sós). Evite evangelizar dois ou mais de uma vez.

Tenha muita paciência, mantenha a calma porque eles farão de tudo para lhe irritar, e alguns até mesmo serão agressivos com palavras.

Nunca enfatize a sua denominação evangélica, mas Jesus Cristo. O adepto da CCB idolatra sua organização religiosa(mesmo que muitas vezes inconsciente), e nós evangélicos só exaltamos e glorificamos a Jesus.

Não vá a CCB, ao invés disso,se for o caso, convide o adepto a ir até sua denominação.

Não se deixe enganar "as aparências enganam", apesar da CCB possuir uma aparência de piedade e satisfação religiosa, na verdade seus adeptos sequer tem a certeza da salvação. 

Tenha consciência de que o adepto da CCB vai lhe enxergar como um instrumento do maligno, assim como os fariseus acreditavam que Jesus era de Satanás. Portanto não fique desanimada, mesmo porque, a Palavra de Deus lançada é viva e eficaz (Hebreus 4:12). Faça sua parte, e Deus se encarregará de fazer a Dele.

Outra coisa, ame, libere o amor de Deus para com eles ou qualquer adepto de seita, quando o amor de Deus flui de nós barreiras são quebradas. Afinal, reconhecemos a sinceridade de muitos adeptos da CCB,como das testemunhas de Jeová, da Igreja de Cristo Internacional e de muitos outros, no entanto rejeitamos veemente suas doutrinas que são heréticas. Temos que abordar um adepto de seita com muito amor no coração.

Para finalizar, digo que, a ênfase principal da CCB está em dois aspectos - acreditam serem a única obra cujo ministério prega a Palavra de Deus pelo Espírito Santo (Para uma resposta para essa declaração leia os pontos "rejeição do estudo da Bíblia" e "a prática de buscar a Palavra" na apostila "Doutrinas heréticas", e a apostila "A Heresia sobre o Espírito Santo e a Bíblia"); e que obedecem mais a risca a doutrina cristã (para uma resposta a esse argumento leia a apostila "Ensinos da CCB confrontados com a Bíblia" e "A questão do uso do véu e do ósculo santo").

Espero que de alguma maneira possa ter te ajudado, só mais uma coisa, leia a apostila "Como responder aos adeptos da CCB", que vai reforçar todos esses conceitos expostos acima.

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15. Com respeito ao uso de tatuagens, alguns citam os seguintes textos para condena-las:

“Pelos mortos não ferireis a vossa carne; nem fareis marca nenhuma sobre vós:Eu sou o Senhor.”(Levítico 19:28)

“Não farão calva na sua cabeça, e não cortarão as extremidades da barba, nem ferirão a sua carne.”(Levítico 21:5)

No entanto, esses textos não tratavam de tatuagens, mas de rituais pagãos, nos quais os adoradores se auto flagelavam para chamar a atenção de seus deuses (Veja I Reis 18:26-29), e o povo de Israel como uma nação separada por Deus deveria se abster de todo tipo de práticas idolátricas. Esse é o caso de algumas seitas, como por exemplo “os Borboletas Azuis”, e os Satanistas, que se auto flagelam visando o culto que prestam.

Quanto as tatuagens, ninguém as fazem para prestar culto a uma divindade. Todavia se formos analisar os motivos que estão por detrás de quem as fazem, descobrimos que muitos querem:

chamar a atenção(ser diferentes dos demais),

seguir os hábitos da maioria do grupo (isso é muito comum entre os jovens),

carregar no corpo(se possível para vida toda) algum sinal ou figura que o marcou, que gosta muito, ou que lhe chama muito a atenção.

passar uma mensagem de rebeldia a sociedade.

Todavia nenhum desses motivos são plausíveis para os cristãos. Primeiro porque o cristão como já indica seu nome, deve chamar toda a atenção para Cristo, e a Ele refletir. Segundo que não devemos ir no embalo da maioria, devemos ter as nossas próprias convicções, e estas devem estar arraigadas em fortes princípios bíblicos, e um desses princípios nos diz que tudo o que fizermos deve ser para a glória de Deus(I Coríntios 10:31). Terceiro, é que tudo o que está "debaixo do sol" é passageiro(Mateus 24:35), e nada deve furtar de nós o lugar que só Cristo deve ocupar, o apóstolo Paulo chegou a dizer que carregava no corpo as marcas, mas as marcas do sofrimento por amor a Cristo(Ver Gálatas 6:17), e essas são marcas dignas de um cristão.Quanto a rebeldia, isso não convém a um cristão(I Coríntios 10:23).

Em conclusão podemos dizer que enquanto não temos uma proibição específica na Bíblia sobre o uso da tatuagem, vemos que as mesmas não devem ser feitas pelos cristãos, pois os motivos que estão por trás de quem as quer fazer, vão contra os princípios bíblicos. Agora, se alguém antes de conhecer o Senhor,possui tatuagens não precisa se preocupar ou se culpar por isso, afinal Deus não leva em conta os tempos em que estávamos ignorantes acerca da verdade espiritual(Atos 17:30).

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16. O meu interesse não é de perseguir nenhuma seita ou movimento sectário, mas o de alertar os cristãos sobre o perigo do envolvimento com esses grupos religiosos enganadores. Reconheço que as seitas se ufanam diante dos evangélicos, propagando que são as "únicas detentoras da verdade",que exclusivamente pertencem a Deus", "que aquele que quer servir ao Senhor com maior “perfeição” tem de fazer parte delas,tendo contudo que negar a fé antiga",etc. Usando de astucioso proselitismo elas procuram desencaminhar os evangélicos da Pessoa de Jesus, atacando, tentando roubar-lhes a firmeza.No entanto, quando nos propomos a desmascarar essas mesmas seitas, elas acreditam que estão sendo vítimas de perseguição religiosa, isso é o que chamamos no estudo da heresiologia de “síndrome da perseguição religiosa”.Pode ter certeza que essa síndrome (que é encontrada em todo tipo de seita) não faz nenhuma delas a verdadeira Igreja de Deus.O que faz alguém pertencer a verdadeira Igreja de Deus, é crer no genuíno evangelho, e isso as seitas não fazem.

Paulo declarou que devemos reprovar as obras infrutíferas das trevas, e também fazer a defesa do evangelho(Efésios 5:11;Filipenses 1:16).

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17. O interesse do site FLPROFESSOR expondo as doutrinas heréticas da Congregação Cristã no Brasil e de tantas outras seitas, é o de advertir os cristãos do perigo que esses movimentos representam para a fé cristã, fazendo eco as palavras do Senhor que disse: "Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores."Mateus 7:15

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18. Enquanto os adeptos dessa seita são orientados a não assistirem televisão, em contrapartida não existe nenhuma restrição para o consumo de bebidas alcoólicas. Isso é muito incoerente, e cabe bem na reprovação de Jesus, em Mateus 23:24 - "Condutores cegos! que coais um mosquito e engolis um camelo."

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19. O nome Katsbarnea é derivado do nome bíblico de uma região chamada
Cades-Barnéia (Josué 15:3), o significado desse nome hebraico é
"consagrado".


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20. Observe as seguintes declarações dos escritores e mestres da Maçonaria:

"A Maçonaria não é,pois, uma simples instituição filantrópica e social:é uma ciência, uma filosofia, um sistema moral, uma religião."(Estudos sobre a Maçonaria Americana, página 25- A.Preuss)

"A reunião de uma Loja Maçônica é estritamente religiosa.Os dogmas religiosos da Maçonaria são poucos, simples, porém fundamentais. Nenhuma Loja pode ser regularmente aberta ou encerrada sem oração." (The Freemason's Monitor, I.S.Weed, pág.284)

"A Maçonaria é religião universal porque abrange todas as religiões e o será enquanto assim fizer. E por esta razão, unicamente por ela, que é universal e eterna." (Antiga Maçonaria Mística Oriental,pág.67)

"A maçonaria tem um serviço religioso a prestar, ao entregar o corpo de um irmão falecido ao pó de onde veio e apressar o retorno do espírito livre de volta à Grande Fonte de Luz. Muitos maçons fazem esse vôo sem nenhuma outra garantia de uma aterrizagem segura, exceto sua crença na religião da maçonaria." (Coil's Masonic encyclopedia, Macoy Publishimg, Richmond, 1961, pág.51)

"Toda loja maçônica é um templo religioso e seus ensinos são instruções religiosas."(Morals and dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry, pág.213 Albert Pike)

"É a religião universal, eterna, imutável."(idem,pág.219)

"Este rito levanta a ponta do véu,[...]pois lá declara-se que a maçonaria é um culto."(idem,pág.718)

De acordo com as declarações acima, a maçonaria é uma religião ou culto (seita) secreta. A maçonaria tem templos("Lojas"), tem membros, tem doutrina, tem orações, tem um deus(ou deuses), rituais, cerimônias fúnebres, e tem reuniões. Todos esses sinais caracterizam a mesma como uma seita. Difícil é agora negar a evidência!

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21. Nem uma coisa, e nem outra.

Primeiro porque o dízimo não é um preceito que teve origem na lei, mas é anterior a mesma. Tanto Abraão como Jacó deram o dízimo(Gênesis 14:17-20, 28:20-22), e isto cerca de 430 anos antes da lei. A lei findou na cruz, no entanto o dízimo é anterior a lei. 

Segundo, de acordo com Hebreus 7:1-17, o sacerdócio de Cristo é comparado ao de Melquisedeque. Assim como Melquisedeque tomou o dízimo do crente Abraão, assim Cristo toma de seus filhos (Gênesis 14:-20; Hebreus 7:8). Ainda que o sacerdócio de Levi tenha passado, o de Cristo-Melquisedeque não, portanto o dízimo como parte dele mantém continuidade.

Terceiro, Jesus deixou claro na sua reprovação em Mateus 23:23 e Lucas 11:42 que o dízimo era tão importante quanto a misericórdia, a fé e a justiça. A misericórdia, a fé e a justiça que também eram preceitos da lei continuam tendo validade assim como o dízimo.

Quarto que alguns grupos religiosos sectários atacam o ato de dizimar, no entanto mantém mascaradamente formas de contribuição mais pesadas do que o dízimo. O que precisam ter é humildade para admitir que a parte material da obra de Deus deve ser mantida pelos dízimos e ofertas (Malaquias 3:10).

Para finalizar podemos dizer que a nossa vida com Deus é um todo espiritual, psicológico, físico e também material. Ser dizimista é reconhecer além das três anteriores,esta última. Aquele que dá pão para nosso sustento, é o mesmo que dá semente para semear em sua obra!(II Coríntios 8:6-10).

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22.Vamos falar de uma maneira bem rápida.

A Igreja Universal do Reino de Deus fundada por Edir Macedo Bezerra (ou Bispo Macedo), em 27 de julho de 1977, é uma igreja evangélica que apresenta alguns problemas doutrinários de ordem secundária. A Igreja Universal é oriunda de duas divisões em igrejas evangélicas - Quatro membros da igreja de Nova Vida insatisfeitos com sua linha de ação, fundaram um novo ramo, a Igreja da Graça, depois de algum tempo houve novas divisões e duas novas denominações surgiram - a Cruzada do Caminho Eterno e a Igreja Universal do Reino de Deus.Não concordamos com os exageros( resquício da teologia da prosperidade) e costumes sincretistas controvertidos (exemplo: sessão do descarrego, fazer o endemoninhado ficar falando no microfone,correntes, etc.). Sabemos entretanto que existem dentro dessa denominação muitos cristãos(que conheço e muitos outros que não conheço), que merecem o nosso respeito.

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23. Basta apenas verificarmos os fatos - as características da Congregação Cristã no Brasil não são de igreja evangélica. Pregar que o pecador tem seus pecados perdoados no batismo nas águas, é heresia. Isso é muito sério porque depõe totalmente contra o evangelho de Cristo e profana o sangue da Aliança(Gálatas 1:9; Hebreus 10:29). Rebatizar os cristãos em nome de uma qüaternidade é faze-los negar a Jesus Cristo, e isso é veemente reprovado pelo Senhor(Lucas 12:9-10). Admitir práticas estranhas como "uso de um lencinho sobre o cabelo" e um "beijo ritualístico" e confundi-los com o véu e o ósculo santo bíblico, achando que só os que os praticam obedecem completamente os mandamentos de Deus é totalmente anticristão.O que dizer dos ensinos de que as orações só são aceitas por Deus se forem feitas de joelhos? Ou de que o estudo da Bíblia é carnal, porque "a letra mata"? De que pedir o dízimo é estar sob a lei, e não sobre a graça? E de que só Jesus pode receber o titulo de pastor? Ou quem sabe a orientação de que nada do que é falado no púlpito pelo "ministério espiritual" pode ser questionado ou discutido, mas obedecido "porque só assim se honra o Senhor"?E outros mais...

Para completar, fica difícil de aceitar as declarações exclusivistas, tão natural entre as seitas, de que só a Congregação Cristã no Brasil é a obra de Deus, porque somente ela "obedece a risca os mandamentos de Deus e é dirigida pelo Espírito Santo". Declarações estas que são lidas nos manuais de doutrinas da CCB, e ouvidas da boca de seus próprios adeptos.

Contra fatos, não há argumentos!

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24. Afirmamos em nosso site que a referida igreja é uma seita herética por diversos motivos. Primeiro, porque não pregam o genuíno evangelho, ao invés disso ensinam que é necessário unir-se a seita "obedecendo"(ser batizado em nome de uma quaternidade para purificação dos pecados) para se estar na graça(Gálatas 1:9; Romanos 11:6). Segundo porque acreditam que são os "únicos" a obedecerem completamente os mandamentos de Deus ( que ao ver deles inclui um lencinho sobre o cabelo das mulheres, e um beijo ritualístico dado apenas entre homens com homens, e mulheres com mulheres,e em caso de viagem ou na despedida dos cultos), agindo dessa forma os adeptos dessa seita estão cheios de justiça própria, e longe do Espírito de Cristo(Lucas 18:9-14). Terceiro porque rebatizam os evangélicos, isso é diabólico porque faz com que os evangélicos que se unem a CCB neguem a Jesus, já que a experiência anterior é negada(Lucas 12:9-10). Quarto, porque a forma de culto dessa seita lembra mais uma sessão de adivinhação espiritista, tão comum no paganismo (se assemelha muito ao culto greco-romano no oráculo de Delfos) do que um culto cristão, os adeptos vão "buscar a palavra" que é ouvir uma série de adivinhações dados no momento da mensagem, essa prática paganista é vista como o "falar" do "Espírito Santo", isso é inaceitável (Jeremias 14:14; Deuteronômio 18:14).Quinto, porque possuem características de seitas manipulativas(lavagem cerebral), visto que os adeptos devem acatar tudo na CCB com humildade serviçal, sem poder questionar nada, sendo assim não possuem opinião própria, agindo como zumbis ou robôs do "ministério espiritual" que dita o que devem crer e fazer e o que não devem crer e fazer(Salmo 32:9; Gálatas 5:1). Sexto, porque atacam o estudo da Bíblia Sagrada, e ao invés disso incorporaram um conceito herege gnóstico do primeiro século, no qual o importante era a "gnose ou iluminação interior espiritual", e não a avaliação cognitiva ou o conhecimento adquirido pelo estudo das Escrituras(I João 4:4; 1:4; Atos 17:11).Sétimo, que a intenção dos adeptos da CCB com relação aos evangélicos não é terem comunhão, mas fazer proselitismo, e para isso usam de todo artifício, desde pronunciarem falsas profecias, tais como "Deus me manda te dizer que mais cedo ou mais tarde você virá para a CCB" ou "Não adianta relutar, você fará parte da CCB, Deus manda te dizer que você virá para o verdadeiro aprisco", e assim por diante...,até mesmo contam "testemunhos" de "sinais e maravilhas" para impressionar e persuadir os evangélicos a virem para a CCB, e prazerosamente depreciam os ministérios evangélicos(I João 1:7). Etc,etc,etc...

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25. Sabe, muitas vezes as pessoas se ofendem pelo fato de mostrarmos as heresias que certos grupos religiosos apresentam. No entanto a Palavra do Senhor nos ensina que: "Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos." Provérbios 27:6 Com base nisso posso afirmar que os enganos propagados pela CCB são maiores do que qualquer qualidade que ela venha a ter. Mesmo porque uma linda orquestra, ou um belo templo, ou quem sabe a "aparente" união doutrinária, ou até mesmo falar em Deus e no Espírito Santo, sentir uma tranqüilidade psicológica e emocional,nada disso leva para o céu. Pelo contrário, aqueles que esperam que poderão ser salvos um dia se apegando a estas obras estão perdidos. O único caminho que nos leva, de onde estamos para onde Deus está, é JESUS CRISTO (João 14:6). Não existe nenhum outro pelo qual importa que sejamos salvos (Atos 4:12). Por favor, pare um pouco e reflita...as coisas espirituais são sérias, e Deus não divide Sua glória com ninguém, muito menos com uma organização religiosa que promove doutrinas que ao invés de trazer edificação, promove sectarismo as raias de idolatria. Afinal idolatria não é só adorar "santos" ou "reliquias". O preço que Cristo pagou
na cruz foi muito alto, para acharmos que a Obra de Deus se restringe a um grupo fundado em 1910, no Paraná, Brasil, por um italiano radical e cheio de tradições humanas. No amor de Deus, desejo que tenhas muita saúde, sabedoria, paz, e acima de tudo estejas na Verdadeira Graça de Deus - JESUS!

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26. Com relação ao espiritismo, o que posso dizer com base na Bíblia Sagrada( que é a Palavra de Deus ), é que os postulados do mesmo são incompatíveis com o Cristianismo.

Então vejamos:

1.Reencarnação: De acordo com o Espiritismo é o retorno da alma à vida corporal para adquirir novos conhecimentos a fim de atingir a perfeição, numa pluralidade de existências.

Resposta da Bíblia: Não existe reencarnação, apenas ressurreição (Daniel 12:2; I Tessalonicenses 4:14-18;etc.). Em Hebreus 9:27 lemos que "aos homens está ordenado morrerem uma só vez e, depois disso o juízo."

2.Pluralidade dos mundos habitados: Revela que todos os mundos existentes no universo tem sua utilidade e constituem-se em moradias de seres vivos, encarnados ou desencarnados.

Resposta da Bíblia: Existem apenas dois mundos habitados, o terreno cuja habitação só existe na terra, e o espiritual(céu e inferno)cujos habitantes são os seres espirituais. No relato da criação lemos que na Terra foi criado o homem para se expandir e habitá-la(Gn 1:28). Em toda a Bíblia não vemos menção de nenhum outro mundo ou planetas habitados. Seres extraterrenos de outros planetas que alguns afirmam que viram, são demônios, que utilizam-se de tal engano para contestar a Palavra de Deus.

3.Lei de causa e efeito: Revela que a toda ação corresponde uma reação, razão porque Deus não castiga nem perdoa; sua lei se cumpre. É o Karma das religiões orientalistas.

Resposta da Bíblia: Deus em Cristo veio reconciliar o homem pecador e perdido, por meio de Sua morte na cruz obtemos perdão dos nossos pecados ao aceitarmos seu sacrifício. Aos que recusarem essa maravilhosa Graça resta o castigo eterno no inferno e posteriormente no lago que arde com fogo e enxofre que é a segunda morte. (Ef 1:7;Apo 20:10-14;etc)

4.Comunicação dos Espíritos:genericamente significa todas as formas de intervenção dos agentes do mundo espiritual no mundo físico. De modo particular, são as mensagens dos espíritos transmitidas aos homens através dos médiuns.

Resposta da Bíblia: Proibida a prática de consulta aos mortos, por causa da influência demoníaca através da mesma (Dt 18:9-14; Ef 6:12). Os mortos não estão sabendo do que acontece aqui na Terra, "debaixo do sol"(Eclesiastes 9:5-6). Eles estão no céu ou no inferno (Lucas 16:19-31), dependendo da fé ou rejeição em relação a Jesus Cristo(João 3:16).

5.A Pessoa de Jesus: Para os espíritas Jesus não era Deus, mas apenas um médium de Deus, um grande mestre, um exemplo,nada mais nada menos do que isso.

Resposta da Bíblia: Jesus era Deus encarnado (João 1:1,14; I João 5:20;etc)

Existem outras doutrinas espíritas que estão em desarmonia com a Bíblia tais como: salvação pela caridade, o espiritismo denominado de o "outro Consolador", a negação do céu e do inferno, mas as que vimos acima são suficientes para provar que o espiritismo é incompatível com a fé cristã. Sabemos da sinceridade dos espíritas e das grandes obras sociais em que tomam parte, não discordamos disso, e até reconhecemos, no entanto doutrinariamente estão equivocados quando examinados a luz da Bíblia.

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27. Uma das indagações de muitos crentes é com relação a vida futura na Nova Jerusalém. Podemos usar de uma pequena ilustração para esclarecer esse ponto: "Na terra em que vivemos passamos momentos felizes e também momentos tristes. Nos relacionamos, conhecemos novos amigos, aprendemos e crescemos com os outros. Desfrutamos de bons momentos de lazer e descobertas. Tirando o lado negativo de nossas vidas(já que no céu não haverá morte, nem lágrimas, nem dor...) e multiplique por mil vezes melhor, isso será a vida no céu. Ou seja, se a vida na terra, em que estamos ainda na presença do pecado, oferece regozijo, quanto mais no céu! O céu na presença do Senhor não será nem um pouco enfadonho, teremos ainda muito que nos relacionar, descobrir, e viver lá, e o que é melhor junto com Aquele que é a razão e o descanso de nossos corações, e por cujo motivo fomos criados - Deus."

A vida celestial não terá casamento(Mateus 22:30), porém terá relacionamentos fraternos(Apocalipse 21:3), e adoração que não é apenas contemplação, mas atividade (Apocalipse 22:3-5).

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28. Por causa de suas características doutrinárias:

A centralidade da figura de Josias Joaquim de Souza e sua revelações e visões controvertidas, para o movimento.

A rejeição do estudo da Bíblia.

A controvertida doutrina do ministério das primicias - o celibato.

O exclusivismo religioso.

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29. A Igreja Verdadeira é aquela formada por todos que receberam a Jesus Cristo como seu único Salvador e Senhor.

João 1:12

João 14:6

João 3:16

A Igreja não são as construções materiais feitas pelo homem, mas o conjunto de pessoas que crêem em Jesus Cristo como seu Salvador e Senhor (Atos 7:48; João 1:12).

Jesus morreu em favor de sua igreja, e não de um templo material (Efésios 5:25). Em Efésios 4:4-6 temos a descrição dessa igreja fundada por Cristo:

um só corpo: formado por todos os filhos de Deus espalhados nas mais diversas denominações evangélicas.

um só Espírito: o Consolador que está habitando permanentemente na vida de todo filho de Deus.

uma só esperança da vossa vocação: refere-se ao estágio final da salvação de Deus - a glorificação do corpo por ocasião da vinda de Jesus.

um só Senhor: Jesus Cristo, que é o cabeça da Igreja.

uma só fé: aqui trata-se da fé salvadora pela qual os pecadores são salvos e colocados no corpo de Cristo. Temos então uma total ausência das obras para a salvação.

um só batismo: O batismo espiritual, ou seja, a imersão para o Corpo de Cristo. Quando todo pecador crê é salvo e batizado no Corpo, então passa a fazer parte da Igreja. Esse batismo não se repete na experiência cristã, e é espiritual.

um só Deus e Pai - O Pai é a fonte, o Filho o executivo e o Consolador aquele que aplica, temos então todo o Deus Triúno para nosso desfrute espiritual. A Igreja é um viver de desfrute na Presença de Deus! Ele está sobre todos, por todos e em todos.

O apóstolo Paulo se refere aos cristãos, chamando-os de santos, ou seja, pessoas perdoadas de seus pecados pela fé em Jesus Cristo.(I Coríntios 1:2) Esta Igreja Cristã se apresenta através das diferentes denominações cristãs que existem no mundo. Definitivamente esta Igreja prega o genuíno evangelho de Deus, a salvação unicamente pela fé em Jesus Cristo, que morreu, foi sepultado e ressuscitou para nos salvar.(I Coríntios 1:18; 15:1-4; Romanos 1 1:16-17)

Temos de aprender a discernir entre cristianismo e sectarismo, ou seja, entre a Igreja e as Seitas Heréticas.

Ao contrário da Igreja as seitas pregam pelo menos uma das heresias de perdição abaixo:

Negação da plena Divindade de Jesus Cristo: Jesus é o Deus Todo Poderoso, Deus encarnado, as seitas negam isso dizendo que Jesus é um filosofo, um mestre comum, um homem bom, um anjo, um deus inferior ao Pai,etc.

Negação do evangelho: A verdade crucial do evangelho é que Jesus é único Salvador e essa salvação é recebida unicamente pela fé Nele. As seitas acreditam que fé precisa de obras para ser eficaz, então acreditam que a salvação só é possível pela fé + obras. Obras que dependendo da seita, algumas vezes é o batismo nas águas,a caridade, penitência, usos e costumes, tradições, ser membro da referida seita, ser fiel aos mandamentos, guarda da lei,etc. Não podemos adicionar nada a fé para sermos salvos.

Rejeição da Ressurreição corpórea de Jesus: Jesus ressuscitou dentre os mortos para nossa justificação. As seitas negam essa verdade dizendo que Cristo não ressuscitou, ou que ele não ressuscitou corporeamente. Algumas como por exemplo o islamismo admitem que ele nem chegou a morrer na cruz!

Negação da suprema autoridade da Bíblia: A Bíblia é a única regra de fé e prática que deve ser estudada para o crescimento espiritual do cristão, é a espada do Espírito, a qual ele usa para nos guiar. As seita apesar de algumas delas dizerem que crêem na Bíblia, põe outros escritos, palavras, supostas orientações de espíritos guias ou "Espírito Santo" acima ou em pé de igualdade a Bíblia. Algumas chegam a orientar contra o estudo da Bíblia, e outras se dão a busca de novas revelações.

Visão distorcida sobre a Igreja: A Igreja é o Corpo de Cristo formado por todos os cristãos pertencentes as mais diversas denominações e grupos evangélicos no mundo, a Igreja é indestrutível, ou seja,nunca deixou de existir. As seitas pregam o exclusivismo religioso, ou seja, somente os que fazem parte de sua grei são os verdadeiros servos de Deus, se enxergam como "a Igreja" e não como uma expressão ou parte da Igreja.Também admitem que são a restauração da Igreja que havia se supostamente se perdido após o período apostólico, então ensinam que houve uma grande apostasia e que o genuíno cristianismo apostólico foi restaurado por meio deles.

Intolerância religiosa: Devemos reconhecer a liberdade cristã. As seitas não admitem que seus líderes e ensinos sejam questionados, são totalmente dogmáticas mesmo em assuntos de tradições e usos e costumes.

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30. Particularmente não vemos na Igreja Adventista do Sétimo Dia ou outras similares(Adventista da Promessa, do Pacto,etc) uma seita herética, temos somente uma possível excessão na Igreja Adventista do Sétimo Dia - os Remanescentes. Alguns evangélicos contestam nos adventistas do sétimo dia: a autoridade excessiva que se dá a Ellen White, a questão do sono da alma, o juízo investigativo, o bode emissário e sua interpretação e a ênfase exagerada sobre a guarda do sábado.Mas convenhamos os adventistas, apesar de
não concordarmos com os pontos acima, não podem ser taxados de seitas porque dentro de seus artigos de fé e ensinamentos eles mantém os pontos cardeais da fé cristã, tais como - justificação pela fé, crença na Divindade do Senhor Jesus, Bíblia como única regra de fé ( a autoridade de Ellen White tem gerado muita controvérsia no seio da comunidade mundial dos adventistas, e existem muitos dos adventistas que não a aceitam), ressurreição de Cristo,
Igreja como composta por todos os que crêem independente da denominação religiosa, e pregação do evangelho. No livro "Seventh-day adventists answers questions", lançado em 1957 pela editora adventista "Review and Harald Publishing Association", foi destacado o seguinte:
1.Sabatismo: a guarda do sábado não propicia salvação; o cristão que observa o domingo não está em pecado; não é cúmplice do papado.
2.Ellen G.White: seus escritos não devem ser colocados em pé de igualdade com a Bíblia; não são de valor universal, mas restritos a Igreja Adventista do Sétimo Dia.
3.Santíssimo: Cristo entrou no lugar santíssimo por ocasião de sua ascensão, e não em 22 de outubro de 1844. Assim, as doutrinas do santuário celestial ser purificado e o juízo investigativo não tinham base bíblica. Um ótimo livro esclarecedor sobre esse tema é "O Abalo do Adventismo" (Editopra Juerp) que mantém uma posição muito equilibrada.


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31. A "Graça de Deus" falando de maneira resumida é o próprio Jesus Cristo e tudo aquilo que ele é e tem, e que nós de maneira nenhuma merecemos. Em II Coríntios 12 Paulo estava se defrontando com o "espinho na carne" que
provavelmente era uma enfermidade nos olhos. Neste caso particular Deus não o curou, porque aquele espinho serviu aos propósitos divinos. Quando Deus então disse para Paulo "minha graça te basta" ele estava como que falando -
"Paulo apesar de suas dificuldades, o importante é minha presença na sua vida". Compare isso com o que Paulo escreve em I Coríntios 15:10 e Gálatas
2:20-21.
Nós também podemos ter experiência semelhante. Irmão, nada temos do que nos orgulhar, pois tudo o que conseguimos fazer é, na verdade, o operar da
graça de Deus em nós. Todos temos fraquezas, que são os espinhos na carne; quando nos consideramos bons e capazes, o espinho em nossa carne nos lembra que precisamos depender do Senhor. Então, nos voltamos ao Senhor e clamamos:
"Senhor Jesus tem misericórdia de mim. Eu não sou capaz. É o Senhor quem faz todas as coisas e, por isso, eu te dou graças. Lava-me com teu sangue de
todo o meu orgulho e não permitas que eu me ensorbebeça"

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32. A Igreja, o Corpo de Cristo, teve origem oficial no dia de Pentecostes em
33 d.C. tendo como sua primeira expressão local a cidade de Jerusalém

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33. Sim!Os crentes são curados tanto pelo poder direto de Deus através da fé no Senhor e de dons de cura, como indiretamente por Ele através da medicina.

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34. Os dons espirituais devem apenas serem usados para edificar a Igreja e não para dominarem a fé das pessoas (I Coríntios 14:26; II Coríntios 1:24). O irmão que tem o dom de revelação e de profecia deve levar o crente a não depender dele, mas do Senhor.Existe sim a possibilidade da pessoa se apoiar no dom e não em Deus, por isso o portador do dom deve ser muito sábio e dar toda a glória a Jesus (I Coríntios 10:31). Além disso todo dom deve conferir com a Palavra de Deus, os dons são dons do Espírito, e o Espírito por sua vez inspirou e preservou a Bíblia, então os dois tem de estar em harmonia. O
perigo é valorizarmos os dons e deixarmos a Bíblia de lado, porque ai se abre a porta para o inimigo. Estejamos alertas, sejamos cheios da Palavra de Deus ,e busquemos os dons.

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35. A salvação é eterna. Jesus deixou claro que "dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer,..."João 10:28

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36. Em Romanos 11:25-29 Paulo diz que Deus ainda há de tratar com Israel. Deus tem tratado com Sua Igreja, mas Israel como nação ainda não está esquecida. Muita coisa relacionada com Israel acontecerá na grande Tribulação e no Milênio.

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37. Quanto a questão levantada, cremos que a Bíblia é a única Palavra de Deus registrada para o homem. Isso afirmamos com base não só dentro da própria Bíblia, mas também nas descobertas da história e arqueologia sérias. Nenhuma descoberta da história ou da arqueologia desabonou um fato bíblico. Mesmo aquilo que a princípio foi colocado em dúvida, mais tarde foi esclarecido, e a veracidade da Bíblia foi reafirmada. Por exemplo: Certa feita a arqueologia colocou em dúvida a existência da terra de Sinear (Gênesis 10:10) por não achar provas da mesma. No entanto mais tarde em uma escavação foram encontradas plaquetas indicando um rei de Sinear. Mais uma vez a Bíblia teve razão.Outro exemplo: Segundo o livro de Daniel, o último governante de Babilônia, antes de esta cair diante dos persas, era chamado de Belsazar (Daniel 5:1-30). Visto que fora da Bíblia, não parecia haver nenhuma menção de Belsazar, levantou-se a acusação de que a Bíblia estava errada e que este homem nunca existiu. Mas, no século 19, em algumas ruínas no sul do Iraque, descobriram-se diversos cilindros pequenos, com inscrições cuneiformes. Verificou-se que incluíam orações pela saúde do filho mais velho de Nabonido, rei da Babilônia. O nome deste filho? Belsazar!

A arqueológia e a história jamais provaram qualquer descrição nessas áreas do Livro de Mórmon (um livro sagrado para os mórmons).

Os relatos da vida do fundador do budismo estão repletos de fatos e fantasias, com a reunião das tradições orais organizou-as suas escrituras, o Tripitaka. Tal escrito está longe de ser inspirado pois trás uma idéia muito confusa sobre "Deus", chegando ao ponto de alguns considerarem os budistas como ateus.

Já o Alcorão, alguns especialistas afirmam que 255 versos foram suprimidos, o que é motivo de constrangimento para muitos adeptos do Islã. Além disso esse escrito ataca doutrinas cristãs cardeais e comprovadas historicamente, tais como a morte de Jesus Cristo, por isso não merece credibilidade.

Quanto a questão da credibilidade da Bíblia, afirmamos que a mesma está isenta de erros, e que corresponde aos originais hebraicos e gregos. No hebraico o sistema de copistas que do original fazia as demais cópias era extremamente sério a ponto de no final de cada copia feita, contar o número de letras de cada livro copiado para identificar se houve ou não erros de atenção nas reproduções. Além disso a descoberta dos manuscritos do mar morto comprovam que o texto do Antigo Testamento que temos em nossa Bíblia são totalmente fidedignos. O Novo Testamento foi terminado no final do primeiro século depois de Cristo, e sua inerrancia é comprovada pelo fato de que existem cerca de 5.000 manuscritos que sobreviveram desde a antiguidade até agora, alguns deles já desde o segundo século D.C. O testemunho geral dessa grande quantidade de evidência é no sentido de que o texto é essencialmente correto. Além disso, há muitas traduções antigas, as mais antigas sendo cerca do ano 180 D.C., que ajudam a provar que o texto é exato.

Por isso dizemos com toda convicção que a Bíblia é a única Palavra de Deus!

O nosso objetivo com o site não é desrespeitar as pessoas, mas contestar as crenças nas quais elas apóiam suas vidas. Tanto é que reconhecemos a sinceridade do adepto de qualquer religião, bem como a grande quantidade delas que participam em projetos sociais em benefícios dos menos favorecidos. Não fechamos nossos olhos para a ajuda de diversas religiões nessas áreas. Por exemplo: É louvável a atitude dos espíritas em manter casas de recuperação e creches.

Concordamos e não atacamos aquilo que está em harmonia com a Bíblia, e que algumas religiões também pregam. Por exemplo: O Islamismo ensina que existe só um Deus Verdadeiro, apoiamos essa verdade. No entanto rejeitamos as crenças deles que estão em desarmonia com a Bíblia, tais como: Jesus não morreu na cruz, não existe trindade, o paraíso é um lugar cheio de materialismo e sensual, o alcorão como escritura inspirada,etc.

Como o apóstolo Paulo certa feita afirmou - "Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade."II Coríntios 13:8 <<<TOPO

38. A Cultura Racional é realmente uma seita herética, apesar de seus adeptos afirmarem o contrário. Existem muitos ensinos questionáveis e hereges nesse grupo, tais como: a importância fundamental de Manoel Jacintho Coelho(fundador da Cultura Racional) a ponto de endeusá-lo; a crença na coleção de livros chamada "Universo em Desencanto" que é para eles uma espécie de Bíblia; o contato com extra-terrestres através do desenvolvimento de uma espécie de vidência(em outras palavra-mediunidade); os laços embrionários com a Umbanda; a crença na metempsicose; etc.etc.etc...

<<<TOPO

39.Causa admiração da irmandade nos enviar e-mails criticando o fato de expormos a falsidade da CCB, em nome de uma suposta unidade espiritual entre crentes. Fato é que a CCB desde sua fundação não vê com bons olhos os evangélicos, até mesmo se contrapõe aos mesmos. Veja no Histórico da Obra de Deus, Louis Francescon chamar os evangélicos de "seitas humanas e teorias"(seitários). Ainda continuam no Brás rebatizando os evangélicos(fazendo-os negar a Jesus), e admitindo que testemunhem que encontraram a "verdade" na CCB. Além do mais na consciência de toda a irmandade, existe a idéia de que só a CCB obedece com mais perfeição os mandamentos de Deus e é a única obra de Deus regida pelo Espírito Santo. Por favor, sejamos sensatos e honestos, isso não é verdade!

Deus não é limitado pela carne, e nem tem compromisso de arrebanhar e congregar quem quer que seja para um auto intitulado "único rebanho de Deus", "a verdadeira graça de Deus", "o caminho da vida eterna", etc,etc,etc.

É tempo de acordar enquanto é dia, porque senão pode ser muito tarde. Deus não reparte Sua glória com ninguém, e nem com os testas de ferro da CCB no Brás.

Que Deus tenha misericórdia da alma e conduza ao arrependimento aqueles que ainda estão presos a doutrinas várias e estranhas, e que acham que estão vivendo em "toda verdade". <<<TOPO

40. "Abner" é um nome hebraico que significa "pai de luz".

<<<TOPO

41. A Igreja do Cristo Vive(ICV) foi fundada pelo angolano Miguel Ângelo em 1985, com o templo sede localizado no Rio de Janeiro, com capacidade para 5.000 pessoas. Esse grupo religioso possui doutrinas controvertidas e estranhas ao cristianismo ortodoxo, tais como:

1.A pré-existência do espírito dos eleitos e escolhidos: Essa doutrina especifica que os humanos anteriormente eram seres angelicais que foram revestidos de carne,e habitaram na terra para cumprir o plano de Deus.

Resposta: A Bíblia deixa muito clara a preexistência de Jesus Cristo (João 8:56-59, 3:13; Colossenses 1:17), mas nega a preexistência da humanidade. Ensina que o homem foi criado no sexto dia da criação do mundo (Gênesis 1:26-31), portanto não era preexistente. Os textos usados pela ICV para provar o ensino da preexistência humana tratam apenas da presciência de Deus (Jeremias 1:5). Não temos nenhuma inferência ou menção na Bíblia de que os homens eram anteriormente seres angelicais, portanto devemos reprovar esse ensinamento.

2. A predestinação e os desígnos de Deus: O exagero encima da doutrina da predestinação, deu origem ao ensino de uma espécie de fatalismo ou destino crida pela ICV.Acreditam que o livre arbítrio é uma mentira.

Resposta: Não rejeitamos a predestinação bíblica, porém, admitimos o livre arbítrio. Ambas as verdades são ensinadas pela Bíblia, negar uma ou outra, é cair na heresia. Deus apenas predestina aqueles que no seu livre arbítrio escolheram ou rejeitaram a Cristo. Por isso que em I Pedro 1:2 lemos que "eleitos segundo a presciência de Deus" e em Romanos 8:29 - "os que dantes conheceu, também os predestinou..." Em todo o universo a base para essa predestinação é a fé em Jesus, ou a incredulidade Nele (Efésios 1:4-5). Deus antes das coisas virem a acontecer, já as conhece. Ele sabe aqueles que vão rejeitá-lo ou aceitá-lo como Salvador, e nisso a predestinação se processa. A doutrina predestinista da ICV é totalmente errada, porque faz de Deus o responsável pelos erros dos homens. Deus não é o autor do pecado, mas satanás. Deus sabia que Adão e Eva cairiam, no entanto, não fez com que eles caíssem, não os influenciou para a queda, pelo contrário, os advertiu(Tiago 1:13-15). O homem não é um mero robô nas mãos de Deus, porque foi criado a imagem e semelhança divina, e, portanto é um ser inteligente e livre para escolher entre o bem e o mal. Além disso, dezenas de passagens na Bíblia deixam claro que o homem é responsável por seus erros, e que Deus os castiga com base neles (Gênesis 2:16-17; Deuteronômio 30:20; Josué 24:15; I Reis 18:21; Jeremias 36:3, 44:2-5; Ezequiel 3:9, 9:4, 14:23, 15:8, 18:23,32, 36:19, 39:23-24; João 3:14-18; Atos 17:30-31; Romanos 10:11-13; Tito 2:11;II Pedro 3:9; Apocalipse 22:17;etc) Se negarmos o livre arbítrio humano, a Bíblia vira um livro de charadas, e uma mera representação. Veja Jesus lamentando por Jerusalém (Mateus 23:37; Lucas 13:34-35), isso com toda certeza não foi um mero teatro! Em nenhum momento a Bíblia diz que Deus crê pelo homem.Então cremos na predestinação e no livre arbítrio, e a conciliação entre ambos está na presciência de Deus.

3.A limitação da expiação: Admitem que Cristo morreu apenas por um grupo seleto - os eleitos, e não por toda a humanidade, dai chegam a doutrina das duas semente: os filhos de Deus e os filhos do diabo, os primeiros foram predestinados (sem poderem escolher) para o céu e os demais predestinados para o inferno.

Resposta: Essa doutrina é contrária a diversas passagens bíblicas que mostram que Deus não faz acepção de pessoas (Deuteronômio 10:17, 16:19; Jó 34:19; Atos 10:34; Romanos 2:11; Efésios 6:9); que Cristo é a propiciação pelos pecados de todo mundo (I João 2:2; Romanos 3:23-25; João 3:16-18); que a graça está direcionada a todos (Romanos 5:18; Tito 2:11); e que Deus quer a salvação de todos (I Timóteo 2:3-4; II Pedro 3:9; Ezequiel 18:23).

4. Negação da doutrina da Trindade: Ensinam que Jesus Cristo se revelou na criação como Pai , na encarnação como Filho e nos últimos dias como o Espírito, sendo assim três manifestações, e não três pessoas.

Resposta: A Bíblia realmente ensina que Deus é um (Deuteronômio 6:4; I Timóteo 2:5), porém, também ensina que dentro dessa única essência subsistem três pessoas co-eternas, co-iguais e co-inerentes: o Pai, o Filho e o Espírito Santo(Mateus 3:16-17, 28:18-19; II Coríntios 13:13; João 8:16-18, 14:23,17; Gênesis 1:26;etc) Existem algumas perguntas que questionam esse ensinamento da ICV, e mostram como ele se destoa da Bíblia Sagrada, veja abaixo:

1.De acordo com III João 3, é Jesus seu próprio Pai?

2.Se Jesus era o Pai, porque havia duas vontades de acordo com Lucas 22:42?

3. Jesus ora a Si mesmo no Jardim do Getsêmani?

4.Jesus era em si mesmo uma pessoa ou duas pessoas?

5.Se a Bíblia nos ensina que "nele[Jesus] habita [perceba que o verbo está no presente] corporeamente[ou seja, fisicamente]toda a plenitude da divindade"Colossenses 2:9, como então ele pode estar hoje na forma do Espírito Santo?

6.Se Deus é uma pessoa, porque Jesus diz em João 14:23 - "Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada", usando o plural "viremos" que indica um sujeito oculto "nós"?

7.Se Deus no Antigo Testamento era apenas o Pai, então Ele foi visto em passagens como Êxodo 6:2-3; Gênesis 19:24; Números 12:6-8. Mas Jesus disse que ninguém viu o Pai (João 6:46). Mas se no Antigo Testamento eles viram o Todo-Poderoso Deus(Êxodo 6:2-3), que não era o Pai, quem era então?

8.No Novo Testamento Jesus é chamado explicitamente de Filho mais de 200 vezes, ao longo do Novo testamento o Pai é distinguido de Jesus e do Filho mais de 200 vezes, e em mais de 500 vezes o Pai e o Filho são colocados lado a lado um com o outro. A definição trinitariana é que Jesus é o Filho distinto do Pai, e a definição unicista é que Jesus é o próprio Pai. Então porque a Bíblia é bem clara com respeito a primeira definição, e tão silenciosa quanto a segunda?

9.As seguintes passagens bíblicas não provam que o Filho existia antes da encarnação, como pessoa distinta do Pai? - Colossesnses 1:13-17 -"...para o reino do Filho do seu amor; em quem temos a redenção..., o qual é imagem de Deus,...porque nele foram criadas todas as coisas que há no céu e na terra, visíveis e invisíveis,...tudo foi criado por ele,..., e ele é antes de todas as coisas...".

10.Em João 1:1 lemos que a Palavra "era Deus" e "estava com Deus", como entender isso senão distinguirmos o Pai e o Filho? A expressão Verbo ou Palavra não pode ser explicada como uma idéia na mente de Deus, por dois motivos - o Verbo é descrito por João como tendo se encarnado,ou seja, era o próprio Jesus(verso 14), e também porque o Verbo era Deus(verso 1) e Deus definitivamente não é uma idéia! Então como explicar esse versículo se Deus é uma só pessoa?

11.Em João 8:42 lemos: "porque eu vim de Deus e aqui estou; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou", se Jesus é o Pai, Ele enviou-se a si mesmo, ou seja, ele veio dele mesmo, contradizendo assim sua própria palavra no versículo já citado.

12. Como duas pessoas podem dar testemunhos se não forem distintas entre si conforme João 8:16-18?

13. O amor do Pai e do Filho é o amor de Si mesmo, ou de uma pessoa para outra conforme João 17:23-26?

5.A divindade do crente: Essa doutrina advoga que os crentes são deuses, uma multiplicação de Deus, pedaços de Deus, uma congregação de deuses.

Resposta: A primeira sugestão feita ao homem de que ele poderia chegar a ser Deus aconteceu no jardim do Éden através de Satanás (Gênesis 3:1-5) Apesar de termos a natureza divina, jamais seremos a Divindade (II Pedro 1:4), mesmo porque só existe um Deus (Gálatas 3:20), e a crença em vários deuses é chamada de politeísmo, que é totalmente condenada pelas Escrituras (Êxodo 20:3-5; I Coríntios 8:5-6). A natureza divina em nós, é algo recebido e não inerente; ou seja, temos a vida de Deus, mas não somos Deus!

6.A autoridade apostólica: Admitem que uma igreja para ser vencedora, e seguir fielmente a Deus tem de estar debaixo da cobertura apostólica.

Resposta:A ICV apregoa um exclusivismo camuflado. Apesar de se envolverem com os evangélicos, dão ênfase ao apostolado de Miguel Ângelo, dando importância exagerada ao seu movimento, e afirmando que as demais denominações estão seguindo tradições humanas que não foram extirpadas totalmente pela Reforma Protestante. Devemos nos acautelar dos falsos apóstolos (II Coríntios 11:13), então esse não é o sinal da igreja verdadeira. Além disso, a Bíblia não afirma a exclusividade de nenhuma denominação, mas apenas a exclusividade do Senhor Jesus (João 14:6; I Timóteo 2:5; Atos 4:12; Lucas 9:49-50; Marcos 9:38-41; I Coríntios 1:2;etc)

Conclusão: A guisa do que a ICV prega é muito difícil classificá-la realmente como uma denominação evangélica; possamos nos guardar das falsas doutrinas que crescem assustadoramente nesses últimos dias.

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42. Expomos as doutrinas da CCB e não somente oramos, porque a Bíblia nos ensina que a "fé sem as obras é morta"(Tiago 2:17). Quanto a questão de tirar a "trave do nosso olho" pode crer que já tiramos, tanto é que doutrinariamente estamos em condições de julgar as falsas doutrinas da CCB, e nosso juízo é verdadeiro porque estabelecemo-lo em cima da Bíblia Sagrada, única fonte de fé e prática(Isaías 8:20). O homem espiritual julga todas as cousas (I Coríntios 2:15).Já a CCB se guia por palavras supostamente ditas pelo "Espírito", espúrias e subjetivas, que ao invés de aproximar o homem de Deus, faz o contrário, enveredando-o no fanatismo e nas heresias. O Espírito Santo jamais contradiz a Bíblia, que foi inspirada e preservada por Ele mesmo (Efésios 6:17).

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43. A CCB não está dentro da doutrina dos apóstolos, analise por favor suas características doutrinárias. Onde encontramos que os apóstolos apregoavam um batismo regeneracional, sem o qual os pecados não seriam perdoados? Onde encontramos que os apóstolos pregavam que a igreja verdadeira é reconhecida pelo uso de uma touca sobre o cabelo das mulheres, e por um beijo ritualístico dado dogmaticamente entre homens e homens, e mulheres e mulheres, apenas na despedida do culto ou em caso de viagens? Onde encontramos que Deus condena o uso de títulos, tais como pastor ou ministro, e admite outros tais como ancião e cooperador de ofícios ministeriais? Onde encontramos que as orações só são ouvidas e respondidas por Deus se forem feitas de joelhos? Onde encontramos que o estudo da Bíblia é coisa da carne, e que Deus não se agrada do mesmo? Onde encontramos que o rebanho de Deus, a única igreja verdadeira é só a CCB? Onde encontramos que o evangelho verdadeiro só foi restaurado por Louis Francescon em 1910 no Paraná, Brasil? Onde encontramos que o homem após a morte cai num estado de inconsciência, aguardando a ressurreição para recobrar a consciência? Onde encontramos que os crentes devem estar incertos sobre a sua salvação completa em Cristo,e que só vão saber se serão salvos ou não no julgamento? Onde encontramos que a salvação para ser efetuada inclui fé mais obras?Etc.Etc.Etc...

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44.Cristo amou a Igreja a ponto de dar Sua vida em favor dela, somos instados a amar nossas esposas da mesma maneira, a ponto de morrermos por elas(Efésios 5:25). Quando amamos alguém de todo nosso coração, chegamos ao ponto de muitas vezes esquecermos de nós mesmos, e viver em benefício do próximo. Consideramos assim a vida de nosso próximo mais preciosa e importante do que a nossa. O apóstolo João ensinou que mesmo os irmãos cristãos devem amar a ponto de darem suas vidas uns pelos outros (I João 3:16) Essa sabedoria Divina revelada e escrita na Bíblia, contraria totalmente a sabedoria humana, que dita o egocentrismo, onde tudo gira em torno de nós, e o resto (perdoe- me a expressão) que "se dane", tão comum em nossa sociedade ímpia. Oh! que possamos estar ligados com o Senhor para podermos amar de maneira adequada.

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45.Os "tímidos" ou "covardes" de Apocalipse 21:8 são aqueles que temeram se posicionar em Cristo, adotando a fé cristã, e continuaram no sistema ímpio.
Deus em Cristo tem chamado cada um dos humanos para escapar da ira vindoura e se refugiar Nele, porém, alguns tem inventado muitas desculpas, para se esquivarem dessa responsabilidade. Uns preferem os prazeres temporários do mundo ao invés de Cristo, achando que não suportarão as zombarias e críticas de seus "amigos mundanos"; outros tem medo da pressão da religião tradicional em que participavam, medo de admitir que estavam a tanto tempo errado e que só em Cristo há salvação. Então os tímidos (covardes) são esses que pelo medo de certas conseqüências, deixam de se entregarem a Cristo, recebendo uma nova vida.


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46.A salvação tanto para os judeus como para os gentios(não judeus) é somente pela fé em Jesus, sem o consórcio das obras.
"visto que Deus é um só, o qual justificará por fé, o circunciso[judeu] e,
mediante a fé, o incircunciso[gentio]." Romanos 3:30


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47. Origem: A Seicho-No-Iê (Lar do Progredir Infinito) teve origem com o japonês Masaharu Taniguchi (1893-1985). Esse movimento religioso foi fundado em 1 de Março de 1930, no Japão, com sede na cidade de Tóquio. No Brasil teve início em 1952 com sua sede localizada na cidade de São Paulo.

Suas principais revistas são "Fonte de Luz", "Pomba Branca" e "Mundo Ideal". Além dos livros: "A Verdade da Vida"(em 40 volumes), e,"Sutra Sagrada - Chuva de Néctar da Verdade (Kanro no Hoou).

As principais doutrinas da Seicho-No-Iê, são as seguintes:

1. Deus - Possuem uma idéia confusa sobre a divindade. Em suas publicações veêm Deus como um ser pessoal, mas na maioria das vezes postulam uma idéia panteística de Deus, como se Ele e o universo fossem um só, e consequentemente cada ser vivo ou inanimado fosse parte desse Deus. Essa idéia é muito comum entre os adeptos do movimento Nova Era.

2. Jesus - Essa seita nega a Divindade absoluta de Jesus, a ressurreição e o valor da expiação Dele na cruz do Calvário, além de colocá-lo em pé de igualdade com Buda.

3. Salvação - Negam a existência do pecado, e assim rejeitam a idéia do sacrifício salvífico de Cristo.

4. Culto aos antepassados - Essa é uma prática idolátrica e espiritista estimulada pela Seicho-No-IÊ. Tributam a essa prática o resultado de muitas curas alcançadas pelos seus adeptos.

5. Todos são filhos de Deus - Acreditam na chamada irmandade universal, negando a idéia bíblica das duas classes de pessoas: justos e ímpios.

6. Cura pela atitude mental positiva - É uma seita da mente, propagando a cura pela mente. Se assemelha a esse ponto a seita Ciência Cristã. Ensinam seus adeptos a rejeitarem a idéia de pecado, doença, demônios, inferno e morte. Esse ensino é perigoso, pois leva as pessoas a não enxergarem o real, e viverem de ilusões. Transforma a verdade em mentira e a mentira em verdade.

Frases absurdas nos escritos da Seicho-No-Iê:

"Se o pecado existisse realmente, nem os Budas todos do universo conseguiriam extingui-lo, nem a cruz de Jesus Cristo." (Kanro no Hoou, página 37)

"O Deus da minha alma despertando - Eu vejo em todos os homens o Filho de Deus. O homem é Filho de Deus, é Buda". (Remido Imortal - A Verdade da Vida, volume 1, página 15)

"O homem é o próprio Deus e por isso possui tudo dentro de si." (Acendedor, Ano 9, 1973, página 8)

"Todos os homens são filhos de Deus, assim Jesus não é o filho unigênito. E, nenhum homem consciente iria abandonar a própria cólera fazendo sofrer e matando o seu filho único pelos pecados cometidos por outras pessoas. Ademais Deus, que é perfeito amor, não iria fazer isto." (Acendedor, Ano 3, 1967, página 13)

"Cultuemos também os filhos ou netos que morreram precocemente, oferecendo-lhes diariamente a leitura da Sutra Sagrada, Chuva de Néctar da Verdade ou Palavras do Anjo. Se possível, devemos determinar um horário fixo para, diante dos espíritos dos antepassados( em frente a um oratório), evocá-los.(Fonte de Luz, Ano 29, 1993, página 9)

"E então poderemos perceber que neste mundo criado por Deus jamais existem pessoas más." (Acendedor, Ano 9, 1973, página 9)

"Satanás ou diabo e inferno não são existências verdadeiras, porque Deus não os criou. Como poderia Deus criar o diabo ou o inferno? Ele não faria isso." (Fonte de Luz, Ano 28, 1992, página 39)

"Não pronunciem: Pecadores, pecadores. Todos são filhos de Deus. Não existe nenhum pecador." (Acendedor, Ano 3, 1966, página 36)

Conclusão:A guisa dos ensinamentos e práticas da Seicho-No-Iê, afirmamos que a despeito da sinceridade de seus adeptos, trata-se de uma religião nociva aos propósitos de Deus para a humanidade, portanto irreconciliável com a fé cristã. <<<TOPO

48.Precisamos entender o seguinte:

A guarda de um dia ou não (seja ele sábado ou domingo) é facultativa para o cristão conforme lemos em Romanos 14:5 e 6. Concluímos então que tal prática não invalida a morte de Cristo na cruz.

O problema está em fazer da guarda de um determinado dia ou qualquer outra coisa (tais como: batismo nas águas, filiação a uma religião, boas obras, etc) como um quesito para a salvação, neste caso estaríamos desprezando o trabalho de Jesus na cruz.

"Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão”.Gálatas 2:21

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49.A questão da alimentação é facultativa para o cristão, conforme lemos em Romanos 14:2-6 -

"Um crê que de tudo pode comer, mas o débil come legumes...e quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senrhor não come, e dá graças a Deus."

O fato de um cristão comer ou não comer carne de porco não leva ou não tira o céu dele.


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50. O nosso objetivo não é julgar a sinceridade das pessoas afiliadas a essas religiões de que tratamos, o que colocamos em cheque ou julgamos são suas doutrinas. O próprio Deus em Cristo nos conclamou a julgar, quando disse em João 7:24: “Não julgueis segundo a aparência,e,sim, pela reta justiça”. Em Mateus 7:15 Jesus diz: “Acautelai-vos dos falsos profetas...” . Mas como poderíamos “acautelar-nos dos falsos profetas” se não pudéssemos reconhecê-los? Então precisamos conhecer suas heresias, e para que isso aconteça precisamos expô-las.

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51. Deus nos deu Seu Filho. Em Cristo temos a salvação, e tal dádiva é gratuita. Por isso somos contrários aos grupos religiosos que misturam salvação com obras.

“... para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.João 3:16

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52. nosso objetivo é apresentar o evangelho de Deus, denunciar e combater os falsos evangelhos. A salvação conforme o evangelho é unicamente pela fé em Jesus(Romanos 1:17). Associar batismo nas águas, usos e costumes, boas obras, filiação a um grupo religioso, e guarda de mandamentos à salvação é propagar um falso evangelho maldito (Gálatas 1:8-10).

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53.Pense no seguinte: Porque falamos de determinados grupos religiosos? Será que é porque eles pregam uma mensagem realmente cristã? É claro que não! As seitas heréticas se diferenciam dos evangélicos justamente por propagarem um falso evangelho. Não podemos fazer vistas grossas diante de grupos que se alto intitulam "a única igreja verdadeira", "o caminho para a vida eterna", "a verdadeira graça de Deus”, etc.

Assim como Paulo temos de batalhar pela fé fazendo a defesa do evangelho (Filipenses 1:16).

Sabe, muitas vezes as pessoas se ofendem pelo fato de mostrarmos as heresias que certos grupos religiosos apresentam. No entanto, a Palavra do Senhor nos ensina que: "Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos”.Provérbios 27:6

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54. Escute, já fui julgado em Cristo, portanto nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus (Romanos 8:1). O dia que você abandonar os falsos ensinos da Congregação Cristã no Brasil, e se entregar realmente a Cristo, pode ter certeza que a certeza de vida eterna será tua também. Que Deus o abençoe, e te faça estar realmente na sua verdadeira graça - Jesus!

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55.Quando pedimos algo para Deus que se enquadre com sua santa vontade, podemos ter certeza de obtermos aquilo que pedimos (I João 5:14-15). Quando o Senhor nos ensinou a orar em seu nome, ele não estava ensinando uma "fórmula mágica" que deveríamos repetir todas as vezes que orássemos. Em realidade "orar em nome de Jesus" é orar de acordo com Jesus, conforme os propósitos de Jesus. Por exemplo: Se orarmos para Deus destruir um casamento, será que essa oração é feita em nome de Jesus(de acordo com Jesus)? É claro que não!Outro exemplo: se orarmos para que nossos familiares tenham a oportunidade de ouvirem o evangelho e serem salvos, estamos orando em nome de Jesus? Sim! A chave para a oração é o nosso relacionamento e intimidade com Jesus! Existem orações que Deus responde e executa instantaneamente, e outras em que temos de aguardar. Por exemplo: Derrepente o Senhor fala que está lhe abrindo uma porta de emprego, entretanto, pode acontecer de você entrar nela bem mais tarde. Além disso, muitas vezes Deus trabalha com base em nossa cooperação. Citando novamente a questão do emprego - as vezes pedimos que Deus nos abra uma porta de emprego, e Deus confirma, entretanto cruzamos os braços e não damos nenhum passo, deixando assim de cooperar com o mover de Deus. Isso indica que Deus ao responder nossas orações, tem em vistas nós mesmos, trabalhar em nosso ser e caráter. Toda a vontade de Deus nesse universo está resumida em duas - salvar os pecadores, e torná-los semelhantes a Jesus. Esse é o Seu bom propósito e prazer! A resposta a essa pergunta vai depender de que categoria de benção o irmão pediu para Deus, se ela já está madura para ser colhida, e se o Senhor está criando circunstâncias para você agir.
Acima de tudo fique ligado com o Senhor, sendo assim sensível a voz do Seu Espírito, Ele certamente é fiel e cumpre o que prometeu! 

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56. Os anjos são seres espirituais criados por Deus, para serví-lo e adorá-lo. Também são especialmente comissionados para servirem a favor dos cristãos. Jamais devem ser adorados, pertencem a diversas ordens (ex: serafins, querubins e arcanjos) e aqueles que se rebelaram contra Deus seguindo Lucifer (Satanás), são conhecidos como demônios.(Hebreus 1:14; Apocalipse 19:10; Isaías 6:2; I Tessalonicenses 4:16; Judas 9; I Pedro 3:22; Apocalipse 12:4)

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57.Se formos comparar a "Deus é Amor" com a "Congregação Cristã no Brasil" poderíamos assemelhar alguns aspectos em termos de usos e costumes, principalmente no exagerado legalismo quanto a estes. Todavia, a Deus é Amor ainda se mantém no limite da ortodoxia, enquanto a CCB há muito já se desviou.

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58.Quanto a questão colocada em Atos 19 veja bem, no final do capítulo anterior(Atos 18) temos a menção do irmão Apolo, e no início do 19 temos os discípulos de João. É interessante notar que ambos tinham experimentado apenas o batismo de João (Veja: Atos 18:25, 19:3).Entretanto, o primeiro não foi rebatizado, mas os segundos, sim. O batismo de João era o batismo de arrependimento (Mateus 3:6-8, 11; Marcos 1:4-5), e preparava o povo para a chegada do Messias - o Senhor Jesus Cristo (Mateus 3:1-3; João 1:31-34). O ministério de João Batista então seria transitório para apontar o Messias, porém após sua morte, seus discípulos formaram um grupo à parte dos primeiros cristãos. Apolo estava entre aqueles que haviam entendido o propósito do batismo de João, e havia crido no Senhor Jesus Cristo, enquanto os discipulos de Atos 19 não, tanto é que o evangelho teve de ser anunciado para estes (Atos 19:4-6). Diante disso a conclusão que chegamos é que Apolo era convertido por isso não precisou passar por um novo batismo para simbolizar sua dedicação cristã(apenas recebeu maiores instruções sobre a vida cristã de Priscila e Aqüila), enquanto os discípulos de João tiveram de ser batizados com o batismo cristão porque não eram convertidos (Veja Atos 19:2-5). Isso nos ensina algumas lições preciosas:

1. A conversão antecede o batismo e está acima do mesmo;

2. É inaceitável o batismo de pessoas não convertidas;

3. O rebatismo então só é aceitável para pessoas não convertidas.

A Congregação Cristã no Brasil não admite que os evangélicos sejam cristãos, por isso os rebatizam na sede do Brás. Esses evangélicos ao aceitarem tal rebatismo, negam ao Senhor Jesus Cristo, porque tem de negar a sua experiência anterior para aceitar tal prática da CCB. Nisto então vemos uma doutrina de índole diabólica:

"Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus." Lucas 12:9

"Se sofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará." II Timóteo 2:12

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59.Quanto a pergunta feita, veja bem: a salvação eterna independe de estar filiado a "este" ou "aquele" grupo ou organização religiosa.

A salvação é individual, e se dá apenas pela fé no Senhor Jesus Cristo (Romanos 10:13; João 1:12; I Coríntios 1:2; Efésios 2:8-9; Romanos 11:6; Tito 3:5;etc). Não podemos adicionar como condição para salvação nenhum tipo de obra, seja ela batismo nas águas, bom testemunho, filiação a uma organização religiosa, caridade, e outras, senão estaremos caindo em heresia de perdição (Gálatas 1:9, 2:21; II Pedro 2:1).

Seria interessante você reavaliar sua continuidade na CCB, já que esta infelizmente tem obscurecido o conhecimento de Deus e se fechado para o verdadeiro evangelho de Deus.

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60.Quanto a pergunta sobre o espiritismo, veja bem:

Primeiro, temos de entender que o mundo conforme temos no presente não é o ideal de Deus, aguardamos novo céu e nova terra onde habita a justiça (II Pedro 3:13).

Segundo, a desigualdade social é sintoma de algo chamado 'pecado', que interrompeu a harmonia entre Deus e o homem no Jardim do Éden .

Terceiro, o homem no Éden escolheu se aliar a Satanás, o diabo, e agir de forma independente de Deus, acreditando que poderia ser bem sucedido sem o auxílio do Senhor. O resultado é que nenhum governante humano conseguiu resolver os problemas e dificuldades da humanidade. Aguardamos o reinado messiânico, no qual o próprio Jesus governará a terra de modo perfeito.

Quarto, Deus deu livre arbítrio aos humanos, e muitos usam dessa liberdade para fazerem o mal ao seu próximo, e ajuntar apenas para si, como é o caso de muitos políticos, pessoas de destaque e líderes, que a guisa disso causam distúrbios sociais.

Quinto, Deus não tem prazer no sofrimento dos humanos, pois Ele mesmo é quem dá a vida, respiração e tudo mais, dando-nos chuvas e estações frutiferas (Atos 14:17, 17:25) A má administração desses recursos é responsabilidade total do homem.

Sexto, o nosso Criador sentiu na pele os sofrimentos pelos quais os humanos passam. Jesus era de família pobre, morreu de forma bárbara (crucificação, que era uma execussão a qual nenhum cidadão romano deveria ser submetido devido a barbaridade da mesma), foi crucificado entre dois ladrões, e foi caluniado pelos adversários.

Sétimo, o fato de vermos todas essas desigualdades geradas pelo pecado e a maldade humana, nos fazem refletir, e considerar nosso dever de amar nosso próximo a ponto de procurar ajudá-los. Esse é o exemplo deixado pelo Senhor Jesus (Marcos 10:45). Os próprios espíritas contraditoriamente chegam num consenso como este, como vemos na publicação espírita "Le Livre des Espirits, Recueil de Comunicationso obenues par Divers Mediuns, Paris, 1863, página 21" - "Não sabem eles que não há dois seres, duas coisas perfeitamente iguais na natureza e que nem no imenso espaço nem tampouco ao longo do tempo tal podem ser encontrados? Não é precisamente na diversidade que nasce a harmonia do universo?"

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61. A grande questão é: Somos pecadores porque pecamos, ou pecamos porque somos pecadores? A segunda posição está de acordo com a Bíblia. Pecamos porque somos pecadores por natureza. No Salmo 51:5 lemos: "Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe." Esse verso deixa entendido que já no momento da concepção estamos envolvidos com o pecado, recebemos uma natureza pecaminosa (Vede também Salmo 58:3). Tanto é que em Efésios 2:3 lemos: "...e éramos por natureza filhos da ira,...". Perceba que por natureza somos filhos da ira, ninguém nasce filho de Deus, nos tornamos filhos de Deus apenas no momento de nossa regeneração (João 1:12), onde recebemos uma nova natureza e nos tornamos uma nova criatura (II Pedro 1:4; II Coríntios 5:17). Por meio da transgressão de Adão o pecado e a morte passaram a fazer parte da experiência humana (Romanos 5:12,19). Note que os dois versos indicam que recebemos à morte e fomos feitos pecadores por causa da desobediência adâmica. Áqueles que ainda não nasceram de novo não estão em terreno neutro, mas são filhos do diabo (I João 3:10,12; João 8:44). Jesus Cristo não foi concebido por vias humanas comum, o ato sexual, por conta que através dessa relação a natureza pecaminosa é transmitida, por isso foi assistido pelo Espírito Santo,o Filho recebeu uma natureza humana neutra como a de Adão antes da queda.

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62.Quanto a Igreja Apostólica Santa Vó Rosa (I.A.V.R), este movimento é resultado de uma divisão numa igreja evangélica, liderada pelo casal Eurico Mattos Coutinho e Odete Correa Coutinho, juntamente com a Senhora Rosa Alves (conhecida posteriormente como "Santa Vó Rosa" - 1894-1970). A igreja foi fundada em 10 de junho de 1955,com o templo sede na Rua Tuiuti, Tatuapé - São Paulo/Capital.Com o falecimento de Rosa Alves, seu sobrinho, Aldo Bertoni, sucedeu-a. Recebendo o título de primaz, Bertoni afirma ser o único canal a receber instruções de Vó Rosa(mediunidade), que são normativas para os membros da Igreja Apostólica. A I.A.V.R. possui características de seita herética, a principal doutrina que a distancia assustadoramente das igrejas evangélicas, é a crença de que a Vó Rosa é o "Espírito Consolador" prometido por Jesus Cristo em João 14:15-18. O orgão de divulgação dos "sinais e maravilhas" efetuados pelo Espírito Consolador (Vó Rosa) é o programa radiofônico "A Hora Milagrosa".

Além dessa heresia a I.A.S.V.R apregoa o batismo regeneracional,a salvação só para aqueles que são membros da I.A.S.V.R, a idéia de que se levantar contra a santa Vó Rosa é o mesmo que blasfemar contra o Espírito Santo, o ensino de que a alma espera o sepultamento do corpo para se retirar, e a veneração da Virgem Maria.

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63.'Catecismos' são compêndios de instrução religiosa de determinadas religiões, entre as quais o catolicismo romano.'Credos'(literalmente 'eu creio') são confissões de algumas crenças cristãs,que foram escritos em alguns períodos históricos. Vale lembrar que os credos são instrutivos, porém não são inspirados. Refletem as discussões e posições doutrinárias, existem aspectos positivos nesses credos, assim como negativos.'Concílios', no geral esses credos eram escritos após os chamados Concílios Ecumênicos, entre os quais o de Nicéia, Constantinopla, Éfeso e Calcedônia. Nesses concílios, vários representantes da igreja se reuniam e discutiam doutrinas como a trindade, divindade de Jesus, o Espírito Santo, e outras.

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64. Em I Coríntios 13:1 Paulo estabelece a possibilidade de falar tanto a língua dos homens como a dos anjos. Os nossos irmãos batistas de linha tradicional vêem como muitas reservas os dons do Espírito Santo e a questão do batismo com Espírito Santo. No geral eles adotam uma linha cessacionista, ou seja, os dons de sinais ficaram restritos ao primeiro século, isso porque naquela época eram necessários para confirmar a mensagem do evangelho que estava dando os primeiros passos. Particularmente não concordo com essa teoria e muitos batistas hoje em dia também não concordam, mesmo porque Paulo deixou claro que não se devia proibir falar em línguas, mas apenas regular a utilização desse dom em especial (I Coríntios 14:39), além disso os dons de sinais seguirão os que crêem (Marcos 16:17). Um livro muito interessante e equilibrado sobre o assunto é do autor Jack Deere, 'Surpreendido pelo Espírito Santo' publicado pela editora Vida.

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65. A primeira visão de Joseph Smith está relatada no livro: Pérola de Grande Valor.

Temos alguns problemas com essa visão, não queremos aqui duvidar da autenticidade sobrenatural dela, mesmo porque manifestações sobrenaturais são comuns em diversos grupos religiosos, sem com isso significar que os mesmos contam com a aprovação de Deus.(Veja por exemplo Deuteronômio 13:1-3).

Existe alguns pontos que podemos questionar nessa visão, entre os quais a concepção da natureza de Deus, a inclusividade da Igreja, e a apostasia da Igreja.

1.A Natureza de Deus: De acordo com a visão os dois personagens vistos por Smith são respectivamente Deus Pai e Seu Filho. Isso contraria a descrição bíblica que indica que o Pai jamais foi visto, a não ser por meio do Seu Filho (João 1:18; II Timóteo 6:16). Além disso o Deus Triúno é distinto em suas pessoas, porém essencialmente é um, isso quer dizer que não podemos separá-lo em três entidades (Deuteronômio 6:4; Isaías 43:10-11). Tomarmos Deus como três seres separados é triteísmo(crença em três deuses), e não trinitarianismo.

2.A inclusividade da Igreja: A Igreja é o conjunto de todos aqueles que crêem em Cristo, tendo-o recebido como seu único e suficiente Salvador (João 1:12; I Coríntios 1:2; Mateus 16:17-18; I Coríntios 12:13), aquelas denominações encontradas no período histórico vivido por Smith eram compostas de cristãos, homens e mulheres regenerados pelo Senhor. Então o que Smith precisava não era descobrir "qual igreja era a verdadeira" ou começar um novo grupo religioso, mas entender o que é realmente a Igreja - o Corpo vivo de Cristo.

3.A apostasia da Igreja: Em conseqüência do que vimos anteriormente acreditamos que as palavras proferidas pelo Personagem sobre as igrejas - "todas estavam erradas",e, "os seus credos eram uma abominação à sua vista", são difíceis de serem aceitas. A Igreja do Senhor nunca morreu sobre a face da terra (Mateus 16:18), então não houve necessidade de recomeçar o cristianismo.

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66.A Igreja Anglicana é a igreja oficial da Inglaterra, tornou-se independente de Roma através da Reforma, mas contém elementos "católicos" e "protestantes". Dependendo da igreja e do bispo responsável, a mesma segue uma linha mais católica ou protestante. Os que seguem uma linha romanista, adotam um ponto de vista ecumênico, chegando ao cúmulo do absurdo de mandar seus seminaristas para um seminário católico! A guisa disso precisamos aprender a diferenciar entre "anglicanos cristãos" e "anglicanos apostatas". O próprio Metodismo foi uma reação dentro das fileiras anglicanas as similaridades romanistas.

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67.Como diz o "Dicionário de Religiões, crenças e ocultismo" os 'adventistas são para muitos cristãos uma verdadeira incógnita'. Mas porque será? Porque a comunidade evangélica está dividida quanto aos adventistas do sétimo dia? Porque o próprio fundador do I.C.P., o pesquisador Walter Martin e outros apologistas americanos não viam os adventistas como uma seita? Isso tudo por conta do livro "Seventh-day adventists answer questions on doctrine" (Adventistas do Sétimo Dia respondem perguntas sobre doutrina). Tal livro continha entrevista com conceituadíssimos líderes do orgão máximo adventista mundial - a Associação Geral. O resultado dessas entrevistas era que: o sábado não propicia salvação e os observadores do domingo não estão em pecado; os escritos de
Ellen White não estão em pé de igualdade com a Bíblia, mas apenas restritos a denominação adventista; a doutrina do Santuário partiu de alguns equívocos. No clássico o "Império das Seitas" de Walter Martin os adventistas não foram classificados como seitas-pseudocristãs. Apesar disso tudo existe uma questão em aberto, enquanto muitos adventistas aceitam os princípios delimitados em "Seventh-day adventists answer", muitos dos quais até mesmo conheço, inclusive já até tomei a ceia do Senhor com eles, outros dão vazão ao fanatismo e tomam a postura de sectários. Com os
primeiros temos comunhão e compartilhamos da mesma fé cristã, com o segundo grupo nos mantemos a distância. Temos recebido diversos e-mail de adventistas, que acompanham nosso site, e adotam uma postura evangélica. Um livro equilibrado e esclarecedor sobre o tema é "O Abalo do Adventismo" publicado pela editora Juerp. Como tem nos chegado muitas perguntas e colocações à respeito da legitimidade do movimento adventista , deixamos abaixo para a reflexão dos internautas um artigo sobre o Adventismo do Sétimo Dia, escrito por conceituado pesquisador evangélico americano, e que trará muitos esclarecimentos.Cabe a cada um de nós avaliarmos e tomarmos nossa decisão:


DE CONTROVÉRSIA A CRISE:

UMA AVALIAÇÃO ATUALIZADA DO ADVENTISMO DO SÉTIMO DIA

Kenneth R. Samples

Este artigo, traduzido de From Controversy to Crisis, da publicação Christian Research Journal [Revista Cristã de Pesquisa], Verão de 1988, dá idéia de como pesquisadores não-adventistas (não necessariamente hostis à IASD), avaliam problemas e controvérsias que tem afetado o adventismo do sétimo dia ao longo de sua história, e como entendem as implicações presentes e futuras de tais acontecimentos, sobretudo no que dizem respeito a questões polêmicas que mais recentemente polarizaram teólogos e estudiosos destes temas nos arraiais adventistas.
"Nossa crítica ao adventismo não deve ser interpretada como um ataque procedente de um inimigo", explica o autor, "e sim como palavras preocupadas de um amigo, que ora ardentemente para que os dirigentes atuais do adventismo do sétimo dia honrem a Escritura e o evangelho da graça acima de suas peculiaridades denominacionais."
No final do artigo é reproduzida carta de um dirigente da Associação Geral Adventista elogiando o artigo, declarando que o mesmo reflete com precisão o que se passa e se passou no seio da IASD segundo o que o autor expõe.

Desde seu início em meados do século dezenove, o adventismo do sétimo dia tem permanecido extremamente controverso entre os cristãos angélicos. Havia, realmente, certo consenso entre estudiosos evangélicos e que os ASD eram pouco mais do que uma seita não cristã até os anos da década de 50, quando Donald G. Barnhouse e Walter Martin iniciaram uma avaliação abrangente da teologia adventista. Após milhares de horas de pesquisa e longos encontros com dirigentes adventistas, Barnhouse e Martin concluíram que os ASD não são uma seita anticristã, mas uma denominação um tanto heterodoxa. A palavra heterodoxa significa--que se aparta de doutrinas cristãs aceitas.
Gradualmente, o clima da opinião evangélica começou a mudar em favor do ponto de vista de Barnhouse e Martin, conquanto sempre houvesse muitas opiniões discordantes. Ao alvorecer a década de 60, os ASD desfrutavam uma abertura sem precedentes para com o protestantismo angélico. Ironicamente, essa abertura também suscitou algumas questões bastante difíceis em vista de que certos ensinos-chave do adventismo tradicional foram desafiados de dentro da denominação.
Em meados da década de 70, duas facções distintas emergiram dentro da IASD--o Adventismo Tradicional, defendendo muitas posições anteriores a 1950, e o Adventismo Evangélico, realçando o entendimento da Reforma sobre justificação pela fé. Essa controvérsia logo deu lugar a uma crise interna de grandes proporções que fragmentou severamente a denominação. No início da década de 80, disciplina denominacional rigorosa contra certos líderes evangélicos adventistas deixou muitos adventistas desiludidos.
Esses eventos levaram um bom número de evangélicos a questionarem se os ASD deviam conservar o rótulo de evangélicos. O propósito deste artigo é abordar esta questão objetivamente ao passarmos em revista o controvertido diálogo de evangélicos/ASD da década de 50, bem como rastrear as questões doutrinárias que contribuíram para a crise de identidade do adventismo.

O DIÁLOGO ENTRE EVANGÉLICOS E ADVENTISTAS NOS ANOS 50

Incluídos entre os evangélicos dos anos 60 que consideravam a IASD como uma seita não-cristã estavam eruditos tão capazes quanto Louis Talbot, M. R. DeHann, Anthony Hoekema, J. K. Van Baalen, John Gerstner e Harold Lindsell.1 Walter Martin, na época diretor de Apologética Sectária para a Zondervan Publishing Company [Companhia Editora Zondervan], havia classificado os ASD como um culto em seu livro The Rise of the Cults [O despertar dos cultos]. E Donald Grey Barnhouse, erudito bíblico conhecido nacionalmente e fundador e editor da revista Eternity [Eternidade] havia escrito criticamente sobre a teologia adventista. Barnhouse, tendo encontrado alguns adventistas fanáticos anteriormente, considerava que os evangélicos e os adventistas eram mutuamente exclusivos.
Ironicamente, o primeiro contato de Barnhouse com líderes adventistas deu-se ao T. Edgar Unruh, ministro e administrador ASD, escrever a Barnhouse elogiando-o por várias conferências que ele havia dirigido a respeito do tema da justificação pela fé. Barnhouse ficou intrigado de que um adventista, que em sua opinião aceitaria a salvação pela obras, o elogiasse por pregar sobre o evangelho da Reforma. Conquanto ainda conservando muita suspeita, Barnhouse sugeriu que os dois homens conversassem mais a respeito da doutrina adventista.
Tempos depois, Barnhouse indicou o nome de Unruh para Walter Martin, a quem encarregou da tarefa de pesquisar detalhadamente os ASD para Eternity. Martin solicitou a Unruh materiais representativos de sua teologia e a oportunidade de entrevistar certos líderes adventistas. Unruh submeteu a Martin a documentação que ele procurava e fez arranjos para que visitasse a sede da Associação Geral, então localizada em Takoma Park, Maryland. A Associação Geral, o corpo governante dos ASD, recebeu Martin calorosamente e seu pessoal revelou muita boa vontade em suprir-lhe materiais de pesquisa básicos. Com o apoio de R. R. Figuhr, presidente da Associação Geral, Unruh organizou uma conferência formal entre Martin e vários líderes adventistas.
Martin havia pedido especificamente para falar com o principal historiador e apologista adventista Leroy E. Froom. Froom, autor de obras bem conhecidas como Prophetic Faith of Our Fathers [A fé profética de nossos pais] Movement of Destiny [Movimento predestinado], solicitou que dois outros líderes adventistas participassem: W. E. Read, Secretário de Campo para a Associação Geral, e Roy Allan Anderson, Secretário da Associação Ministerial da Associação Geral e editor da revista Ministry [Ministério].

Perguntas e Respostas

O formato da conferência envolvia essencialmente os eruditos adventistas respondendo perguntas que lhes eram submetidas pelos evangélicos. Martin, em particular, apresentou dezenas de perguntas que lhe foram suscitadas de seu exame das fontes adventistas básicas. Uma das primeiras questões relevantes que os evangélicos suscitaram foi a tremenda quantidade de literatura adventista que claramente contradizia outras declarações oficiais dos ASD. Por exemplo, paralelamente a declarações ortodoxas concernentes à pessoa, natureza e obra de Cristo, publicações adventistas também continham outros artigos que esposavam o arianismo (o ponto de vista de que Cristo foi um ser criado), a natureza "pecaminosa" de Cristo, a teoria da expiação incompleta, galacianismo (salvação pela guarda da lei) e sectarismo extremado. Martin declarou que poderia apresentar numerosas citações que eram inequivocamente heréticas. Os eruditos adventistas ficaram tanto chocados quanto horrorizados com respeito a alguns dos documentos revelados.
Em vista da forte ênfase adventista ao entendimento progressivo das Escrituras, os ASD têm relutado em adotar um credo formal. Mesmo sua declaração doutrinária, conhecida como as "27 Crenças Fundamentais", permite mudança e revisão. Historicamente, esta falta de um credo formal e a ênfase em entendimento bíblico progressivo tem dado lugar a uma ampla gama de interpretação doutrinária entre os adventistas. Nos anos da década de 50, como hoje, esta tolerância para com pontos de vista divergentes e às vezes heréticos tem afetado a unidade e vigor doutrinário de sua denominação. Esta foi uma questão crítica para os evangélicos, que não poderiam esperar representar com exatidão a posição do adventismo para o mundo evangélico se os próprios adventistas deixavam de ter consenso quanto a suas posições.
Na conferência de 1955-56, Martin acusava os adventistas de, na pior das hipóteses, falar pelos dois cantos da boca, ou, na melhor, não policiar devidamente suas fileiras. Os evangélicos deixaram claro que se a Associação Geral permitisse que heresias tais como o arianismo e o galacianismo continuassem em suas fileiras, a IASD mereceria o rótulo de "seita". Para seu crédito, todos os eruditos adventistas presentes repudiaram as posições acima citadas, e prometeram que ensinos tidos por aberrações das doutrinas expressas pelos ASD seriam investigados pela Associação Geral. Asseguraram também que esses ensinos em sua maioria, se não todos, não eram representativos da teologia ASD, mas expressavam opiniões de uns poucos que pertenciam ao que Froom se referiu como "um segmento da extremidade lunática".

Ortodoxia Essencial?

Ao prosseguir a conferência, os evangélicos ficaram mais e mais impressionados tanto com a sinceridade quanto com a ortodoxia geral dos líderes adventistas. Parecia agora que a estrutura da teologia ASD era essencialmente ortodoxa. O adventismo afirmava a inspiração da Escritura, a doutrina cristã da Trindade, e a divindade de Cristo, o nascimento virginal, expiação vicária, ressurreição corpórea, e segundo advento.2 Martin, que havia escrito extensamente sobre o tema de seitas com base americana, imediatamente reconheceu que essa não era a declaração doutrinária de uma seita típica. Ele passou a crer que os ASD, pelo menos segundo o que aqueles homens representavam, haviam sido muito mal compreendidos pela cristandade evangélica.
Não obstante Martin ficasse impressionado com sua dedicação aos pontos essenciais da fé, havia ainda um número de doutrinas adventistas distintivas que por muito tempo tinham estado no caminho da aceitação dos ASD como irmãos cristãos. A maior parte dos eruditos evangélicos que haviam escrito negativamente a respeito dos ASD centralizava suas críticas sobre esses poucos pontos distintivos, que, se acreditava, solapavam qualquer ortodoxia que o adventismo pudesse conter. Martin, que estava determinado a compreender os ASD com toda precisão, solicitou uma pormenorizada explanação dessas crenças peculiares.

Heterodoxia ou Heresia?

Devido a que essas doutrinas controvertidas transmitem o que há de singular na teologia adventista, e em vista de que chegar a uma compreensão a respeito delas era importante para a avaliação de Barnhouse/Martin, uma breve discussão delas se faz necessária. Infelizmente, limitações de espaço impedem um tratamento em profundidade, assim discutiremos três dos pontos peculiares que têm sido fontes importantes de má compreensão.3 A conferência evangélica/ASD revelou que a teologia adventista diferia do cristianismo em geral nas seguintes três questões: o sábado, a autoridade da figura proeminente da denominação, Ellen G. White, e a doutrina do "juízo investigativo.
Sabatismo. Os ASD ensinam que a guarda do sábado do sétimo dia, como memorial perpétuo da criação, é obrigatório para todos os cristãos como uma marca de "verdadeira obediência" ao Senhor. Diferentemente de certos adventistas extremistas, contudo, os eruditos adventistas na conferência asseguraram que a observância do sábado não propicia salvação, e que cristãos não-adventistas que observavam o domingo em sã consciência não se excluíam do corpo de Cristo.
Conquanto a guarda de um dia de descanso nunca tenha sido a posição oficial do cristianismo histórico, os evangélicos concluíram que guardar ou não guardar um sábado é permissível no contexto de Romanos 14:5, 6. Outras denominações cristãs, tais como os batistas do sétimo dia, tinham também assumido essa posição. Os evangélicos discordaram vigorosamente da conclusão adventista concernente ao sábado, mas não viram isto como uma questão que deveria dividi-los.
Ellen G. White e o Espírito de Profecia. O desenvolvimento e a própria existência do adventismo é literalmente incompreensível à parte de Ellen White e seus múltiplos escritos. Nenhum líder ou teólogo cristão tem exercido tão grande influência sobre uma denominação em particular quanto Ellen White sobre o adventismo. Durante sua vida, a Sra. White é creditada com a produção de mais de 46 livros totalizando 25 milhões de palavras, que abordam virtualmente cada área das crenças e práticas dos adventistas.
O ASD crê que o dom de profecia mencionado em I Coríntios, capítulos 12 e 14, foi singularmente manifestado na vida e escritos de Ellen White. Suas alegadas visões e palavras do Senhor foram interpretadas como sendo uma característica identificadora e qualificativa da igreja remanescente de Deus. Os escritos de Ellen White têm sido freqüentemente descritos, como ela própria declarava, como uma luz menor apontando à luz maior da Escritura.4
Em vista de os ASD considerarem os escritos de Ellen White como conselho inspirado do Senhor, os evangélicos preocupavam-se com a relação que seus escritos teriam com a Bíblia. A questão submetida aos eruditos adventistas foi: Os adventistas do sétimo dia consideram os escritos de Ellen G. White como estando em pé de igualdade com os escritos da Bíblia?5
1) Que não consideravam os escritos de Ellen G. White como um acréscimo ao cânon sagrado da Escritura.
2) Que não os consideravam como tendo aplicação universal, como é o caso da Bíblia, mas aplicam-se particularmente à Igreja Adventista do Sétimo Dia.
3) Que não os consideravam no mesmo sentido como Escrituras Sagradas, as quais permanecem como únicas e exclusivas, sendo o padrão pelo qual todos os outros escritos precisam ser julgados.6
Conquanto os evangélicos abertamente rejeitassem o ponto de vista dos adventistas quanto aos escritos de Ellen White, concluíram que na medida em que seus escritos não eram visto como 1) estando em mesmo nível que a Escritura, 2) sendo infalíveis, ou 3) um teste de comunhão cristã, esta questão não precisa ser divisória.
A Doutrina do Santuário/Juízo Investigativo. Talvez a crença mais distinta dentre todos os ensinos adventistas seja a doutrina do santuário, que surgiu como uma explicação para o fracasso do movimento milerita de 1844. O ministro batista Guilherme Miller (1782-1849), empregando o princípio de interpretação dia-ano em Daniel 8:14, predisse que Jesus Cristo retornaria literalmente à terra 2.300 anos após o início das 70 semanas de Daniel (Dan. 9:24-27), que ele interpretava como sendo o espaço de tempo de 457 A.C.--1843 A.D. Quando 1843 passou sem ver o retorno do Senhor, o movimento milerita realizou um pequeno reajuste e declarou que 22 de outubro de 1844 seria a data do segundo advento. Quando esta predição também falhou, o movimento milerita sofreu o que é conhecido historicamente como o "Grande Desapontamento". Para muitos, isto representou o fim do movimento do Advento, mas para uns poucos ele tinha apenas começado.
No auge do Grande Desapontamento, outro indivíduo, Hiram Edson, reexaminou a profecia de Daniel 8:14 após supostamente ter tido uma visão iluminadora sobre a questão num milharal. Edson, com a ajuda de O.R.L. Crosier, concluiu que o erro de Miller estava na natureza do evento, antes que nos cálculos de tempo. Miller havia interpretado a "purificação do santuário" (referida em Dan. 8:14) como profecia de que Jesus Cristo retornaria ao "santuário" terreno, isto é, à própria Terra. Edson, à luz de sua visão, chegou a crer que Cristo, em vez de retornar à Terra em 1844, de fato entrou pela primeira vez no segundo compartimento do santuário celestial. Ele cria que existia um santuário celestial, sendo o modelo do santuário terrestre do Velho Testamento, completo, com o duplo compartimento conhecido como o lugar santo e o lugar santíssimo. 1844, segundo Edson, assinalara o início da segunda fase da obra expiatória de Cristo.
A obra que Jesus devia realizar no lugar santíssimo foi mais tarde desenvolvida na doutrina do juízo investigativo. Os primeiros adventistas entendiam que a obra expiatória de Jesus se realizaria em duas fases. Esse ministério de Cristo em duas fases poderia ser melhor compreendido como um antitipo da obra dos sacerdotes do Velho Testamento.
Sob o velho concerto, argumentavam, os deveres diários dos sacerdotes confinavam-se a oferecer sacrifícios dentro do lugar santo (o perdão do pecado), contudo, uma vez ao ano no dia da expiação, o sumo sacerdote entrava no lugar santíssimo e purificava o santuário pelo ato de aspergir sangue de um bode morto sobre o propiciatório (eliminação do pecado). Após a purificação do santuário, os pecados do povo eram postos sobre o bode expiatório que, então, era banido para o deserto.
Segundo o adventismo, Jesus havia estado perdoando o pecado desde Sua morte vicária sobre a cruz; contudo, em 22 de outubro de 1844, Ele iniciou Sua obra de eliminação do pecado. Desde a ascenção até 1844, Jesus tinha estado aplicando o perdão que adquirira na cruz no primeiro compartimento do santuário, mas em 1844, Ele entrara no segundo compartimento e começara a investigar as vidas dos que receberam o perdão para verificar se eram dignos da vida eterna. Somente os que passassem nesse julgamento poderiam ter a garantia de ser trasladados por ocasião de Sua segunda vinda. Esta doutrina deu origem ao que mais tarde ficou conhecido como o ensino da perfeição sem pecado [N.T.: ou "perfeccionismo"] (a guarda perfeita dos mandamentos a fim de achar aceitação no juízo). Seguindo-se ao juízo investigativo, Cristo sairia do santuário celestial e haveria de retornar à Terra trazendo a cada homem a sua recompensa, e introduzindo o grande e terrível dia do Senhor. É a data de 1844, e os eventos descritos acima, que assinalam o início da IASD.
Ao ouvir sobre esta doutrina peculiar, Barnhouse descreveu o tema do santuário como nada mais do que um esquema de salvar as aparências, criado para resgatá-los do erro milerita. Os evangélicos repudiaram essas duas doutrinas como carecendo de apoio bíblico. Permanecia a questão para os evangélicos, contudo, se essas duas doutrinas bloqueavam o caminho da comunhão genuína. A preocupação básica era se essas doutrinas minimizavam a obra expiatória de Cristo, ou a reduziam a uma expiação incompleta. Após uma avaliação crítica, os evangélicos concluíram que esta doutrina do juízo investigativo "não constitui uma barreira real à comunhão quando entendida em seu sentido simbólico e não no materialístico ou num sentido extremamente literal em que alguns escritores adventistas pioneiros a apresentaram".6 Eles ressaltaram que no pensamento adventista contemporâneo, a doutrina não implicava uma expiação dupla ou parcialmente completada, antes, que a expiação realizada uma vez por todas estava sendo aplicada por Cristo como nosso Sumo Sacerdote no céu.
No que concernia aos evangélicos, as três doutrinas do sabatismo, autoridade de Ellen White e santuário/juízo investigativo, . . . se apropriadamente interpretadas não impediriam a comunhão entre os dois campos.
Outras doutrinas distintivas tais como a imortalidade condicional, o aniquilamento dos ímpios, a reforma de saúde, e o conceito de igreja remanescente foram discutidos e avaliados pelos evangélicos. A conclusão deles era que conquanto essas doutrinas estivessem fora da corrente principal dos ensinos evangélicos, e nalguns casos sem qualquer claro embasamento bíblico, a explanação dada por aqueles eruditos adventistas não impediria que fossem tidos por genuínos seguidores de Jesus.
Após avaliarem milhares de páginas de documentação, e participarem de longas sessões de perguntas e respostas com vários dos mais competentes eruditos adventistas, Walter Martin, falando pelos evangélicos, concluiu que a IASD "é essencialmente uma denominação cristã, mas na perspectiva global sua teologia deve ser vista como mais heterodoxa do que ortodoxa, e suas práticas em não poucos casos devem realmente ser consideradas divisórias". 8

Desdobramento da Conferência

A decisão de reclassificar a IASD como denominação heterodoxa, não uma seita não-cristã, foi muito controvertida. Barnhouse e Martin receberam considerável crítica em círculos evangélicos. De fato, após revelarem suas descobertas em várias edições da revista Eternity, 25 por cento dos assinantes da revista cancelaram suas assinaturas!
Este clima de opinião começou a mudar, contudo, com o lançamento da publicação Questions on Doctrine [N.T.: Nome completo do livro, "Os Adventistas do Sétimo Dia Respondem a Perguntas Sobre Doutrina"], (doravante referida como QOD).9 Este volume foi produzido diretamente das sessões de perguntas e respostas com os evangélicos, com ambos os lados contribuindo para a enunciação clara das perguntas. O expresso propósito do livro foi esclarecer a doutrina adventista revelando áreas de crença comum e diferenças distintas com relação aos evangélicos. Os especialistas adventistas que compuseram o QOD realçaram que esse livro não constituía uma nova declaração de fé, sendo uma explanação dos principais aspectos da crença dos ASD.
Para assegurar que esse volume de fato representava a teologia adventista, não a opinião de um grupo seleto, o manuscrito foi remetido antes da publicação a 250 líderes adventistas para o revisarem. Após receber apenas críticas sem grandes conseqüências, o manuscrito de 720 páginas foi aceito por uma comissão da Associação Geral e publicado pela Review & Herald Publishing Association [N.T.: editora adventista] em 1957. Embora a obra em anos recentes tenha se tornado fonte de controvérsia no adventismo, é digno de nota que R. R. Figuhr mais tarde declarou que considerava o QOD como a realização mais significativa de sua presidência.10
Vários anos depois, em 1960, o livro de Martin, The Truth About Seventh-day Adventism [A verdade sobre o adventismo do sétimo dia] foi também publicado e recebeu ampla acolhida. Muitos que haviam inicialmente criticado a avaliação Barnhouse/Martin começaram a ter nova consideração para com os ASD devido à extensa documentação exibida no livro de Martin. (Conquanto esse livro esteja há muito fora do prelo, a avaliação de Martin sobre a IASD permaneceu disponível em seu livro posterior The Kingdom of the Cults [O império das seitas]). Líderes adventistas também declararam publicamente que o livro de Martin expunha precisamente a teologia adventista. Um adventista da atualidade fez esta afirmação: "O livro de Martin é a obra de um investigador honesto e um teólogo competente. Ele compreendeu e relatou com exatidão o que os adventistas lhe disseram que criam, e citou as provas deles exaustivamente".11
Assim, de acordo com a liderança ASD, tanto o QOD quanto o The Truth About Seventh-day Adventism representavam com exatidão sua teologia no final da década de 50, conquanto, segundo veremos, a aceitação dessa teologia no adventismo estivesse longe de ser universal.
Muita coisa mudou, entretanto, desde o QOD, e assim voltamos agora nossa atenção aos acontecimentos que moldaram a crise atual no adventismo.

O COMEÇO DA CONTROVÉRSIA

Os anos 60 e 70 foram um tempo de grande turbulência e debate doutrinário dentro da IASD, com o denominador comum sendo a questão da singularidade do adventismo.12 O adventismo prosseguiria na mesma direção estabelecida sob a administração Figuhr no QOD, ou a denominação etornaria a uma compreensão mais tradicional da fé? O debate sobre esta questão daria origem a duas facções distintas dentro da IASD: o Adventismo Evangélico e o Adventismo Tradicional.13 Iremos agora considerar esses dois grupos e comparar seus pontos de vista quanto àquelas doutrinas que os dividiam. Essas doutrinas compreendem a justificação pela fé, a natureza humana de Cristo, os eventos ligados a 1844, a certeza de salvação, e a autoridade de Ellen White.

Adventismo Evangélico

As raízes do Adventismo Evangélico podem ser certamente traçadas até os especialistas adventistas que dialogaram com Barnhouse e Martin. Quando o QOD repudiou tais doutrinas tradicionais comumente mantidas, como a natureza "pecaminosa" de Cristo, posições literalísticas extremadas quanto ao santuário celestial, e os escritos de Ellen White como uma autoridade doutrinária infalível, lançaram um fundamento crítico para aqueles que posteriormente empunhariam a tocha para este movimento de reforma. O ex-editor de Evangelica, Alan Crandall, comenta: "As sementes deste movimento foram lançadas dentro da denominação através do livro QOD em 1957, e o canteiro foi regado pelos ministérios públicos de homens como R. A. Anderson, H. M. S. Richards, Sr., Edward Heppenstall, Robert Brimsmead, Desmond Ford, Smuts van Rooyen, e outros".14
Esse movimento continuou a crescer e evoluir nos anos 70, com os principais porta-vozes sendo dois eruditos ASD australianos chamados Roberto Brimsmead e Desmond Ford. Ambos, mediante os seus escritos e conferências, foram os principais catalisadores de um reavivamento da doutrina da justificação pela fé que estava recebendo ampla audiência, particularmente na Divisão Australasiana da IASD. O movimento era sobretudo sustentado por jovens pastores, seminaristas e leigos adventistas. Existia também um bom número de eruditos americanos adventistas que simpatizavam com a posição Brimsmead/Ford.
As principais questões doutrinárias que uniam este grupo eram:
1) Justificação pela Fé: Este grupo aceitava o entendimento da Reforma sobre justificação pela fé (segundo o qual a justificação pela fé inclui somente justificação, e é um ato judicial de Deus pelo qual Ele declara os pecadores como sendo justos com base na própria justiça de Cristo). Nossa condição perante Deus repousa sobre a justiça imputada de Cristo, que recebemos pela fé somente. A santificação é o fruto que acompanha, e não a raiz da salvação.
2) A natureza humana de Cristo: Jesus Cristo possuía uma natureza humana isenta de pecado sem qualquer inclinação ou propensão para o pecado. Nesse sentido, a natureza humana de Cristo era semelhante à de Adão antes da queda. Conquanto Cristo certamente sofresse as limitações de um homem real, por natureza Ele era incapaz de pecado. Jesus era basicamente nosso substituto.
3) Os eventos ligados a 1844: Jesus Cristo entrou no lugar santíssimo (no próprio céu) quando de Sua ascenção; a doutrina do santuário e do juízo investigativo (literalismo e perfeccionismo tradicionais) não têm base na Escritura.
4) Certeza de salvação: Nossa condição e segurança perante Deus jaz somente na justiça imputada de Cristo; perfeição isenta de pecado não é possível deste lado do céu. Confiar em Cristo dá a uma pessoa a certeza.
5) Autoridade de Ellen G. White: Ellen White foi uma genuína cristã que possuía um dom de profecia. Contudo, nem ela nem seus escritos são infalíveis, e eles não devem ser empregados como autoridade doutrinária.

Adventismo Tradicional

Embora o QOD seja considerado a origem do Adventismo Evangélico, limentou também o fogo dos que apoiavam o Adventismo Tradicional. Seguindo-se a sua publicação, M. L. Andreasen, respeitável erudito adventista, criticou severamente o QOD, declarando que em sua opinião por tal livro o adventismo se vendera aos evangélicos.15 Vários anos depois, na administração de Robert Pierson, dois reputados eruditos, Kenneth Wood e Herbert Douglass, declararam que a publicação do QOD havia sido um grande erro.16
A questão crucial do Adventismo Tradicional certamente parecia jazer diretamente sobre a autoridade de Ellen G. White. Este grupo defenderia fortemente aquelas doutrinas que eram crenças peculiares ao adventismo, especialmente as que receberam o seu selo de aprovação de parte do dom profético de Ellen White (por exemplo, a doutrina do santuário, o juízo investigativo). O apoio para esse grupo veio principalmente do clero e leigos mais idosos, e, o mais importante, eles pareciam ter obtido a simpatia da maior parte dos administradores adventistas. Então, como agora, os líderes que dirigiam a denominação não eram bem informados teologicamente, mas acolheram a posição do segmento tradicionalista, muito loquaz.
As posições seguintes foram tomadas pelo Adventismo Tradicional em resposta aos debates doutrinários:
1) Justificação pela fé: A justificação pela fé incluía tanto justificação quanto santificação. Nossa condição perante Deus repousa tanto na justiça imputada quanto na justiça comunicada de Cristo (a obra de Deus por e em mim). A justificação é somente para os pecados cometidos no passado.
2) A natureza humana de Cristo: Jesus Cristo possuía uma natureza humana que não somente estava enfraquecida pelo pecado, mas tinha propensões para o próprio pecado. Sua natureza era semelhante à de Adão após a queda. Devido ao seu êxito em vencer o pecado, Jesus é basicamente nosso exemplo.
3) Os eventos ligados a 1844: Jesus entrou no segundo compartimento do santuário celestial pela primeira vez em outubro de 1844, e iniciou um juízo investigativo. Esse juízo é o cumprimento da segunda etapa da obra expiatória de Cristo.
4) Certeza de salvação: Nossa condição perante Deus repousa tanto sobre a justiça imputada quanto a justiça comunicada de Cristo; a certeza de salvação perante o juízo é presunção. Como Jesus, nosso exemplo, nos mostrou, a perfeita obediência aos mandamentos é possível.
5) A autoridade de Ellen G. White: O espírito de profecia foi manifesto no ministério de Ellen White como sinal da igreja remanescente. Suas obras são conselhos inspirados e têm autoridade em questões doutrinárias.
Deve-se ressaltar que obras têm sido produzidas sobre cada uma dessas doutrinas, de ambos os lados. A breve descrição acima apenas objetiva propiciar uma sinopse precisa dos pontos de vista dos dois grupos.
É importante reconhecer que durante os anos 70, como hoje, nem todo adventista do sétimo dia se ajustaria exatamente dentro de um desses dois grupos. Nenhum desses grupos estava totalmente unido em suas crenças doutrinárias. Por exemplo, nem todos no campo Tradicional mantinham a concepção da natureza "pecaminosa" de Cristo, conquanto a maioria certamente o fizesse. Entre os Adventistas Evangélicos, havia opiniões diferentes com respeito à compreensão do julgamento pré-advento. Igualmente, havia adventistas que não se julgavam em necessidade de identificar-se com um ou outro lado.
Deve-se mencionar ainda que, embora pequeno, existia, e ainda existe, um segmento no adventismo do sétimo dia que poderia ser descrito como teologicamente liberal.

DE CONTROVÉRSIA A CRISE

Como a comparação doutrinária acima demonstrou, as diferenças entre essas duas facções foram de fato significativas. As diferenças poderiam essencialmente ser reduzidas: 1) à questão da autoridade (sola scriptura vs. Escritura mais Ellen White), e 2) a questão da salvação (justiça imputada vs. justiça comunicada). O adventismo, de fato, estava debatendo as mesmas questões básicas que causou a Reforma no século XVI.
Pelo fim dos anos 70, essa controvérsia doutrinária deu lugar a grande crise no adventismo. Apareceram dois livros que desafiavam as posições adventistas tradicionais sobre justificação pela fé e os eventos de 1844. The Shaking of Adventism [N.T.: Lançado em português pela JUERP com título de O Abalo do Adventismo], de autoria do erudito anglicano, Geoffrey Paxton, historiava a luta no adventismo quanto à doutrina da justificação pela fé. Ele assegurava que se os adventistas são, como reivindicavam, herdeiros especiais da Reforma, então deviam acatar o entendimento da Reforma sobre justificação pela fé. O chegar a uma compreensão adequada dessa doutrina fundamental havia perturbado o adventismo por toda a sua história. A segunda obra, de Roberto Brimsmead, 1844 Reexamined, repudiava o entendimento adventista tradicional sobre 1844 e o juízo investigativo. Os dois livros centralizavam-se sobre duas das questões básicas da crise adventista de identidade.

Abalando os Fundamentos

Sem dúvida, a questão mais explosiva surgida durante esse período foi a descoberta da tremenda dependência literária de Ellen White. Eruditos adventistas como Harold Weiss, Roy Branson, William Peterson, e Ronald Numbers apresentaram pesquisa histórica que demonstrava que Ellen White tomara emprestado material de outros autores do século XIX. A revelação mais controvertida, contudo, veio de um pastor adventista chamado Walter Rea. Rea acusou que uma proporção de 80 a 90 por cento dos escritos de White haviam sido plagiados. Devido à tremenda influência que os escritos de White têm tido sobre a denominação, e devido a que os adventistas têm sido ensinados que os seus escritos foram tirados diretamente de suas visões (uma opinião promovida pela denominação), esta descoberta abalou os próprios fundamentos do adventismo do sétimo dia.
Inicialmente, o White Estate [Depositários dos originais de Ellen White] negava essa evidência, admitindo, posteriormente, que fontes foram utilizadas em seus escritos. A Review and Herald, órgão oficial da denominação, argumentava em defesa de White que sua dependência literária foi bem menor do que Rea alegara, e que seu emprego de fontes literárias não invalidava a inspiração de seus escritos. Afinal, raciocinavam, alguns escritores bíblicos empregaram fontes. Rea, que mais tarde documentou exaustivamente sua acusação no livro The White Lie [A mentira branca], foi despedido pela denominação.
O tema da inspiração e autoridade de Ellen White tem sido uma fonte de controvérsia ao longo da história adventista, mas a acusação de plagiarismo tem suscitado dúvidas quanto a sua integridade e veracidade. Alguns têm mesmo acusado o White Estate de que sabia sobre este problema por algum tempo e tentou acobertá-lo. Esta questão foi também importante com respeito ao tema da identidade singular do adventismo. Em vista de que muitos pontos doutrinários distintivos haviam recebido confirmação mediante o dom profético, questioná-la seria questionar a singularidade do próprio adventismo.

Desafiando o Coração do Adventismo

Duas das doutrinas que haviam recebido confirmação mediante o dom profético foram a do santuário e a do juízo investigativo (isto é, os eventos de 1844). Essas duas doutrinas distintivas jaziam no centro da controvérsia que finalmente levaria a uma nítida divisão dentro das fileiras do adventismo. Desmond Ford, por 16 anos chefe do departamento de Teologia do Avondale College em New South Wales, Austrália, desafiou a validade bíblica do entendimento tradicional dessas doutrinas. Ele argumentava que a compreensão literalista e perfeccionista dessas doutrinas promovida pelo adventismo tradicional não tinha suporte bíblico, e eram aceitas basicamente por causa das visões de Ellen White que as haviam confirmado. Ford declarava que conquanto os escritos de Ellen White fossem essenciais ao desenvolvimento do adventismo, eles deveriam ser percebidos como de natureza pastoral, e não canônica. Embora argumentasse que 1844 não tem qualquer significação bíblica, ele cria que Deus realmente suscitara a denominação adventista do sétimo dia para realçar, juntamente com a justificação pela fé, tais doutrinas como o sabatismo, criacionismo, imortalidade condicional e pré-milenismo.
Devido à controvérsia sobre as crenças doutrinárias de Ford, os líderes adventistas concordaram em conceder-lhe seis meses de licença de suas atividades a fim de que preparasse a defesa de seus pontos de vista. Uma comissão posteriormente se reuniria para avaliar suas posições à luz da doutrina ASD. Ford, um cuidadoso e produtivo erudito, preparou um manuscrito de 990 páginas intitulado Daniel 8:14: The Day of Atonement and the Investigative Judgment [N.T.: Ou seja, Daniel 8:14, O Dia da expiação e o juízo investigativo] Uma síntese da desse material está disponível como item nº 3 de nosso "Catálogo"]. Em agosto de 1980, 126 dirigentes adventistas reuniram-se no rancho Glacier View, no Colorado (EUA) para discutir essas questões provocantes. Após uma semana de reuniões, os líderes declararam que as opiniões de Ford estavam em desacordo com a doutrina adventista expressa. Em vista de que Ford não renunciava a suas convicções, a denominação removeu suas credenciais ministeriais.
A dispensa de Desmond Ford, considerado o pai do adventismo evangélico, irritou a muitos e causou um êxodo evangélico em massa da denominação para congregações adventistas independentes e igrejas evangélicas regulares. Igualmente, uma centena de líderes e professores de Bíblia adventistas evangélicos foram mais tarde dispensados ou forçados a renunciar a suas posições devido ao apoio que davam à teologia de Ford.
É desnecessário dizer que os anos da década de 80 foram um tempo crítico para o adventismo do sétimo dia. E embora pareça que a época mais traumatizante tenha passado, as cicatrizes dessa luta ainda permanecem. Conquanto as decisões da Associação Geral pareçam conceder o seu apoio ao Adventismo Tradicional, a denominação tem negado que busque ativamente eliminar todas as influências evangélicas. Muitos ex-pastores e professores de Bíblia adventistas contestariam vigorosamente tal declaração. Parece haver ainda vastos números de adventistas que são de persuasão evangélica, mas certamente não tão loquazes após Glacier View.

AVALIANDO O ADVENTISMO HOJE

Devido à controvérsia que se manifestou dentro do adventismo há algumas décadas, muitos que estão cientes da avaliação de Barnhouse/ Martin nos anos 50 têm indagado se esta posição deveria ser revista ou alterada significativamente. E em vista da medida tomada contra Desmond Ford, Walter Rea, e muitos outros, alguns têm perguntado se o adventismo do sétimo dia no presente deveria ser considerado um culto não-cristão.
É nossa posição que a avaliação dada por Barnhouse e Martin ainda se aplica ao segmento do adventismo que acata as posições mantidas no QOD, mais tarde expressas no movimento adventista evangélico das últimas décadas. Embora alguns dentro deste grupo se apeguem a doutrinas que não são parte da corrente principal da cristandade evangélica, afirmam ainda as doutrinas fundamentais do cristianismo histórico, particularmente o entendimento paulino de justificação pela graça mediante a fé somente, da Reforma (Rom. 3-4). A este grupo estendemos uma mão de comunhão e encorajamento. Aplaudimos sua coragem em se baterem pelo evangelho.
O adventismo tradicional, por outro lado, que parece ter obtido apoio de muitos administradores e líderes (ao menos em Glacier View), parece distanciar-se mais e mais de várias posições estabelecidas em QOD. Embora dirigentes adventistas tenham declarado que a denominação se identifica com o QOD, alguns desses mesmos líderes desligaram da igreja dezenas de adventistas por afirmarem porções do QOD. Em vez de sustentarem o QOD, alguns líderes dentro da denominação têm-se referido a ele como uma "heresia condenável".17
Por irônico que possa parecer para um grupo que condena o catolicismo violentamente e reivindica serem especiais herdeiros da Reforma, a posição adventista tradicional sobre justificação pela fé é mais semelhante à do Concílio de Trento da Igreja Católica do que à dos reformadores.18 Devido a que esta doutrina é tão fundamental a um entendimento apropriado da lei e evangelho, a posição deturpada de igualar justificação com santificação conduz a vários outros conceitos antibíblicos (falta de certeza, perfeccionismo, etc.). Não admira que Lutero pensasse que tudo girava em torno de uma apropriada compreensão desta doutrina.
Além de sua posição comprometedora sobre justificação, o Adventismo Tradicional parece inclinado a tornar Ellen G. White a infalível intérprete da Escritura. Conquanto esta nunca tenha sido a posição oficial da igreja, em termos práticos muitos líderes dentro do adventismo têm-no declarado. Lyndon K. McDowell faz este revelador comentário: "Na prática, se não em teoria, os escritos de E. G. White têm sido elevados a uma pedra de toque verbalmente inspirada de interpretação, o que tem resultado numa membresia essencialmente iletrada do ponto de vista bíblico".19 Desafortunadamente, muitos adventistas vêem os escritos de Ellen White como um infalível atalho à compreensão escriturística. Os adventistas devem compreender que se elevam Ellen White à posição de intérprete infalível, então a dramática ironia dos séculos torna-se real--os ASD têm um Papa!

O Adventismo Tradicional é Sectário?

Com respeito à acusação de que o Adventismo Tradicional é uma seita não cristã, deve-se realçar que a estrutura do adventismo é em grande parte ortodoxa (a aceitação da Trindade, divindade de Cristo, nascimento virginal, ressurreição corpórea, etc.). Atualmente, contudo, pareceria que o AdventismoTradicional é, pelo menos, aberrante, confundindo ou comprometendo a verdade bíblica (por exemplo, sua visão da justificação e natureza de Cristo, apelando a uma autoridade não bíblica). Deve-se também declarar que se o campo tradicional continuar a desviar-se do QOD, e a promover Ellen White como a intérprete infalível da igreja, então eles podem um dia estar merecendo plenamente o título de "seita", como alguns adventistas reconhecem.
No final dos anos 70, a IASD estava na encruzilhada entre tornar-se bastante evangélica, ou volver ao tradicionalismo do passado. A crise dos anos 80 revela que muitos na liderança ASD deram ouvidos aos tradicionalistas que sempre se fazem ouvir, e, infelizmente, estão conduzindo o adventismo no rumo errado. Se aqueles na liderança adventista que amam o evangelho da Reforma (e há ainda muitos) não se manifestarem e permanecerem firmes por suas convicções, o adventismo tem pouca esperança, porque o Adventismo Tradicional está teologicamente falido. Seu evangelho pervertido retira dos adventistas a certeza de salvação deixando-os na roda viva de tentarem corresponder plenamente aos requisitos da lei de Deus para serem salvos.
Nossa crítica ao adventismo não deve ser interpretada como um ataque procedente de um inimigo, e sim como palavras preocupadas de um amigo, que ora ardentemente para que os dirigentes atuais do adventismo do sétimo dia honrem a Escritura e o evangelho da graça acima de suas peculiaridades denominacionais.

NOTAS

1 Ver, p. exp., Anthony Hoekema, The Four Major Cults (Grand Rapids, MI: William B. Eerdmans Publ. Company, 1963).
2 Questions on Doctrine (Washington D.C.: Review and Herald Publishing Assn., 1957), 21-22.
3 Para uma análise completa das doutrinas peculiares adventistas ver Walter Martin, The Kingdom of the Cults, ed. rev. (Minneapolis, MN: Bethany House Publishers, 1985).
4 Questions on Doctrine, 96.
5 Ibid. , 89.
6 Ibid .
7 Walter Martin, "Adventist Theology Vs. Historic Orthodoxy", Eternity, Jan. 1957, 13.
8 Walter Martin, "Seventh-day Adventism", Christianity Today, 19 de dezembro de 1960, 14.
9 O título exato é Seventh-day Adventists Answer Questions on Doctrine. Mais conhecido como Questions on Doctrine.
10 "Currents Interview: Walter Martin", Adventist Currents, julho de 1983, 15.
11Gary Land (ed.), Adventism in America (Grand Rapids, MI: William B. Eerdmans Publishing Company, 1986), 187.
12 Ver Land, 215.
13 Desmond e Gillian Ford, The Adventist Crisis of Spiritual Identity. (Newcastle, CA: Desmond Ford Publications, 1982), 20-28.
14Alan Crandall, "Whither Evangelical Adventism", Evangelica, maio de 1982, 23.
15 Ford, 20.
16 Ibid.
17Geoffrey Paxton, The Shaking of Adventism (Grand Rapids, MI: Baker Book House, 1977), 153.
18 Ver Paxton, 46-49
19Lyndon K. McDowell (erudito ASD), in "Quotable Quotes from Adventist Scholars", Evangelica , Nov. 1981, 37.


Reação de um líder adventista ao artigo, segundo carta que escreveu à redação do Christian Research Journal (publicada na edição do outono/1988): O seu artigo "De Controvérsia a Crise" sobre os adventistas do sétimo dia representa um retrato impressionantemente preciso do que está se passando dentro do adventismo hoje.
Vocês descrevem duas correntes principais: a tradicional e a evangélica, e fazem alusão a uma terceira--liberal. Há realmente essas três correntes. À semelhança de outros grupos religiosos, estamos seguindo a progressão sugerida por Reinhold Niebuhr, de homem para movimento, para máquina, para monumento. Alguns de nós estamos tão ocupados erigindo monumentos que não dispomos de tempo para resgatar os perdidos.
O adventismo tem muito a oferecer a outros grupos cristãos, mas precisamos todos firmar-nos sobre o mesmo fundamento. Esse fundamento é salvação por aceitar a vida perfeita e morte de Cristo e disso depender--e ponto final. As obras inevitáveis resultantes de ser justificado são sempre o resultado, nunca a causa, de minha salvação.

J. David Newman
Secretário-Associado da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia.

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68. Dizer que é minha teoria e minha doutrina a justificação pela fé é no mínimo prova de que você não conhece a Bíblia, fato muito comum entre adeptos da CCB.O livro de Tiago deixa claro que ele tem em vista um significado diferente de Paulo, quando cita um período da vida de Abraão(Gênesis 22) diferente da que Paulo citou em Romanos 4(Gênesis 15). Abraão foi justificado na incircuncisão(Romanos 4:11; Gênesis 15:6), e em Gênesis 22 ele já estava justificado diante de Deus e circuncidado, Deus o provou na fé que ela já tinha, o que serviu de exemplo para nós. Quanto a Raabe, ela já havia sido justificada diante de Deus pela sua fé antes mesmo de esconder os espias de acordo com Josué 2:11. Os espias precisavam ver a atitude dela, enquanto que Deus já lhe conhecia o coração. (Veja Samuel 16:7) Acreditar que Deus precisa ver as obras de alguém para que esse seja salvo é reduzir a Sua onisciência, desonrando a Sua Pessoa, além de admitir que as obras são necessárias para a salvação(se não antes, ou depois). Se este é o Deus que a CCB acredita, não é o Deus descrito nas páginas da Bíblia. Tendo por base o que já vimos anteriormente, concluímos que a "fé" mencionada por Tiago não é uma "fé salvadora", mas uma fé intelectual, o que é confirmado quando ele menciona que até mesmo os "demônios crêem e estremecem"(2:19), e "se alguém disser que tem fé"(2:14), enquanto que a "fé salvadora é uma questão de crer com o coração e receber"(João 1:12; Romanos 10:10). <<<TOPO

69.Veja que contradição na sua frase – “Não acredito em nenhuma organização. A organização que acredito é a verdadeira doutrina que é a Graça de Deus."A verdadeira graça de Deus é Cristo, o verdadeiro Caminho da vida eterna é Cristo, a única verdade é Cristo. Devoção excessiva a uma organização religiosa é idolatria! Dizer que a CCB é a graça de Deus, além de ser idolatria é também pura blasfêmia!Você diz que "aprende lendo a Bíblia", então me diga como você pode ainda estar em uma organização que prega heresias contrárias a Bíblia??? Veja abaixo, apenas um exemplo de muitos que existem:A CCB não admite ser questionada nas decisões doutrinárias e diretrizes que estabelece –“A Palavra de Deus ensinada à sua Igreja não é para ser discutida, porém obedecida; só assim se honra o Senhor.” (Pontos de Doutrina e da Fé que uma vez foi dada aos santos, pág.19)O próprio Louis Francescon mostrando que tinha uma personalidade sectária e controladora reprovou aquilo que os irmãos nos E.U.A estavam fazendo diferentes daquilo que ele havia ensinado –“Todas as vezes que eu voltava à América do Norte, encontrava sempre novidades no meio dos irmãos; coisas diferentes daquilo que tinham aprendido no começo.”(Histórico da Obra de Deus, página 25)E isso não mudou, veja abaixo em uma carta expedida pela CCB em Roraima alertando contra a CCB renovada, lemos: “Esse ex-ancião, vem de muitos anos manifestando um espírito contrário ao que temos aprendido com o nosso irmão Louis Francescon, e rebelando-se contra os ensinamentos e a atuação dos irmãos mais velhos, procurando mesmo fazer adeptos aos seus pensamentos, aos quais são contrários a sã doutrina.”

Ao contrário de tudo isso a Bíblia nos ensina que:

Podemos julgar aquilo que os profetas falam (I Coríntios 14:29).Devemos examinar tudo, mas reter apenas o que é bom (I Tessalonicenses 5:21).O ensinador está sujeito a tropeçar, por isso pode ser questionado (Tiago 3:1-2).Não devemos dar crédito a toda palavra(Provérbios 14:15).Paulo, o apóstolo jamais poderia ser um ancião da CCB, porque além de não querer dominar a fé dos outros, aceitava que os outros julgassem ou questionassem seus ensinos e até mesmo elogiou tal atitude (II Coríntios 1:24; I Coríntios 10:15; Atos 17:11;etc.)Não há como conciliar, ou ficas com os ensinos dos homens da CCB ou fica com a Bíblia.Outra coisa: apregoar que a salvação é efetuada pelas obras é um dos ensinos de perdição que a CCB acredita, além de ser doutrina de demônios porque ataca frontalmente a total suficiência do sacrifício eficaz de Cristo na cruz. Então, pelo visto você é um exímio aprendiz de doutrinas de perdição.A salvação é livre de qualquer obra inclusive da entrega bíblica do dízimo. Entregamos o dízimo não para sermos salvos, isso é heresia, e nunca disse isso. Abraão entregou o dízimo na graça e não na lei, porque a lei só veio 430 anos depois. Você disse: "Não creio que conhecer a Bíblia na ponta da língua converta alguém". Colega, é claro que você vai tomar partido em dizer isso, afinal você não conhece a Bíblia. Mas será que a Palavra de Deus não tem nada haver com nossa conversão? Veja que a Palavra é o instrumento do Espírito, e sem ouvir a Palavra não há fé, e sem fé não há salvação.(Romanos 10:17; Efésios 6:17). Deus converte o coração por meio da exposição da palavra, afinal – “e como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão se não quem pregue? (Romanos 10:14) Quer dizer então que só é espiritual o que é irracional? Isso é gnosticismo!

"E que desdes a infância sabes as sagradas letras que podem fazer-te sábio para salvação pela fé que há em Cristo Jesus." II Timóteo 3:15

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70.Para resolvermos essa "charada", precisamos entender a relação entre presciência, eleição, liberdade, responsabilidade e predestinação.Primeiramente devemos entender que ser um 'eleito' não é um fim em si mesmo. Deus elege com objetivo, com alvo e propósito. Qual seria? Alcançar o restante da humanidade. Quando Deus elegeu Abraão, foi para que através dele todas as nações da terra fossem alcançadas (Gênesis 12:3). Então, mais do que um privilégio, ser eleito acarreta grandes responsabilidades. O próprio povo de Israel deveria ser um reino de sacerdotes, sabemos que um sacerdote representa o homem diante de Deus, então a função de Israel era levar todos os homens(as demais nações) até Deus(Êxodo 19:6; Isaías 42:6-7). Exemplificando isto, vemos o profeta Jonas que foi designado para levar a mensagem de arrependimento aos ninivitas, da nação conhecida como Assíria. A Assíria era uma nação idólatra, totalmente cruel e violenta, entretanto, Deus queria alcançar aqueles indivíduos (Jonas 1:2), porque Ele ama o mundo todo (João 3:16; I Timóteo 2:3-4; Tito 2:11; II Pedro 3:9;etc.), e não somente uma parcela da humanidade. Jonas quis se esquivar dessa responsabilidade por alguns motivos, entre os quais seu errôneo exclusivismo religioso, por conta do exacerbado nacionalismo. Irmãos, não é assim que agem muitos que interpretam de forma egoística a doutrina da eleição? Estes vêem a eleição de uma maneira errada, tratando os outros como 'rales pecadores', e achando que Deus só se preocupa com eles, "os superiores"! Será este o reflexo do coração de Deus? Não!

Em segundo lugar, temos de ver qual é a descrição de Tiago sobre um indivíduo que é sábio segundo Deus:

"A sabedoria, porém, lá do alto,é,...imparcial"(Tiago 3:17). Ora se Deus já predeterminou aleatoriamente aqueles que vão para o céu, e aqueles que vão para o inferno, isso seria claramente agir com parcialidade. Mas como admitir isso, se nosso Deus é sábio, e portanto, imparcial? (Deuteronômio 1:17; II Crônicas 19:7;I Timóteo 5:21)

Em terceiro lugar, antes da eleição existe a chamada presciência. O que é isto? É o conhecimento antecipado de Deus, em outras palavras, Ele já sabe tudo que vai acontecer antes que aconteça. Com base nessa presciência é que se dá a predestinação de Deus(Romanos 8:29-30, perceba nesse trecho a expressão 'os que dantes conheceu[presciência], também os predestinou...') Deus previu quem aceitaria a Cristo, e quem não O aceitaria. Cada indivíduo recebeu o poder de escolher ou rejeitar a Cristo. Aqueles que, na previsão de Deus, escolheriam a Cristo como Salvador foram predestinados para a salvação. A graça e a justiça de Deus são concedidas aos que crêem, e vedadas aos que não querem crer. Desta forma tanto a soberania de Deus é proclamada, como a responsabilidade humana é preservada, não ferindo os textos bíblicos. Deus em Sua soberania, e nessa, condescendeu-se em dar ao homem a liberdade de se posicionar em Cristo, e ser salvo, ou, continuar em Adão, e ser condenado(Efésios 1:5,11).

Em quarto lugar, quando tomamos a doutrina da predestinação e extrapolamos os limites bíblicos negando a responsabilidade humana, caímos no mesmo erro dos esotéricos que acreditam no 'destino', ou dos mulçumanos e alguns filósofos, que admitem o 'fatalismo'. Estes além de anularem o livre arbítrio, tornam Deus o responsável pelo pecado da humanidade, tornando-O assim um ser monstruoso, e blasfemando contra Seu santo nome. Certa feita, dois hereges fatalistas quiseram colocar um cristão num beco sem saída quanto à origem do pecado e a predestinação fatalística, ao que o cristão respondeu: "Quando o primeiro pecado foi cometido, Adão culpou a mulher, e a mulher lançou a culpa sobre a serpente. A serpente, que era muito jovem e " esperta", não respondeu. Porém, agora que é velha e competente, veio aqui, e diz que Deus mesmo o tem cometido!"

Para finalizar, devemos entender que como seres criados a imagem e semelhança de Deus, somos livres para fazer nossas próprias escolhas, e quando as fazemos, somos responsáveis pelas conseqüências. É dessa maneira que Deus trata conosco (Gênesis 2:16-17; Deuteronômio 30:20; Josué 24:15; I Reis 18:21; Jeremias 36:3, 44:2-5; Ezequiel 3:9, 9:4, 14:23, 15:8, 18:23,32, 36:19, 39:23-24; João 3:14-18; Atos 17:30-31; Romanos 10:11-13; Tito 2:11;II Pedro 3:9; Apocalipse 22:17;etc.) Parece irônico, mas é sério, raciocine o seguinte: 'Até mesmo aquele que decide não escolher, escolheu! Sabe porque? Porque decidiu não escolher!

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71. Não tenho procurado a verdade nos meus estudos, pois já tenho a verdade, que alias é uma Pessoa e não uma organização religiosa – JESUS (João 14:6). Os estudos ou ministrações são preparados para esclarecer, ajudar, orientar, resultado do chamado que recebi de Deus – o ensino. Concordo com você só existe um caminho verdadeiro, e este não é a CCB, mas JESUS!(João 14:6).

Jesus realmente nos trouxe ensinamentos preciosos, mas nunca deixou entendido que a salvação dependia das obras, mesmo porque isso é heresia. E se o homem pudesse ser salvo pelas obras, que necessidade haveria de Jesus morrer na cruz para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna?(Gálatas 2:21) Fazemos boas obras não para um dia sermos salvos, mas porque somos salvos. Se as obras fossem um quesito para a salvação pode ter certeza que os Espíritas Kardecistas estariam salvos.

Colega você disse que o importante é o amor e não os rituais, então porque você continua ainda a fazer parte de uma organização religiosa que mantém( e você sabe disso) que somente ela cumpre os mandamentos de Deus com maior perfeição, que dentro da “doutrina” é o “uso do véu” ou melhor de uma touca sobre o cabelo igual a da Igreja Católica, e o “ósculo santo” ou melhor um beijo ritualístico? Quantas vezes já ouvi da boca da irmandade que os evangélicos estavam debaixo da desobediência e portanto fora da graça de Deus porque não praticavam os dois rituais que citei acima.

Para finalizar digo que de acordo com o contexto de I Coríntios 9 o que Paulo estava buscando como prêmio não era a salvação porque ele já era salvo [alias, tinha a certeza da salvação] (I Coríntios 1:18; Filipenses 1:21-23), mas o galardão, a recompensa. Existe diferença entre salvação e recompensa.

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72. O "ficar" é uma forma moderna de relacionamento entre os jovens e adolescentes cuja principal característica é a intimidade sem nenhum compromisso. Essa prática é imprópria para um cristão que almeja relacionamentos sérios.Quanto a questão da riqueza, o problema em si não está no dinheiro, mas na maneira como o encaramos. Se o dinheiro for um fim em si mesmo, é perigoso. Muitos servos de Deus do passado e também do presente, eram ricos, mas sabiam lidar com a questão. Por exemplo: Abraão, Davi, Salomão, Maria (mãe de João Marcos), José de Arimatéia, e outros. Ter como objetivo ou prioridade na vida ficar rico, é impróprio (I Timóteo 6:9-10), porque os que assim procedem fazem tudo para conseguir cumprir esse desejo, até mesmo se sujeitando a práticas corruptas e egoístas, que não convém a um filho de Deus. Um dos homens mais ricos que já viveu sobre a face da terra, foi o rei Salomão. Em I Reis 10:14 lemos que 'era o peso de ouro que se trazia a Salomão cada ano seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro'. Isso equivale a 25 toneladas de ouro. Hoje em dia, valeria mais de 200 milhões de dólares! Mas mesmo diante de tanta riqueza, ele afirmou que aquilo tudo era 'vaidade e aflição de espírito, e que proveito nenhum havia debaixo do sol' (Eclesiastes 2:11). Isso nos mostra que a verdadeira riqueza se encontra 'além do sol', é algo celestial e eterno, é o próprio Senhor. Vivamos com Ele e para Ele, ajuntando tesouros no céu (Mateus 6:19-20).

Só assim seremos como aqueles que são reputados como pobres, mas que estão enriquecendo a muitos, como nada tendo, mas possuindo tudo! (II Coríntios 6:10).

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73. Quanto a colocação feita, veja o seguinte: O Novo Testamento confirma o dízimo.

O dízimo não teve origem na lei, que foi instituída 430 anos depois (Gálatas 3:17).

Quando Abraão deu o dízimo, ele era ainda incircunciso, ou seja, um gentio (Gênesis 14:20, 17:24-25).

Melquisedeque e Cristo possuem o mesmo sacerdócio, então ambos recebem dízimos (Hebreus 7:6-8).

Note que o verbo "receber" no verso 8 de Hebreus 7 está no presente, e não no passado, ou seja, na época em que o livro de Hebreus foi escrito (cerca de 64-68 d.C) tanto os levitas como Jesus recebiam os dízimos. Quando Jesus entrou além do véu, tornou-se sumo sacerdote na ordem de Melquisedeque (Hebreus 6:20). A lei passou, juntamente com o sumo sacerdócio de Arão, mas o sumo-sacerdócio de Melquisedeque na Pessoa de Cristo permanece, e com ele o dízimo que é um princípio anterior a lei.

Cristo quando teve oportunidade de se omitir a respeito do dízimo, confirmou-o em Mateus 23:23. Perceba que ele falava com os discípulos e as multidões[entre elas, os fariseus](verso 1). E servindo de exemplo para todo esse público, ele exorta os fariseus dizendo que era necessário dar os dízimos, mas também exercer misericórdia, justiça e fé. Isso nos remete a Abraão, que exerceu as três coisas, e deu o dízimo. Abraão seguiu com esse principio, porque seu neto Jacó reconhecia o mesmo, e o aplicou (Gênesis 28:22). Para um aprofundamento no assunto, leia o artigo: 'Respondendo as seitas antidizimistas' na seção 'seitas' de nosso site.

Estamos trabalhando com a produção do artigo: Doutrina dos Apóstolos ou Engano Religioso? (Parte 2), que é uma resposta ao ensinamento do Brás sobre a "doutrina dos apóstolos da CCB". Em nosso site já está disponível a parte 1, e você pode conferir. Na parte 2 o primeiro assunto a ser tratado é o dízimo, e em breve estaremos disponibilizando.

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74.O tema de sua pergunta é muito interessante, a oração. Orar não é cumprir um ritual, mas é falar com Deus. Como filhos de Deus devemos ter um relacionamento vivo e dinâmico com Ele. A Palavra de Deus nos convida a orarmos em todo momento, deixando claro que nossa comunhão com Deus deve ser constante (I Tessalonicenses 5:17; Efésios 6:18). O crucial na oração é a posição do nosso coração, Deus olha a atitude do nosso coração(Marcos 7:6). Existem diversos tipos de oração, tais como: oração intercessória (onde levamos alguém diante do Senhor), oração de súplicas (onde pedimos a Deus por nossas necessidades), oração de louvor (onde declaramos ao Senhor nosso amor e o bendizemos com nossas palavras), oração de gratidão ( onde agradecemos a Deus por cada um de Seus benefícios em nossa vida), oração de confissão (onde confessamos nossos pecados e ofensas a Deus) e oração de testemunho (onde declaramos quem o Senhor é, e aquilo que Ele fez e faz em nossas vidas). Gostaria para finalizar citar duas ricas experiências de oração.1.Lermos a Bíblia com oração. Assim tomamos trechos bíblicos e fazemos deles nossas palavras em oração, dessa maneira temos uma dupla benção: falamos com Deus e Ele fala conosco. 2.Oração mesclada com jejuns. O jejum é uma maneira de submetermos nossa carne, dessa maneira nossa sensibilidade espiritual fica mais aguçada.

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75. Entendo sua preocupação com estes assuntos, afinal de contas amamos o Senhor e queremos agradá-Lo em tudo. A única maneira de testarmos as manifestações espirituais como provindas ou não de Deus, é através do crivo da Palavra de Deus. Em I João 4:1 lemos acerca de não darmos crédito a qualquer espírito: antes prová-los para ver se procedem de Deus. Isso quer dizer que nem tudo que as pessoas dizem que vem do Espírito, é realmente do Espírito. Em I João 2:26 lemos: 'Isto que vos acabo de escrever é acerca dos que vos enganam', em outras palavras a preocupação do apóstolo era com o discernimento dos crentes, e a maneira de discernirmos é compararmos as manifestações, em especial o fruto delas com as Escrituras Sagradas (Isaías 8:20; Salmo 119:105; Mateus 7:15-20). Essas manifestações trazem glória a Deus?Trasmitem Cristo aqueles que as presenciam? Edificam os filhos de Deus? Aproxima-os do Senhor Jesus??? (I Coríntios 10:31-33). Na vida da igreja Deus tem apenas um objetivo: CRISTO!(Vede Colossenses 1:15-19) Nos cultos, o Senhor Jesus deve ser expresso, tudo tem de girar em torno Dele, e temos de sair das reuniões cheios do Espírito de Cristo e mais semelhantes a Ele.

Quanto a maneira de pregar a Palavra de Deus, perceba que temos de falar de acordo com as Escrituras (I Pedro 1:10). Observe que no livro de Atos o conteúdo transmitido nos sermões de Paulo, Pedro e Estevão era as Escrituras Sagradas (Atos 3, 7, 13). Os apóstolos e discípulos do Senhor estavam tão envolvidos com o conhecimento da Palavra de Deus, que em Atos 6:2 é dito que eles não deveriam abandonar a palavra de Deus para se ocupar com o servir às mesas, tarefas dadas aos diáconos. A decisão da escolha de outro apóstolo para assumir o lugar de Judas Isacariotes, foi feito com base na Palavra de Deus (Atos 1:15-21). O próprio Concílio em Jerusalém foi resolvido com base nas Escrituras (Atos 15:13-19). Os presbíteros eram descritos como que se afadigavam na palavra e no ensino (I Timóteo 5:17) e aptos para ensinar (I Timóteo 3:2). Um ministro de Cristo é recomendado no saber (II Coríntios 6:6-7). Paulo não era rude no conhecimento (II Coríntios 11:6). Somente através do saber adquirido nas Escrituras podemos ser maduros e preparados para toda boa obra (Vede II Timóteo 3:15-17). O presbítero deve aplicar-se a leitura, exortação e ensino (I Timóteo 4:13). Em resumo, deve pregar a palavra de Deus (II Timóteo 4:2). Não concordamos à luz das Escrituras que no púlpito deve ser suprimido uma pregação fundamentada na Bíblia, para dar lugar a uma série de "revelações" que mais se parecem com mediunidade espírita. Uma mente cristã deve estar exercitada na Palavra de Deus(Hebreus 5:14), jamais deverá estar vazia, como acontece com os espíritas que recebem entidades diabólica para "profetizarem".

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76. Entendemos que a perda da imagem e semelhança de Deus no homem não foi total, porque ainda somos homens, e não animais (Jó 38:3). Mesmo após a queda, o homem foi advertido tendo como base a imagem de Deus (Gênesis 9:6), o que não faria sentido se não houvesse nenhum traço dessa imagem. Sendo assim, ele ainda é responsável pelas escolhas que faz. Adão e Eva tiveram um livre-arbítrio, mas não uma natureza pecaminosa antes da queda. Com a entrada do pecado as coisas ficaram mais difíceis por conta da natureza corrompida que recebemos, mas isso não era desculpa para que o homem saísse por ai fazendo todo tipo de mal, haja visto que Deus deixou claro para Caim que ele poderia dominar o impulso pecaminoso (Gênesis 4:7). Isso não quer dizer que a salvação seja resultado de uma mudança de comportamento, mas é o recebimento de uma nova natureza. A vida de Deus em nós é o que faz a diferença (I João 5:12).

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77.Dizer que a regeneração batismal passou a vigorar como fonte da salvação após a morte de Jesus é desconhecer a Bíblia, mesmo porque a salvação tanto no Velho como no Novo, antes da morte como após a morte de Jesus é unicamente pela fé. A diferença é que os santos do Velho Testamento olhavam para o futuro sacrifício, e os do Novo para o passado(Leia todo o capítulo 4 de Romanos). Cristo era Cordeiro morto antes da fundação do mundo, portanto a base da salvação diante de Deus mesmo antes da crucificação era a fé (I Pedro 1:18-20; Apocalipse 13:8). A salvação não mudou após a morte de Jesus, ela continua sendo pela fé, e não por batismo mais fé. Admitir que a salvação mudou de apenas fé, para fé mais batismo seria regredir, porque se um ritual é veiculo de salvação no Novo Testamento, no Velho isso não acontecia apesar de estar envolto em diversos rituais. Será então que no Antigo testamento a purificação dos pecados era pelo sangue, e no Novo pelo sangue mais batismo?!E quanto a Marcos 16:16? Vejamos:A ênfase está no verbo crer e não no substantivo batismo. É a falta de fé que traz a condenação e não a falta de ser batizado.O texto termina dizendo: "quem não crer será condenado". A passagem não diz: "quem não crer e não for batizado será condenado". Porque? Nesta passagem ensina-se que a fé é essencial em relação a "ser" ou "não ser" condenado diante de Deus (João 3:18), enquanto que o batismo é um testemunho público aos homens, em relação a salvação que já se efetuou por meio da fé em Cristo. Podemos dizer que a salvação é algo para com Deus e para com os homens, ser salvo diante dos homens é uma questão de demonstrar por atos a mudança que se efetuou interiormente (ler a passagem toda, principalmente os versos 17-18, onde a ênfase está nos sinais exteriores, Hebreus 2:4), e diante de Deus é uma questão apenas de crer, e não de crer e ser batizado, o que seria heresia.Quanto ao argumento de várias menções ao batismo, já deixamos claro que a Bíblia não tem em vista apenas o batismo em água, mas vários tipos de batismos, dependerá do contexto para entendermos de qual se trata(Hebreus 6:2)Regeneração Batismal, é ensino pagão. São heresias de perdição como essa, que revelam o falso cristianismo da CCB.Para maiores esclarecimentos, recomendo a apostila: "Regeneração Batismal: um outro evangelho pregado pelas seitas' e também a apostila "Doutrina dos Apóstolos ou engano religioso? (Parte 1) <<<TOPO

78.A resposta as três perguntas acima é não!Precisamos colocar as coisas nos seus devidos lugares. As obras são importantes? Sim. Mas a salvação em alguma instância depende das obras? Não. Isso não sou eu quem simplesmente prego, mas a Bíblia de Gênesis a Apocalipse afirma.

A mensagem da salvação sendo do começo ao fim apenas pela fé é uma marca identificadora do verdadeiro cristianismo. Misturar de alguma maneira obras na questão salvação é sectarismo.

É interessante notar que Paulo aos escrever para os cristãos da Galácia, estava confrontando uma questão muito pertinente ao tema que estamos tratando. Por um lado ele deixou claro em Romanos que antes de nos convertermos precisamos só da fé para sermos salvos, por outro ele escreve em Gálatas que a salvação não é completada ou mantida pela obras.

'Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus.Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isto lhe foi imputado como justiça.' Romanos 4:2-3

'Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois vós tão insensatos que, tendes começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?' Gálatas 3:2-3

É procedente da carne humana pecaminosa querer praticar obras para ganhar a salvação ou mantê-la. Jamais podemos misturar salvação com obras! Não precisamos das obras para sermos salvos e nem para manter a nossa salvação. Raciocinemos o dilema daqueles que apregoam as obras como meio de se manter a salvação: Antes de ser salvo as obras não me podem salvar, e depois que sou salvo pago pela salvação através das obras?! Ora isso além de ser antibíblico, é extremamente incoerente. A salvação é gratuita, do começo ao fim é pela fé (Romanos 1:17). Não pagamos pela salvação nem a vista e muito menos as prestações!

Então qual a relação dos crentes com as obras?

As obras não estão relacionadas a salvação, mas ao recebimento de galardões.

'Olhai por vós mesmos para que não percamos o que temos ganho, antes recebamos o inteiro galardão'. II João 8

'Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão.' I Coíntios 3:14

Nós praticamos boas obras não porque por elas ganhamos a salvação ou a mantemos, mas porque amamos a Deus e queremos trabalhar para Ele, e nosso trabalho será avaliado e se aprovado receberemos galardões.

E a questão da citação de Tiago de que a 'fé sem as obras é morta'?

Enquanto Paulo escreveu Romanos e Gálatas para mostrar que a salvação é unicamente pela fé, e as obras não nos salvam, nem as feitas antes nem depois da regeneração; Tiago escreveu sua carta dando ênfase ao relacionamento entre os irmãos(os já salvos) na vida da igreja. Estes deveriam"tratar todos de maneira igual(2:1,9)", "ajudar os necessitados"(2:14-16), "evitar as difamações e todo mau uso da língua"(3:9-12), e "as contendas"(4:1). Paulo tratou da questão da fé relacionada a redenção, e Tiago falou de outro tipo de fé, a relacionada ao comportamento cristão. Quando cita as expressões "salvação" e "justificação", Tiago não as liga a redenção eterna, mas ao testemunho de um relacionamento cristão sadio. Isso é evidente quando reconhecemos que essas duas palavras são usadas em outras porções bíblicas com outros sentidos (Veja:I Timóteo 2:14-15; Números 14:30; Ester 2:14; Lucas 9:13; Romanos 14:14; I Coríntios 7:5; Mateus 11:19; Gênesis 44:16; Atos 19:40,etc).Como filhos de Deus, salvos, devemos nos relacionar de maneira adequada com os nossos irmãos, na comunidade cristã, crendo e falando, mas também vivendo, este é o ponto levantado na epístola de Tiago, e também nas epístolas de João, não é uma questão de salvação eterna, mas de comportamento cristão. Conhecendo isso de antemão podemos afirmar que aqueles que utilizam-se de Tiago para afirmar que a salvação depende de obras não são cristãos.

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79.Muito interessante sua observação no que diz respeito a questão fé, e o que foi exposto na resposta 42. Mas não há nenhuma contradição, porque tratam-se de 'fés' e contextos diferentes. É mais ou menos aquela velha frase: a manga do meu paletó ficou suja com a manga que estava chupando. Perceba que duas vezes é citada a palavra 'manga', só que em dois contextos diferentes, e se tratando de duas 'mangas' distintas.

Uma grande verdade bíblica é que a redenção eterna do ser-humano é recebida apenas pela fé em Cristo. Isso é o que chamamos de fé salvadora (João 3:16, 1:12; Efésios 2:8-9; Romanos 1:17, 4:2-8;etc). As seitas religiosas para contrariar essa importante verdade bíblica à respeito da maneira de ser justificado perante Deus citam o verso de Tiago que diz "a fé sem obras é morta"(2:17). Ora, se crêssemos nisso, estaríamos contestando a própria mensagem do evangelho de Deus (Romanos 1:15-17). Porém, esse texto não tem vínculo nenhum com a questão da redenção ou justificação perante Deus, mas trata-se de uma exortação relacionada ao comportamento cristão (de alguém já salvo), de como viver com os irmãos na vida da igreja e com as demais pessoas da sociedade, toda a carta de Tiago testifica esse contexto. Então o que fiz na questão 42 foi aplicar de maneira adequada o verso de Tiago de que a 'fé sem as obras é morta'. Porque o internauta a quem respondi, acreditava que eu só deveria ficar orando, e não combater os falsos ensinos, ao que contestei mostrando que devo desmascarar as seitas, em outras palavras, devo viver a vida cristã não na passividade, mas na atividade, então neste sentido ' a fé sem as obras é morta'.

Em resumo, o perdido precisa apenas de fé em Cristo para ser salvo e justificado perante Deus, depois de ter se tornado um cristão, deve praticar obras, trabalhar para Deus, não para ser salvo, ou para mostrar que é salvo, mas porque ama a Deus e quer estar envolvido com Sua vontade nessa terra.

Quanto a segunda questão, do relacionamento com a adepta da CCB, já é um ponto mais delicado. Deveras, a CCB não é uma igreja genuinamente cristã, mas um movimento herético. Porém, não sei como está seu coração em relação a essa moça, e questões do coração são muito difíceis de se lidar. Na maioria das vezes agimos mais pelo coração do que pela razão. Um cristão verdadeiro jamais faria parte da CCB, porque suas doutrinas contraditam a mensagem do evangelho de Deus, e Paulo diz que aquele que anunciar outro evangelho seja maldito (Gálatas 1:9). Quando ela diz para você se batizar, é porque é só dessa maneira que a irmandade reconhece alguém como fazendo parte da CCB. O enlace matrimonial de acordo com a CCB só deve ser entre adeptos. O batismo na CCB é de tendências místicas paganistas, com propriedades purificadoras, assim como o rio sagrado dos hindus, o Ganges. Aconselho que você analise os teus sentimentos por ela, e pese muito bem, se vale a pena estar com uma pessoa que gosta, dentro de um movimento não cristão.Se ela lhe ama realmente, não tentará forçar você a tomar um passo tão sério como o batismo, deverá respeitar sua consciência, e livre arbítrio em decidir por si só o que escolher. Deixe claro para ela que não concorda com os ensinamentos da CCB. e que deseja ser cristão, reunindo-se em outra denominação. Para aprofundar em alguns pontos que pode ser levantada no diálogo com ela, leia o artigo 'Examinando e provando o evangelista da CCB' em nosso site, na seção 'seitas'.

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80.É muito importante a iniciativa que você está tomando de evangelizar os mórmons, afinal eles são pessoas pelas quais Jesus morreu na cruz também. É importante notar que a terminologia usada pelos mórmons, assim como por toda sorte de seita, é na maioria idêntica a dos evangélicos, porém com significados diferentes. Isso acontece porque geralmente as seitas foram fundadas por algum ex-evangélico (apóstatas). Diante disso, quando eles falam que "crêem em Jesus", peça a definição do que significa 'crer', e de 'quem é Jesus' para eles. Faça isso com toda expressão usada por eles, à partir dai você vai perceber a idéia antibíblica que eles tem desses termos, abrindo assim um campo para a refutação bíblica.

Gostaria de indicar para o irmão a leitura dos seguintes artigos, que estão disponíveis no nosso site, na seção 'seitas':

As táticas das seitas em torcerem as Escrituras

Seitas Heréticas:Estratégias de Satanás

Um excelente livreto que pode ser usado para evangelismo, e se trata de uma leitura agradável e própria para o evangelismo é o denominado 'Ao Moroni com amor' - J.Edward Decker (Miami: Editora Vida, 1981; 57 páginas)

Outra obra valiosa é o livro 'A ilusão Mórmon' - Floyd C.McElveen (Miami; Editora Vida, 1981; 235 páginas)

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