Pressão hidrodinâmica

 

A equação da continuidade mostra que, ao passar de uma secção do tubo com uma área maior para uma secção de menor área, a velocidade o fluido aumenta, isto é, o fluido desloca-se com uma certa aceleração.

            Usando a Segunda lei de Newton, podemos concluir que o fluido está sob a ação de uma força. Essa força é o resultado da diferença entre as pressões exercidas pelo fluido sobre as áreas das secções nas partes largas e estritas do tubo.

            Assim, a pressão do fluido na parte larga deve ser maior que na parte estreita .

            Podemos observar a distribuição da pressão ao longo de um tubo:

No tubo 1 a água sobe devido a pressão, e no tubo 2, em forma de L, também chamado de tubo de PILOT, a água sobe devido à pressão e a velocidade, isto é, a velocidade ajuda a água subir mais um pouco. Então a altura h que a água sobe a mais no tubo 2 pode ser obtida pela expressão:

onde n é a velocidade da água.

 

Se p1 é a pressão indicada no manômetro e p2 a pressão indicada pelo tubo de PILOT, podemos escrever:

 

 

Substituindo a expressão da altura h, temos:

 

 

Simplificando g, resulta:

 

 

onde p2 é a pressão hidrodinâmica, p1 a pressão hidrostática, m a massa específica do fluido e v a velocidade do fluido.

 

 

CONCLUSÃO:

 Denomina-se pressão hidrodinâmica a soma da pressão hidrostática e a metade da     massa específica do fluido  multiplicada pelo quadrado da velocidade.

Em conseqüência disso temos que a pressão hidrodinâmica é igual em pontos situados a mesma profundidade nos líquidos em movimento.

Veja que a pressão hidrostática fica:

 

 

Observe que a pressão hidrostática é tanto menor quanto maior for a velocidade do fluido.

 

 

 

 

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Página criada em 2006

por Joanirse Ortiz

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