
A
SENHORA DOS SONHOS DE CORDEL
Companhia
de Teatro e Poesia Sem Máscaras
São
José dos Campos
São
Paulo
Espetáculo
em linguagem de cordel que encena histórias do folclore brasileiro. Na
primeira, Dois Palhaços nordestinos procuram a Alegria, que na vinda
para o Sul
caiu do caminhão pau-de-arara. Na seguinte, temos a história de um
homem que
sempre desprezou a moral e quando morre precisa convencer Jesus, Maria
e o
Diabo de que merece o Paraíso. A outra é a história de Helena que tinha
o
hábito de bater em sua mãe e foi praguejada por esta a virar cachorra
até se
arrepender.

MILKSHAKESPEARE
Companhia
de Teatro e Poesia Sem Máscaras
São
José dos Campos
São
Paulo
Dois
atores vão ao túmulo de Shakespeare e lá deparam com o próprio pedindo
que
desrespeitem-no, o fantasma ensina-os como ele gostaria de ser
lembrado, como
um autor popular e não erudito, e ensina-os a fazer de seus textos um
evento
com interação com as platéias mais leigas. Um grande “sarro” é tirado
de cada
texto de Shakespeare, tornando assim uma sátira aos que fazem de sua
obra um “clássico”
para atingir a elite e os eruditos intelectuais. O espetáculo é
interativo, de
rua, e com uma dinâmica circense.

AMOR
POR ANEXINS
Jovens
Atores do Brasil
Rio
de Janeiro
Escrito
por Artur Azevedo, o espetáculo “Amor por Anexins” retrata a história
do homem
Isaías, apaixonado pela viúva Inês, em busca de um casamento com sua
amada.
Porém, ela rejeita o amor desse homem que só consegue falar e escrever
através
de provérbios. Para aceitar o pedido, propõe a ele que consiga pedir
sua mão
sem falar por anexins.

AS
MULATAS DE CHICO RODRIGUES
Deu
Palla Cia de Arte
Belo
Horizonte
Minas
Gerais
Uma
Companhia de teatro formada por três velhas solteironas e seu velho Pai
chegam
na cidade para apresentar o drama "Angústias de Um Coração Materno",
que a todo momento é interrompido por forças sobrenaturais. O
espetáculo é um
musical, para rua e tem duração de uma hora.Em cena estão Renato
Millani,
Janaína Starling, Jader Correa, Margareth Serra. Fora de cena estão
Riva
Cupim,Daniela Cabral, Bel Martins e Sabará

CONCESSA
TECENDO PROSA
Grupo
Tripetrepe
Belo
Horizonte
Minas
Gerais
O
espetáculo é um solo escrito e interpretado por Cida Mendes, com
direção de
Iolene de Stéfano. Uma comédia inteligente sobre o cotidiano de uma
dona-de-casa simples e contestadora, que leva o público a refletir com
humor
sobre a simplicidade da vida, mesmo em um mundo globalizado. De caso em
caso, a
personagem vai tecendo sua prosa e revelando sua história que se
mistura com a
de milhares de brasileiros. Um texto construído com humor e poesia na
medida
para rir e emocionar, cativando platéias e todas as idades. O monólogo
escrito
e interpretado por Cida Mendes lhe rendeu o primeiro lugar no Prêmio
Nacional
Multishow de Humor, dado pela GLOBOSAT. Atuou na televisão nos
programas: Turma
do Didi, Escolinha do Barulho e algumas atuações no Programa Boa Noite
Brasil

DITA
ONÇA E CABRA RITA
Grupo
Teatro da Terra
São
José dos Campos
São
Paulo
Para
a montagem do espetáculo foi utilizado o brinquedo, a brincadeira de
boneca, as
cantigas de roda, as brincadeiras cantadas, as brincadeiras de rua como
pega-pega, queimada, cabo de guerra, as histórias inventadas, as
histórias de
livro e inúmeras situações cômicas para compor esse espetáculo, seja na
criação
das cenas ou na composição do cenário, figurinos e adereços.
O
texto, criado pelas atrizes Glauce Carvalho e Karina Muller com base na
história escrita por Ruth Guimarães, utiliza a narrativa oral e outros
estilos
literários, como versos, trovas e pequenas frases rimadas que dão
colorido e
humor à história.

MAGIKAMERLUZA
The
Pambazos Bros.
Uruguai/Argentina
A
dupla de mágicos da Família Kamerluza faz intervenções malabarísticas
(contact
ball, rolling e malabarismo de fogo) e tentam dominar números clássicos
de
magia. Para isso, usam da comicidade, de um humor escrachado e da
interação com
a platéia para confrontar o “risco” de seus atrapalhados números.
“Magikamerluza”
insere o público em sua fantasia, de uma maneira não impositiva. Assim,
sendo
parte do espetáculo, o público envolve-se com a ilusão criada, e por um
breve
espaço de tempo, a realidade torna-se irrelevante.
A
complexidade da linguagem permite compreensão em diferentes níveis. Por
conta
disto, a cada apresentação, o grupo conquista um público mais eclético,
que
inclui crianças, jovens e adultos.

MEDÉIA
Téspis
Cia. de Teatro
Itajaí
Santa
Catarina
A
Téspis Cia. de Teatro apresenta sua versão do mito de Medéia organizado
num
espetáculo ritualístico, em forma de monólogo. A tônica de Medéia é o
amor
transformado em ódio sobre-humano. A peça evolui de uma Medéia abatida
pelo
repúdio do marido, esposa traída que definha no leito, aparentemente
conformada
com a sorte, para uma mulher animada por um terrível desejo de vingança
e
extermínio, que não se detém diante do infanticídio para aniquilar
completamente o marido.

COMMÉDIA
DELL’ARTE ENSINA A PREPARAR A SOPA DE PEDRA
Companhia
de Teatro e Poesia Sem Máscaras
São
José dos Campos
São
Paulo
Um
arlequim andarilho esfomeado encontra na estrada a casa de um velho
avarento,
nas tentativas frustradas de conseguir um bom prato de comida o
espertalhão
decide ensinar ao “pão-duro” uma receita de uma sopa que segundo ele,
não se
gasta nada para preparar. Uma grande confusão e trapalhadas entre os
dois é
instalada naquela casa medieval, mas um final surpreendente, emocionará
a
todos. Espetáculo em linguagem simples, porém usando os recursos
estéticos da
commédia dell’arte, extremamente colorido e festivo e com gestos e
ações
grandes e destacadas.

SUJOS
Grupo
K
Blumenau
Santa
Catarina
Jogos
de poder. Amizade de dois mendigos. Vocabulário pobre, agressividade
física e
verbal. Relação de afetos extremos. Momentos de ternura infantil e de
explosividade criminosa. Não há nomes. Não há lares. Não há famílias. A
esperança é dilacerada com os dentes. Restam palavras toscas, risos
breves,
sons graves. Ironia é a moeda de troca. Mesmo os sonhos estão a um
passo de se
tornarem pesadelos. E a vida aguarda o momento exato para tentar uma
virada.

O
ALIENISTA
Cia
Forte de Teatro
Belo
Horizonte
Minas
Gerais
O
espetáculo é uma adaptação do conto homônimo de Machado de Assis, que
conta a
história de um médico que funda o primeiro hospício brasileiro e busca
estabelecer a separação entre loucura e perfeito juízo na pequena vila
de
Itaguaí dos tempos coloniais. A adaptação teatral mantêm fidelidade ao
sentido
da obra, transformando a refinada ironia machadiana em “comicidade
explícita”.
Desta forma, torna a crítica do autor à sociedade ainda mais ferina.

PALHAÇOS
À VISTA !!!
Circunstância
Circo Teatro
Belo
Horizonte
Minas
Gerais
Dois
palhaços andarilhos e seu fiel faxineiro mantém, à duras penas, as
tradições e
a dignidade de um cirquinho que herdaram. Buscando uma relação de
aproximação
com o público, experimentam o prazer de estar no centro do picadeiro,
ser o rei
da roda!Esta disputa saudável permite que cada um mostre o que sabe
fazer de
melhor. São malabaristas, acrobatas, músicos e poetas que perturbam,
não raro,
a ordem estabelecida com suas travessuras.

HISTÓRIAS
DE PESCADORES
Companhia
de Teatro Ícaros do Vale
Araçuaí
Minas
Gerais
A
peça é baseada na obra de Dorival Caymmi e na pesquisa da Cia. acerca
da
cultura popular do Vale do Jequitinhonha, característica presente em
todos os
seus trabalhos. “História de pescadores” conta o amor de Rosa e Bento
num
contexto social dramático. A vida dos pescadores e as nossas também são
expostas às incertezas da natureza e às oscilações do tempo... o drama
e a
força das mulheres que esperam nos fazem esperar também, a coragem e a
esperança de quem parte nos invadem e a determinação econômica que
sempre se
faz presente em última instância, provoca a certeza de que a liberdade
é a
consciência da necessidade.

OS
OLHOS MANSOS
Companhia
de Teatro Ícaros do Vale
Araçuaí
Minas
Gerais
Os olhos
mansos é um espetáculo cênico-musical que mostra a mortalidade infantil
no Vale
do Jequitinhonha e seus rituais como: Cantos de Louvor à morte de
anjos,
incelências, batuquinhos onde de presépio em uma dramaturgia sertaneja.
Aqui os
personagens são anjos, fantasmas do imaginário doidos, profetas, mais
acima de
tudo humanos. Nesse enredo todos aguardam essa criança ao mesmo tempo
os
personagens vão expondo suas pobrezas e desgraças. Com citações de
Guimarães
rosa, o espetáculo evoca ao interior.
FOLIA
DO SANTOS DE RÉUS
Grupo
Zastrás
Mantenópolis
Espírito
Santo
O
grupo Zastrás vai para a rua mostrar o poder do teatro popular e suas
manifestações como os provérbios,os versos e ditos populares que
procuram
realizar um julgamento cruel de seus personagens, os santos réus
levados a
expor suas fraquezas diante do publico,que é provocado a todo momento a
refletir sobre o poder da língua de cada um.

EM
CENA : BONECOS!
Grupo
de Teatro de Bonecos Patati Patatá
Belo
Horizonte
Minas
Gerais
A
encenação propõe levar o espectador ao mundo dos bonecos! Em uma
atelier de
confecção, as atrizes/manipuladoras demonstram de forma lúdica e
instigante
todo o processo do Teatro de Bonecos.
E
são eles que falam de si próprios, de como gostam de ser manipulados,
do que
são feitos, e até mesmo de como se integram em um espetáculo.
Serão
mostrados alguns tipos de bonecos e palcos tais como: bonecos tipo
fantoches,
bonecos de manipulação direta e bonecos de vara


PAPO
DE ANJO
Cia
Malarrumada - Projeto Pé na Rua do Oficinão do Galpão Cine Horto
Belo
Horizonte
Minas
Gerais
Mendigos,
crianças, vendedores, prostitutas...e um anjo. Mas não qualquer anjo.
Quem fala
aqui é o anjo Gabriel, cujos passeios pela praça na qual se encontram
todas
essas pessoas, faziam crescer dentro do peito seu desejo mais profundo:
o de
ser gente. Na história imaginada e representada pela Cia Malarrumada de
Teatro
- Projeto Pá na Rua do Galpão Cine Horto em Papo de Anjo , a rua é o
lugar onde
tudo acontece, não só para o ator e para as pessoas mas também para os
anjos.
“Papo
de Anjo” conta a história do pequeno Gabriel, um anjo que queria ser
gente e
desce à Terra, onde se encontra com muitas pessoas, diferentes mas, ao
mesmo
tempo, tão iguais na busca para encontrar o sentido de suas vidas.
Gabriel tem
que decidir, em apenas um dia, se volta para sua condição de anjo, ou
se
arrisca a viver como pobre mortal.
Este
espetáculo reflete um pouco de cada pessoa: desejos, expectativas,
inquietações
e, principalmente, a vontade de lembrar da inocência e da pureza da
“criança
interna”, que sobrevive valentemente à dureza do amadurecer.