caminhos

 

 

 

Caminhos que se cruzam em esquinas da vida

Que mostram as escusas lembranças perdidas

Que vem trazendo sonhos e perfídias

E que deixam abertas as nossas feridas

 

Caminhos estreitos escuros e sombrios

Cheio de lama molhados e frios

Fedendo a dejetos tirando os brios

Caminhos tão duros parecendo macios

 

Caminhos que andam em paralelos iguais

Surgindo do nada e que não termina jamais

Senhores que mandar ir pra frente e pra traz

Ignora a demanda pela procura da paz

 

Caminhos abertos e fechados também

Nos levam ao mau nos priva do bem

Revelam por certo o mistério que tem

Todos os caminhos que do homem provem

 

Caminhos que sangram que sara e cura

Que trazem alegrias saúde e amargura

Que mostram a verdade pura e crua

Sem importarem os dias ou as noites escuras

 

Caminhos que levam amores e paixões

Que tornam na mente as decepções

Que fazem dos homens grandes guardiões

Incertezas que aflige tristes corações

 

Caminhos... Caminhos, qual se deve seguir.

O que mostra os caminhos? Qual se deve ouvir?

Qual deles que mostra o que à de vir

Qual se deve descer, qual se deve subir?

 

Por que tantos caminhos precisam existir?

São apenas caminhos para se decidir

Alamedas bonitas porem sem Porvir

Ruelas estreitas que precisam sumir

 

 

 

 

                             Por fausto (poti)

 

 

 

 

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