MARIA FUMA�A   n. 21 Edi��o de Ago/2004

Noticias do Encontro em Floresta (Juiz de Fora)

Como � pessoal, vamos ou n�o vamos??????
At� hoje desde a publica��o do �ltimo BOLETIM MARIA FUMA�A, somente o pessoal da fam�lia em DIVIN�POLIS, tem se manifestado, confirmando, se reunindo e sugerindop atividades para o ENCONTRO.
E a�, ramais de BH, Itabirito, Pitangui, Tres Cora��es, Europa e Bahia, vamos manifestar pessoal!!!
Sugerimos que cada familia, ou grupo, escolham um representante para ser refer�ncia para as comunica��es.

Vejam s�:
1. Temos que confirmar com a casa em Floresta se vamos mesmo realizar o Encontro nos dias 19,     20 e 21 de Novembro de 2004;
2. Quantas pessoas ir�o;
3.  Quem vai de onibus, carro, etc; se o pessoal de BH e outros ramais ir�o com a turma de  
     Divin�polis.
     Para fecharmos  estes detalhes, precisamos urgentemente de receber suas comunica��es.   
Portanto, pedimos encarecidamente, que mandem noticias.
     O ramal de Divin�polis tem se reunido e pensado em algumas sugest�es para preenchermos os dias do  ENCONTRO. � claro, tudo apenas sugest�es. Vejam a seguir, as atividades  que propomos. Fica claro que todo mundo deve opinar e sugerir, aceitar ou n�o!

      * Dia 19 >>>> Saida de Divinopolis  (parada em BH)
                            Chegada em Juiz de Fora
                            Almo�o - Lanche - Missa
      * Dia 20 >>>>  Missa - Caf� - PasseioTuristico em Juiz de Fora
                             Almo�o - Jantar - Lanche
                             Show ou outro lazer
       * Dia 21 >>>> Missa / Encerramento
                             Caf� - Almo�o - Retorno
TEMPO PARA OS FILHOS - UMA MENSAGEM AOS PAIS

Um menino, com voz t�mida e os olhos cheios de adimira��o, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
- Papai! Quanto o sr ganha por hora?
O Pai num gesto severo respondeu:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua m�e sabe! N�o amole, estou cansado.
Mas o filho insiste:
- Mas Papai, por favor, diga quanto o sr ganha por hora?
A rea��o do pai foi menos severa e respondeu:
- Tres reais por hora.
- Ent�o papai, o sr poderia me emprestar um real?
O pai nervoso e tratando o filho com brutalidade, respondeu:
- Ent�o era essa a raz�o de querer saber quanto eu ganho?
- V� dormir e n�o me amole mais, menino aproveitador.
J� era tarde quando o pai come�ou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua conciencia dolorida, foi at� o quarto do menino e, em voz bixa, perguntou:
-Filho, est� dormindo?
- N�o papai!
- Olha aqui est� o dinheiro que voce me pediu, um real.
- Muito obrigado papai! (disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama). Agora j� completei, Papai! Tenho tres reais. Poderia me vender uma hora do seu tempo?
" Ser� que estamos dedicando tempo suficiente aos nossos filhos"


Lembran�as Colaboradora da Maria Fuma�a
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