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Estroft

O Mistério da Alienígena Boazuda e o Retorno do BBB

 

 

Digamos que o Big Brother Brasil, tornou-se um ícone cultural, digamos também que o sonho das garotas de ser paquitas também é cultura, tudo isso é uma suposição, claro, afinal nada disso existe ou existiu.

Imagine, que num país, onde a população infantil era obrigada a assistir programas ruins na emissora de maior destaque, existia um sonho, entre as meninas, nesse caso. O sonho era de tornar-se uma "Musa do Pop Escondido" (porque no meio de tanta mulher igual...). Existia uma mulher loira, líder do batalhão, que usava roupas minúsculas, cabelos pra cima, como se fosse criança, botas grandes, parecia a miniatura de uma dançarina de cabaré, e mandava "beijinho, beijinho, tchau, tchau". Sem dúvidas se tratava de uma invasão alien, ela chegava e saía num disco voador. No meio tempo ficava falando besteiras e "brincando" com as crianças, claro, ela também rebolava naquele shortinho minusculo. E alguém tinha que fazer o controle da população infantil, presente naquele salão grande (o meio ficava vazio, só com a mulher de roupas sensuais, ao redor ficavam as crianças, atrás da "lente da verdade", ficavam as mães ou responsáveis pelas crianças), pra isso foram recrutadas mulheres (menores de idade), que fossem bonitas e de preferência loiras, denominadas paquitas, pra combinarem com a alien semi-nua. Elas se vestiam como o quebra-nozes, de guardas ingleses versão feminina. Elas sorriam, essa era a diferença dessas meninas (de, no mínimo 11 anos) pros guardas clássicos ingleses.

Isso virou um movimento cultural naquele país, tanto que quando o grupo de veteranas das soldados paquitas estava velho, era substituído por outro grupo, mais jovem, porém não tão forte. O objetivo dessas meninas era o sucesso, digamos que de todas, a maioria conseguiu o anonimato, mas o programa semi-pornográfico, para crinaças, adolescentes e pais, continuou firme e forte até um dia, naquele país. Isso é uma lenda foclórica que corre o mundo quando ganha pernas.
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Uma nova lenda nasceu há alguns anos, não lembro quantos, mas foi no mesmo país em que surgiu a lenda das paquitas. Quando o povo já não tinha nada, uma técnica estrangeira foi utilizada. Primeiro numa versão meia-boca, "B" mesmo, onde pessoas eram confinadas dentro de uma casa e as pessoas observavam, mas era empolgante, capaz de fazer o povo procurar o "Segundo Gigante" (conhecido na lenda pela sigla SBT, dizem que significa algo relativo a Bobagem Televisiva, acho que o "S" vem de Sistema), polêmica vai, polêmica vem e o novo fenômeno cultural já estava implantado, até que chegasse a versão de luxo.
A luxuosa nova versão, denominada Big Brother Brasil (uma referência ao livro, 1984), num canal "melhor", conhecido como Rede Globo ("Rede" de Rede e Globo, de um plano pra dominar o mundo), a bobagem era praticamente a mesma, pessoas dentro de uma casa, confinadas, cada uma com sua histórinha tosca, polêmica vai, polêmica vem, as pessoas ficam presas a isso e até passam isso para os outros, não é todo mundo que precisa saber o que acontece naquele "viveiro de luxo", mas acaba sabendo, porque um amigo ou o amigo de um amigo seu sabe e acaba te contando. Pior é ler o jornal, até a primeira página chega ater espaço pra essa gente.
Isso é muito natural naquele lugar, as pessoas se desesperam fazendo as maiores atrocidades visuais pra conseguirem entrar naquele viveiro, e ainda assim tentam a sorte numa repescagem feita de última hora.
A tradição já foi repetida mais de uma vez por ano, atualmente ela acontece uma vez por ano, pra não cansar o povo de novos acontecimentos repetitivos de histórias "comuns" (?) da vida humana. Um fetiche vouyeur...

Você pode não acreditar, mas isso é verdade e pessoas ficam ricas com isso, em ambas as tradições aparecem até peladas em capas de revista... Ou tornam-se pequenas celebridades instantaneas. Viva aos 15 minutos de fama de uma realidade semi-inexistente. Num último momento de vida, aparecem em programas de TV ruins, com entrevistas sensacionalistas...

Rond !

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