Você está lendo: Depois de um Estroft
Estroft

Hoje, semana que vem e a outra também!

 

 

Aqui estamos nós, pra variar, quase todos (o Ricardo sempre some nas estréias e re-estréias, que é o nosso caso). Pois é voltamos, derrubamos nossa plataforma política de promessas e mais promessas de retorno e... aqui estamos. Acho que você nem sabe do que ou de quem estou falando, não é mesmo?

Bem-vindos ao Estroft, site de entretenimento B criado a partir de estalo de pensamento e cuspido na Internet três dias depois. A sua dúvida é o que significa Estroft? Já respondi isso uma vez (essa é realmente a sua primeira vez nesse mato), mas vou repetir, prometa guardar segredo, cuidado com o degrau, esse é o mistério mais bem guardado da história da Internet B: Como pode ver, o Estroft é isso aqui, um conjunto de idéias sem uma temática central definida, reveja o vídeo, agora em câmera lenta, observe a expressão facial... Contratei uma ótima atriz pra apresentar o Estroft, ela tem cara de prostituta, mas não é não, pelo menos até onde sei.

Hoje pensei em falar um pouco sobre alguma coisa relevante, passei dias escrevendo e reescrevendo essa coluna como se fosse a coisa mais difícil do universo, mas parece que não vou demorar mais de 20 minutos pra escrever essa versão final que não tem nada haver com as possibilidades escritas num rascunho de Word e jogadas no canto, não vou deletar, arranjarei um jeito carinhoso de reutilizar aquele amontoado de informações (putz, isso é uma frase só). Então vou falar sobre mim mesmo, se for interessante pra alguém continue conosco, se não for continue aqui de qualquer jeito, não quero que você saia por aí me xingando porque te expulsei de uma página em “html”.

No dia 12 desse mês o inesperado aconteceu, inesperado coisa nenhuma, eu conheci um velho amigo da Internet, temos um grupo de desenho . Foi estranho, ele estava em uma turnê com o coral, Coretfal, ótimo por sinal, eu estava meio viajando, vi um bando de gente em uma das entradas da UERJ passei direto, depois pensei “eram eles”, voltei e sentei na escada. O garoto da ponta falou alguma coisa, mas meu cérebro funcionava a 5km/h, o cara me conhecia. O Fabio, meu amigo, tava cantando lá no meio, eu observei toda a apresentação, não podia nem olhar pro moleque que parecia que dava vontade de rir, ele fazia uma cara qualquer e voltava pra seu estado normal, zen, de cantor profissional (profissional é outra coisa).

Quando começamos a nos falar, mesmo conversando pela Internet todos os dias, foi como ter reencontrado um velho amigo, com um monte de coisa pra falar e não parava de falar, ao mesmo tempo eu tinha um monte de coisa a dizer, mas não saía nada, eu falei, não sou tapado, mas aquela semana não foi das melhores.

A música, ótima música, me lembrou um grande sonho, num momento qualquer eu lembrei, percebi como um grande sonho começa a perder a importância quando você não vê uma forma de torná-lo real, quando você não vai atrás dele. Me senti entrando num Final Fantasy da vida, foi um flash rápido, provavelmente não foi isso que transformou as duas últimas semanas, acho que foram frases que ouvi: “faz o que você gosta” (valeu Lívia por me dizer uma coisa tão óbvia que eu me recusava a escutar).

Três dias depois abandonei o meu “emprego”, com aspas mesmo. Hoje, enquanto pensava no que escrever um amigo perguntou se ia fazer faculdade lá, me formar lá, ficar preso naquele lugar. Eu respondi que tinha saído, eu queria ser livre. É sério, pode até parecer estranho, mas eu me sentia preso num “ciclo sem fim”, indo e voltando pro mesmo lugar, apertando a mesma tecla, sempre. Não joguei nada no ventilador, parece que joguei o ventilador inteiro no chão, ele quebrou e, como todo o desempregado não tenho dinheiro pra comprar outro. Olhando pros dias anteriores, quando eu não parava de pensar no que fazer e se daria certo, acho que fui corajoso em sair, em estraçalhar o ventilador com força no chão. E agora, poder seguir com a minha vida, com o pecado de não fazer o que os outros querem que eu faça –pros outros é um pecado, pra mim é seguindo por ali, no meu próprio caminho, tentar alcançar o meu sonho, mesmo tendo que recomeçar.

É isso, te joguei num draminha pessoal, mas semana que vem, nessa mesma mesa suja contarei alguma coisa útil pra vida de alguém, ou inútil, mas só pra você passar o seu tempo na Internet.

Mesmo tendo modificado o rumo da coluna ela é dedicada a meu amigo Fabio e aos meus novos amigos Débora e Alan, obrigado pela boa música. Vou fazer um Gibi pra registrar aquele curto espaço de tempo (vou publicar aqui no Estroft mesmo).

É isso. É nesse clima de “recomeço”, que o Estroft volta. Já nos vimos por aí? Não? Nunca? Então seja bem vindo a esse espaço estranho, que chamamos de B e retorne na semana que vem, estaremos aqui, é sério.

(Terminei o texto em 35 minutos, hahahahah, mais veloz que um semana inteira!)

 

Rond !

(C) Estroft - Todos os direitos reservados
Voltar ao tôpo
estroft@gmail.com
Hosted by www.Geocities.ws

1