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(Leia Opin�-o, em Esperanto as palavras s�o parox�tonas)

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Os artigos referentes ao Esperanto enviados para este portal devem ter:
1- nome do autor e endere�o (eletr�nico);
2- nome e endere�o (eletr�nico) do ve�culo onde foi publicado ;
3- data de publica��o;
4- indica��o se se trata de uma men��o (a) negativa, (b) positiva, ou (c) neutra.
 

Ao reagir a um artigo sobre o Esperanto publicado na imprensa, procure seguir os seguintes conselhos do Reta Informado-Centro http://www.ikso.net/ric/ :
 
 
Estrat�gia de Informa��o Geral
 
Princ�pios
 
N�o responda com a emo��o.  N�o se sinta ofendido pessoalmente Use argumentos concretos para informar, e n�o para contra-atacar.  Seja gentil e did�tico.
 
N�o usemos argumentos que n�o possamos defender facilmente ("segunda l�ngua de todos" ou l�ngua da "Uni�o Europ�ia" � menos convincente do que "l�ngua de comunidade internacional")
 
- Fala-se sobre o , e n�o sobre o que poderia ser.
- Quando se falar sobre a hist�ria do Esperanto, cuide para que as primeiras d�cadas n�o ocupem uma parte exagerada.
- Os Esperantistas s�o: amantes da l�nguas, inteligentes, gentis e tolerantes.  N�o diga isso, mostre !
- Forne�a informa��es s�rias, verdadeiras e realistas.
- N�o mostre s�mbolos esperantistas em demasia, e n�o demonstre sectarismo.
- Esforce-se para informar e n�o convencer, n�o seja autorit�rio.
- Pode ser interessante apresentar Esperantistas exemplares, como eles aprenderam a l�ngua, e fazendo isso, cite pessoas interessantes, inteligentes, engajados socialmente, famosos tamb�m (mas N�O mitos, que n�o foram verdadeiramente Esperantistas).
- Dependendo da situa��o e contexto, pode-se mencionar as conhecidade organiza��es que apoiam o Esperanto, como a Unesco e Onu, mas apenas se voc� conhece concretamente sobre qual apoio se trata. (conhe�a os documetos de apoio).
- N�o cite documentos de nosso movimento, por exemplo "Manifesto de Praga", mas envie os tais documentos, se voc� quiser (ou se o jornalista perguntar).
- N�o use documentos de movimento interno e jarg�es esperantistas para o exterior. Jarg�o � por exemplo: "delegito", "verda lingvo", "movado", "samideano", "la (granda) majstro", "finvenkisto", "raŭmisto", e tamb�m "BEL",  "IS", "IJK", "TEJO" ktp. Se tiver que traduzir  "TEJO", n�o traduza ao p� da letra, mas de um nome como voc� faria em portugu�s.
 
Informa��es perigosas ou evit�veis:
- "tem 16 regras e n�o tem exce��es" - n�o � verdade, e al�m disso evoca sentimento de l�ngua primitiva e n�o viva.
- "Esperanto � l�gico / artificial" - evoca sentimento de l�ngua dura, n�o viva.
- "Zamenhof foi o criador do Esperanto" - melhor dizer "iniciador". N�o apresente-o como uma l�ngua privada de uma pessoa.
- "Esperanto tem uma forte cultura, por�m � neutro porque n�o traz a cultura de uma na��o..." - � contradi��o se n�o fica claro que "Esperanto tem um forte cultura n�o nacional"
- "O ingl�s n�o � bom porque..." - n�o ataquemos / ridicularizemos outras l�nguas para conquistar para o Esperanto (aceitemos os pap�is de comunica��o tamb�m do ingl�s e de outras l�nguas).

Anna Skudlarska
David-Emil Wickstr�m
Jevgenij Gaŭs
Lu Wunsĉ-Rolŝoven
Sonja Petrovic
Ziko M. Sikosek

Dum Esperanto@Interreto-4 en Lesj�fors (Svedio) 2002.

 

Opinio recomenda

Movimento Nacional em Defesa da L�ngua Portuguesa 

Defendo de Unuopaj Lingvoj

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